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Com todo o respeito

Pretendido pelo Fenerbahçe, Robinho foi claro.

"Com todo o respeito ao futebol turco, mas não vou jogar lá".

Bom...

Com todo o respeito ao Robinho, não precisava dizer isso, né?

Realmente ele não vai jogar lá. Assim como não jogou no futebol espanhol, muito menos no futebol inglês.

Quem sabe um re-retorno ao Santos?

Aqui no Brasil ele joga.

Copa do Brasil, Campeonato Paulista...

Está de bom tamanho.

Revanche

Não tive tempo para assistir o superclássico argentino. Me preparei no fim-de-semana para o duelo adiado e o horário do novo confronto me impediu de prestar atenção como este histórico jogo merece. De toda forma, brindo os leitores do Marcação Cerrada com este ótimo texto do amigo Filipe Araújo, do Gambetas que fala mais do que simplesmente o que aconteceu ontem na Bombonera.
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Quanto pode valer um Clássico?

Título? Classificação? Hegemonia?

Nesta quinta-feira, o futebol deu mais uma mostra de que oferece revanche. Por situações de campo ou de fora dele.

Dia 27 de Fevereiro de 2010. Um terremoto devastador assola o Chile. Dentre as vítimas, um bebê, prima de Gary Medel, chileno, jogador do Boca Juniors. Sem falar do drama vivido pelo atleta com a pequena filha e não poder regressar ao país imediatamente após o sismo. O alívio (ou algo semelhante) só veio mesmo alguns dias - que pareceram anos - depois da tragédia.

Dia 25 de Março de 2010.

Um jogo de futebol pode servir para devolver uma vida? Não, não pode.

Mas é útil para que dias de drama, transformem-se, ao menos, em uma noite de êxtase.

Uma ou duas gerações que virão por aí, podem nem bem lembrar quem foi Medel, de passagem, até então, discreta pelos Xeneizes. Mas a história dirá que o futebol, mais uma vez, deu revanche.

Riquelme é o indiscutido. Palermo, à beira do recorde.

Mas quem decidiu o Superclásico, com dois gols - o segundo, um golaço - foi Gary Medel. Um chileno. Mais um que se levanta após grandes tragédias. Um chileno que sofreu como vários outros transandinos. Um chileno que, mantendo o silêncio que o acompanha desde aquele dia 27, sorriu, deu alegria a milhares.

Milhares de argentinos...e de chilenos.

Muitos dizem que o futebol é o que há de mais importante entre aquilo que existe de mais desimportante. Mas não poderão dizer, nunca, que é o esporte mais fascinante de todos.

E que, definitivamente, dá revanche!

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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