Não vi o jogo entre Palmeiras e Avaí. Por isto, neste post não farei análise alguma do jogo em si. Mas não há como ignorar no blog o que aconteceu ontem à noite no Pacaembu.

O Palmeiras vem em crescimento. Mas ainda enfrentava o "fantasma do Pacaembu". Lá o time não conseguia vencer. O Avaí vem em crise e em queda sem precedentes. Beira a zona de rebaixamento e não consegue ganhar de ninguém.
Tudo corria dentro da normalidade. O jogo era difícil, nervoso. O Palmeiras vencia por 2 a 1 graças à boa atuação de Valdívia, que finalmente parece ter voltado a jogar o que dele se espera. O segundo gol, aliás, uma pintura.
Normal até Rivaldo receber dentro da área e sofrer um penalti muito estranho. Eu não marcaria. Mas Cláudio Francisco Lima e Silva marcou. Os jogadores do Avaí ficaram irritados, em especial o goleiro Zé Carlos que bateu boca com todo mundo, principalmente com o atacante Kléber (que não consegue ficar longe da confusão).
Zé Carlos deu um tapa na bola que estava na mão de Kléber e recebeu cartão amarelo. Estava fora de controle. O que não o impediu de defender a cobrança do atacante palmeirense, péssima, diga-se de passagem. Não contente com a defesa, o goleiro foi reclamar com Kléber, que trombou com o zagueiro do Avaí ao buscar o rebote e caiu na área. Deu um leve tapa no rosto do atacante, que valorizou.
Meio sem jeito, o árbitro expulsou o jogador do Avaí, marcou novo penalti e Kléber desta vez bateu bem para marcar o terceiro. Gabriel Silva fez o quarto, em outro belo gol de fora da área.
O lance foi bizarro do início ao fim. Tudo errado! O juiz errou ao marcar penalti e acertou na sequência. Zé Carlos protagonizou uma das cenas mais bizarras do Campeonato. Foi injusto corretamente e deveria ser multado por prejudicar sua equipe. E Kléber...bom, desta vez não há porque crucificar o atacante. Não fez nada de errado e soube valorizar o que lhe era conveniente. Aproveitou-se de um erro grotesco de Zé Carlos para se redimir do penalti perdido.
Bom para o Palmeiras, que vai chegando devagar. Ruim para o Avaí, cada vez mais desesperado.



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