A versão 2012 do Cruzeiro segue tocando o barco sem mudanças: sofre para vencer no Campeonato Mineiro e soma pontos sem brilho. Ontem, chegou à terceira vitória consecutiva quando enfrentou o lanterna Democrata, ainda sem pontos conquistados.

Por conta de uma lesão sofrida por Roger, Mancini foi obrigado a mexer no meio-campo. Rudnei, que já pedia passagem no time, ganhou uma oportunidade. Com ele, além de poder de marcação, o Cruzeiro pode ganhar dinâmica e rapidez.
No campo pequeno e ruim, o que se viu foi um jogo fraco. O Cruzeiro manteve o ritmo: time lento, previsível, que se movimenta pouco e sem brilho individual. Depende muito de Montillo, sempre bem marcado e com dificuldades para jogar. O adversário, com o meio-campo congestionado por 4 volantes, tinha na passagem dos laterais seus melhores momentos e chegou a dominar o jogo em alguns momentos.
Só no segundo tempo, quando trocou Rudnei por Wálter, o Cruzeiro conseguiu ameaçar. Pouco. Dois passes fantásticos de calcanhar de Anselmo Ramón e dois gols de Montillo, um deles após chegada de Diego Renan (o melhor do time) ao fundo. O time de Mancini chegou a ser sufocado em alguns momentos e não conseguiu impor seu ritmo.
As três vitórias do Cruzeiro foram sobre os três últimos colocados na classificação. Partida após partida, Vágner Mancini fala que o time vai corrigir os erros durante a semana e evoluir. Embora os resultados tenham melhorado (contra adversários muito abaixo, é verdade), o futebol do Cruzeiro é o mesmo daquele que quase levou o time à Série B em 2011.
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Dois velhos conhecidos comandam o meio-campo da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. E dois grandes destaques deste Brasileirão.

Montillo carregou o Cruzeiro no primeiro turno e deu "gordura" suficiente para o time evitar o rebaixamento. Ao lado de Dedé, é o segundo a entrar na seleção pelo segundo ano consecutivo, já que esteve também em 2010. Chamou a atenção de vários clubes (brasileiros e estrangeiros) mas deve permanecer no Cruzeiro em 2012.
Em 2009, Diego Souza foi um dos craques do Campeonato pelo Palmeiras. Depois de uma passagem apagada pelo Atlético-MG, sua estrela voltou a brilhar em 2011. Ajudou o Vasco a fazer campanha brilhante e terminar na segunda posição, garantindo também vaga no meio-campo da Seleção.
Quem foram os dois melhores meias do Campeonato Brasileiro? | Alex (Corinthians) | | 8,70% (4 votos) |
| D'Alessandro (Internacional) | | 4,35% (2 votos) |
| Deco (Fluminense) | | 4,35% (2 votos) |
| Diego Souza (Vasco) | | 19,57% (9 votos) |
| Elkeson (Botafogo) | | 8,70% (4 votos) |
| Lucas (São Paulo) | | 2,17% (1 voto) |
| Marquinho (Fluminense) | | 2,17% (1 voto) |
| Montillo (Cruzeiro) | | 23,91% (11 votos) |
| Thiago Neves (Flamengo) | | 10,87% (5 votos) |
| Wellington Nem (Figueirense) | | 15,22% (7 votos) |
Total: 46 votosAssim fica a nossa seleção, faltando apenas os atacantes:
1 - Fernando Prass (Vasco)
2 - Mário Fernandes (Grêmio)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Réver (Atlético-MG)
6 - Cortês (Botafogo)
5 - Rômulo (Vasco)
8 - Paulinho (Corinthians)
7 - Diego Souza (Vasco)
10 - Montillo (Cruzeiro)
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Hora de escolher as "cabeças pensantes" do meio-campo da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Valdívia, Thiago Neves, Alex, Diego Souza e Montillo são os nomes que começaram a competição tentando figurar entre os melhores pela segunda vez. Veja se algum está entre os 10. Escolha os dois melhores e vote:
Alex (Corinthians) - Embora não fosse titular absoluto, era o ponto diferente no meio-campo corinthiano. Seleção de 2008, pelo Internacional.
D'Alessandro (Internacional) - Decisivo nos momentos mais importantes do Inter na competição. Fundamental na conquista da vaga para a Libertadores.
Deco (Fluminense) - Jogou pouco, mas jogou muito. Quando esteve em campo, fez valer o salário alto pago pelo Flu.
Diego Souza (Vasco) - Voltou a encontrar seu melhor futebol no Rio de Janeiro. Esteve na Seleção de 2009, pelo Palmeiras.
Elkeson (Botafogo) - Primeiro turno alucinante do jovem meia botafoguense. Pena que assim como o time, caiu muito de rendimento na segunda parte da competição.
Lucas (São Paulo) - Caiu de rendimento na reta final. Mas chamou a atenção no início da competição e cavou vaga na seleção brasileira.
Marquinho (Fluminense) - De jogador pouco valorizado, tornou-se peça fundamental no meio-campo do Flu, com gols importantes e grandes partidas.
Montillo (Cruzeiro) - Carregou o time nas costas no primeiro turno e conseguiu que a equipe somasse pontos para fugir do rebaixamento. Foi meia da seleção em 2010.
Thiago Neves (Flamengo) - Quando Ronaldinho esteve mal, chamou para si a responsabilidade de comandar o time flamenguista. Seleção de 2007 pelo Fluminense.
Wellington Nem (Figueirense) - Uma das gratas revelações da competição. Velocidade e qualidade na chegada ao ataque que quase levaram o Figueira à Libertadores.
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O Cruzeiro não vai bem no Campeonato Brasileiro. Mas Montillo sobra. Decisivo em mais uma partida, o argentino disparou na disputa do troféu de Destaque do Brasileirão. Já era líder, com o destaque em duas rodadas. E abriu o returno com goleada. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada
Quem foi o destaque da 19ª rodada do Brasileirão?
| Diego (Ceará) | | 18,67% (14 votos) |
| Montillo (Cruzeiro) | | 72,00% (54 votos) |
| Luan (Palmeiras) | | 9,33% (7 votos) |
Total: 75 votos
Vamos agora aos destaques da 20ª rodada. Veja os candidatos e vote:
Éder Luis (Vasco) - Um gol e uma assistência. Decisivo mais uma vez na vitória do Vasco por 3 a 1 sobre o Ceará.
Wellington Nem (Figueirense) - Outro com um gol e uma assistência. Wellington Nem foi um dos ótimos nomes do Figueira na goleada por 4 a 2 sobre o Cruzeiro.
Borges (Santos) - Dois gols e uma assistência em curto espaço de tempo. O artilheiro do Brasileiro decidiu o 3 a 3 entre Internacional e Santos.
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A atuação de gala contra o Flamengo com direito a gol de bicicleta rendeu a Leandro Damião um lugar entre os destaques do Brasileirão. Ele é o segundo jogador do Internacional na lista. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª e 16ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada
Vamos agora eleger o último destaque do primeiro turno. Veja os candidatos e escolha o seu:
Diego (Ceará) - Série de defesas impressionantes e uma atuação impecável que garantiu a goleada do Ceará sobre o Bahia, por 3 a 0.
Montillo (Cruzeiro) - Dois gols decisivos na vitória do Cruzeiro no clássico contra o Atlético-MG, por 2 a 1. Foi destaque na 8ª e na 16ª rodadas.
Luan (Palmeiras) - Mais uma atuação destacável do jovem atacante do Palmeiras. Marcou um gol e foi peça efetiva nas jogadas de ataque do time na vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians.
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O dia começou com o clássico inglês. A goleada do Manchester por 8 a 2 sobre o Arsenal escancarou a diferença entre os times. Enormes. O domingo terminou com clássico em Minas Gerais. Que também deixou clara a diferença entre Atlético-MG e Cruzeiro. Bem menor do que na Inglaterra, mas considerável: um Montillo.

Tecnicamente, não foi um bom jogo na Arena do Jacaré. Cuca voltou a escalar o Atlético-MG no 3-5-2, com Richarlyson como terceiro zagueiro, para liberar o jogo pelos lados. A idéia clara era explorar a deficiência na marcação dos laterais do Cruzeiro, que o treinador atleticano conhece bem. Não deu porque um erro de Richarlyson e Pierre logo no início, fez com que Wellington Paulista achasse Montillo em posição muito difícil, mas legal, para driblar Renan Ribeiro e abrir o marcador.
O jogo dos sonhos se apresentou para o Cruzeiro. A torcida do Galo se voltou contra o time, que como nas outras partidas acusou o golpe. Se fosse para cima, o time de Joel Santana certamente mataria o jogo.
Pouco depois Wellington Paulista deixou o campo machucado para a entrada de Charles. A idéia seria boa, para liberar Roger e Montillo para armar os contra-ataques com o apoio dos laterais. Mas não foi o que aconteceu. Com apenas um atacante para marcar, Cuca desmanchou o 3-5-2 transformando Richarlyson (de novo muito mal) em meia pelo lado esquerdo. E o Cruzeiro se encolheu.
O primeiro tempo acabou e Cuca voltou com um Galo ainda mais ofensivo para o segundo tempo. Com três atacantes, o alvinegro passou a jogar no campo de ataque. Só um time jogava na Arena e o empate era questão de tempo. Saiu no ótimo chute do ótimo Felipe Soutto (de longe o melhor jogador atleticano), indefensável para Fábio.
O jogo seguia jogado no campo de defesa do Cruzeiro. A posse de bola do Galo, porém, seguia sem assustar. Tanto é que Fábio não fez uma defesa sequer. Demorou, mas Joel tentou Ortigoza na vaga de Roger, para tirar o adversário da zona de conforto. Embora também não ameaçasse, o Cruzeiro equilibrou o jogo e ocupava mais o campo de ataque.
A partida era de intermediária a intermediária. Sem ameaças. Até que o incansável Montillo roubou uma bola no meio, avançou e da intermediária, acertou o canto de Renan Ribeiro, que aceitou. 2 a 1 e jogo definido nos minutos finais.
O Atlético não consegue reagir. Com Cuca, são 6 jogos e 6 derrotas. A diferença para o primeiro time fora da zona de rebaixamento já é de 5 pontos. Falta ao time alguém capaz de fazer algo diferente. Falta Montillo.
Que o Cruzeiro tem. E deve ao Destaque do Brasileirão até aqui, grande parte dos pontos que tem. A equipe de Joel ainda é defensiva demais, pobre demais, fraca demais.
O pobre clássico mineiro só mostrou uma coisa de bom. E ela veio da Argentina. Se chama Walter Montillo.
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O Cruzeiro não vai bem no Campeonato Brasileiro. Mas decisivo em duas rodadas, Montillo assume a liderança isolada e é o primeiro destacado duas vezes na competição. Confiram:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª e 16ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Quem foi o destaque da 16ª rodada do Brasileirão?
| Montillo (Cruzeiro) | | 69,23% |
| Agenor (Atlético-GO) | | 15,38% |
| Anderson Martins (Vasco) | | 15,38% |
Vamos agora eleger o destaque da 17ª rodada. Confiram os candidatos:
Rafael Moura (Fluminense) - Marcou dois gols e deu o passe para outro na goleada do Fluminense sobre o Figueirense por 3 a 0.
Édson Bastos (Coritiba) - Apesar dos dois gols sofridos, o goleiro foi decisivo defendendo o penalti de Borges quando a partida estava 2 a 2. No fim, o Coxa venceu por 3 a 2.
Emerson (Corinthians) - Entrou quando o time perdia por 2 a 0. E foi decisivo na vitória do Corinthians por 3 a 2 sobre o Atlético-MG com um gol e participação nos outros dois.
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Pela segunda rodada consecutiva, foi do São Paulo o destaque da rodada. Cícero fez os dois gols na vitória sobre o Avaí e é mais um nome na concorrida lista de Destaque do Brasileirão. Confira:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª rodada
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Quem foi o destaque da 15ª rodada do Brasileirão?
| Elias (Figueirense) | | 17,86% (5 votos) |
| Cortês (Botafogo) | | 32,14% (9 votos) |
| Cícero (São Paulo) | | 50,00% (14 votos) |
Total: 28 votos
Vamos agora eleger o melhor da 16ª rodada. Confira os candidatos:
Montillo (Cruzeiro) - Apesar do penalti perdido, marcou um gol (de penalti) e deu passe para outros dois na goleada do Cruzeiro sobre o Avaí por 5 a 0. Foi destaque na 8ª rodada.
Agenor (Atlético-GO) - Recebeu a difícil missão de anular Neymar no confronto contra o Santos. E cumpriu muito bem. Resultado: 2 a 0 para o Atlético.
Anderson Martins (Vasco) - Graças a uma atuação impecável de Anderson Martins, o Vasco não sentiu a ausência do selecionável Dedé no 1 a 0 sobre o Palmeiras.
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O artilheiro do Campeonato Brasileiro é argentino e aparece pela primeira vez na lista de destaques na 8ª rodada. Montillo brilhou contra o Grêmio e agora faz parte da lista e da briga pelo prêmio de Destaque do Campeonato. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª rodada
Quem foi o destaque da 8ª rodada do Brasileirão?| Montillo (Cruzeiro) | | 57,14% |
| Ralf (Corinthians) | | 14,29% |
| Oscar (Internacional) | | 28,57% |
Vamos agora eleger o destaque da 9ª rodada. Confira os candidatos:
Marlos (São Paulo) - Fez um gol e deu o passe para outro. Rápido, foi decisivo na vitória sobre o Cruzeiro por 2 a 1.
Juninho Pernambucano (Vasco) - Como volante, mostrou o quanto ainda pode ser útil ao Vasco. Muito perigoso em todas as cobranças de falta.
Marcelo Grohe (Grêmio) - O Grêmio não sente falta do selecionável Victor graças à mais uma grande atuação de Grohe. Fantástico na vitória sobre o Coritiba por 2 a 0.
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Sete rodadas, sete nomes diferentes. Oscar brilhou na vitória do Internacional sobre o Atlético-MG com gol e assistência e entrou para a seleta lista de Destaques da Rodada. Confira:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Quem foi o destaque da 7ª rodada do Brasileirão?| Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) | | 26,67% |
| Júlio César (Corinthians) | | 20,00% |
| Oscar (Internacional) | | 53,33% |
Vamos agora eleger o destaque da 8ª rodada. Veja os candidatos:
Montillo (Cruzeiro) - Fez dois gols e assumiu a artilharia do Campeonato Brasileiro, levando o Cruzeiro à terceira vitória consecutiva.
Ralf (Corinthians) - Fundamental presença defensiva, ainda marcou um dos gols da virada do líder Corinthians, sobre o Vasco por 2 a 1.
Oscar (Internacional) - Chamado de última hora da seleção sub-20, foi decisivo marcando o gol da vitória do Inter sobre o Atlético-PR. Foi o destaque da 7ª rodada.
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Por melhor que seja, nem sempre um time de futebol jogará bem e será brilhante. Por isso, em algumas vezes a boa fase é mais importante que a qualidade técnica em si. Unir os dois é o caminho para o sucesso. Caminho que parece vir sendo muito bem feito pelo Cruzeiro neste início de temporada.

Os desfalques do versátil Pablo (fundamental no balanço defensivo) e de Thiago Ribeiro (artilheiro do time em 2011) foram importantes para a queda de rendimento do Cruzeiro ontem na Colômbia. Mais do que isto, a estratégia defensiva de Cuca não funcionou bem. Gilberto era o responsável por marcar o arisco Dayro Moreno. O atacante afunilava o jogo, Gilberto o seguia e abria um buraco na lateral esquerda. Marquinhos Paraná tentava cobrir o lateral e abria um buraco no meio. O "cobertor curto" da defesa do Cruzeiro colaborou para a impressão de que a marcação estava frouxa na etapa inicial. Os mineiros marcavam de longe porque chegavam atrasados.
Com o bom trio ofensivo, o Once Caldas era mais perigoso. Moreno dava muito trabalho caindo pelos lados e Rentería, apesar do jogo ruim, incomodava a defesa o tempo todo. O Cruzeiro tinha dificuldades para roubar a bola e logo, para impor seu jogo baseado na posse. Por isto, Montillo apareceu pouco na primeira etapa e Roger foi peça nula. Também por isto, Brandão não fez uma "estreia dos sonhos". A bola chegou pouco ao ataque e quando chegou, o bom reforço conseguiu finalizar. Com ele, o Cruzeiro perde em movimentação e velocidade mas ganha em presença. Não acho que será titular sempre, mas será jogador fundamental na temporada.
Enquanto os donos da casa esbarravam em mais uma grande atuação de Fábio, Cuca mostrou-se atento ao jogo. Sacou Brandão e deu lugar a Ortigoza, para aumentar a velocidade. A idéia era ter o paraguaio entre o lateral direito e o zagueiro do Once Caldas, confundindo a marcação. Funcionou. E em dois lances que começaram com o toque qualificado de Montillo, o Cruzeiro definiu (gols de Walyson e Ortigoza).
Não restou outra alternativa aos colombianos senão se lançar ao ataque. A defesa do Cruzeiro seguia confusa e Núñez diminuiu. Pouco para quem enfrenta o melhor time da primeira fase da Libertadores.
Assim como no Campeonato Mineiro, o Cruzeiro conseguiu encaminhar sua classificação na Libertadores na primeira partida. Nos próximos dois jogos, Cuca poderá poupar, testar, experimentar. Depois deles, o Cruzeiro tentará seguir seu caminho: o das conquistas.
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As primeiras partidas das semifinais do Campeonato Mineiro deixaram muito encaminhados os confrontos. Cruzeiro e Atlético-MG ampliaram a vantagem que já tinham sobre os Américas (do interior e da capital, respectivamente) e devem voltar a decidir o Estadual em 2011.

No sábado, o Cruzeiro não teve dificuldades. Goleou o América de Teófilo Otoni por 8 a 1, fora de casa, e nem com um milagre ficará fora da decisão. Cuca e seu time voltaram a mostrar respeito pelo Campeonato e pelo adversário. Com força máxima (o único ausente foi o machucado Victorino), o time celeste jogou sério e deixou mais do que definido o confronto.
Em goleadas deste porte, é difícil encontrar defeitos ou apontar destaques. Mas não há como não separar o momento de Montillo. Autor de três gols (um deles belíssimo, após encobrir o goleiro), o argentino reencontrou o ótimo futebol de suas primeiras partidas pelo Cruzeiro e será peça fundamental nos jogos decisivos na Libertadores. Aliás, com o resultado, a Raposa poderá manter foco total no difícil duelo contra o Once Caldas antes de voltar as atenções para o Campeonato Mineiro.
Quanto ao América de Teófilo Otoni, as duas goleadas seguidas devem doer (antes do confronto com o Cruzeiro, o time perdeu por 7 a 1 para o Atlético, na última rodada da primeira fase). São 15 gols em dois jogos para um time que fazia campanha brilhante baseada no bom desempenho defensivo. Mas não há motivos para lamentar. A campanha quase irretocável que colocou o time como o "melhor do interior" já é um grande feito para um time que era apontado como candidato ao rebaixamento no início do Campeonato.

No domingo, o Atlético não teve a mesma facilidade do rival. Mas venceu o América por 3 a 1 e só ficará fora da decisão com uma goleada pouco provável no próximo fim-de-semana.
Dorival voltou a apostar em Ricardo Bueno no comando do ataque no 4-2-3-1. Não funcionou. Enquanto o atacante apanhava da bola e da arquibancada, o Coelho atacava com organização. Era superior e pressionava com a boa movimentação de Irênio e Luciano. Teve um penalti ignorado pela arbitragem e uma bola no travessão antes de abrir o placar com o zagueiro Gabriel.
O panorama do jogo mudou após os 35 minutos da etapa inicial quando Neto Berola entrou no time do Atlético. Com ele, o Galo ganhou em movimentação e passou a levar perigo mesmo que de forma desordenada. Até empatar o jogo, em belo gol de Patric já nos acréscimos do primeiro tempo.
Dorival aproveitou o intervalo para armar o bote fatal. Recuou as linhas e abriu Mancini e Berola para puxar os contra-ataques. Sabia que o América precisaria sair para o jogo. Com o Coelho evidentemente sentindo o desgaste físico, a tarefa ficou facilitada e o alvinegro tomou de vez as rédeas do jogo até Neto Berola e Serginho definirem o placar.
O América ainda tem o direito de sonhar embora a missão seja muito difícil. No entanto, já é hora de trabalhar visando o mais importante da temporada: se manter na Série A. Apesar de bem treinado e entrosado, o time precisa de reforços urgentes para encontrar-se no nível dos principais concorrentes.
Quanto ao Galo, aos poucos o time dá sinais de melhora. Os resultados são importantes para dar tranquilidade no trabalho. No entanto, ainda é preciso evoluir muito para atingir o ponto que se imaginava no início do ano e para parecer em condições de encarar o maior rival na decisão.
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A ótima fase de seus principais jogadores, garante ao Cruzeiro campanha brilhante no Campeonato Mineiro e na Copa Libertadores. Mais do que isto, fazem do time de Cuca o melhor do país nos primeiros três meses de temporada.

Ontem, contra o Guarani (desta vez de Minas), o time voltou a ter dificuldades táticas e sofrer para buscar o resultado. Mas no fim, alcançou mais uma goleada (a oitava, em 15 jogos no ano) e praticamente garantiu a liderança na primeira fase do campeonato estadual, que lhe garantirá vantagem nas fases seguintes.
Com Ortigoza na vaga de Wallyson, Cuca buscava mais presença de área. Manteve no time Thiago Ribeiro, que reconquistou em campo a vaga de titular. No 4-2-2-2, o time voltou a ter problemas óbvios de cobertura pelo lado esquerdo, onde Carlos César e Luís Fernando trabalhavam bem e chegavam a todo instante perto do gol de Fábio. O goleiro, aliás, já havia comprovado a ótima fase antes de sofrer o gol em cabeçada de Paulo César após cobrança de escanteio.
Só depois dos 15 minutos, o Cruzeiro entendeu o jogo e passou a se impor. Leandro Guerreiro guardava o lado esquerdo, apoiando Gilberto na marcação. E os meias passaram a trabalhar em velocidade para tentar surpreender um adversário que se fechava muito bem quando não tinha a bola. E conseguia se fechar, até que Montillo (outro em ótima fase) foi decisivo. Primeiro, cobrou falta na cabeça de Gil. Depois, fintou dois adversários na entrada da área e acertou o angulo de Fred. Depois, deu ótimo passe para deixar Thiago Ribeiro com o gol vazio.
O 3 a 1 no intervalo fez o Cruzeiro se acomodar na etapa final. Graças ao calor, o jogo perdeu ritmo. A defesa do Cruzeiro voltou a falhar e Chico Marcelo, em posição legal, marcou gol mal anulado em mais um dos incontáveis erros da arbitragem mineira contra os times do interior. Pouco depois, Wallyson que acabara de entrar, bateu forte e definiu o marcador.
O Cruzeiro segue sua caminhada tranquila nas duas competições. E muito deste momento passa pela fase acima da média de suas principais peças. Fábio garante o time mesmo com as falhas seguidas da defesa. Montillo aparece e supera o difícil momento pessoal jogando (muita) bola. E Thiago Ribeiro reencontrou os gols que haviam sumido desde o fim do ano passado (são 9 nos últimos 6 jogos, 11 no ano). Com os três, o Cruzeiro é mais forte.
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Bastava sentir o clima na Arena do Jacaré pouco antes de o jogo começar para saber que para o cruzeirense havia um desejo enorme de vingança sobre o Estudiantes. A sofrida derrota da final da Libertadores de 2009 só se tornaria página virada com uma boa vitória sobre os argentinos. Na estreia dos times em 2011, a desejada vitória veio. Com placar acima de qualquer expectativa e atuação irretocável.

Cuca surpreendeu na escalação. Sacou Diego Renan, Leandro Guerreiro e Thiago Ribeiro do time, colocando Roger, Marquinhos Paraná e Wallyson. Ousada e arriscada, a escalação tinha cara de desespero. O Cruzeiro certamente teria qualidade com a bola nos pés, mas poderia sofrer defensivamente.
Poderia, não fosse o gol de Wallyson antes do primeiro minuto da partida. O atacante mostrou estrela e contou com a sorte, em chute prensado que encobriu o goleiro Orión. 1 a 0 e um jogo totalmente diferente.
O Estudiantes rapidamente avançou suas linhas. Ré, o zagueiro pela esquerda, virou lateral e liberou Nelson Benítez para jogar no campo ofensivo. O meia Enzo Pérez tornou-se praticamente atacante. Os argentinos foram para cima e tiveram o controle da partida durante alguns momentos.
Aos poucos, a salada tática do Cruzeiro encontrou seus espaços e se organizou melhor. No 4-2-3-1, Wallyson fazia papel fundamental: com a bola, abria em velocidade e complicava a vida de Ré; sem ela, era quase lateral direito, liberando Pablo para ser o homem da sobra. Mais organizado, o Cruzeiro deu liberdade para Montillo que decidiu o jogo ainda no primeiro tempo. Primeiro com roubada de bola e passe para Roger, no mano a mano com Verón (sacrificado pelo esquema e tendo que recuar demais para auxiliar Braña na marcação), marcar o segundo. Depois, em jogada muito bem trabalhada pela esquerda, driblando o goleiro e marcando o terceiro.
O 3 a 0 no intervalo era melhor do que qualquer sonho para o torcedor do Cruzeiro. Muito ofensivo, o Estudiantes tentava atacar mas sentia a falta do bom passe de Verón (como dito acima, muito sacrificado). Faltava aos argentinos a compactação e o jogo de posse de bola da época de Sabella.
Na etapa final, o Cruzeiro se fechou de vez. Pablo virou zagueiro pela direita e Wallyson se fixou como lateral num 3-6-1 que fechava bem o meio. Esquema perfeito para definir o jogo nos contra-ataques. Assim saíram os dois gols que fecharam a goleada, primeiro com Montillo de fora da área e depois com Wallyson. 5 a 0. Um massacre histórico e para lavar a alma.
Estrear vencendo é ótimo e importante. Para quem vinha de derrota no clássico estadual, enfrentando um adversário que estava entalado, nem se fala. O Cruzeiro funcionou e teve atuação irretocável por dois motivos: se entregou e batalhou por cada centímetro do gramado. Além disso, teve atuações individuais praticamente irretocáveis (Pablo, Victorino, Paraná, Henrique, Roger, Wallyson e Montillo estiveram muito bem). A Libertadores está apenas começando. Manter o alto nível será preciso. Se organizar melhor, fundamental. Nem sempre, a individualidade resolverá.
Mas o Cruzeiro tem todo o direito de preocupar-se com isto depois. Agora é hora de saborear o frio prato da vingança. Preparado ontem com grande colaboração do Mestre Cuca.
Conca sobrou no meio-campo. Com mais de 32% dos votos, em nenhum momento correu risco de ficar fora da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Já a segunda vaga foi brigada. Montillo e Bruno César lutaram palmo a palmo pelo último lugar no meio. Douglas correu por fora. No fim, melhor para o argentino, que conquistou um lugar neste time:

1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
10 - Conca (Fluminense)
11 - Montillo (Cruzeiro)
Vamos agora escolher a dupla de ataque, para fechar o time de 2010. Confira os indicados:
Éder Luís (Vasco) - Para muitos, foi o melhor jogador do Vasco no Brasileirão. Na falta de um bom centroavante, assumiu o posto de artilheiro do time.
Jonas (Grêmio) - Artilheiro isolado do Brasileirão. Seus gols decisivos fazem de Jonas um dos principais concorrentes da posição.
Juninho (Atlético-GO) - Seus gols ajudaram o time a se safar do rebaixamento. Foi o melhor jogador dos goianos na competição.
Kléber (Palmeiras) - Manteve o bom desempenho dos últimos anos. Foi o destaque do Palmeiras no Brasileirão.
Loco Abreu (Botafogo) - Gols importantes em momentos decisivos. O simpático uruguaio conquistou de vez um espaço no coração dos botafoguenses.
Neymar (Santos) - Foi o grande personagem da competição. Quando não estava envolvido em polêmicas, brilhou dentro de campo.
Obina (Atlético-MG) - Sua estrela voltou a brilhar em momentos decisivos, como no clássico contra o Cruzeiro. Marcou gols fundamentais para a salvação do Galo.
Thiago Ribeiro (Cruzeiro) - Assim como Éder Luís, sentiu falta de um companheiro de ataque. Depois de ser artilheiro da Libertadores, foi o jogador da equipe que mais marcou gols no Brasileiro.
Wesley (Grêmio Prudente) - Um dos poucos nomes que se salvou na equipe, rebaixada. Marcou gols, mostrou qualidade e terá oportunidade no Atlético-MG em 2011.
Zé Eduardo (Santos) - Começou o Campeonato na reserva. Mas desbancou a estrela Keirrison com gols e boas atuações, conquistando a confiança do treinador.

Para alguns, ele já é o melhor jogador do Campeonato até aqui. Fato é que Montillo chegou e organizou o meio-campo do Cruzeiro. Graças (também) às suas atuações, o time mineiro desponta como um dos grandes candidatos ao título. E o argentino, agora faz parte desta lista:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª e 24ª rodadas
Bruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª rodada
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª e 19ª rodadas
Jéfferson (Botafogo) - 18ª e 20ª rodadas
Magno Alves (Ceará) - 21ª rodada
Jucilei (Corinthians) - 22ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 23ª rodada
Quem foi o destaque da 23ª rodada do Brasileirão?
| Montillo (Cruzeiro) | | 66,67% |
| Egídio (Vitória) | | 13,33% |
| Lucas (São Paulo) | | 20,00% |
Vamos agora conhecer os candidatos da 24ª rodada. Escolha e vote:
Elias (Corinthians) - Mais uma vez foi decisivo no líder. Marcou um gol e foi peça fundamental na vitória por 3 a 2 sobre o Santos. Foi destaque na 13ª rodada.
Jonas (Grêmio) - Segue sendo um dos principais jogadores na retomada gremista. Foi dele um dos gols no empate por 2 a 2 com o Flamengo. Foi destaque na 4ª rodada.
Carlinhos (Fluminense) - Dois gols e uma bela atuação na goleada do vice-líder sobre o Atlético-MG que derrubou Luxemburgo.

O Corinthians não lidera o Brasileirão atoa. É o time com mais jogadores na lista de Destaques do Brasileirão até aqui. Jucilei também não foi convocado por Mano Menezes atoa. E provou na 22ª rodada, após ser o destaque do time no clássico contra o Fluminense.
Agora Jucilei é mais um do Timão nesta lista:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª rodada
Bruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª rodada
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª e 19ª rodadas
Jéfferson (Botafogo) - 18ª e 20ª rodadas
Magno Alves (Ceará) - 21ª rodada
Jucilei (Corinthians) - 22ª rodada
Quem foi o destaque da 22ª rodada do Brasileirão?
| Rômulo (Cruzeiro) | | 40,00% |
| Jucilei (Corinthians) | | 46,67% |
| Tinga (Internacional) | | 13,33% |
Vamos agora escolher o destaque da 23ª rodada. Confira os candidatos:
Montillo (Cruzeiro) - Autor de dois gols e melhor jogador no empate entre Cruzeiro e Botafogo no Engenhão, por 2 a 2.
Egídio (Vitória) - Bem na defesa ainda apareceu no apoio. Foi dele um dos gols da vitória do Vitória sobre o Atlético-MG em Sete Lagoas por 3 a 2.
Lucas (São Paulo) - De nome novo, o meia foi o destaque do clássico paulista, marcando um gol e dando o passe para o segundo, marcado por Fernandão.
A expectativa antes do jogo era que Botafogo e Cruzeiro fizessem a melhor partida da rodada. E mesmo antes do complemento dela, neste domingo, é difícil apostar que não será. Um jogo disputado, corrido, com poucas faltas e muitos gols. Que só não foi perfeito pela participação polêmica de Héber Roberto Lopes, que acabou como um dos protagonistas no confronto entre o terceiro e o quarto colocado.

No primeiro tempo, o Botafogo foi melhor e mereceu a vitória por 1 a 0. Joel escalou o time no 3-5-2, com dois volantes marcando os dois meias de Cuca (que apostou desde o início na dupla Roger-Montillo). Os donos da casa tinham a marcação muito bem encaixada e conseguiam chegar com perigo em velocidade. Quase sempre, pelo lado direito, onde Roger não ajudava Diego Renan na marcação.
Logo no início, o gol de Alessandro, após falha de Edcarlos. Conclusão de centro-avante, após fintar dois defensores dentro da área. O Cruzeiro tentava manter a posse de bola mas era pouco efetivo e o Botafogo chegava mais. Em que pese o gol mal anulado de Farías, quando Héber marcou saída de bola inexistente, indo contra o bandeirinha que tinha visão melhor do lance, como já disse acima a vitória parcial foi justa.
No segundo tempo, o Cruzeiro acertou o posicionamento. Thiago Ribeiro e Roger se revezavam na ajuda à Diego Renan. E o time passou a ser mais incisivo e veloz na frente. Principalmente porque Fahel cansou e Leandro Guerreiro não conseguia mais achar Montillo em campo. Não demorou para o Cruzeiro empatar, com penalti sofrido por Diego Renan e muito bem batido pelo argentino.
O Cruzeiro parecia revigorado e o Botafogo sentiu o jogo. Deu espaço no meio para o craque Montillo fazer fila e bater forte de fora da área. Um belo gol, de quem sabe. Gol de quem é responsável direto pela arrancada pós-Copa do time mineiro. O 2 a 1 parecia um resultado justo e o Botafogo parecia incapaz de reverter o quadro. O Cruzeiro tinha se encontrado e perdia chances, com Diego Renan e a mais clara com Thiago Ribeiro, que poderia ter avançado com a bola quando bateu praticamente de costas para o gol.
Veio o segundo lance polêmico do jogo. Falta duvidosa de Diego Renan em Maicosuel. Mais duvidosa ainda a posição do lance. Dentro ou fora da área? Héber assinalou penalti, que Loco Abreu bateu para empatar o jogo (quarto gol do uruguaio em cinco jogos). Para mim, dentro da área, mas não houve falta. Maicosuel se joga no lateral do Cruzeiro.
Daí em diante, o Cruzeiro se fechou para garantir um importante ponto e o Botafogo tentou (sem sucesso) definir na bola aérea. Pela pressão no fim, o empate me pareceu o resultado mais justo.
O Botafogo chega ao segundo jogo sem vencer, mas mostra força para brigar na parte de cima. Tem alternativas e bons jogadores. Se vai brigar pelo título, só o tempo dirá. Mas certamente estará entre os melhores colocados no fim.
Quanto ao Cruzeiro, mais um resultado de quem vai brigar pela ponta. Dentro ou fora de casa, contra o adversário que for, os mineiros tem jogado de igual para igual e buscado ótimos resultados. Principalmente, porque tem um craque argentino de tirar o fôlego, chamado Montillo.
Já Héber Roberto Lopes, fez mais uma arbitragem ruim na carreira. Não vou ser adepto da teoria da conspiração que defende o Corinthians em seu centenário. Mas Héber erra além da conta e segue sendo considerado um dos grandes juizes do país. Não dá para entender...
O fim-de-semana foi marcado por dois duelos interessantes entre paulistas e mineiros para o Brasileirão. Ambos, cheios de coincidências. Nos dois, os visitantes acabaram levando a melhor. O placar foi igual nas duas partidas: 2 x 3. E os dois acabaram com viradas. Mas no fim, Minas e São Paulo terminaram no 5 a 5.

O desafio começou no Pacaembu, com Palmeiras e Cruzeiro. Mais uma vez Felipão apostou num esquema cheio de volantes. Os donos da casa vieram no 4-4-2 (e se engana quem pensa que o time está jogando com três zagueiros, já que Fabrício é lateral esquerdo em São Paulo), mas com quatro volantes no meio voltou a ter dificuldades para fazer a bola chegar a Valdívia e Kléber. O Cruzeiro, com três zagueiros, teve dificuldades pois seus laterais não faziam boa partida e Montillo, bem marcado não apareceu.
Novamente o Palmeiras tinha a bola e não sabia o que fazer. E o Cruzeiro não conseguia encaixar seus contra-ataques sem o toque de Montillo. Os dois gols da etapa inicial saíram em lances quase ocasionais: um penalti bobo de Wellington Paulista que resultou em gol de Kléber e outro de Maurício Ramos após cobrança de escanteio.
Na etapa final, Cuca mudou o Cruzeiro, já que não havia outra alternativa. A entrada de Roger e Farías deu mobilidade e agressividade ao Cruzeiro. A marcação palmeirense demorou a encaixar, principalmente porque o meia estava em tarde inspirada. Contou com a sorte para diminuir de fora da área. Deu lindo passe para Montillo, com mais espaços, empatar o jogo. E no fim, quando o Palmeiras começava a dar sinais de melhora com as mexidas de Felipão, participou da jogada que terminou com gol do estreante argentino.
A virada mostra que o Cruzeiro pode mais. O time se movimentou muito bem no mercado e fortaleceu bastante seu elenco. Cuca tem opções de sobra. E ganhou Montillo, um jogador capaz de decidir uma partida como há poucos no país. Já o Palmeiras, aos poucos melhora e se acerta. Mas é isto aí: um time muito mais de transpiração do que inspiração.

Na outra partida, Atlético-MG e São Paulo não fizeram um jogo bom tecnicamente, mas fizeram uma ótima partida para se assistir, bastante movimentada. O tricolor parecia mais postado taticamente no 4-4-2, mas deixava muitos espaços no lado direito da defesa, que o Galo aproveitava com a velocidade de Eron e Neto Berola.
Quem saiu na frente foram os paulistas, com Casemiro após escanteio e falha (mais uma) de Fábio Costa. Diferentemente das outras partidas, o Atlético-MG não se perdeu com o gol sofrido e manteve a calma. Tentava pressionar apesar da dificuldade no último passe. E acabou achando a virada em dois penaltis convertidos por Obina (quatro gols de penalti nos últimos dois jogos). O resultado, no intervalo, parecia justo pelo que as equipes apresentaram.
Com Cléber Santana, o São Paulo voltou dominando o meio-campo no segundo temp. Mais uma vez o time de Luxemburgo e Antônio Melo se apresentou muito mal fisicamente e pregou. O tricolor aproveitou para virar, primeiro com Marcelinho depois com Fernandão. No fim, a pressão na base do abafa dos mineiros não surtiu efeito algum.
O São Paulo vai melhorando aos poucos com Sérgio Baresi. O sucesso passa pela reformulação, comandada pelos cheios de futuro Casemiro e Marcelinho (cada dia melhor). A chegada de Ilsinho vai dar uma opção importante, principalmente para colocar Jean onde ele é diferenciado. E o time tende a encorpar, apesar de parecer distante para brigar por alguma coisa.
Quanto ao Atlético-MG, faltam desculpas. Já não há o que dizer para um time que completa 10 rodadas na zona do rebaixamento e não dá a mínima convicção que sairá dela. A distância cresce e o tempo diminui. E as rodadas passam mas o time continua sem padrão tático, perdido mentalmente e repleto de jogadores fora de forma. O primeiro turno já passou. A dúvida é quando o time tomará uma atitude.

Rogério Ceni já apareceu diversas vezes na Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Entra ano, sai ano e ele está sempre na briga por uma posição. Em 2010, além de disputar uma posição no gol ele está disposto a ser o Destaque do Campeonato. E na última rodada, com um gol e muitas defesas, se igualou a Bruno César do Corinthians nesta disputa:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª rodada
Bruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª rodada
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª rodada
Quem foi o destaque da 17ª rodada do Brasileirão?
| Rogério Ceni (São Paulo) | | 64,29% |
| Elias (Atlético-GO) | | 14,29% |
| Vandinho (Avaí) | | 21,43% |
Vamos agora escolher o destaque da 18ª rodada. Veja os concorrentes e vote:
Jéfferson (Botafogo) - Justificou a convocação recente para a Seleção com uma partida impecável contra o Grêmio Prudente. Garantiu o 1 a 0 para o Botafogo com ótimas defesas.
Obina (Atlético-MG) - Voltou ao Galo em grande estilo. Marcou duas vezes (ambas de penalti) e garantiu três importantes pontos para o time na luta contra o rebaixamento.
Montillo (Cruzeiro) - Mais uma vez comandou o time celeste na rodada. Foi dele a jogada que acabou com o gol de Robert que garantiu a vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo.