Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Santos, Fluminense e Palmeiras encerraram ontem um projeto que já levava algum tempo. Está finalmente pronto o Dossiê, que será entregue à CBF, para pedir a regulamentação dos títulos da Taça Brasil e do Robertão, como títulos brasileiros. Guerra antiga, que sempre foi travada pelos clubes, mas que finalmente, parece chegar próxima de um ponto final.
Como não eram torneios da minha época, tentei ler bastante até identificar os pontos importantes desta questão. E cheguei à seguinte conclusão:
São relevantes os argumentos dos clubes. De fato, é uma tremenda infelicidade afirmar, por exemplo, que não havia campeonato nacional na época de Pelé. E não só dele. De vários outros craques como Garrincha e Tostão. E títulos tão importantes na época, como estes conquistados por estas equipes, não podem ser desprezados como são atualmente. Além disso, resta um importante argumento de que, os campeões destas competições ficavam com a vaga principal do país para a Copa Libertadores do ano seguinte.
Mas vamos ao ponto importante da questão.
Primeiro a Taça Brasil: era um torneio eliminatório, e o clube campeão no ano anterior levava larga vantagem, entrando apenas nas fases finais. O Santos, por exemplo, foi campeão certa vez disputando apenas quatro partidas. Um torneio com a cara da Copa do Brasil, que só seria "criada" em 1987.
Já o Robertão ou Taça de Prata, aproximava-se do formato do Campeonato Brasileiro. Porém, não dava oportunidade à equipe de todos os estados de participarem. Apesar disso, tinha um modelo parecido, ou idêntico, ao do atual Campeonato Brasileiro.
Portanto, acho que a CBF deveria sim, mostrar a todos a importância destas competições, que eram as principais do país na época. Reconhecer a Taça Brasil como a precursora da Copa do Brasil e o Robertão, do Campeonato Brasileiro. Mas só. Não há a necessidade de "mudar o nome" e tornar os clubes campeões brasileiros. Como li em vários blogs por aí, não é preciso reconhecer D. Pedro II como presidente, para saber que ele foi o mandatário máximo do Brasil em tempos passados. Eram outros tempos...
Como não eram torneios da minha época, tentei ler bastante até identificar os pontos importantes desta questão. E cheguei à seguinte conclusão:
São relevantes os argumentos dos clubes. De fato, é uma tremenda infelicidade afirmar, por exemplo, que não havia campeonato nacional na época de Pelé. E não só dele. De vários outros craques como Garrincha e Tostão. E títulos tão importantes na época, como estes conquistados por estas equipes, não podem ser desprezados como são atualmente. Além disso, resta um importante argumento de que, os campeões destas competições ficavam com a vaga principal do país para a Copa Libertadores do ano seguinte.
Mas vamos ao ponto importante da questão.
Primeiro a Taça Brasil: era um torneio eliminatório, e o clube campeão no ano anterior levava larga vantagem, entrando apenas nas fases finais. O Santos, por exemplo, foi campeão certa vez disputando apenas quatro partidas. Um torneio com a cara da Copa do Brasil, que só seria "criada" em 1987.
Já o Robertão ou Taça de Prata, aproximava-se do formato do Campeonato Brasileiro. Porém, não dava oportunidade à equipe de todos os estados de participarem. Apesar disso, tinha um modelo parecido, ou idêntico, ao do atual Campeonato Brasileiro.
Portanto, acho que a CBF deveria sim, mostrar a todos a importância destas competições, que eram as principais do país na época. Reconhecer a Taça Brasil como a precursora da Copa do Brasil e o Robertão, do Campeonato Brasileiro. Mas só. Não há a necessidade de "mudar o nome" e tornar os clubes campeões brasileiros. Como li em vários blogs por aí, não é preciso reconhecer D. Pedro II como presidente, para saber que ele foi o mandatário máximo do Brasil em tempos passados. Eram outros tempos...



2 comentários:
Concordo totalmente com voce Grissi, nesse ultimo paragrafo voce sintetizou tudo, parabens, abraço.
Também concordo com você, reconhecer é preciso, acho que cada coisa no seu tempo. Senão também vão querer reconhecer o Campeão da Copa João Havelenge.
Abraços
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