O hall dos clubes centenários no Brasil cresce hoje. E ganha um integrante ilustre, essencial, peculiar e que faz muito bem ao futebol no país. O Sport Club Corinthians Paulista é um time de torcida incrível, de história interessante e cheia de reviravoltas e cercado de folclore.

Não é atoa que a festa pelos 100 anos do Timão foi incrível. Mais de 130 mil apaixonados representaram outros tantos milhões. Um verdadeiro bando de loucos, capaz de lotar estádios Brasil afora e de fazer tremer os adversários em qualquer que seja a divisão.
O Corinthians repleto de histórias, todas tão marcantes e diferenciadas. O time do jejum de quase 23 anos sem títulos, quebrado em 1977. O time da "Democracia corinthiana", comandada por Sócrates. O time campeão mundial que nunca ganhou a Libertadores. O campeão brasileiro apoiado em um investidor duvidoso e em erros grotescos de arbitragem.

O Timão de Wladimir, Basílio, Biro-Biro, Sócrates, Ataliba, Casagrande, Ronaldo, Viola, Neto, Tupãzinho, Zé Elias, Marcelinho Carioca, Dida, Rincón, Vampeta, Gamarra, Tévez e Ronaldo e tantos outros. Que será de Dentinho, Elias, Boquita e outros de uma geração de futuro e de jogadores que ainda estão por vir.
O time do povo e da Fiel. Que causa inveja pelo excesso de espaço nas manchetes naqueles que não entendem a força e o poder que tem esta torcida apaixonada.
Por tudo isto, o Marcação Cerrada deixa esta homenagem e os parabéns ao Sport Clube Corinthians Paulista e à sua apaixonada e Fiel torcida pelos 100 anos de história.

"Glória do desporto nacional". A frase que abre o hino do Sport Club Internacional é perfeita para abrir qualquer texto sobre os 100 anos de um dos clubes mais gloriosos da história do futebol brasileiro. Glória não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro. O único "campeão de tudo" das Américas.
Internacional do povo. Criado para dar oportunidade à todos. Internacional de Falcão, em 1975. O homem que colocou para o Brasil a força de um tal Colorado que já encantava o Sul do país. Internacional tricampeão brasileiro. Que só não é tetra no apito. O que não diminui o orgulho de ser torcedor desta potência.
Internacional dos craques, que também são feitos em casa. Dos ídolos nacionais. Taffarel, Lúcio, Mauro Galvão, Pato, Dunga, Rafael Sóbis. Mas também, como o nome diz, dos ídolos internacionais. Figueroa, Rubén Paz, Gamarra. E por último, um dos grandes símbolos atuais, o argentino Guiñazu.
Internacional do octacampeonato Gaúcho. Inter do Brasil, em 75, 76, 79, 2002. E porque não em 2005. Aquele vice, roubado, traria ótimas consequências. Trouxe o Inter, da América do Sul em 2006. E o Inter do Mundo, no mesmo ano. O Inter de Gabiru, que saiu do nordeste para derrubar um gigante chamado Barcelona. O Internacional, orgulho do Brasil.
Internacional do Gigante da Beira-Rio, construído por mãos fortes e apaixonadas. De uma torcida fanática. Que carrega o Colorado no coração, nas veias, e no bolso. A maior massa associativa do país. A sétima maior do planeta.
Internacional centenário. De todos os torcedores do Colorado mais glorioso do planeta.
Parabéns Internacional!
Depois de mais uma goleada, a sexta no ano, a terceira sofrida dentro do Mineirão, o Atlético-MG afundou de vez na crise esta semana. Humilhado, sem possibilidade de ganhar título algum neste importante ano, o time foi alvo da própria torcida.

Quatro vândalos, que se dizem torcedores e trajavam a camisa da torcida Galoucura, invadiram a sede do clube, no horário do almoço, subiram à ante-sala da presidência, tentaram invadir a sala de Ziza Valadares mas não conseguiram. Ele não estava lá, de toda forma. A mesa da secretária do presidente foi atirada para cima, quebrando (além da mesa) computador, telefone e outros pequenos objetos.
Dos quatro, três já foram reconhecidos pela Polícia Militar. São também conhecidos dentro do clube. Não é a primeira vez que aprontam. São os mesmos que ameaçaram o meia Marcinho, ano passado. Que ameaçaram os conselheiros e diretores do clube na porta da sede. Que jogaram uma pedra no ônibus do clube, este ano. E que agrediram o assessor de imprensa do clube, após o jogo contra o Ipatinga. Depois de tanto aprontarem, parece que o clube, finalmente, perdeu a paciência com eles, e não será conivente desta vez.
A Galoucura, de forma não oficial, assume que "a torcida pôs a cara". A torcida sabe que todos seriam reconhecidos facilmente, pois são figurinhas carimbadas. Eles aguardam o prazo de 24 horas, para que os membros da torcida não sejam autuados em flagrante, para assumir a responsabilidade pelos fatos.
Mais um triste episódio do futebol brasileiro.
O Inter parece mesmo disposto a entrar com tudo no ano do centenário. O clube gaúcho, que completa 100 anos em 2009, já vem fazendo diversas campanhas, fora de campo, para valorizar o clube diante dos torcedores. O projeto para alcançar 100 mil sócios segue de vento em popa.
Porém, dentro de campo, a diretoria também não vai perdendo tempo. Depois de perder o atacante, capitão e ídolo Fernandão; além do ótimo volante Guiñazu, o Inter segue atrás de reforços de peso.
O primeiro, praticamente certo, é o meia argentino Andrés D´Alessandro, que jogou o primeiro semestre pelo San Lorenzo. Craque. Reforço de alto nível. Sempre que foi bem, foi decisivo pelo San Lorenzo na Libertadores. Um jogador diferenciado como há poucos hoje no futebol brasileiro.
Outra expectativa é por um retorno que faria muito felizes os torcedores colorados. O meia Daniel Carvalho, já conversa com o CSKA para ser emprestado ao Inter. O jogador renovaria o contrato por mais um ano, para ficar seis meses no Beira-Rio. Outro jogador de alto nível, diferenciado.
Enquanto isto, tem gente que investe em Odvan, Roque Júnior, Zárate, etc.