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Cumprindo tabela

Na reta final dos Campeonatos Estaduais, Rio Grande do Sul e Minas Gerais se caracterizam como os mais sem graça e previsíveis do país. Tantos jogos para tão pouca emoção.

No Beira-Rio, o rolo compressor colorado atropelou mais um. A vítima da vez foi o Ulbra, que foi goleado por 4 a 0. Impressionante como goleia o time do Inter. A cada semana, um novo time é massacrado pela equipe de Tite. Nos últimos 14 jogos, apenas 1 empate e 13 vitórias. Pelo menos 5 delas, com quatro ou mais gols de diferença. O Inter encanta. É o melhor time do país no momento.

E no ano do centenário, deve fazer a primeira grande comemoração futebolística na semana que vem. O confronto contra o Caxias, vai definir o segundo turno do Gaúchão. O Inter, que já venceu o primeiro, tem a faca e o queijo na mão para nem precisar de finalíssima para comemorar o 39º estadual. Todas os caminhos levam ao título para o Inter.

Em Minas, a coisa não será tão fácil assim para o Atlético-MG. Mas chegar à final, é fato confirmado desde a primeira fase da competição. Ontem, em mais uma partida que pouco valia e que todos sabiam o resultado, o Galo bateu o Rio Branco. 2 a 0. 10 jogos e 10 vitórias. Este é o retrospecto recente do time mineiro. É verdade que não jogou contra ninguém e que a última derrota foi justamente para o Cruzeiro. Mas há algum tempo, o Galo não demonstra tanta segurança em campo.

Ontem, começou a partida massacrando o adversário. Apenas Lopes destoava no meio-campo. Júnior e Carlos Alberto abriam espaços na defesa e o Rio Branco não conseguia sair jogando. Quando tentou se assanhar, o contra-ataque foi mortal. Diego Tardelli, pra variar, abriu o marcador. No segundo tempo o Rio Branco melhorou. Poderia ter empatado, mas faltou sorte. Que sobrou ao Atlético-MG, que marcou o segundo com Éder Luís e definiu de vez o confronto. No sábado os times voltam a se enfrentar, no Mineirão. Mas quem acredita que o Rio Branco fará três gols de diferença? Eu não.

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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