Artilheiro decisivo

Se o São Paulo ainda tem o direito de sonhar com uma vaga na Libertadores do ano que vem, deve muito disto a Ricardo Oliveira. O decisivo artilheiro é peça fundamental na arrancada e em pontos importantes na subida da equipe na tabela.

Ontem, mais uma vez, foi o melhor do time. Desfalcado de peças importantes para manter a velocidade e o jogo vertical que vinha apresentando, o São Paulo apostou em uma equipe mais pesada, mas com mais qualidade no passe. Fernandão, que caía no ostracismo, voltou a ser titular. Mais recuado, como meia, foi importante na aproximação com a dupla de ataque.

Foi de Ricardo Oliveira o primeiro gol do jogo, aos doze minutos. Belo gol, diga-se de passagem. Mas o Atlético-PR conseguia aproveitar bem a velocidade de seus homens de frente e os espaços deixados na defesa do São Paulo. Empatou com Guerrón, em vacilo de Casemiro.

Na etapa final, com o jogo mais equilibrado e o São Paulo com dificuldades para achar espaços, Miranda aproveitou-se de um velho artifício do tricolor para marcar o segundo, o gol da vitória.

Ricardo Oliveira mais uma vez foi importante. Assim como já havia sido decisivo nas vitórias contra Ceará, Guarani e Prudente. Foi dele também o gol que garantiu o empate contra o Cruzeiro.

Sempre nas horas importantes, Ricardo Oliveira aparece. E também nas horas decisivas, o São Paulo costuma crescer. Por isso é impossível desacreditar no time na briga por uma vaga na Libertadores. Mas vencer no Brasileirão não basta. É preciso torcer também para que um estrangeiro consiga bater o rival brasileiro na decisão da Sul-Americana.

O mesmo, aliás, vale para o Atlético-PR...

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O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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