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SMCCB - Volantes

Hora de começar a formar o meio-campo da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Em 2010, Elias pelo Corinthians e Henrique pelo Cruzeiro foram os volantes. O primeiro, foi para o exterior. O segundo, jogou pelo Santos.

Vejam os 10 concorrentes e escolha os dois que jogaram mais para você:

Arouca (Santos) - Mesmo com o time pouco interessado na competição, conseguiu mostrar a qualidade de sempre no meio-campo.

Casemiro (São Paulo) - Caiu demais de rendimento e terminou o ano na reserva. Mas fez primeiro turno brilhante com a camisa tricolor.

Marcos Assunção (Palmeiras) - Regular e responsável pelo maior risco para quem jogava contra o Palmeiras. Mortal na bola parada.

Maicon (Figueirense) - Foi terceiro volante, foi meia, foi um dos destaques do Figueirense. Tanto é que já se ajeitou no São Paulo pra 2012.

Paulinho (Corinthians) - E o Corinthians segue achando grandes volantes em clubes de menor porte. Paulinho foi a referência do meio-campo do campeão nacional.

Pierre (Atlético-MG) - Chegou com a competição em andamento mas chamou a atenção o quanto a defesa do Galo melhorou após sua chegada.

Ralf (Corinthians) - Ao lado de Paulinho, formou a melhor dupla de volantes da competição. Chegou a ser convocado para a seleção.

Renato (Botafogo) - Voltou ao futebol brasileiro com a mesma classe de sempre. Bom passe, poucas faltas e grande futebol.

Renato Abreu (Flamengo) - Jogou como volante e como meia. Se destacou mais na primeira função. Outro que chegou a ser convocado por Mano.

Rômulo (Vasco) - Um leão a frente da defesa vascaína. Atuações que chamaram a atenção, inclusive, do técnico Mano Menezes.


Quem foram os dois melhores volantes do Campeonato Brasileiro?

Arouca (Santos)

Casemiro (São Paulo)

Maicon (Figueirense)

Marcos Assunção (Palmeiras)

Paulinho (Corinthians)

Pierre (Atlético-MG)

Ralf (Corinthians)

Renato (Botafogo)

Renato Abreu (Flamengo)

Rômulo (Vasco)













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O acerto da lateral e a lenta evolução

O discurso neste espaço era: mais do que se classificar é preciso jogar bem e encontrar o caminho. A seleção de Mano teve imensas dificuldades, sofreu de maneira desnecessária, mas se classificou (e na liderança do grupo). Se não encantou, aos trancos e barrancos parece estar mais perto de se encontrar. Embora ainda falte um longo caminho.

Mano Menezes voltou a modificar o time. Como esperado, colocou Maicon na vaga de Daniel Alves. Embora eu tenha afirmado que não abriria mão de Daniel neste momento (nem que fosse para jogar como meia direita), é inegável o acerto de Mano. Maicon foi o melhor jogador do Brasil na partida e dificilmente sairá novamente da equipe.

Funcionalmente, o time foi melhor. Robinho e Neymar se movimentaram um pouco mais e abriram o corredor para os laterais. Principalmente Robinho pela direita. Sem fazer grande partida, o atacante do Milan foi fundamental nos espaços que Maicon teve para apoiar. E o fez muito bem, dentro de suas características: força física e chegada a linha de fundo.

Curiosamente, o primeiro gol saiu em lance isolado, com André Santos cruzando e Pato aproveitando. Mas falhas da defesa, e principalmente de Júlio César, teimaram em dificultar as coisas para o Brasil. Que no fim, graças também ao preparo físico ruim do time equatoriano, conseguiu alcançar o resultado que lhe servia.

Cobra-se de Messi, uma atuação de Barcelona. O mesmo acontece com Daniel Alves, Ganso, Neymar e cia. É preciso perceber, porém, que o conjunto facilita a individualidade. Quando a Argentina jogou parecido com um time de futebol, Messi encantou. Nos melhores momentos do Brasil, Ganso deu passes perfeitos e Neymar e Pato fizeram gols. O time fez o simples, para que os astros brilhassem.

Contra o Paraguai, o Brasil é favorito por tudo. Pela classificação, pela história, pelas peças. Mas as dificuldades tendem a crescer. O time perdeu a segurança defensiva que marcou o início do trabalho de Mano (Thiago Silva e Lúcio são caricaturas graças ao pouco combate dos atacantes, que sobrecarregam a dupla de volantes) e ainda não se encontrou ofensivamente.

Mais leve com a vitória e os gols, o Brasil pode (e deve melhorar). A questão a saber é o quão demorada será a melhora daqui em diante. No ritmo que está, a seleção chegará ao fim da Copa América sem chegar no estágio que poderia (e deveria).

PS: O mais correto agora é manter o time. Dar entrosamento para se aproximar do ideal. Inclusive no gol. Júlio César falhou de novo, não vive ótimo momento, mas entre os disponíveis para Mano, é a melhor opção disparada.

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Destaque da Rodada

Ele é demais. Ronaldo é um fenômeno por vários motivos. Vai ganhando mais um neste Brasileirão. Ficou fora de grande parte dos jogos, e talvez por isto o Corinthians não esteja tão bem na tabela. Quando entrou em campo, Ronaldo quase sempre foi decisivo. Assim foi na 34ª rodada. Por isso, ele foi o destaque mais uma vez. A quarta na competição.

Faltando três rodadas para o fim, só quem já figura nesta lista pode tomar dele o troféu de Destaque do Campeonato. Confira:

Fábio (Cruzeiro) - 1ª rodada
Carlinhos Bala (Náutico) - 2ª e 18ª rodadas
Marcos (Palmeiras) - 3ª e 26ª rodadas
Paulo Henrique (Santos) - 4ª rodada
Wéldon (Sport) - 5ª rodada
Felipe (Corinthians) - 6ª rodada
Adriano (Flamengo) - 7ª rodada
Bolaños (Internacional) - 8ª rodada
Ronaldo (Corinthians) - 9ª, 11ª, 29ª e 34ª rodadas
Roger (Vitória) - 10ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 11ª e 27ª rodadas
Val Baiano (Barueri) - 12ª rodada
Aranha (Atlético-MG) - 13ª rodada
Obina (Palmeiras) - 14ª e 32ª rodadas
Andrezinho (Internacional) - 15ª rodada
André Lima (Botafogo) - 16ª rodada
Roni (Fluminense) - 17ª rodada
Gléguer (Vitória) - 18ª rodada
Sandro (Internacional) - 18ª rodada
Victor (Grêmio) - 19ª rodada
Richarlyson (São Paulo) - 20ª rodada
Wellington Paulista (Cruzeiro) - 21ª rodada
Elias (Corinthians) - 22ª rodada
Éder Luís (Atlético-MG) - 23ª rodada
Gilberto (Cruzeiro) - 24ª rodada
Iarley (Goiás) - 25ª rodada
Petkovic (Flamengo) - 25ª e 30ª rodadas
Corrêa (Atlético-MG) - 27ª rodada
Felipe (Santos) - 28ª rodada
Márcio Careca (Barueri) - 29ª rodada
Nunes (Santo André) - 31ª rodada
Bruno (Flamengo) - 33ª rodada

Quem foi o destaque da 34ª rodada do Brasileirão?

Neymar (Santos)

26,09% (6 votos)
Marquinhos Paraná (Cruzeiro)

17,39% (4 votos)
Ronaldo (Corinthians)

56,52% (13 votos)
Total: 23 votos

Agora é hora de escolher o destaque da 35ª rodada. Confira os candidatos:

Jorge Wágner (São Paulo) - Voltou a ser decisivo para o São Paulo na reta final do Brasileirão. Além dos ótimos passes, fez um dos gols na vitória do tricolor sobre o Vitória, por 2 a 0.

Val Baiano (Barueri) - Fez três gols, merece a chance de figurar na lista. O atacante do Barueri marcou todos do seu time contra o Botafogo, por 3 a 0. Ele já foi destaque na 12ª rodada.

Maicon (Fluminense) - Além de ser praticamente impossível pegá-lo na corrida, Maicon é cada vez mais decisivo para o Flu. Contra o Atlético-PR, deu um passe para o gol de Fred e marcou o outro, por cobertura. 2 a 1 Flu, placar final.

Quem foi o destaque da 35ª rodada do Brasileirão?

Jorge Wágner (São Paulo)

Val Baiano (Barueri)

Maicon (Fluminense)












Quanta solidão

Na última segunda-feira, assistindo ao programa Linha de Passe - Mesa Redonda, da ESPN Brasil, vi um comentário de Juca Kfouri que achei muito interessante. Quis reproduzi-lo aqui no blog, mas preferi esperar o jogo entre Brasil e Argentina. Hoje, não vou lembrar as exatas palavras, mas tentarei chegar o mais próximo. "É a mesma coisa do que, um hospital, colocar na cirurgia mais importante do dia, um enfermeiro novato no lugar de um médico renomado. Estão brincando com a paixão. E a paixão, um dia acaba."

Ele falava sobre Dunga. E tinha razão. Quando o aprendiz de treinador chegou à seleção brasileira, todos ficaram com pé atrás. A justificativa era simples: Dunga tem a alma da seleção. Vai deixar o time com a cara do povo brasileiro. Tudo isto, depois do fiasco na Copa de 2006, um time sem o menor compromisso.

Hoje, não podem criticar a seleção por falta de vontade ou compromisso. Mas por falta de futebol, sim. Esta seleção, não tem nem um pouco da cara do povo brasileiro. É sonolenta, melancólica. Não empolga em nenhum momento.

Dunga é culpado? É. Mas não é o único. É preciso descer do pedestal. Não temos mais a melhor seleção do mundo, como outrora. Em algumas posições, somos muito carentes. A situação piora, quando nossos melhores volantes ficam fora das convocações. Quando os mais capacitados meias, não são lembrados. Quando não há alternativa tática para o time, porque o "treinador", nada mais é do que um motivador linha dura.

E assim, Brasil e Argentina fizeram um jogo chato. De pouquissimas emoções. Que se tivesse um vencedor, seria a Argentina. E se não teve, foi porque os hermanos tiveram medo em excesso, de uma seleção que não coloca medo nem em Paraguai nem na Venezuela.

O Brasil teve 20 minutos de futebol mediano. Anderson é fundamental no meio-campo. Procura o jogo e dá velocidade à bola enquanto os outros se escondem. Quando saiu, machucado, o Brasil sumiu. E Dunga errou, inclusive na montagem do banco. Onde estava Elano, o subsituto ideal para Anderson? Havia sido cortado. Depois, errou de novo, tirando Adriano, que não foi bem porque a bola não chegou. E colocando Luis Fabiano. Adivinhem: a bola não chegou para ele também.

Junte-se a isto Maicon e Gilberto abaixo da crítica. Parecem com medo de atacar. E sem eles, o Brasil não chegou nenhuma vez à linha de fundo na partida. E pior que eles: Gilberto Silva. Gostaria de uma explicação para como um jogador que praticamente não entrou em campo na última temporada, pode se manter titular da seleção brasileira. Incrível.

E assim, o tempo passou. Com jogadores sofrendo de solidão. Sem o apoio da torcida, e sozinhos. Os laterais jogam sozinhos. Não há aproximação. O centro-avante corre sozinho. A bola não chega. E o torcedor, tenta se empolgar sozinho. Porque se depender deste time, a situação está complicada.

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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