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Destaque da Rodada

O Cruzeiro não vai bem no Campeonato Brasileiro. Mas decisivo em duas rodadas, Montillo assume a liderança isolada e é o primeiro destacado duas vezes na competição. Confiram:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª e 16ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada

Quem foi o destaque da 16ª rodada do Brasileirão?

Montillo (Cruzeiro)

69,23%
Agenor (Atlético-GO)

15,38%
Anderson Martins (Vasco)

15,38%

Vamos agora eleger o destaque da 17ª rodada. Confiram os candidatos:

Rafael Moura (Fluminense) - Marcou dois gols e deu o passe para outro na goleada do Fluminense sobre o Figueirense por 3 a 0.

Édson Bastos (Coritiba) - Apesar dos dois gols sofridos, o goleiro foi decisivo defendendo o penalti de Borges quando a partida estava 2 a 2. No fim, o Coxa venceu por 3 a 2.

Emerson (Corinthians) - Entrou quando o time perdia por 2 a 0. E foi decisivo na vitória do Corinthians por 3 a 2 sobre o Atlético-MG com um gol e participação nos outros dois.


Quem foi o destaque da 17ª rodada do Brasileirão?

Rafael Moura (Fluminense)

Édson Bastos (Coritiba)

Émerson (Corinthians)













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Pra afastar a crise

A polêmica começou na quarta, chegou ao ápice momentos antes do jogo de hoje e ainda não parece ter hora pra acabar. Fred e Rafael Moura estariam em um restaurante e foram seguidos por torcedores. Muito disse-me-disse sobre o assunto. E o capitão do Fluminense alegou "falta de condições psicológicas" para desfalcar a equipe contra o Inter.

Os primeiros minutos do jogo no Engenhão mostraram o quanto o caso abalou o Fluminense. Nervoso, tenso, o time deixava muitos espaços na defesa. Que o Internacional aproveitava, principalmente com Tinga. Espetado como meia, o "volante" teve em seus pés as três melhores chances do primeiro tempo mas não aproveitou.

Mais avançado e conseguindo manter a posse de bola, o Fluminense melhorou no segundo tempo. Souza começou a participar mais, os laterais a chegarem ao ataque. E em cruzamento de Mariano, Souza fez gol que impediu o time de sentir falta de Fred, como um típico centro-avante.

Pouco depois, em lance duvidoso, Leandro Damião se enroscou com os zagueiros do Flu e o árbitro marcou penalti. Que D'Alessandro bateu mal, Diego Cavalieri defendeu e deu ao tricolor carioca a moral necessária para definir o jogo. Em penalti e expulsão de Kléber, que terminou com gol de He-Man, um dos pivôs da polêmica da semana.

O Fluminense é sétimo colocado. Ainda está 10 pontos atrás do líder. Mas se espantar crises desnecessárias, pode brigar na parte alta da tabela. Apesar dos problemas, tem time, elenco e um bom técnico.

Enquanto isto, o Inter segue pagando pelo erro de demitir Falcão. Ainda não sabe quem será seu treinador. E também não parece saber qual o seu papel no Brasileirão.

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Um só herói não faz milagre

A estreia do Fluminense na Libertadores acabou muito mais complicada do que imaginava-se. E por incrível que pareça, terminou melhor do que poderia, tendo em vista o que aconteceu no Engenhão.

Sem Deco, Fred e Émerson, Muricy mandou a campo um Fluminense forte, capaz de vencer os argentinos. Postado novamente no 4-2-2-2 o time começou melhor no jogo. Tinha a bola, conseguia jogar no campo de ataque e controlava a partida. Falso domínio. Bem postado num ofensivo 3-4-2-1, o Argentino Júniors bloqueava os lados do campo e congestionava a entrada da área, tirando do Flu a possibilidade de ameaçar.

O tempo passava, e o nervosismo crescia. O Fluminense queria quebrar logo a barreira argentina mas não conseguia encontrar o caminho. Willians, perdido, corria muito mas errava demais. Diguinho passou a abandonar a defesa e tentou virar mais um meia. Os laterais escancaravam as costas.

O jogo ficou como os argentinos queriam. O contra-ataque ficou fácil. E o primeiro gol viria com Niell, em bola que André Luis tirou de dentro do gol mas o árbitro e os comentaristas da Globo preferiram ignorar. O susto deveria servir de exemplo, mas os cariocas seguiram deixando espaços. Até que o baixinho Niell, de 1,62m, subiu sozinho na área para marcar de cabeça para os argentinos. Incrível.

Veio o segundo tempo e o Fluminense melhorou. A entrada de Marquinhos povoou o meio-campo e aproximou meias dos laterais. Faltava chegar mais ao fundo do campo. Mariano afunilava demais o jogo e teimava em jogar pelo meio. A alternativa passou a ser Carlinhos, pelo lado esquerdo. Participativo, o lateral fez ótima partida. Faltou apenas um pouco mais de capricho nos cruzamentos. No único que acertou, Rafael Moura, o He-Man, empatou o jogo.

Havia tempo para virar o jogo. O Flu precisava de tranquilidade. Novamente não teve. André Luís foi indolente no bote. Diego Cavalieri errou no posicionamento (jogar faz falta para os goleiros e assim como Renan em 2010, Diego deve sofrer este ano). E Niell, com o gol vazio, marcou mais um de cabeça.

Para sorte do Flu, em meio a um time ainda desorganizado e com problemas físicos evidentes, havia um super-herói. Rafael Moura re-empatou a partida e garantiu ao menos um ponto para o Fluminense.

O grupo é difícil e o início de temporada não é dos mais animadores. Apesar da ótima fase de He-Man e do grande início de Fred, o tricolor precisará de mais. Principalmente, acertar o sistema defensivo, uma lástima até aqui. Este nunca foi trabalho dos mais impossíveis para Muricy Ramalho. Portanto, é hora de trabalhar. E não esperar que os heróis salvem sempre.

Super-herói goiano

Foi Rafael Moura, o He-Man, o destaque da noite na Copa do Brasil. O contestado mas sempre eficiente artilheiro comandou a goleada do Goiás por incríveis 7 a 0 sobre o fraquíssimo São José, do Amapá. Marcou 4 vezes e assumiu a artilharia da competição.

Aliás, seguimos até aqui sem grandes surpresas na Copa do Brasil. Este ano, nenhum "pequeno" parece pronto para pregar uma peça em seus adversários.

Assim, vamos seguindo com os sempre favoritos na luta pelo título. Mesmo sem jogar bem.

Foi o caso, por exemplo, de Vasco e Palmeiras, que suaram para vencer seus jogos ontem contra times mais fracos.

Assim como eles, Grêmio, Botafogo, Atlético-PR e Atlético-MG devem confirmar sua classificação para a próxima fase. Mesmo que não joguem bem.

Vendo a tabela e o que os times vem jogando, Palmeiras, Grêmio, Fluminense e Santos são meus grandes favoritos para levar o título. Mas ainda é cedo para este palpite.

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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