E o planejamento?

Mauro Fernandes não é mais técnico do Vitória. A aventura do treinador na Bahia durou apenas 9 partidas. Pouco mais de um mês.

O técnico deixou o Atlético-GO a pouco mais de um mês para assumir o time baiano, que havia perdido Vágner Mancini para o Santos.

O curioso é notar o retrospecto de Mauro, que se não é o melhor, não é ruim. Nas nove partidas foram 4 vitórias, 4 empates e somente uma derrota. A última. Derradeira e decisiva para a demissão. 2 a 1 para o Feira de Santana no Barradão.

No Campeonato Baiano o Vitória é líder, com um jogo a mais que o vice Bahia. Na Copa do Brasil teve muitas dificuldades, mas eliminou o ASA de Arapiraca na primeira fase, nos penaltis.

Suficiente para a diretoria resolver mudar o treinador. E agora, Mauro Fernandes está desempregado. E companheiros dele, na mesma situação, estão de olho na mais nova boquinha. Resta saber se a aventura Vitória vale a pena, pelo tempo que dura.

5 comentários:

Leandro disse...

Como qualquer outro clube brasileiro, o Vitória se baseia nos resultados recentes.
Wágner Mancini fez um ótimo trabalho no rubro-negro baiano e está conseguindo arrumar o Santos.
Já o Vitória com Mauro Fernandes ainda não conseguiu se encontrar, o time precisa também de reforços, pois não tem feito um bom campeonato baiano, apesar da liderança. Se continuar desse jeito, o Vitória vai brigar pra não ser rebaixado no Brasileirão.

Impasse Livre disse...

esse é o futebol brasileiro : ou se é uma besta ou se é bestial, diria oto glória...belo post!

Anônimo disse...

a dança das cadeiras dos técnicos é mesmo impressionante no Brasil... por outro lado o Mancini ta se dando bem melhor lá no Santos...... ainda bem que o meu time está com o mesmo técnico a mais de 3 anos.....

Anônimo disse...

seria bom se isso acontecesse com o Celso Roth :/



voltei a atualizar. beijo!

Gremista Fanático disse...

seria bom se isso acontecesse com o Celso Roth :/ (2), hahahaahaha.

é incrivel como os clubes reclaman de falta de grana e demitem tecnicos assim mesmo tendo que pagar pelos salarios ate o fim do contrato.
abraço.

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O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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