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O goleiro da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro já está definido. Hora de escolher os laterais. Votaremos os dois ao mesmo tempo.
Confira os concorrentes e escolha seus preferidos!
LATERAL DIREITA:
Bruno (Figueirense) - Grata surpresa do Campeonato. As boas atuações já lhe renderam uma transferência para o Fluminense.
Fágner (Vasco) - Velocidade e assistências marcaram o bom Campeonato do lateral direito do Vasco.
Mariano (Fluminense) - Caiu de rendimento na reta final. Mas merece pelo primeiro turno que fez. É o atual lateral direito da Seleção do Marcação.
Mário Fernandes (Grêmio) - A regularidade do zagueiro que virou lateral de vez impressionou até o técnico Mano Menezes.
Rafael Cruz (Atlético-GO) - Conseguiu reencontrar o futebol após passagem apagada pelo Atlético-MG, mas ainda tem futuro indefinido para 2012.
LATERAL ESQUERDA:
Carlinhos (Fluminense) - Venceu de vez a desconfiança e foi fundamental para o Fluminense, jogando quase todas as partidas do Brasileirão.
Cortês (Botafogo) - As suas boas atuações o levaram para a Seleção, mas assim como o time, caiu de rendimento na reta final.
Dodô (Bahia) - Viveu de altos e baixos na competição, mas mostrou que pode ser melhor aproveitado na próxima temporada.
Juninho (Figueirense) - Outro grande nome do time do Figueirense. Jogará no Palmeiras em 2012.
Kléber (Internacional) - Regularidade costumeira que o mantém entre os melhores do país na posição. Pelo Santos, foi da Seleção em 2007.
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O momento mais importante e decisivo do futebol. É ali, quando a bola está na marca do penalti, que todas as atenções se voltam para apenas dois jogadores: o batedor e o goleiro. E foi dali, à 11 metros de distância do gol, que o clássico entre Flamengo e Vasco foi decidido.

Antes, porém, é importante lembrar que o jogo não foi feito somente por três penalidades. Pressionado pelos resultados recentes, o Vasco entrou em campo com uma postura interessante. Foi melhor do que o Flamengo em grande parte do jogo. Soube dominar a bola e o confronto. Mas não conseguia ameaçar o gol de Bruno. Já o rubro-negro, fazia uma partida perigosa, exposto demais nas laterais. Mas conseguia chegar mais à meta vascaína, na base dos contra-ataques.
Numa partida de arbitragem fraca, no entanto, não cabe o choro vascaíno. Se não houve o penalti marcado em Léo Moura, é importante lembrar que uma penalidade clara sobre o mesmo Léo Moura foi ignorada no primeiro tempo. E dois jogadores do cruzmaltino poderiam ter sido expulsos. O árbitro errou como erram todos, porque são fracos e não tem critério. Não houve maldade.
Numa partida com tantas histórias, foram os penaltis que decidiram. O Vasco teve dois. Dodô bateu os dois e perdeu. Bruno mais uma vez brilhou e salvou o Flamengo. O Flamengo teve apenas um. Convertido, pelo apagado Imperador. E decisivo no 1 a 0.
O Flamengo tem mais time e está mais pronto que o Vasco. Mas ainda tem problemas demais, escondidos sob os bons resultados conquistados até aqui. Falta a Andrade encontrar a melhor forma de jogar com os dois atacantes, saindo do 4-2-3-1 utilizado no ano passado. Com o "Império do Amor" na frente, fica um buraco no meio-campo e falta companhia para os laterais.
Já o Vasco, perdeu uma ótima oportunidade de encontrar a paz. Paz que ficou pelo caminho desde a derrota na final da Taça Guanabara. E que começa a refletir no grupo. Dodô parece definitivamente queimado. E Mancini será cobrado pelos resultados, mesmo que não seja o principal culpado pelo momento delicado da equipe.
Jogar futebol não se aprende. Quem sabe, sabe. E enquanto a parte física permitir, será sempre um bom jogador. Casos como estes não faltam, para provar que a máxima é verdadeira. Mais um, está sendo comprovado agora.

Depois de um ano e meio parado por conta de um doping no qual não teve participação, Dodô voltou a jogar este ano pelo Vasco. Os dois primeiros jogos deram uma impressão errada sobre o atleta. Faltava ritmo de jogo. O atacante parecia não acompanhar o jogo.
Veio o clássico contra o Botafogo e o primeiro show. Três gols contra o ex-clube, que não deu ao ídolo o tratamento necessário. Ali, o atacante parecia renascido.
Ontem, mais um espetáculo particular. Dodô marcou mais três, desta vez contra o Figueirense. Um de falta, um de cabeça e outro em impedimento. Já é o artilheiro do Campeonato Carioca, com seis gols.
E é assim, de três em três, que Dodô vai provando que jogar futebol é como andar de bicicleta. Quem sabe, não esquece. Sorte do Vasco, que apostou no talento do "artilheiro dos gols bonitos".
Em nenhum momento as contratações do Botafogo me empolgaram. Mas não há como não perceber que este time é melhor que o do ano passado. Assim como é impossível não notar que o Vasco melhorou seu elenco para este ano. Mas está longe de ser um super-time.

Mas, no futebol, as vezes estas coisas acontecem. Um time está num dia iluminado, onde tudo dá certo. E tromba com um adversário em um dia péssimo, onde tudo dá errado.
Foi o caso do Vasco 6 x 0 Botafogo de ontem. Uma goleada tranquila, um verdadeiro passeio do time cruzmaltino sobre o rival. Um jogo que pode mudar completamente o destino das equipes no Campeonato Carioca. Mas que não pode servir para muitas conclusões.
É natural que hoje se fale que o Botafogo tem um time medonho. Não é para tanto. Precisa de ajustes, principalmente na defesa. Achar que Fábio Ferreira pode ser solução é um erro sem tamanho. Com alguns reforços e a cabeça no lugar, o time não vai repetir este vexame em 2010.
Já o Vasco, é natural ser tratado como um time espetacular. Está longe de ser. Soube, com a esperteza de Mancini, aproveitar os pontos fracos do Botafogo e liquidar rápido a partida. Depois, abusou da confiança contra um time morto em campo. Dodô marcou três vezes. Foi ótimo! Mas vale lembrar que nas duas partidas anteriores ele não tinha sido sombra do "artilheiro dos gols bonitos".
Goleadas são ótimas para quem vence. E péssimas para quem leva. Mas é preciso calma e cuidado nas conclusões. Jogos como este, podem torná-las muito precipitadas.
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A cabeça do atacante Dodô deve estar um mar de dúvidas neste momento. Ontem, confirmou-se o que já era esperado: o atacante, atualmente sem clube, foi punido por 2 anos, devido ao uso de doping, quando ainda jogava pelo Botafogo. Devido ao tempo já passado, Dodô ainda terá que ficar 1 ano e 2 meses sem jogar.
Da partida em que foi pego no exame para cá, muita coisa aconteceu. Dodô vinha muito bem no Botafogo. Acabou saindo no fim do ano, para jogar no Fluminense. Começou bem a temporada, crescendo aos poucos junto com o time. Quando estava no ápice, acabou com uma fratura na face. 2 meses sem jogar. E ele foi para o banco no Flu. Quando entrava, variava boas partidas com desempenhos pífios. Mas continuava achando que deveria ser titular. E reclamava. Até ter o contrato reiscindido.
Hoje, Dodô está sem clube. E vai ficar, nos próximos 14 meses. Muito tempo. Complicado para um profissional, ficar tanto tempo sem exercer a profissão. Ainda mais para Dodô, que já está com 34 anos. Talvez, fosse o momento de relaxar, e parar. O que ele tinha para fazer como jogador, já foi feito. E vale mais ser lembrado pelos gols bonitos que nos deixou.

A história já estava desenhada há alguns meses. Desde que reclamava constantemente da reserva, Dodô dava sinais de que não duraria muito no Fluminense. Voltou ao time titular, depois da venda de jogadores importantes, e da liberação de Thiago Neves para as Olimpíadas. Mas jogou mal. Constantemente.
No domingo, o jogador foi substituído, quando jogava mais uma partida ruim, contra o Sport, e foi embora do estádio. Boatos dão conta ainda de que teria discutido fortemente com o capitão Luiz Alberto, no vestiário.
A diretoria não perdoou. E acertou o fim do contrato do jogador. Um bom jogador, diga-se de passagem. Mas que não vinha ajudando, em nada, o Fluminense em sua caminhada.
Provável destino? O Corinthians, que aproveita a Série B, para pegar boas rebarbas da primeira divisão. Dodô já fez mais de 7 jogos pelo Flu, e só poderia entrar em campo na Série A ano que vem.
E você, torcedor do Corinthians, aprova?
O Fluminense faz, logo mais, às 21h50, o jogo mais importante de sua história. A partida contra a LDU vale muito mais do que o primeiro título da Libertadores na história tricolor. Vale a entrada no hall dos vencedores da américa, o respeito de campeão do continente e principalmente, a visão de que investir em grandes jogadores pode ser a receita do sucesso.

Renato Gaúcho prometeu o título em todas as entrevistas que deu até agora. Exagerou. A derrota é possível. É até provável, considerando-se o primeiro jogo. Vencer a LDU por 3 gols, não será tarefa fácil.
Tudo indica que o treinador deve manter o time que entrou em campo na primeira partida. Renato não é muito de surpreender, neste aspecto. A idéia do treinador é mudar apenas a postura, atacando o tempo todo, mas mantendo certo cuidado defensivo. Renato sabe que um gol do perigoso time equatoriano pode arruinar o sonho do Fluminense.
Além disso, a idéia de Renato é guardar Dodô para o segundo tempo, como "arma especial". Com ele, o Flu pode mudar completamente uma partida.
Não é o que eu faria, mas é uma estratégia inteligente por parte de Renato Gaúcho. Se vencer, o técnico consagrará de vez como um dos melhores do país. Caso contrário, terá que procurar um bom buraco para enfiar a cabeça nos próximos meses.
Conversando ontem com o amigo
Filipe Araújo, falávamos sobre a situação do Fluminense, e um possível desmanche após a Copa Libertadores.
De fato, pensando à longo prazo, a final da próxima quarta-feira pode significar muito mais do que o primeiro título sul-americano da história do tricolor carioca.
Na lanterna do Brasileiro, o clube já é considerado fora da disputa pelo título. De fato, será muito difícil uma virada. O time ainda pode chegar na frente, tem time para isto, mas também será tarefa das mais duras.
O fato é que se o Fluminense for derrotado pela LDU na semana que vem, corre o sério risco de perder seus principais jogadores.
O empréstimo do ótimo meia argentino Conca chega ao fim. Se chegar ao mundial, a Unimed deve exercer a opção de compra do jogador. Caso contrário, acho pouco provável que o jogador permaneça.
Os dois Thiago´s, Silva e Neves, tem mercado no exterior. Poderiam ter interesse em deixar o Fluminense, caso o time não tenha o Mundial pela frente no fim do ano.
Dodô é o caso mais perigoso. Está muito insatisfeito com a reserva. Perguntado sobre o jogo contra a LDU, no desembarque do Rio, disparou: "Por que vocês não perguntam para quem jogou?". Este, pode querer procurar outro clube mesmo com a conquista da Libertadores.
Outros jogadores como Júnior César e Arouca também poderiam sair, porém a probabilidade é menor. De toda forma, o Flu ficaria muito enfraquecido. Sem os principais jogadores, sem o título da Libertadores e na lanterna do Brasileiro, seria tarefa difícil subir na tabela. E é aí que o título da Copa se torna tão importante para o tricolor.
Enquanto isto, os cambistas deitam e rolam na venda de ingressos para a decisão. O ingresso, que na bilheteria custava 50 reais, está sendo vendido por 200. Uma vergonha! Segundo Lédio Carmona: "E, pior, o torcedor segue forte. Leva um tapa e oferece o outro lado da face. Isso sim é amor."
Durante toda a Libertadores, o que mais se ouviu foi: "o único brasileiro que eliminou o Boca em um mata-mata foi o Santos, de Pelé". É hora de adicionar à lista, o Fluminense, de Dodô.
Inesquecível. Não há outra palavra para definir a noite dos torcedores do Fluminense ontem. Um jogo para a história, com todos os ingredientes.

O Boca, que parecia um time imbatível, caiu diante do melhor time brasileiro. Que se reforçou à altura de um título de tanta importância. E que tem um treinador, que rapidamente mostrou suas qualidades. Que erra (como errou ao adiantar Cícero), mas que sabe consertar a tempo.
Ontem, assim como na Argentina, o Boca foi melhor. Controlou o jogo à sua maneira, e criou oportunidades. Não teve Riquelme, machucado. Calma. O craque entrou em campo. Mas os problemas físicos claramente prejudicaram o jogador. Mas teve Dátolo, inspiradissimo pelo lado esquerdo, infernizando a vida de Gabriel. Teve chances, mas não marcou os gols.
Já o Flu, começou mal. Meio perdido. Mas cresceu. E teve um gigante atrás. Fernando Henrique mais uma vez foi decisivo. Tão criticado e tão fundamental nas duas partidas mais importantes da história do time carioca. E teve Dodô, que mais uma vez entrou para definir. Marcou um e participou dos outros dois gols.
O Fluminense tem estrela. E tem tudo para conquistar a América pela primeira vez.
Foto: GloboEsporte.com
O Fluminense montou um grande time, amparado principalmente por um poderoso trio ofensivo, formado por Washington, Dodô e Leandro Amaral. Entrando no terceiro mês do ano, o time já vê duas importantes perdas no elenco, e o que seria um trio, virou exército de um homem só.
Leandro Amaral perdeu na justiça o direito de jogar pelo Flu. Ainda recorre. Mas pela situação de momento, só jogará em qualquer time desde que entre em acordo financeiro com o Vasco, que com certeza não vai facilitar.
Este fim-de-semana, foi a vez de perder Dodô. O atacante teve uma séria lesão na face, bem parecida com a de Renato Augusto, do Flamengo, que inclusive voltou aos campos ontem. O jogador já foi operado, porém vai ficar no mínimo 2 meses afastado do time. Logo agora, que vinha crescendo de produção e vivia ótimo momento.
Washington é um atacante de primeira linha. Tanto que é o artilheiro do Campeonato Carioca. Renato Gaúcho tem ainda um elenco muito forte. Com Thiago Neves e Conca no time, o centro-avante jamais vai se sentir isolado. Os dois atacantes vão fazer falta, mas o Flu não deve perder tanto quanto se imagina.
A Libertadores reservou ótimos momentos para os clubes brasileiros ontem. São Paulo e Fluminense venceram, e deixaram para o Flamengo, hoje à noite, a responsabilidade de fazer uma semana 100% para o país na principal competição de futebol do continente.
No Maracanã, festa da torcida do Flu, com a volta do "pó-de-arroz". Um belo espetáculo, fortalecido por um grande marketing por parte da Rede Globo, é verdade. De toda forma, a torcida realmente não parou de apoiar o time por um instante sequer, claro, aproveitando o ótimo momento que o time vivia dentro de campo. De importante, para o clube, o show de Dodô, que parece estar entrando no velho ritmo. O atacante deu passe para 2 gols, sofreu a falta que originou outros dois, e marcou dois tentos (um deles um golaço, como é de costume para ele) na goleada por 6 a 0 sobre o fraco time do Arsenal, da Argentina.
Em São Paulo, o outro tricolor, atual campeão brasileiro voltou a jogar mal. Deve-se e muito ao fato de Muricy continuar inventando. O São Paulo é um time "improvisado". Zé Luis não é lateral. Richarlysson rende muito mais no meio. E Éder Luís jamais será armador. De bom, só os dois gols do Imperador Adriano, os dois da virada por 2 a 1 sobre o Audax Italiano, do Chile. Contando com o apoio do Marcação Cerrada, o centroavante mostrou sim que pode dar a volta por cima.
Difícil, a tarefa do Flamengo hoje à noite. Porém, a vitória fora de casa seria muito importante para o rubro-negro ganhar tranquilidade extra na competição. Jogo para explorar, principalmente, a presença de Souza. Vai ser essencial jogar pelos lados e em velocidade nos contra-ataques, e marcar muito bem no meio-campo.