Com desempenho decepcionante na estreia da Libertadores e derrapando no Campeonato Carioca, o Fluminense sofreu para chegar à decisão da Taça Guanabara. Só conseguiu porque o Vasco levou a competição a sério mesmo quando estava classificado e venceu os dois últimos compromissos na primeira fase. 100% na competição, era impossível não achar o Vasco favorito contra um time que só se classificou graças ao seu desempenho.

Mas em clássicos e decisões, tudo costuma se nivelar. E os dois adversários fizeram um jogo equilibrado e cheio de mudanças no Engenhão.
A partida que começou igual tinha os dois times usando frequentemente uma alternativa que encontraram há poucas rodadas: a velocidade. O Vasco pela direita com Bárbio (que invertia frequentemente o lado com Diego Souza confundindo a marcação) num 4-3-3 interessante proposto por Cristóvão Borges mas que acabou pecando pela pouca qualidade no meio graças à atuação apagada de Felipe Bastos. O Fluminense pela esquerda com Wellington Nem, segurando as subidas de Fágner e ajudando na marcação e no apoio no 4-2-3-1 que finalmente parece próximo do encaixe ideal.
E muito deste encaixe deve-se à Deco. Adaptado ao futebol brasileiro e aparentemente longe das lesões, o "maestro" assume cada vez mais o papel de protagonismo que lhe era guardado. Seja recuando para qualificar a saída de bola, seja atacando para surpreender Fernando Prass em jogada de quem enxerga tudo que acontece ao redor.
O equilíbrio do confronto começava a pender para o Vasco que ameaçava adiantar as linhas para atrapalhar a saída de bola do Flu quando Diego Souza recebeu bola que mudaria o jogo. Para o cruzmaltino, se tivesse entrado. Mas caprichosamente a bola acertou a trave e voltou para o rival puxar contra-ataque e Nem sofrer penalti bobo de Fágner. Fred fez o primeiro, pouco depois Deco ampliou e o Vasco sentiu o golpe. Thiago Neves poderia ter feito o terceiro ainda no primeiro tempo. Fred não perdeu no início do segundo tempo. E contra um adversário batido o Fluminense colocou em campo sua qualidade ofensiva e empilhou chances perdidas, deixando escapar a chance de golear o rival.
Já na base do abafa e com o adversário sem a mesma velocidade após as saídas de Wellington Nem e Thiago Neves, com Dedé atuando como centro-avante e um ousado 4-2-4, o Vasco diminuiu com Eduardo Costa, acertou a trave e exigiu defesas de Cavalieri deixando a impressão que estava pronto para reagir. Tarde demais, não conseguiu ameaçar o resultado que o Fluminense não conseguiu ampliar.
O título foi justo pela grande atuação coletiva e individual do Fluminense. Que jogou no limite quando precisou. A entrada de Valência fortalecendo a marcação no meio e o espaço para Wellington Nem dar velocidade dão o caminho para Abel trabalhar na Libertadores. Ao lado de Deco. Maestro do título e jogador fundamental para a organização tática funcional do tricolor.
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O Fluminense sofreu mais do que poderia. Mas confirmou sua vaga na decisão da Taça Guanabara após vencer o Botafogo por 4 a 3 nos penaltis. No jogo, o time de Abel Braga foi superior, saiu atrás, mas acabou conseguindo o empate por 1 a 1 que deixou a história ser decidida da marca da cal.

A partida no Engenhão foi equilibrada e de poucas emoções. Armado no 4-2-3-1 tradicional com Herrera espetado pela direita na vaga de Maicosuel, o Botafogo abria espaço para Lucas no corredor direito e fazia desta sua principal alternativa ofensiva. No 4-2-2-2 também tradicional, o Fluminense tinha no mesmo lado sua força ofensiva. Por ali, Bruno apoiava constantemente com o apoio de Deco, Wellington Nem e às vezes Thiago Neves.
Embora tivesse mais a bola durante a etapa inicial e ocupasse mais o campo ofensivo, o Botafogo não conseguiu ser melhor que o Fluminense. Que tocava a bola com inteligência no ataque e criava as melhores chances. Vantagem que ficou maior na volta do intervalo, quando acertou a marcação no meio-campo e não pressionou um Botafogo com setores isolados e dificuldade para trabalhar a bola.
O Fluminense empilhava chances perdidas e o nervosismo aumentava. O Botafogo se aproveitou dos espaços para criar em velocidade. E depois de perder uma chance, a defesa do Flu errou na linha do impedimento e Herrera achou Elkeson em condição para abrir o placar. Em desvantagem, Abel Braga trocou Bruno por Rafael Moura e o Botafogo respondeu com Lucas Zen na vaga de Maicosuel. Antes mesmo que as mexidas surtissem efeito, porém, Leandro Euzébio recebeu lançamento longo de Deco e contou com posicionamento também errado da defesa do Bota para empatar o jogo. Com o empate, os treinadores reorganizaram seus times nos sistemas iniciais: Oswaldo de Oliveira com Caio no lugar de Marcelo Mattos, Abel Braga com Jean na vaga de Deco.
No fim, um empate justo por 1 a 1 num jogo que o Fluminense podia ter decidido mas que não foi tão melhor que seu adversário. Nos penaltis, Jean perdeu para o Flu. Mas Lucas e Loco Abreu perderam para o Botafogo, o último sem a tradicional cavadinha. 4 a 3 e Fluminense classificado.
O Fluminense chega à decisão como franco atirador. Depois de quase ser eliminado na primeira fase e sair atrás na semifinal, ainda procura seu rumo sob o comando de Abel Braga. Dispensa comentários pela qualidade na frente mas tem problemas graves no sistema defensivo que impedem o time de se soltar. O Vasco, mais bem montado, é favorito. Tanto é que já venceu o adversário na primeira fase. Mas não é bom duvidar de um time com tanto talento individual como o Fluminense na decisão.
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O Vasco não precisou de concentrar seus jogadores para vencer o Bangu. Infelizmente, a decisão de dormir em casa e se apresentar apenas no dia da partida pouco representativa do Estadual não partiu da diretoria. Mas sim dos jogadores, em protesto contra os dois salários atrasados do clube.

Em campo, debaixo de sol escaldante em Moça Bonita, o Vasco também não precisou de muito esforço. Levou sustos nos 10 minutos iniciais mas rapidamente controlou o meio-campo e as ações da partida. Ainda em início de temporada, em gramado acanhado e sob alta temperatura, o Vasco claramente se poupou. Mas bastou acelerar um pouco o jogo para levar perigo e definir.
A fatura estaria liquidada ainda no primeiro tempo. Com os laterais jogando bem avançados (destaque para Fágner, que começou 2012 voando como terminou ano passado) e com Nilton e Felipe dando bons passes, o Vasco chegou. Abriu o placar com o ótimo Alecsandro (três gols em três jogos e só com muita má vontade não percebe-se o quanto é útil no elenco) e ampliou com Thiago Feltri. A fatura só não estava totalmente definida porque o árbitro inventou penalti para o Bangu diminuir. No segundo tempo, em ritmo ainda mais lento, coube a Bernardo cobrar falta com perfeição para dar a tranquilidade necessária no placar.
Não dá para avaliar onde vai chegar o Vasco por jogos como este. As condições são adversas, o adversário é muito mais fraco e a temporada ainda está no início. O que fica claro é o comprometimento deste grupo, mais uma vez, com o clube. A vitória não precisou de concentração nem de muito esforço. Mas veio com muita dignidade e respeito.
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O título invicto é animador. Nada melhor do que começar a temporada levantando o troféu. Melhor ainda se for sem perder. O Flamengo nem precisou da grande decisão para vencer o Campeonato Carioca. Venceu a Taça Guanabara e a Taça Rio. Não perdeu nenhuma vez.

Dentro de campo, porém, o "bonde sem freio" de Ronaldinho Gaúcho e companhia ainda não convenceu. Não conseguiu superar os rivais nas decisões cariocas (exceto nos penaltis). Teve dificuldades contra o modesto Horizonte na Copa do Brasil. Os números iludem, mas o futebol trás o rubro-negro de volta à realidade e impedem que o time deixe o trabalho e a seriedade em segundo plano.
Na campanha em 2011 até aqui, Luxemburgo não pode ser acusado de não tentar. Começou no 4-2-3-1 com Ronaldinho na meia esquerda, passou a usar o craque como "falso nove", utilizou-se de dois meias e dois atacantes, fortaleceu o meio com três volantes e deu liberdade ao Gaúcho como segundo atacante. Mas ainda não achou time e formação ideal.
Certo é que há uma base animadora. Felipe fez grande Campeonato Carioca, decisivo nos penaltis e regular nas partidas. Léo Moura aos poucos volta a jogar bem. Willians tem crescido de produção dentro de suas limitações. Thiago Neves, foi o mais importante jogador até aqui. E de Ronaldinho Gaúcho sempre é possível esperar mais.
É a partir desta espinha dorsal que Luxemburgo precisa pensar o Flamengo daqui em diante. Na Copa do Brasil, o time precisará de entrega total. No Brasileirão, precisará de reforços.
Se não se contentar apenas com o estadual, é bom que o bonde do Flamengo deixe de lado a "banguela" e comece a acelerar logo.
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Acostumados a fazer clássicos eletrizantes e decisivos nos últimos anos, Flamengo e Botafogo fugiram à regra neste domingo. Em jogo de poucas emoções, o Flamengo bateu o rival por 2 a 0 e complicou a classificação do atual campeão às semifinais da Taça Rio.

Flamengo e Botafogo não apresentaram nenhuma novidade. O Botafogo manteve o 4-2-2-2 com pouca criatividade no meio-campo (apesar do esforço de Éverton) e exagero nas bolas alçadas na área na direção de Loco Abreu. Lances marcados com precisão graças à atuação segura da dupla de zaga do Flamengo, principalmente Wellinton.
O time de Luxemburgo passou a semana treinando em Atibaia mas não mostrou grande evolução. Apesar de mais agrupado, segue errando passes em demasia e isolando o centro-avante. Seja Deivid ou futuramente Vágner Love, se não alterar a maneira de jogar, dificilmente um atacante se destacará no esquema flamenguista.
O jogo, fraco, só foi decidido pois entre Flamengo e Botafogo hoje há uma diferença óbvia: a qualidade e o poder de decisão. Se no Botafogo, Abreu depende de receber a bola em condições para decidir, no Flamengo existem outras opções.
O responsável da vez foi Thiago Neves que, apesar da atuação apagada, marcou duas vezes e decidiu o confronto nas duas chances que teve. Assegurou a classificação e manteve o time invicto em 2011. Se falta futebol, até agora não faltaram resultados ao Flamengo. E assim, Luxemburgo mantém distante cobrança e euforia, fatores que poderiam prejudicar seu trabalho. Resta saber se conseguirá dar a volta por cima quando os resultados não forem os esperados.
Quanto ao Botafogo, com Caio Júnior, Joel Santana ou José Mourinho, é preciso se reforçar para pensar grande. O time precisa de alternativas e, principalmente, de mais qualidade no meio-campo para poder brigar com os grandes times.
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O Campeonato Carioca é um dos mais animados e cheios de histórias deste início de 2011. Aliás, isto não é novidade. Pela fórmula interessante, normalmente é o Estadual que mais chama (e prende) a atenção dos torcedores.

Ontem, mais um capítulo marcante do "Cariocão 2011". O ótimo clássico entre Fluminense e Botafogo, vencido pelo alvinegro por 3 a 2. Jogo corrido, disputado, de alto nível técnico. Que só não foi perfeito graças ao quinteto de arbitragem (no Rio, além do trio tradicional, mais dois juízes atrás dos gols erram e dividem as notas negativas). Sob o comando de Guttemberg de Paula Fonseca (cada dia pior), os árbitros erraram além da conta, complicaram um jogo ótimo e conseguiram irritar os dois times após o apito final.
Erros básicos, que mostram mais uma vez a necessidade urgente de mudanças no cenário da arbitragem (não é mérito do Rio, nem do Brasil). A profissionalização é o caminho óbvio, mas FIFA, CBF e cia preferem ignorar.
Entre os erros, vamos aos mais importantes: a expulsão de Marcelo Mattos foi ridícula. Falta boba, no campo de ataque, passível de cartão amarelo e só. O típico cartão vermelho de quem queria compensar a expulsão de Valência pouco antes (justa, por sinal). Renato Cajá (o melhor em campo) marcou um belo gol de fora da área, que os árbitros preferiram ignorar. Teve ainda o ridículo penalti de Edinho, marcado pelo juiz.
Estes foram o mais importante. Houveram outros erros, não tão capitais. Mas que ajudaram para deixar o jogo mais nervoso do que deveria. A atuação do juiz e sua turma foi tão ruim que ofuscou a grande partida que fizeram dois times que chegam fortes em 2011. Uma pena. Mas certamente, é só a primeira péssima arbitragem do ano. Outras, talvez piores, estão por vir.
A festa e o show da torcida do Flamengo para Ronaldinho Gaúcho foi justa e emocionante. Empolgou não apenas o craque, que já viveu de tudo no mundo da bola, mas a todos que puderam assistir o Engenhão (finalmente) lotado, colorido e em clima especial.

E de fato, era uma noite especial. Para o Flamengo, para Ronaldinho Gaúcho e porque não para o futebol brasileiro. Não é todo dia que um craque deste porte reestreia por aqui. E Ronaldinho não é apenas um excelente jogador de futebol. É uma estrela, um personagem, um ídolo.
Quando a bola rolou, porém, o jogo ficou sério e o Flamengo não demorou para perceber isto. O Nova Iguaçu não foi ao Engenhão para fazer parte da festa. Foi para estragá-la. Bem postado no mesmo 4-3-2-1 que complicou a vida do Vasco, o time mostrou novamente muita organização, pegada no meio-campo e saída veloz para o contra-ataque.
Antídoto que parecia perfeito para um Flamengo ainda desentrosado e com sérios problemas na recomposição defensiva. O gol perdido por Alex Faria fez o Flamengo acordar e lembrar que a vitória era fundamental na noite festiva.
Postado no 4-2-3-1 que Luxemburgo já vinha trabalhando, o Flamengo até demonstrava organização principalmente nas jogadas pela direita com Léo Moura e Willians. Centro das atenções, Ronaldinho aparecia principalmente pela faixa central, com boa movimentação e participação efetiva. Sentiu a falta de ritmo, de entrosamento e de adaptação em vários momentos, mas mostrou que tem condições de evoluir e brilhar com a camisa do Fla. Passes de letra, visão de jogo, boa cobrança de falta. O cardápio de Gaúcho é variado e novas atrações devem aparecer a cada jogo.
O gol da vitória, porém, só saiu quando Wanderlei, de pouca visibilidade entrou em campo. Diferentemente de Gaúcho, Neves e cia, o atacante sabe que precisa correr atrás (e muito) para ter lugar no time. E assim o faz. Para ele não há tempo ruim e nem bola perdida. Correu como nunca e decidiu como sempre (pelo menos desde que chegou ao Flamengo). Foi dele o único gol do jogo.
Na noite de gala no Engenhão, foi a plebe que salvou a festa. O suor de Wanderley fez valer ainda mais a inesquecível estreia de Ronaldinho.
Antes de começar o Campeonato Carioca de 2010, ninguém (mesmo os torcedores do Botafogo) confiavam muito que o Botafogo pudesse ser campeão. Era e continua sendo inegável, que o elenco do Botafogo é o mais fraco entre os quatro grandes do Rio. A teoria ficava ainda mais fácil de ser defendida na terceira rodada, quando o clube ficou em frangalhos após a derrota por 6 a 0 para o Vasco.

Mas em um Campeonato cheio de adversários abaixo da crítica e de tiro curto, não é elenco que chega ao título. É alma, coração. E o Botafogo fez isto quando tomou a decisão mais acertada do futebol brasileiro até aqui em 2010: contratar Joel Santana.
Se o papai não é um treinador brilhante, e nunca foi, tem uma estrela incrível. E um astral que poucos técnicos brasileiros tem. Num mundo cheio de marra e de "complicações" a simplicidade de Joel era tudo que o Botafogo precisava para chegar ao título estadual.
Título incontestável, que veio com uma vitória sobre o rival Flamengo ontem que deixa muitos problemas do alvi-negro para trás. Acabou a onda de se apequenar diante do Fla. Acabou a história de vice. O Botafogo grandioso e glorioso finalmente está de volta.
Ontem, uma vitória com a cara do que fez o Botafogo na competição. Sofrida, mas com muita luta e eficiência. Eficiência que começa lá atrás com o decisivo Jéfferson. E que termina lá na frente, com uma dupla de ataque que está longe de ser ótima tecnicamente. Mas que fez o Botafogo deixar para trás a cara apática que tinha nos tempos de Juninho, Lucio Flávio e cia.
O título estadual é justo e vale muito a festa do torcedor botafoguense. Só não pode apagar e fazer com que o time se esqueça do que vem pela frente. É preciso reforçar e muito o elenco para o Brasileirão. Só coração não vai ganhar uma competição longa e de nível técnico muito mais apurado.
Mas fica a certeza de que o clube está no caminho certo. E de que a alma vencedora e o fato de ter finalmente perdido o medo de perder, podem levar o Botafogo de volta ao posto que merece no futebol nacional.
O Campeonato Carioca de 2010 é um dos piores de todos os tempos. Motivos não faltam. O primeiro, é a falta de qualidade dos times do interior. Este ano, nenhuma boa surpresa. No fim, o tradicional América até deu um pequeno susto. Muito mais por falta de qualidade do Vasco, do que por qualidade da equipe. No fim, porém, o campeonato passou com vitórias seguidas de grandes contra pequenos.

O público percebeu. Tanto é que desapareceu. Se na Taça Guanabara o público já não era satisfatório, piorou (e muito) na Taça Rio. Neste fim-de-semana, nas semifinais, uma vergonha. O Maracanã ficou vazio, tanto para Fluminense e Botafogo quanto para Vasco e Flamengo. Nem nos clássicos, a torcida deus as caras. Sinais da desorganização e falta de qualidade.
Para piorar, a arbitragem é péssima. E foi ela quem ajudou a decidir que Botafogo e Flamengo, pelo quarto ano seguido, vão decidir o Carioca.
No sábado, Fluminense e Botafogo fizeram um jogo movimentado. Na já tradicional bola aérea, o Bota abriu o placar. O Flu mostrou força e Fred foi decisivo. Não só porque fez os dois gols da virada. Mas porque antes disso perdeu um penalti (mal marcado por sinal) que poderia dar ainda mais tranquilidade ao time. Na etapa final, o Botafogo partiu para cima e o Fluminense teve oportunidade de matar o jogo. Não o fez e acabou levando dois gols. O último deles, com Herrera, completamente impedido, fazendo corta-luz e atrapalhando o goleiro Rafael. 3 a 2 e Botafogo classificado. A uma vitória de comemorar o título.
Ontem, foi a vez de Vasco e Flamengo se enfrentarem. Outro jogo movimentado, apesar do excesso de volantes e da condição ruim do gramado. Vágner Love, destaque e artilheiro do Estadual fez o primeiro. O Vasco, melhor no jogo e com mais posse de bola, empatou com Thiago Martinelli. No segundo tempo, penalti pra lá de duvidoso sobre Léo Moura. Vágner Love bateu e definiu o placar: 2 a 1 Flamengo. Depois disso, ainda tivemos expulsão injusta de Juan, e penalti claríssimo não marcado quando Williams bloqueou, com a mão esquerda, cabeçada de Thiago Martinelli.
Não acredito em má-fé. Os árbitros são ruins e erram para os dois lados. Mas são tão grotescos que deixam sempre o perdedor revoltado. E a torcida, desacreditada. O Campeonato Carioca de 2010 é um fracasso. E precisa ser revisto, se não quiser perder o que ainda tem de melhor: o charme. É só o que resta.
Definidos os quatro semifinalistas da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca. "Surpreendentemente" os quatro grandes conseguiram a classificação e se enfrentam agora no mata-mata. O Botafogo, campeão da Taça Guanabara, pode conquistar o título por antecipação.

Agora sim, começa o Campeonato Carioca. O que os times fizeram até aqui foi cumprir tabela. Exceto o Botafogo, que pode respirar caso perca a Taça Rio, para os outros agora é o momento de definição.
E neste segundo turno, os times chegam em situações completamente diferentes das que chegaram na Guanabara.
O Botafogo chegou às semifinais da Taça Guanabara desacreditado. Tinha contratado recentemente Joel Santana e ainda não havia feito boas partidas na temporada. Acabou se superando e saindo com o título. Agora, o time tem um pouco mais de tranquilidade, pela vaga na final já estar garantida. Mas precisa, urgentemente, apagar o vexame da eliminação da Copa do Brasil. Conquistar o título por antecipação daria tranquilidade para o time trabalhar de olho no Brasileirão.
No sábado, os botafoguenses encaram o Fluminense. O tricolor segue sendo um dos times mais seguros da competição. Vence e mostra qualidade. Ainda deverá contar com o retorno de Fred para os jogos decisivos. Mais uma vez, é meu favorito. Mas, estará dividindo atenções entre Copa do Brasil e Carioca, o que não aconteceu no primeiro turno.
O Vasco sabe o quanto estas partidas podem ser consideradas "divisoras de águas". O time vinha bem na Taça Guanabara até ser goleado na final pelo Botafogo. Ali, se perdeu completamente e ainda não se achou. Foi o único grande com dificuldades para se classificar e vive um momento delicadissimo.
Já o Flamengo, segue com o Império do Amor em alta. Mas, agora, terá que dividir as atenções entre Carioca e Libertadores. Se quiser apostar todas as peças nas duas competições, pode acabar ficando sem nada.
Flamengo e Fluminense são meus favoritos para irem às decisões. Mas agora chegou a época de dificuldade nos palpites do Cariocão. Finalmente, a disputa vai começar.
Um time pálido, sem graça, abatido. Este era o Vasco, desde a derrota para o Botafogo na final da Taça Guanabara, para o Botafogo. Bastou a demissão de Vágner Mancini, para o time modificar completamente seu rosto e sua postura em campo.

Ontem, se o time não foi brilhante no clássico contra o Fluminense, deixou como alento para a torcida a vontade de jogar. Depois de algum tempo, era possível ver sangue no olho dos vascaínos. Dava para enxergar vontade de vencer nos jogadores do Vasco.
Está certo que o jogo valia muito mais para o Vasco, que jogava a classificação, do que para o Fluminense, que vive um momento de paz. Aliás, deu para sentir que o Flu não esperava um adversário tão preparado e motivado para o jogo.
No fim, 3 a 0 para o Vasco, placar que não reflete o que foi o jogo. O time vascaíno jogou melhor e mereceu vencer, mas certamente a distância não foi tão grande assim.
Ainda é cedo para se empolgar. Foi apenas o primeiro jogo sob o comando de Gaúcho. Aliás, já falei aqui no blog que acho precipitadissima a idéia de efetivá-lo. Mas, a forma de atuar do Vasco mostrou, no mínimo, que não havia outro caminho senão a demissão do antigo treinador. Os jogadores que o digam...dentro de campo.
O título não passa de uma brincadeira, claro. É impossível ligar Campeonatos Estaduais ao sucesso. Em vários sentidos. E este ano, o público Brasil afora vai provando, definitivamente, que a competição não está nas graças do povo.

O maior exemplo disto aconteceu ontem, no Rio de Janeiro. Botafogo e Flamengo fizeram um dos poucos jogos que podem ser considerados interessantes no Campeonato Carioca. É um assim a cada 15 ou 20 que não interessam em absolutamente nada.
Mesmo assim, menos de 10 mil pessoas estiveram presentes. Pouco mais de 6 mil pagantes. Uma vergonha!
Talvez por isso, os jogadores não se empolgaram. E preferiram não mostrar quase nada de novo. E sim, um placar já tradicional no confronto entre as duas equipes. 2 a 2. Foi com este resultado que terminaram 7 dos últimos 20 jogos entre Flamengo e Botafogo.
Destaque para Adriano, autor de 2 gols. Destaque para a arbitragem que errou em dois gols, um de cada time. Destaque para o Botafogo, que mostrou que não depende tanto assim de "Loco" Abreu. Destaque para a torcida, que deu mais uma prova de que os Estaduais não valem nada.
O momento mais importante e decisivo do futebol. É ali, quando a bola está na marca do penalti, que todas as atenções se voltam para apenas dois jogadores: o batedor e o goleiro. E foi dali, à 11 metros de distância do gol, que o clássico entre Flamengo e Vasco foi decidido.

Antes, porém, é importante lembrar que o jogo não foi feito somente por três penalidades. Pressionado pelos resultados recentes, o Vasco entrou em campo com uma postura interessante. Foi melhor do que o Flamengo em grande parte do jogo. Soube dominar a bola e o confronto. Mas não conseguia ameaçar o gol de Bruno. Já o rubro-negro, fazia uma partida perigosa, exposto demais nas laterais. Mas conseguia chegar mais à meta vascaína, na base dos contra-ataques.
Numa partida de arbitragem fraca, no entanto, não cabe o choro vascaíno. Se não houve o penalti marcado em Léo Moura, é importante lembrar que uma penalidade clara sobre o mesmo Léo Moura foi ignorada no primeiro tempo. E dois jogadores do cruzmaltino poderiam ter sido expulsos. O árbitro errou como erram todos, porque são fracos e não tem critério. Não houve maldade.
Numa partida com tantas histórias, foram os penaltis que decidiram. O Vasco teve dois. Dodô bateu os dois e perdeu. Bruno mais uma vez brilhou e salvou o Flamengo. O Flamengo teve apenas um. Convertido, pelo apagado Imperador. E decisivo no 1 a 0.
O Flamengo tem mais time e está mais pronto que o Vasco. Mas ainda tem problemas demais, escondidos sob os bons resultados conquistados até aqui. Falta a Andrade encontrar a melhor forma de jogar com os dois atacantes, saindo do 4-2-3-1 utilizado no ano passado. Com o "Império do Amor" na frente, fica um buraco no meio-campo e falta companhia para os laterais.
Já o Vasco, perdeu uma ótima oportunidade de encontrar a paz. Paz que ficou pelo caminho desde a derrota na final da Taça Guanabara. E que começa a refletir no grupo. Dodô parece definitivamente queimado. E Mancini será cobrado pelos resultados, mesmo que não seja o principal culpado pelo momento delicado da equipe.
A história do futebol brasileiro é escrita por muitas vezes por linhas tortas. Esta é mais uma delas. E que por muito pouco, não saiu ainda pior do que a encomenda.

Wellington Silva. O meia atacante de 17 anos, destaque das categorias de base do Fluminense. Por um capricho do destino, quase passou despercebido no Brasil. Quando estreou entre os profissionais do Flu, seu passe já não pertencia ao tricolor carioca. Foi vendido ao Arsenal, da Inglaterra. Ficará no Brasil até completar 18 anos, ou seja, até janeiro de 2011.
Em um ano, a torcida do Flu vai ter a sorte de conhecer mais um talento criado na base do clube. Que, diga-se de passagem, está entre as que mais tem revelado bons nomes no futebol brasileiro. Pena que vários deles nem chegam ao profissional, como os irmãos Rafael e Fábio, hoje no Manchester United. Pelo menos neste caso, o Flu poderá usufruir de seu investimento por uma temporada.
E ele vem sendo pra lá de útil. Ontem, mais uma vez foi decisivo. O Fluminense venceu o clássico carioca sobre o Botafogo por 2 a 1. O resultado não reflete o vareio que o tricolor deu no campeão da Taça Guanabara. Aliás, é impressionante a duração da ressaca botafoguense pelo título. Ninguém parece estar preocupado com o que vai acontecer no segundo turno.
E ontem, o time escapou de uma goleada. Fred perdeu gol que não costuma perder, antes de marcar um golaço de voleio. Além deste gol, o Fluminense perdeu vários outros. Marcando no ataque, melhor fisicamente e com mais qualidade. Os alas chegavam bem ao fundo e conseguiam ajudar Conca no meio-campo. Fred tinha facilidade com a companhia de Maicon depois de Wellington Silva. Só que sabe que não vai durar muito, já que ambos já foram vendidos.
Com mais esta vitória, o Fluminense se candidata como favorito no Rio. O Botafogo desinteressado, o Vasco em queda livre e o Flamengo e seus problemas extra-campo podem atrapalhar os planos. Mas não me parecem capazes de segurar o Flu e sua jóia que o Brasil terá tão pouco tempo para conhecer.
Não há outra palavra para descrever a sinergia entre Joel Santana e o Campeonato Carioca senão mágica. A do último domingo, foi apenas mais uma na vitoriosa carreira do treinador. Que lavou a alma do Botafogo, que de desacreditado, é o primeiro garantido em mais uma final de Estadual. A quinta seguida. Se houver.

Antes de falar sobre o jogo, queria destacar que assisti o jogo, à convite do amigo Lucas Caram, junto à simpática torcida FogoHorizonte. Bar lotado (teve gente falando que tem mais botafoguense em BH do que no Rio) e festa bacana por mais um título.
Em campo, o Botafogo de Joel paralisou completamente o Vasco. Fez valer a mesma estratégia que havia levado o time à decisão. Muita marcação, impedindo o adversário de jogar. E um ataque que incomoda. Principalmente graças ao ótimo Caio, que mais uma vez mudou o jogo ao entrar na etapa final.
Depois de levar 6 a 0 do mesmo Vasco, na primeira fase, o Botafogo parecia acabado. Joel chegou, recuperou a auto-estima dos jogadores e na base do trabalho, como sempre fez, conseguiu levar o time a mais um título.
O Botafogo foi melhor durante quase todos os 90 minutos e poderia ter vencido com ainda mais facilidade. Não fosse a falta de qualidade técnica do muito esforçado Abreu. E não fosse o penalti não marcado por Marcelo de Lima Henrique no primeiro tempo.
No segundo tempo, com a entrada do veloz Caio em mexida corajosa de Joel, o Botafogo passou a conseguir chegar com mais rapidez ao gol e matou o jogo. Se não é um time brilhante (e está muito longe disto), o Botafogo contagia pela vontade. É um time que luta, que corre, que briga. E que parece reconhecer suas limitações. Por isso foi campeão. Um justo campeão. E por isso vai para mais uma final do Carioca. Nas últimas quatro, venceu apenas uma. Independente do resultado final, a sequência fica na história e mostra a evolução do time mesmo nas dificuldades.
Já o Vasco, deve levantar a cabeça e evitar que o bom trabalho realizado até aqui não seja apagado. Em uma partida, suas três principais peças individuais não funcionaram. Acontece. E é preciso atenção com a defesa. O goleiro falha demais, os laterais são fracos e os zagueiros...Estes aí nem o mágico Joel Santana é capaz de fazer jogar.
O atual campeão brasileiro precisou de apenas 6 jogos para se classificar às semifinais na primeira fase do Campeonato Carioca. Apesar do desempenho parecer empolgante e de só agora o time ter deixado para trás os primeiros pontos na competição, a coisa não é bem assim.

Ontem, o Flamengo só empatou com o Olaria, por 3 a 3. Mais uma vez o Império do Amor, como o ataque formado por Adriano e Vágner Love tem sido chamado, funcionou. O imperador marcou uma vez. E Love fez dois gols, chegando à seis na competição.
Mas se ofensivamente o time empolga, a defesa está longe dos elogios. Foram oito gols sofridos nos últimos três jogos. 12 ao todo na competição. Média de dois tentos sofridos por jogo, contra adversários de nível técnico muito inferior (com exceção do Fluminense, derrotado por 5 a 3). Em seis jogos, foram ainda cinco penaltis cometidos. Sinais do mal posicionamento e do desempenho muito fraco.
São vários os fatores que implicam nos números tão ruins da defesa do Flamengo. O principal deles, é a saída do ótimo marcador Willians do meio-campo. A forma física ainda ruim dos laterais também contribui.
Números que preocupam, já que o time está há 20 dias da estréia na Copa Libertadores. É tempo suficiente para organizar a casa, pois nem sempre o amor será capaz de resolver a vida do rubro-negro.
E segue a rotina dos Campeonatos Estaduais. Ontem, mais três jogos de grandes contra pequenos nos dois principais campeonatos do país. Resultado: 11 para os grandes. 0 para os pequenos. Goleadas fáceis, como é de se esperar.

Em São Paulo, o saldo foi 3 a 0. Todos do São Paulo, contra o Paulista. Destaque para a bela atuação de Dagoberto, que voltou de suspensão depois da expulsão na primeira rodada. Ricardo Gomes voltou a escalar o time no 3-5-2 e tudo indica que o esquema deve permanecer pelo restante da temporada.
No Rio, dois jogos com o mesmo placar. 4 a 0. O Vasco, goleou o Macaé. Philippe Coutinho não marcou, mas voltou a ser o destaque do time. Pena que vai durar tão pouco no futebol brasileiro. O Fluminense segue como o melhor time do Rio. Bateu o Duque de Caxias mais uma vez com extrema facilidade. Tem na próxima rodada, porém, o primeiro desafio real de 2010: o clássico contra o Flamengo.
Até março será assim. Um ou outro tropeço. Algumas vitórias complicadas. E muitas goleadas. Quanta emoção...
Não vi nenhum jogo do Campeonato Carioca ontem. Sei que no duelo dos grandes contra os pequenos, o aproveitamento segue de 100% a favor dos maiores. Mais dois confirmaram ontem a abissal diferença. O Botafogo, que se recuperou da goleada para o Vasco vencendo o Tigres por 2 a 1. E o Flamengo, que mais uma vez sofreu mas venceu o fraquíssimo Americano por 3 a 2.
Como não vi o jogo, não vou fazer nenhuma análise dos resultados. Este post, fica apenas para constar.
E para fechar ele, algo pouco usual no Marcação Cerrada. Um vídeo. Do terceiro gol do Flamengo. Uma pintura protagonizada por Adriano e Vágner Love. Gol de quem sabe. Gol de quem tem tudo para se entender.
Gol de uma dupla que ainda vai dar muito o que falar...
Em nenhum momento as contratações do Botafogo me empolgaram. Mas não há como não perceber que este time é melhor que o do ano passado. Assim como é impossível não notar que o Vasco melhorou seu elenco para este ano. Mas está longe de ser um super-time.

Mas, no futebol, as vezes estas coisas acontecem. Um time está num dia iluminado, onde tudo dá certo. E tromba com um adversário em um dia péssimo, onde tudo dá errado.
Foi o caso do Vasco 6 x 0 Botafogo de ontem. Uma goleada tranquila, um verdadeiro passeio do time cruzmaltino sobre o rival. Um jogo que pode mudar completamente o destino das equipes no Campeonato Carioca. Mas que não pode servir para muitas conclusões.
É natural que hoje se fale que o Botafogo tem um time medonho. Não é para tanto. Precisa de ajustes, principalmente na defesa. Achar que Fábio Ferreira pode ser solução é um erro sem tamanho. Com alguns reforços e a cabeça no lugar, o time não vai repetir este vexame em 2010.
Já o Vasco, é natural ser tratado como um time espetacular. Está longe de ser. Soube, com a esperteza de Mancini, aproveitar os pontos fracos do Botafogo e liquidar rápido a partida. Depois, abusou da confiança contra um time morto em campo. Dodô marcou três vezes. Foi ótimo! Mas vale lembrar que nas duas partidas anteriores ele não tinha sido sombra do "artilheiro dos gols bonitos".
Goleadas são ótimas para quem vence. E péssimas para quem leva. Mas é preciso calma e cuidado nas conclusões. Jogos como este, podem torná-las muito precipitadas.
Nada mais previsível do que o Campeonato Carioca até agora. Os times grandes não decepcionaram até agora. Todos que entraram em campos para enfrentar os times do interior, venceram. A maioria, com facilidades.

O Fluminense venceu mais uma. Não com tanta facilidade como na estréia. Mas não deixou a menor dúvida. Debaixo de um calor escaldante, às 16h de um horário de verão, o time pisou no freio e pouco se esforçou para bater o Bangu.
Fred marcou duas vezes, cobrando penalti. Alan fechou o marcador em jogada individual. Já disse e repito: entre os times do Rio, o Fluminense me parece o mais forte. Já está se entrosando, os titulares já estão em campo e a equipe é forte.
Depois, foi a vez do Flamengo. Ainda sem muita gente em campo, o time rubro-negro bateu o Volta Redonda por 3 a 1. Destaque para Bruno Mezenga, que aproveita a ausência de Adriano e Love para marcar seus gols. Obina também esteve em campo, pela última vez com a camisa do Flamengo. Mas não conseguiu quebrar o tabu. O último gol com o manto rubro-negro foi em novembro de 2008.
Com a entrada dos principais jogadores, a tendência é que o Flamengo melhore. Mas isto só poderá ser dito depois que todos estiverem em campo. Ainda restam dúvidas sobre como esta equipe vai se encaixar. A boa notícia foi Petkovic. Que entrou em campo e rapidamente fez um belo gol. Gol de quem sabe.
Por fim, o Vasco também venceu. Com mais dificuldades que os rivais. Mas bateu o América, de Romário e Bebeto, por 2 a 1 em um Engenhão cheio de poças. Infelizmente, o caminho do América tende a ser tortuoso novamente. O time é fraco.
O Vasco, que ainda passa por um período de reformulação, teve dificuldades, mas conseguiu jogar bem e vencer. Destaque para Carlos Alberto, que parece começar muito bem a temporada. Aos poucos, o time deve se encaixar e melhorar. Mas não acho que brigue por títulos em 2010.