É difícil imaginar que o Atlético-MG não vença nenhum dos dois jogos que tem a menos que o Vasco e reassuma a liderança do Campeonato Brasileiro. A liderança é muito provisória. O que mais impressiona, porém, é a segurança e a regularidade que o Vasco mantém desde o ano passado. Contra o Sport, na Ilha do Retiro, sofreu com ausências e com o gramado pesado. Não fez um bom jogo. Mas venceu mais uma.

O primeiro tempo com o gramado mais pesado foi ruim. O Vasco não conseguia aplicar velocidade com Éder Luís nos contra-ataques e não controlava o jogo com Juninho muito longe de Carlos Alberto. O Sport também enfrentava dificuldades na armação graças ao 4-3-3 que tinha Marquinhos Gabriel com a obrigação de voltar para articular as jogadas muito distante dos trio de volantes que saía pouco.
Percebendo a dificuldade para jogar com rapidez, Cristóvão Borges apostou em Tenório no lugar de Éder Luís. Mostrou mais uma vez que o elenco do Vasco não tem grandes nomes, mas tem opções interessantes para mudar a forma de jogar e manter bom nível.
Mas foi o Sport que começou a etapa final com mais ímpeto. Avançou as linhas e já havia criado duas boas chances (inclusive uma bola no travessão) antes de Juninho Pernambucano aproveitar uma das dezenas de faltas que os donos da casa fizeram na entrada da área. Gol monumental do melhor jogador do Campeonato. Dentro e fora de campo. Exemplo a ser seguido e que deveria ser mais valorizado pela torcida do rubro-negro pernambucano, que vaiou quem deveria ser ídolo.
O gol desestruturou o time de Vágner Mancini que se mandou de vez ao ataque e pouco depois perdeu Diego Ivo expulso. Espaços que o Vasco aproveitou com Tenório, que marcou um golaço depois de driblar o goleiro e Aílson dentro da área. Vitória segura de um time seguro.
O Vasco que não perde há nove jogos, não levou gol em nenhum dos últimos sete. Já foi apontado por aqui como o favorito ao título. O motivo? É só assistir um jogo para entender. As oscilações vascaínas são mínimas, para mais e para menos.
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No campo ruim de Varginha, o Cruzeiro entrou com a responsabilidade de atacar para manter a boa fase diante de um Sport que ainda carece de reforços para poder sonhar com alguma coisa no Campeonato Brasileiro. Rendimento mais uma vez decepcionante e problemas repetidos. Mas segue vencendo e somando pontos importantes para não sofrer como no ano passado.

Com a necessidade de assumir os riscos e o controle do jogo, Celso Roth escalou o atacante Fabinho desde o início. Mas não mudou o esquema tático. Manteve o 4-2-3-1 que trabalha desde que assumiu o clube. Com Tinga ocupando teoricamente o lado esquerdo, o Cruzeiro ficou torto. Com a bola, Tinga se aproximava de Montillo e isolava Éverton no setor onde o Sport era mais fraco, já que Toby jogava improvisado como lateral.
No primeiro tempo, o Cruzeiro errou passes e o Sport não conseguiu criar, com Felipe Azevedo muito isolado à frente. Jogo chato, cansativo. Mas que serviu para Celso Roth perceber o jogo.
Com Fabinho deslocado pela esquerda no segundo tempo, o Cruzeiro cresceu. A parceria com Éverton, o melhor em campo, funcionou e por ali saíram as melhores jogadas do time celeste. Inclusive o penalti, sofrido pelo lateral esquerdo após bom passe de Anselmo Ramon (que se posiciona melhor que Wellington Paulista e dá sequência como pivô às jogadas). Com um pouco mais de capricho, o Cruzeiro poderia ter ampliado o marcador e levado a partida até o fim com mais tranquilidade, embora o abafa do Sport não tenha causado grandes sustos.
Cruzeiro e Sport dão toda a pinta que brigarão na parte de baixo. O segundo, sabe disso desde o início do Campeonato e ainda busca reforços para dar condições à Vágner Mancini de montar um time competitivo. Já a quinta posição do Cruzeiro é ilusória para um time que tem uma tabela inicial, teoricamente, mais fácil. Ainda faltam 37 pontos para que o clube possa pensar em algo maior.
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Duas rodadas e uma vaga. É o que resta na Série B 2010 de mais importante para este final de ano. Três clubes e apenas uma passagem no trem que chegará à primeira divisão em 2011. Ainda restam outras decisões na competição (quem será o campeão, quem vai cair para a Série C), mas certamente nenhuma será tão emocionante e importante como a que está por vir.

América, Portuguesa e Sport disputam a vaga final. Vantagem para os mineiros, que no momento completam o G-4 e tem três pontos de vantagem para os dois adversários. Mas os duelos das rodadas finais, comprovam o quanto a decisão está aberta.
O América passou 20 das 36 rodadas no G-4. Se mantém entre os quatro primeiros desde a rodada 22. Dos dois jogos restantes, tem um confronto direto (e decisivo) contra o Sport e uma partida fora de casa contra um adversário sem pretenções na competição (Ponte Preta).
A quinta colocação é da Portuguesa. Começou bem o Campeonato mas caiu num momento decisivo. Por isso, passou apenas 5 rodadas no G-4, a última delas na 13ª, quando foi vice-líder. Enfrenta o Ipatinga (desesperado contra o rebaixamento e em crescimento na competição) em casa antes de sair para um confronto direto contra o Sport, na Ilha do Retiro. Tem como trunfo o ataque, segundo melhor da competição, com 64 gols.
O Sport é o que tem a tabela mais complicada, pois faz dois confrontos diretos contra seus adversários. Na sexta colocação, tem a situação complicada pelo excesso de empates na competição (11 em 36 jogos). Em caso de igualdade com seus concorrentes no final, certamente perderá nos critérios de desempate. Como trunfo, seu crescimento na reta final. Depois de começar perto da zona de rebaixamento, o time se aproxima do acesso com uma boa arrancada, apesar de não ter passado ainda nenhuma rodada entre os quatro primeiros.
Tempo de decisão e certeza de emoção. Qualquer um dos três que conseguir o "bilhete premiado", será bem-vindo na próxima temporada. São times simpáticos e de tradição. Se precisasse apostar, apostaria no América. Dentre os três, além da vantagem de pontos é o que tem a tabela mais fácil. Mas numa Série B tão cheia de reviravoltas, nem sempre o mais provável é "o mais provável".
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16 times seguem na Copa do Brasil. Apenas uma "surpresa". O Santa Cruz é o único entre os participantes das oitavas de final que não vai disputar nem a série A nem a B do Brasileirão neste ano. O clube nordestino bateu o Botafogo para conseguir a vaga. É duro, mas o gigante Santa Cruz se apequenou a ponto de ser chamado de surpresa.

Ontem, a antepenúltima eliminatória da competição começou. E seguimos com poucos resultados surpreendentes.
O Vasco venceu o Corinthians-PR. 1 a 0, gol de falta de Léo Gago. O Vasco deve se classificar porque tem mais time. Mas segue longe de jogar bem. E se não melhorar bastante, o Brasileirão pode tornar-se mais um martírio para seu torcedor.
O Atlético-GO não tomou conhecimento da única zebra até aqui. Mesmo fora de casa, bateu o Santa Cruz de virada por 2 a 1. Tem tudo para conquistar também uma vaga na próxima fase.
No Mineirão, o Galo bateu o Sport pelo placar mínimo. 1 a 0 gol do sempre artilheiro Fabiano. Resultado bom por não ter sofrido gols. O time pernambucano é limitado e acho pouco provável que consiga reverter a situação na próxima partida.
O Grêmio foi quem venceu por melhor margem. Fez 3 a 1 no Avaí. O gol de honra deu chances aos catarinenses de seguir em frente. Mas a tendência é que os gaúchos confirmem o bom resultado na segunda partida. Destaque para o sempre questionado e eficiente Jonas, com 2 gols.
Já o Fluminense, contou com gol de Fred para bater a Portuguesa, fora de casa, num jogo pra lá de sonolento. Fraco demais! O Flu que vive gangorras na temporada, não pode se deixar abater pela eliminação no carioca. Tem time para pensar no título da Copa do Brasil.
Sentiu falta de alguém? Pois é. O Santos merece um post a parte. Não tem como ser diferente.
Já desperdicei algumas linhas no blog sobre o assunto, por isto hoje serei breve e direto.

Em 1987 eu tinha apenas dois anos. Logicamente, não acompanhei o Campeonato Brasileiro daquele ano. Já li bastante a respeito, conversei com gente que acompanhou a competição. É praticamente uma unanimidade: o Flamengo foi o campeão nacional naquele ano.
Hoje, a CBF permaneceu no erro. Resolveu novamente dizer o contrário.
Dará, oficialmente, a polêmica Taça das Bolinhas para o São Paulo, o "primeiro" pentacampeão nacional.
Aliás, nem em boas condições está o troféu.
Com a moral que anda a CBF, depois da derrota no Clube dos 13, eu faço uma pergunta sincera.
Esta decisão mudou alguma coisa para alguém?
Me deparo com a notícia: "Sport ameaça processar quem classificar Flamengo como hexa".

Sinceramente, não dá para levar à sério. E eu espero não ser processado por isto.
Como nasci em 1985, conheço pouco ou quase nada da história sobre o Campeonato Brasileiro de 1987. Pelo que sei, foi algo parecido com a ridícula Copa João Havelange, realizada em 2000. O Flamengo venceu o equivalente à primeira divisão. Mas, para ser campeão brasileiro reconhecido pela CBF, teria que vencer em mata-mata, os melhores das séries B e C. Devido à um acordo previamente acertado com o Clube dos 13, o Flamengo se recusou a entrar em campo na decisão, contra o Sport, campeão do Módulo Amarelo (Série B), e o time pernambucano foi declarado campeão.
Não vou entrar no mérito da discussão pois ela é chata e repetitiva. Já foi inclusive debatida aqui no blog, quando da época da "taça das bolinhas" da CBF.
O fato é: com o Sport em situação lamentável, rebaixado para a Série B como o pior time do Brasileirão, Sílvio Guimarães deveria ter coisa mais importante com o que se preocupar do que a denominação para mais um possível título do Flamengo.
Ou estou enganado?
Ainda repercute o bizarro erro de Elmo Rezende no jogo entre Palmeiras e Sport.

A situação é clara: o árbitro, mal posicionado, apitou impedimento precipitadamente quando a bola foi lançada para Danilo. A zaga do Sport parou. Depois de feito o gol, o juiz olhou para o bandeira, que nada havia marcado. Com medo de ter cometido um grave erro, cometeu um ainda maior. Deu o gol para festa dos palmeirenses e desespero dos jogadores do Sport.
O fato agora é: a discussão vai acabar na justiça. Uma pena para o futebol brasileiro. Uma pena por termos um campeonato tão bom, mas que sempre acaba em discussões "extra-bola".
É claro que Elmo cometeu um "erro de direito", pois desrespeitou as regras do jogo. Mas, a mudança na partida só vai ocorrer se o juiz admitir, o que é muito pouco provável.
O Sport deve ir ao STJD pedir à anulação do jogo. Que, aliás, só traria benefícios ao Palmeiras, que deixou para trás dois pontos. Mesmo depois do que fez no Palestra, é claro saber que será muito difícil o Sport conseguir resultado melhor do que um empate.
Mais do que isso, a diretoria do rubro-negro quer pedir na justiça a anulação do gol e que o resultado final fique 2 a 1. Bizarro.
Muita gente dizia que não duvidava de nada neste Brasileirão. Mas, com certeza, não contava com esta.
Se o Brasileirão tivesse ainda mais 10 rodadas pela frente, provavelmente não teríamos árbitros para apitar os jogos finais. Já vejo a cena da semana: Elmo Rezende será afastado pela Comissão de Arbitragem pelos erros no jogo de ontem.

E o tolinho que vos escreve achando que as discussões sobre a arbitragem ficariam para segunda que vem...
Antes de mais nada, é preciso falar que o resultado não foi um resultado justo. Mais uma vez, o Palmeiras foi pior que o seu adversário. Não fosse a gordura acumulada no início da competição (principalmente quando Jorginho comandava o time), o Palmeiras estaria agora em situação delicadissima.
E tudo isto tem uma explicação: Muricy não consegue usar o que tem de melhor. Não consegue extrair de seus jogadores o que eles tem a oferecer. Faz o simples. Adota no Palmeiras uma estratégia que deu certo nos três últimos anos com o São Paulo. E até hoje não percebeu que os jogadores do seu ex e do atual times não tem quase nada em comum.
Assim, o Palmeiras vai desperdiçando pontos. E jogando fora a chance de ganhar um título que tinha tudo para ser fácil. E que em vários momentos parecia na mão.
Méritos também para o Sport. Os jogadores do rebaixado Leão da Ilha estão de parabéns pela garra e dedicação. Todos sabiam que a tarefa era impossível, mas lutaram e tiveram brio até o fim. Mereciam um resultado melhor.
Para terminar, vamos voltar ao assunto arbitragem. Infelizmente.
Elmo Rezende da Cunha não foi bem no jogo como alguns colocam. Arbitragem muito confusa. E claramente pressionada pelas reclamações da diretoria do Palmeiras. Deixou de marcar faltas bobas no meio-campo e não teve nenhum critério com cartões.
A expulsão de Durval, é um exemplo. O juiz poderia sim dar cartão amarelo no lance. Desde que desse também em outros lances parecidos, o que ele não fez.
Mas nada é maior do que o grande erro. O "gran finale" de Elmo, que com certeza, eu jamais vou esquecer.
Quis ser bandeira e apitou impedimento de Danilo. Os jogadores do Sport pararam. O bandeira não se mexeu. Danilo fez o gol. E o juiz, que já havia paralisado o lance, inexplicavelmente anotou o tento palmeirense.
A revolta do Sport é justa, mas não terá repercussão.
O time mais beneficiado no ano pelas arbitragens, não vai reclamar dessa vez. O problema agora, não é do Palmeiras, claro. Afinal, pimenta no olho dos outros é refresco. Para Belluzzo e sua turma então.
E a arbitragem brasileira cada vez mais perto do caos.
Começa a 35ª rodada. Para Palmeiras e Sport, amanhã restarão apenas três jogos no Brasileirão 2009. Por isso, é hora de queimar as últimas fichas.

Ambos os times, fizeram nos últimos 2 anos, confrontos inesquecíveis.
Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Libertadores.
A diferença era que em todos eles, ambos estavam em igualdade. A fase era boa, para os dois lados.
Hoje, pouco tempo depois, a situação se inverteu.
O Palmeiras vive um momento negro. Mas luta pelo título. Uma vitória dará, provisoriamente, a liderança ao time paulista. Que só terá o direito de sonhar se fizer o que é esperado: atropelar o adversário de logo mais.
Já o Sport, dá o último suspiro no Brasileirão. Se não vencer, decretará matematicamente seu rebaixamento para a Série B. Tarefa quase impossível. Ainda mais para um time muito desfalcado e sem técnico, depois de ser derrotado em casa pelo Cruzeiro.
A última chance para os dois times. E ambos, podem acabar morrendo abraçados com um empate.
Aposto no Palmeiras. Não pode ser diferente.
Sintonia. Esta era a palavra que traduzia o início de temporada do Leão da Ilha. Com bons reforços, o Sport viu em 2009 uma esperança de se igualar aos grandes clubes brasileiros. O trabalho de Nelsinho surtia efeito: depois de vencer a Copa do Brasil, o time queria fazer bonito na Libertadores.

A apreensão surgiu quando o clube caiu no "grupo da morte" do torneio mais difícil do continente. Foi pouco. O time goleava quem vinha pela frente no Pernambucano e conseguia somar pontos importantes na Libertadores, inclusive, vencendo o Palmeiras fora de casa.
Euforia total! Torcedores viajando para fora do país para acompanhar o clube do coração e um time que dava gosto de ver em campo.
Mas vieram as oitavas-de-final e a eliminação para o Palmeiras pesou. O clima de velório terminou com brigas no elenco.
E a diretoria agiu da maneira mais fácil: demitiu Nelstinho Baptista, o responsável pela montagem daquele bom grupo.
Daí em diante, todos conhecem a história. Jogadores importantes saíram, vários treinadores tentaram e o Sport, que começou 2009 cheio de esperanças, já assume o rebaixamento para a Série B em 2010.
Mais um clube brasileiro que não percebeu o óbvio. O trabalho de Nelsinho era ótimo e ele era o único que não podia deixar o clube naquele momento.
Pior para os torcedores do Leão. Que sonharam tão alto e agora vão acordar no inferno.
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Ontem às 19h15 eu já tinha o post de hoje na cabeça. Ia falar que os clubes que passaram todo o campeonato na frente deixaram dois times de chegada, se aproximarem na hora da decisão. Falava do São Paulo, o novo líder. E do Cruzeiro, o novo integrante do G-4. Mas não contava com mais reviravoltas do Brasileirão. O Palmeiras buscou um empate contra o Corinthians mesmo com um a menos. E o Cruzeiro sofreu a virada para o Fluminense, dentro do Mineirão.
Mais uma rodada que pode ser considerada atípica. O fato é simples: dos seis primeiros, "apenas" três venceram. Um empatou. Dois perderam. Entre os seis últimos, foram quatro vitórias e duas derrotas.

O Palmeiras se segura na liderança. Conseguiu um empate heróico contra o Corinthians, mesmo com um jogador a menos. Ponto que pode fazer a diferença. Hoje, o que separa o time do vice-líder, São Paulo, é o saldo de gols. O time mais uma vez não esteve bem, mas foi heróico e conseguiu um resultado fundamental para a sequência do campeonato. Na próxima rodada, uma pedreira contra o Fluminense.
Isso mesmo, pedreira. O Fluminense, praticamente rebaixado, começa a ressurgir. Depois de bater o Atlético-MG, o time venceu o Cruzeiro, de virada em pleno Mineirão. Um jogo fantástico. No primeiro tempo o Cruzeiro jogou um futebol impressionante. Leve, rápido, bonito. Venceu por 2 a 0 e poderia ter feito 5 ou 6. Perdeu penalti, teve bola na trave. Voltou para o segundo tempo e achou que a parada estava resolvida contra o lanterna. Mas não contava com o poder de decisão de Fred, mesmo contra o ex-clube (cena bonita os gritos da torcida do Cruzeiro para o atacante antes do jogo, e a não comemoração do artilheiro, que mostrou muito profissionalismo). O Flu sonha e agora precisa bater o líder. E o Cruzeiro dá adeus às chances de título, mas ainda pode chegar à Libertadores se não vacilar. Tem time para isto.
A briga para o título conta ainda com o São Paulo, que venceu o Barueri por 1 a 0, estilo Muricy Ramalho, mais uma vez. Bola na área e gol da vitória. Depois, time fechado. O time poderia ter jogado mais, e brigar pelo saldo de gols, que o colocaria na liderança. Mas preferiu, inteligentemente, garantir os três pontos.
Os outros candidatos ao título se matam na próxima rodada. Atlético-MG e Flamengo seguem na briga, mas vão se enfrentar na próxima rodada e só um seguirá em frente. Os mineiros, bateram o Goiás, fora de casa por 3 a 2. Jogo muito fraco tecnicamente. O Goiás vive uma crise terrível. Tirou forças sabe-se lá de onde para empatar o jogo no primeiro tempo. Foi melhor no segundo tempo mesmo com um jogador a menos. E sofreu o gol da derrota em penalti duvidoso. Já o Flamengo, venceu o Santos por 1 a 0 em noite de Bruno, que pegou dois penaltis. Incrível. Vitória que dá moral para a equipe rubro-negra.
Enquanto isto, o Náutico melhorou sua condição na tabela e rebaixou o rival Sport. O primeiro time a oficialmente dar adeus à série A em 2009. Com 30 pontos e 8 a menos do que o primeiro fora da zona, não dá mais para sonhar.
Na próxima rodada, mais definições. Que Brasileirão!
O título parecia complicado depois de cinco jogos sem vitória. Mas o Palmeiras aproveitou uma rodada positiva para lavar a alma. Goleou o Goiás por 4 a 0, voltou a abrir distância na ponta da tabela e segue a passos largos para o título.

Em noite de Obina, o Palmeiras não deu sopa para o azar. Venceu bem o Goiás, apesar de todas as dificuldades, principalmente no primeiro tempo. Méritos para Muricy, que conseguiu arrumar a defesa, fazendo com que o time tivesse facilidade para roubar as bolas no meio-campo. Na etapa final, com o time jogando mais avançado e pressionando a saída de bola goiana os gols saíram. Três vezes com Obina e uma com Deyvid Saconi. O Palmeiras abre dois pontos para o vice-líder e quatro para o terceiro. Caminha rumo ao título. Mas tem um jogo fundamental contra o Corinthians, no fim-de-semana. Um tropeço, pode voltar a complicar a caminhada da equipe.
No Maracanã, o Atlético-MG perdeu a chance de seguir perto do líder. Tropeçou diante do lanterna e quase rebaixado Fluminense, por 2 a 1. Um jogo muito fraco tecnicamente. Onde o Flu demonstrou, desde o início, mais vontade de vencer. Tanto é que na etapa inicial o goleiro Rafael não fez uma defesa sequer. Postura inaceitável para um time que sonha com o título. Destaque para o sempre decisivo Fred e para a boa postura tática do Fluminense. Pena o time ser tão fraco. Mas o sonho permanece vivo, mesmo sendo praticamente impossível. Já para o Galo, é melhor concentrar-se em uma vaga no G-4. A tabela é muito difícil pela frente e mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
No último jogo da rodada, o Sport não conseguiu vencer o Coritiba. Mesmo jogando em casa, ficou no 1 a 1 e viu sua situação no Campeonato complicar-se de vez. Agora, está em condição parecida com o Fluminense: só as vitórias interessam. Pelo menos, o time tem uma vitória a mais que o concorrente na briga, o que o deixa na vice-lanterna no momento. Já o Coritiba, está praticamente salvo. Só um milagre negativo colocaria o time em risco no Brasileirão.
Mais uma rodada boa para o líder Palmeiras. Que tem tudo para vencer mais uma hoje e ficar cada vez mais perto do título. Dos cinco primeiros colocados, apenas dois jogaram. Mas logo o São Paulo, vice-líder, tropeçou em casa e permitiu ao Palmeiras abrir mais pontos de vantagem.

No Morumbi, bem que o São Paulo saiu na frente com um belo gol de Hernanes. Mas pesaram os desfalques e principalmente a ótima fase que vive o Coritiba sob o comando de Ney Franco. Aliás, o time é bom e eu venho dizendo desde o início. Não dá para sonhar com muita coisa, mas o time vai incomodar muita gente ainda no Brasileirão. Para o tricolor paulista, resta secar o Palmeiras logo mais. Ou então, tentar tirar a diferença de sete pontos na tabela daqui em diante. São poucas rodadas e tropeços num momento de decisão como este, podem ser fatais.
Quem voltou a vencer foi o Inter, que provisoriamente está também de volta ao G-4. Na estréia de Mário Sérgio o time bateu o Náutico por 3 a 1. Destaque para a boa atuação de D'Alessandro. O argentino pode ser peça fundamental no retorno do sonho colorado. Mas, sinceramente, eu não acredito. Vencer o Náutico, no Beira-Rio, com este time, nem precisava de técnico. Quero ver Mário Sérgio enfrentando desafios mais fortes.
Se a situação começa a se definir na parte de cima, na parte de baixo a mesma coisa.
O Fluminense só empatou com o Corinthians em casa. Péssimo resultado. Como li em algum lugar a frase que resumiu o jogo: O Corinthians não queria jogar e o Fluminense não sabe jogar. E foi exatamente este o retrato do jogo. Pior para o Flu, que pode ficar há 9 pontos do primeiro time fora da zona do rebaixamento. A queda para a Série B é inevitável. Não há mais salvação para o Fluminense.
Náutico e Sport também perderam e afundaram na lama. Pior para o rubro-negro, vice-lanterna, que foi derrotado em casa pelo Santos. A situação caótica dos times pernambucanos veio rápido. Há alguns meses, o Sport era considerado um dos melhores times do Brasil, candidato ao título da Libertadores para alguns. E vai jogar a Série B ano que vem. Botafogo e Santo André vão mesmo disputar a última vaga no bonde da queda.
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Permito-me dizer que desde 2003 o Brasil não tem um campeonato tão equilibrado. Tão cheio de altos e baixos. Igualdade, mostrada nos placares. Dos 10 jogos da 22ª rodada, cinco terminaram empatados.

No sábado, o Avaí perdeu a invencibilidade de 11 jogos. Foi derrotado pelo Coritiba, por 2 a 0 no Couto Pereira. Resultado que não preocupa o ainda sexto colocado da competição. O objetivo dos avaianos na competição está muito perto de ser conquistado. Já o Coritiba, começa a emplacar com o ótimo Ney Franco. O time já é 15º e completo, deve subir na tabela. Mas o técnico não servia para o Botafogo...
Que repetiu o empate do último fim-de-semana. 3 a 3. Desta vez em casa, contra o Grêmio. Não deixou, porém, de ter a influência da arbitragem. Rodrigo Martins Cintra é o nome da "fera". Deu um gol para o Grêmio depois de a bola sair pela linha de fundo e sonegou um penalti claríssimo de Adilson, para o Botafogo. Sobre o jogo: resultado ruim para os dois, mas esperado. Foi o duelo do time que não consegue vencer em casa contra o time que não consegue vencer fora de casa. Não podia ser diferente.
No jogo mais esperado da rodada, São Paulo e Palmeiras não saíram do zero. Apesar do placar, o jogo foi interessante, emocionante e muito bem disputado. As duas equipes mostraram força, principalmente na marcação, mas os atacantes não conseguiram bater os bons goleiros. O resultado deixa as duas equipes praticamente na mesma situação. E o Palmeiras, vê o Inter bem perto, pelo retrovisor. Aliás, Vágner Love, que já estava de trancinhas verdes na arquibancada, vai fazer muito bem ao alvi-verde.
Em outra decisão, o Inter finalmente mostrou a que veio. Goleou o Goiás por 4 a 0, contando com uma mãozinha da arbitragem, só para não perder o costume (falarei mais sobre arbitragem amanhã). Destaque para mais uma ótima revelação do Colorado: Marquinhos. Com um jogador a menos desde os 13 minutos (Fernandão foi expulso injustamente), o Goiás não teve como segurar a força do Inter. Destaque também para Kléber, que finalmente voltou a jogar bem. O Inter volta a encostar. E tem um ótimo time. É candidatíssimo ao título!
Se na parte de cima tudo parece indefinido, na parte de baixo a coisas vão ficando claras. No Mineirão, o Sport seguiu mostrando evolução. Merecia vencer o Atlético-MG. Mas foi castigado com o gol de Renan Oliveira. 1 a 1. Ruim para os dois times. O Sport porque segue longe de sair do Z-4, apesar da melhora em seu futebol dar algum ânimo. E o Atlético-MG, porque segue sem vencer há seis jogos e o título que a torcida chegou a sonhar, vai ficar apenas no sonho.
Se as coisas andam ruins para o Sport, pior estão para o Fluminense. Mais uma derrota. Desta vez para o Santos, por 2 a 0, na Vila Belmiro. O Fluminense é o time que mais perdeu, que tem menos pontos, que menos ganhou, que menos marcou gols. O pior time do Brasil. Oito pontos separam a equipe do último time que não seria rebaixado, hoje. O Flu, estará na Série B em 2010.
Mais uma rodada que serviu para clarificar posições no Brasileirão. Mas ainda é impossível apontar candidatos exatos para determinadas vagas. Ou melhor: certeza apenas de dois candidatos fortíssimos ao rebaixamento.
Mesmo vencendo o Vitória, em casa, a situação do Sport é complicadissima. Precisa tirar seis pontos para sair da zona do rebaixamento neste momento. E tem jogos difíceis pela frente. Situação parecida é a do Fluminense. Mais uma atuação patética, e o time tomou sufoco do Barueri em pleno Maracanã. Por sorte, saiu com um empate. Que não diminui o desespero. Com o mesmo número de pontos do Sport, só um milagre salva o Fluminense da Série B ano que vem.

Na parte de cima da tabela, a briga segue quente. A liderança do Palmeiras, neste momento, é real. Depois de bater o Inter, no sábado, por 2 a 1, em tarde de Diego "Showza", o time abriu vantagem na frente da competição e ultrapassou o time gaúcho no aproveitamento, já que o Inter ainda tem dois jogos a menos. Mesmo que vença as duas partidas, o Colorado seguirá atrás do Palmeiras.
Além do Inter, outro forte candidato ao título perdeu e beneficiou o líder. No Paraná, o Atlético que subiu demais nas mãos de Antônio Lopes, bateu o tricolor paulista por 1 a 0. O São Paulo vinha de 9 vitórias seguidas e amarga uma derrota que com certeza não estava nos planos. Destaque para a falha de Rogério Ceni, que saiu muito mal no gol dos paranaenses. No próximo fim-de-semana, tem clássico contra o Palmeiras, em jogo decisivo para a pretensão de ambos.
No G-4, os grandes vencedores da rodada foram Goiás e Avaí. O esmeraldino bateu o Santos em casa, assumiu a vice-liderança e mostrou que pode sonhar alto no Brasileirão. O jogo marcou a reestréia de Fernandão. Com ele, o time pode crescer ainda mais nas próximas rodadas. Já o Avaí, goleou o Flamengo em crise, por 3 a 0. Já são 11 jogos sem perder. O time, que era lanterna há 11 rodadas, assumiu a quarta posição. Não deve ficar ali por muito tempo, mas praticamente já garantiu o que veio fazer neste campeonato: permanecer na primeira divisão.
Vale destacar ainda a arbitragem lastimável de Arilson Bispo da Anunciação no empate entre Corinthians e Botafogo e mais uma goleada do imbatível Grêmio no Olímpico, sobre o grande cavalo paraguaio do Brasileirão até aqui: 4 a 1.
O Internacional está de volta. Não estou falando do retorno do Japão, onde o time venceu a Copa Suruga. E sim, do bom futebol, que andava sumido nas bandas do Beira-Rio.

Ontem, o time foi forte e atropelou o Sport. Venceu por 3 a 0 com facilidade. Com um meio-campo mais solto, com Giuliano e Andrézinho (depois D'Alessandro), o time criou chances, abriu espaços na defesa adversária e encontrou o caminho da vitória.
Que começou bem no primeiro tempo. E que ganhou força no segundo, com a boa entrada do argentino no time.
O resultado de 3 a 0, recoloca o Inter no G-4, mesmo com dois jogos a menos que a maioria dos concorrentes. E prova que o Colorado é sério candidato ao título, principalmente com os reforços que estão por vir. Edú, será mais uma ótima opção para o setor ofensivo. Cléber Santana, é o homem ideal para fazer a terceira peça do meio-campo. E Fabiano Eller, mesmo em má fase, pode dar tranquilidade ao setor defensivo.
Já o Sport, deve estar arrependido. Seria melhor bancar Nelsinho Baptista, que fazia ótimo trabalho. Mas não. Preferiram ficar com um problemático grupo de jogadores. Uma hora, a conta chega. Só resta saber quem vai pagar.
Não há meio termo no futebol brasileiro. Ou se está bem, em ótima fase. Ou se está beirando a crise. Este é o retrato do Brasileirão'09 na 17ª rodada.

Goiás, São Paulo, Avaí e Grêmio são os times do momento. A fase é boa e tudo parece dar certo. Pelo menos até que a primeira derrota aconteça.
O primeiro, venceu o Flamengo em casa por 3 a 2. Contou, mais uma vez, com a mãozinha da arbitragem. Mas chegou à vice-liderança. Com Fernandão, este time pode dar muito trabalho.
Já o São Paulo, venceu o Botafogo, por 3 a 1. Dagoberto, mais uma vez, foi peça fundamental. E os gritos de "o campeão voltou" são apenas uma das mostras da fase fantástica que vive o time. O tricolor é candidatíssimo ao título.
Enquanto isto, o Avaí segue sua campanha de recuperação. Bateu o Santo André, por 1 a 0. São 6 vitórias e um empate nos últimos 7 jogos. E o time já beira a zona de classificação da Libertadores. A fase não deve durar para sempre. Mas já deve servir para dar tranquilidade ao time, longe da zona de rebaixamento, até o fim da competição.
O último time que curte a boa fase é o Grêmio. Depois de golear o Cruzeiro, conseguiu um ótimo empate contra o líder Palmeiras, fora de casa. Somar pontos fora de casa é sempre bom, principalmente para os gaúchos que não vinham conseguindo. Aos poucos, o G-4 também fica próximo.
No lado negro da força, estão os times em crise. A lista é grande. Os principais: Sport, Coritiba, Cruzeiro e Santo André. Dois dentro do Z-4. Dois beirando a zona.
O Sport passa por um complicado momento de reformulação. E muda demais elenco e treinador. Por isso fica difícil a sequência virar de forma positiva. A lanterna é um retrado de que será difícil a permanência entre os melhores.
Já o Coritiba vive situação estranha. Tem um time bom. Que não merece estar onde está. Mas que não consegue vencer. Desta vez, perdeu para o Santos, dentro de casa. A crise é grande e a virada precisa vir rápido, ou o time se afundará na zona do rebaixamento.
A Libertadores tem um preço. E o Cruzeiro paga caro por isso. O bom time de Adilson Batista, não consegue jogar bem. Ainda sente, claramente, a derrota continental. Agora, a crise aperta, com a pressão de uma das torcidas organizadas. A diretoria tenta reformular o elenco, vendendo e contratando. Com os reforços ainda à estrear, o Cruzeiro naturalmente vai subir na tabela. Mas dificilmente conseguirá campanha para emplacar o time onde deveria estar: entre os primeiros.
O último caso é o do Santo André. Fazia campanha regular, mas demitiu o treinador por besteira e já sente o peso. O rebaixamento fica próximo e o time parece não ter forças para se reabilitar tão cedo. É time para ficar em crise por longo tempo.
Preparem-se que a gangorra ainda nem chegou na metade. Muita coisa vai mudar. Muita fase boa vai ficar ruim. E muita crise vai virar foguetório no fim do ano.
PS: Queria agradecer a todos pelos comentários no post de ontem. Foi um desabafo, mas podem ter certeza que a vida segue aqui no blog. Teremos mudanças, mas serão percebidas à longo prazo. As visitas e os comentários de todos vocês são muito importantes para este espaço.
Segurem suas cabeças. O Brasileirão segue degolando treinadores a cada rodada.

Dois novos técnicos perderam o emprego na última rodada. Já são 12 trocas, ao todo, em 10 times. Os dois pernambucanos, já trocaram de técnico duas vezes. E a Série B é logo ali.
No Sport, Leão saiu. Péssimos resultados (de novo) e briga com um dirigente pela contratação de Marcelo Ramos, não aprovada pelo treinador. O time do Sport vive um momento complicado de transição. E a cobrança, é pelo time que venceu a Copa do Brasil e fez uma Libertadores digna. Mas a produção caiu demais.
A troca é boa, principalmente porque Leão vive um péssimo momento. Demitido do Atlético-MG e agora do Sport. Quem andava treinando com o prestígio que tinha em outros clubes, vai ficando desprestigiado de vez. E agora deve demorar um bom tempo para voltar a trabalhar. Já o Sport, tem boas opções no mercado e se fizer a escolha certa, ainda pode se recuperar.
Já no Santo André, Sérgio Guedes saiu, também por desentendimentos com dirigentes. Pelo que disse o treinador, o presidente queria obrigar-lhe a escalar um jogador sem a mínima qualidade. Então, o técnico pediu o boné.
Neste caso, perde muito o Santo André. Sérgio é bom técnico, fazia um excelente trabalho e já conhece o elenco que tem. Com outro técnico, nada mais normal que o time despenque na tabela nas próximas rodadas.
Já Sérgio, acena para o Flamengo. Seria melhor para o clube rubro-negro do que para ele, no momento. Mas o técnico já faz por merecer uma boa oportunidade em um time de ponta.
Definitivamente, o Brasileirão 2009 ainda não permite prognósticos. Depois de mais uma rodada confusa, cheia de resultados inesperados, a tabela sofreu grandes mudanças e a classificação ficou ainda mais embolada.

O grande destaque da rodada foi o Palmeiras. Com três gols do artilheiro Obina, o time venceu o clássico contra o Corinthians, já sob os olhares de Muricy, por 3 a 0. Aproveitou-se do vacilo caseiro do Atlético-MG e encostou na ponta da tabela. Com o novo técnico assumindo o time a partir desta semana, o Palmeiras é cada vez mais candidato ao título.
No Mineirão, o Goiás surpreendeu o líder, que aos poucos vai caindo de rendimento. Depois de contar com atuação brilhante de Aranha para garantir a vitória sobre o Flu, foi derrotado pelo esmeraldino goiano mais uma vez com casa cheia. Iarley marcou o único gol do fraquíssimo jogo, de poucas emoções.
Outro grande destaque da rodada foi o Avaí. O time conquistou a quarta vitória seguida, desta vez sobre o Atlético-PR em plena Arena da Baixada. A subida incrível de desempenho, coloca o Avaí na décima posição, à cinco pontos do G-4. Não dá para sonhar alto com este time. Mas a equipe já dá mostras que o rebaixamento pode não passar perto de Santa Catarina.
Aliás, Atlético-PR, Sport e Náutico brigam cada vez mais forte para jogar a Série B em 2010. O Fluminense, ainda na zona, dá sinais de melhoras com Renato Gaúcho. Mas precisa jogar muito mais se quiser se safar definitivamente da situação ruim.