Mostrando postagens com marcador maicosuel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maicosuel. Mostrar todas as postagens

O que faz a diferença

Não há como negar que o Campeonato Brasileiro é equilibrado. São raras as goleadas. Quando elas acontecem, normalmente são graças à uma série de fatores. Aquele que goleia, pode ser goleado na rodada seguinte. Existem alguns elencos mais fortes, outros mais fracos, mas o equilíbrio é evidente. O que faz então, times como Vasco, Corinthians e Botafogo andarem na frente e outros como Atlético-PR, Avaí e América andarem tão atrás? Aquele jogador que faz a diferença.

Grêmio e Botafogo não fizeram um bom jogo no Olímpico. Equilibrado, disputado, mas com poucas emoções. Durante todos os 90 minutos, os donos da casa tiveram a iniciativa, com posse de bola ofensiva. Mas conseguiram criar pouco. A bola rodava e o jogo não encaixava. Faltava o passe diferente, a jogada inesperada.

O Botafogo também não foi bem. Com a marcação muito recuada, o time tinha dificuldades de saída. Abusou das bolas longas, desperdiçando o que tem de melhor: o meio-campo qualificado. Elkeson e Maicosuel participaram pouco da partida e os atacantes ficaram em constante desvantagem contra a defesa. Tanto é, que a primeira finalização do Botafogo na partida só veio aos 39 minutos do primeiro tempo e Herrera jogou muito longe do gol.

No panorama de equilíbrio e pouca inspiração que parecia encaminhar o jogo para o empate sem gols, veio o lance decisivo. Maicosuel recebeu boa bola, limpou a marcação e acertou passe perfeito. Loco Abreu, bem posicionado, definiu. Uma jogada trabalhada. Um gol. Três pontos.

O Botafogo está na briga pelo título. É terceiro colocado e embora tenha muitas dificuldades quando joga fora de casa, não deixa de somar pontos. E do meio para frente, é cheio de jogadores diferentes. Aqueles, capazes de decidir. A jogada que levará três pontos para General Severiano pode vir de um lance isolado de Elkeson. Ou em uma bola parada de Renato. Em uma arrancada de Maicosuel. Ou no faro de gol de Loco Abreu.

E isto faz toda a diferença...

---
Curta o Marcação Cerrada no Facebook e fique por dentro das novidades do blog.

Abracadabra

Não foi como num passe de mágica. Exigiu esforço e muito tempo de negociação. Mas Palmeiras e Botafogo finalmente conseguiram os reforços que tanto desejam desde o início da temporada. Os magos, Valdívia e Maicosuel estão de volta.

Antes de mais nada, não gosto dos apelidos. Para tornarem-se dignos de serem considerados magos, ambos ainda precisam jogar e, principalmente, conquistar mais. De toda forma, os dois reforços chegam para serem titulares absolutos em seus times e certamente melhorar bastante a qualidade de ambos.

Valdívia fez falta ao Palmeiras. Depois de sua saída, o time não encontrou um jogador com as mesmas características. Tentou adaptar Diego Souza na função, mas não funcionou. Cleiton Xavier também não consegue fazer o mesmo que o chileno. Com Lincoln vivendo boa fase, a tendência é que Valdívia jogue como segundo atacante, ao lado de Kléber. Funciona, como já provou na seleção do Chile na Copa do Mundo. É um jogador com força física, inteligência e qualidade técnica para jogar por ali. Ganha o Palmeiras. Ganha Kléber. Aos poucos, o time de Felipão ganha corpo. Pena que talvez seja tarde demais para brigar por algo grande.

No Botafogo, Maicosuel também deixou uma lacuna muito grande. Resta saber qual é o Maicosuel que está voltando ao clube da estrela solitária. Aquele que fez um primeiro semestre impecável em 2009 ou o que não conseguiu a regularidade na carreira. A empolgação com o meia me parece precipitada. Principalmente levando em conta o passado. Acho que o meia precisa ser mais testado, precisa de uma sequência maior de bons jogos, para ser digno do status de ídolo que adquiriu rapidamente no Botafogo.

De toda forma, independente da nomenclatura, seja mago, craque, meia ou bom reforço, o retorno de Valdívia, Maicosuel e outros jogadores deste nível, faz muito bem ao futebol brasileiro. Ponto para Palmeiras e Botafogo.

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

Marcação no Facebook

Marcadores Online

Marcação Arquivada

Desde Ago/2007

Marcação no Twitter