Mais um empate por 0 a 0 dentro de casa. Aliás, foram 4, nos 9 jogos do Brasil em casa nas Eliminatórias. Quase 50%. Este, pouco ou nada contestado, graças à situação do time, que já estava classificado há três rodadas.
Mas é fato: pela primeira vez, encaramos a Venezuela no Brasil e não vencemos. Mas, Dunga, outra vez contou com a sorte. E com a derrota do Paraguai, que nos deixou como líderes das Eliminatórias. Título simbólico, que não vale nada. Mas que prova que fomos os melhores durante o torneio classificatório. E de fato, fomos.
Pouco importa o resultado. Era jogo para testes. Dunga fez dois logo de cara. Poderia ter feito mais. Lucas e Filipe Luís saíram jogando. Seria um bom jogo para colocar Victor, por exemplo. Mas o treinador foi coerente e preferiu assim.
O jogo foi fraco. O Brasil demorou a entender a forma de jogar dos adversários. E por isso, nos primeiros 25 minutos o jogo foi péssimo. Aos poucos, o Brasil se adiantou e passou a jogar. Teve azar nas finalizações e a trave atrapalhou o rendimento. Destaque para Luís Fabiano, com presença de área invejável e muita vontade de fazer um gol.
Queria ser o artilheiro das Eliminatórias e não conseguiu. Ficou atrás de Suazo, que fez o gol que eliminou o Equador. Mas convenceu. Está garantido na Copa. E provavelmente será o titular na África do Sul.
Aliás, terminada as Eliminatórias, é hora de pensar na África. Faltando pouco menos de 8 meses para o início do Mundial, o Brasil é um dos grandes favoritos ao título. Temos uma base, temos uma maneira de jogar, temos um time competitivo e resultados que sustentam esta tese.
No gol temos uma vaga em aberto. Mas a certeza de que Júlio César é o títular absoluto.
Nas laterais, temos a direita definida e a esquerda em aberto. André Santos convenceu e deverá estar no Mundial, mas pode não ser titular. Filipe Luís foi bem em sua primeira oportunidade. Deve ter novas chances e só depende de si para ir à Copa.
Na zaga, Lúcio e Luisão são os únicos garantidos. Juan vai depender da condição física. Miranda, que estava na frente por uma vaga, pode ter atrapalhado seu sonho com a expulsão de ontem. Thiago Silva e Naldo são os principais concorrentes.
No meio-campo, antes contestado, Gilberto Silva é titular absoluto e homem de confiança do técnico e da torcida. Josué será seu reserva. Felipe Melo andou decepcionando, mas irá ao Mundial, provavelmente como titular. Sandro e Lucas brigam pela reserva da posição, com Anderson correndo por fora. Ramires, Elano, Kaká e Júlio Baptista completam a posição. O último, pode ficar fora, e abrir uma vaga para, provavelmente, Alex. O meia agradou a Dunga, principalmente pela polivalência e pela possibilidade de ser lateral esquerdo.
No ataque temos Luís Fabiano, Robinho, Nilmar e Adriano. Só uma grande mudança de percurso mudará os nomes escolhidos por Dunga.
Temos uma ótima base e algumas posições em abertos. Mas, mesmo os garantidos, terão que fazer por onde para estar no Mundial. Dunga não costuma aceitar derrapadas. Foi assim desde o início e por isso, alguns bons nomes estão tão longe da competição.
Mas é fato: pela primeira vez, encaramos a Venezuela no Brasil e não vencemos. Mas, Dunga, outra vez contou com a sorte. E com a derrota do Paraguai, que nos deixou como líderes das Eliminatórias. Título simbólico, que não vale nada. Mas que prova que fomos os melhores durante o torneio classificatório. E de fato, fomos.Pouco importa o resultado. Era jogo para testes. Dunga fez dois logo de cara. Poderia ter feito mais. Lucas e Filipe Luís saíram jogando. Seria um bom jogo para colocar Victor, por exemplo. Mas o treinador foi coerente e preferiu assim.
O jogo foi fraco. O Brasil demorou a entender a forma de jogar dos adversários. E por isso, nos primeiros 25 minutos o jogo foi péssimo. Aos poucos, o Brasil se adiantou e passou a jogar. Teve azar nas finalizações e a trave atrapalhou o rendimento. Destaque para Luís Fabiano, com presença de área invejável e muita vontade de fazer um gol.
Queria ser o artilheiro das Eliminatórias e não conseguiu. Ficou atrás de Suazo, que fez o gol que eliminou o Equador. Mas convenceu. Está garantido na Copa. E provavelmente será o titular na África do Sul.
Aliás, terminada as Eliminatórias, é hora de pensar na África. Faltando pouco menos de 8 meses para o início do Mundial, o Brasil é um dos grandes favoritos ao título. Temos uma base, temos uma maneira de jogar, temos um time competitivo e resultados que sustentam esta tese.
No gol temos uma vaga em aberto. Mas a certeza de que Júlio César é o títular absoluto.
Nas laterais, temos a direita definida e a esquerda em aberto. André Santos convenceu e deverá estar no Mundial, mas pode não ser titular. Filipe Luís foi bem em sua primeira oportunidade. Deve ter novas chances e só depende de si para ir à Copa.
Na zaga, Lúcio e Luisão são os únicos garantidos. Juan vai depender da condição física. Miranda, que estava na frente por uma vaga, pode ter atrapalhado seu sonho com a expulsão de ontem. Thiago Silva e Naldo são os principais concorrentes.
No meio-campo, antes contestado, Gilberto Silva é titular absoluto e homem de confiança do técnico e da torcida. Josué será seu reserva. Felipe Melo andou decepcionando, mas irá ao Mundial, provavelmente como titular. Sandro e Lucas brigam pela reserva da posição, com Anderson correndo por fora. Ramires, Elano, Kaká e Júlio Baptista completam a posição. O último, pode ficar fora, e abrir uma vaga para, provavelmente, Alex. O meia agradou a Dunga, principalmente pela polivalência e pela possibilidade de ser lateral esquerdo.
No ataque temos Luís Fabiano, Robinho, Nilmar e Adriano. Só uma grande mudança de percurso mudará os nomes escolhidos por Dunga.
Temos uma ótima base e algumas posições em abertos. Mas, mesmo os garantidos, terão que fazer por onde para estar no Mundial. Dunga não costuma aceitar derrapadas. Foi assim desde o início e por isso, alguns bons nomes estão tão longe da competição.



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