A mesma praça, o mesmo banco...

Muda o nome do time, a história se repete. O que aconteceu ontem no Corinthians não é nenhuma novidade. Torcida Organizada que acha que é dona do clube. Dirigentes que permitem que elas achem tal coisa. E confusão armada. Não adianta jogar pedra e falar que só acontece no Corinthians. Só nos três anos de Marcação Cerrada, já aconteceu no Vasco, Palmeiras, Fluminense, Atlético-MG e Flamengo.

Pode ter acontecido em outros times. Talvez o assunto não tenha sido tratado dor aqui por cansaço do mesmo assunto. E por isso não vou dedicar muitas linhas ao caso do Corinthians.

Todos sabiam (desde sempre) do bom relacionamento entre Andrés Sanchez e Gaviões da Fiel. As regalias dadas pelo presidente à organizada garantiram a paz e o sucesso do projeto Série B. E desde então, time e torcida viviam uma lua de mel.

Mas estava na cara. Quando faltassem resultados, o amor acabaria. E quem dá a mão, fica sem ter como tirar o braço.

O excesso de espaço da Gaviões já havia sido pivô da saída de Adilson Batista, competentíssimo, do comando do time. Agora a pressão recai sobre jogadores. Alguns inclusive, citados literalmente pela torcida no protesto, como Souza, Moacir, Alessandro e Danilo.

Independente de os jogadores serem bons ou ruins, de o time estar bem ou mal, lugar de torcida é na arquibancada. Lá, eles tem todo o direito de protestarem da forma como quiserem. Qualquer atitude contrária é absurda, retrógada e imbecil.

Aí corre o risco de o Corinthians vencer o Guarani no fim-de-semana, e ainda haverá quem diga que foi graças à pressão da torcida...

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Quadro Negro

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O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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