Três gols decisivos no clássico contra o Cruzeiro fizeram de Obina o destaque da 31ª rodada do Brasileirão. Na reta final, o iluminado aparece pela primeira vez. Mas com a boa fase, ainda pode brigar pelo troféu de Destaque do Campeonato, liderado por Jonas.

Veja a lista:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª, 24ª e 28ª rodadasBruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª e 30ª rodadas
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª e 19ª rodadas
Jéfferson (Botafogo) - 18ª e 20ª rodadas
Magno Alves (Ceará) - 21ª rodada
Jucilei (Corinthians) - 22ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 23ª rodada
Jéferson (Avaí) - 25ª rodada
Wesley (Grêmio Prudente) - 26ª rodada
Marcos Assunção (Palmeiras) - 26ª rodada
Neto (Atlético-PR) - 27ª rodada
Ricardo Oliveira (São Paulo) - 29ª rodada
Obina (Atlético-MG) - 31ª rodada
Quem foi o destaque da 31ª rodada do Brasileirão?| D'Alessandro (Internacional) | |
| 17,39% (4 votos) |
| Obina (Atlético-MG) | |
| 73,91% (17 votos) |
| Wesley (Grêmio Prudente) | |
Total: 23 votosVamos agora eleger o destaque da 32ª rodada. Veja os candidatos:
Conca (Fluminense) - Marcou os dois gols da vitória do Fluminense, que manteve a liderança ao bater o Grêmio por 2 a 0. Foi destaque na 12ª rodada.
Rafael (Santos) - Pegou (quase) tudo no empate contra o Internacional. Só não conseguiu defender a finalização perfeita de Leandro Damião. Garantiu o 1 a 1.
Edno (Botafogo) - Entrou e mudou a história do jogo em Sete Lagoas. Marcou um gol e participou do segundo, no 2 a 0 do Botafogo sobre o Atlético-MG.
Pelo histórico recente e pelo momento das duas equipes na tabela, era natural encarar o Cruzeiro como favorito no clássico mineiro. O que não queria dizer, de forma alguma, que o time celeste encontraria facilidades para bater um Atlético-MG com moral e motivado para ficar livre definitivamente da briga contra o rebaixamento.

A entrada com dois armadores (Renan Oliveira e Diego Souza) não deveria surpreender o Cruzeiro, já que havia sido anunciada por Dorival na quinta-feira. Mas o meio-campo da Raposa demorou para achar a marcação de um Galo que roubava a bola com facilidade e saía com velocidade pelos lados do campo. Enquanto o Cruzeiro abusava dos passes para o lado, o Atlético jogava em vertical. Mais do que isso, não deu chance para o azar e aproveitou as chances que teve.
Obina (mais uma vez iluminado), três vezes, em trinta minutos, praticamente definiu o confronto. Em todos os lances, zagueiros no mano a mano e sempre atrasados (estranha a decisão de Cuca de deixar Léo, seu melhor e mais rápido zagueiro, no banco). Entre o segundo e o terceiro gol do Galo, Montillo ainda perdeu penalti duvidoso em Edcarlos. Era a chance que o "dono da casa" queria e não podia desperdiçar. Era o retrato de um Cruzeiro que não se encontrava no jogo. E de um Atlético veloz que entrou para decidir seu futuro.
E só não decidiu já no primeiro tempo porque Gilberto entrou no jogo e em seu primeiro lance marcou em belo chute de fora da área. Naquele momento, o Atlético também passava a ter dois armadores com quem se preocupar. E o Cruzeiro descobria o jogo também pelo lado esquerdo.
A mexida de Dorival no intervalo, colocando Alê no lugar de Renan Oliveira balanceava a marcação atleticana mas chamava demais o Cruzeiro para o jogo. Os 45 minutos finais só não foram um completo coletivo de ataque contra defesa porque em um lance Réver subiu sozinho para marcar o quarto e sacramentar o resultado para o Galo. Que não encontrou uma goleada pois não teve velocidade para surpreender nos contra-ataques, já que Obina e Tardelli não tinham mais pernas. A opção por Daniel Carvalho e não por Neto Berola matou o contra-ataque que podia dar ainda mais tranquilidade ao jogo, já que havia campo para jogar.
No fim, os dois gols de Thiago Ribeiro colocaram ainda mais emoção em um grande jogo e premiaram uma equipe que não se entregou na partida, mas foram insuficientes para impedir a vitória do Atlético-MG. Não é justo falar em injustiça. Dentro de sua proposta, o Galo foi eficiente. Marcou quatro vezes em seis oportunidades e definiu o confronto. Diferente do Cruzeiro, que demorou para acordar e perdeu chances em demasia.
O Cruzeiro perde duas partidas seguidas no Campeonato Brasileiro depois de um ano e três meses. Segue empatado na liderança com o Fluminense no número de pontos mas precisa absorver os últimos resultados negativos. E entender que o que vem de baixo, também atinge. Os pontos perdidos para Atlético-MG, Vitória, Atlético-GO, Guarani, Avaí e Grêmio Prudente podem fazer diferença no fim do Campeonato.
Quanto ao Galo, deixa no mínimo teoricamente, de ser candidato ao rebaixamento. Vive um bom momento e vê alguns concorrentes mergulhados em crise (casos de Vitória e Avaí). Já dá inclusive, para pensar em chegar mais longe na Copa Sul-Americana. Talvez, correr risco agora valha a pena amanhã. É hora de colocar a nova fase em prova.
Se destacar em um clássico faz toda a diferença. E Dagoberto, fez a diferença no jogo contra o Santos, com dois gols e participação em outro, na vitória por 4 a 3 do São Paulo. Assim foi o destaque da 30ª rodada e é mais um a encostar em Jonas, o destaque do Brasileirão até aqui.

Confira:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª, 24ª e 28ª rodadasBruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª e 30ª rodadas
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª e 19ª rodadas
Jéfferson (Botafogo) - 18ª e 20ª rodadas
Magno Alves (Ceará) - 21ª rodada
Jucilei (Corinthians) - 22ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 23ª rodada
Jéferson (Avaí) - 25ª rodada
Wesley (Grêmio Prudente) - 26ª rodada
Marcos Assunção (Palmeiras) - 26ª rodada
Neto (Atlético-PR) - 27ª rodada
Ricardo Oliveira (São Paulo) - 29ª rodada
Quem foi o destaque da 30ª rodada do Brasileirão?| Douglas (Grêmio) | | 15,00% |
| Marcos Assunção (Palmeiras) | | 30,00% |
| Dagoberto (São Paulo) | | 55,00% |
Vamos agora escolher os destaques da 31ª rodada. Veja os candidatos e vote:
D'Alessandro (Internacional) - É o rei dos Gre-nais. Marcou um gol e participou da jogada que originou o penalti no outro.
Obina (Atlético-MG) - Três gols em trinta minutos que tiraram o Galo da zona do rebaixamento e o Cruzeiro da liderança.
Wesley (Grêmio Prudente) - Marcou dois dos três gols da sensacional virada do lanterna sobre o candidato ao título Santos na Vila Belmiro. Foi destaque na 26ª rodada.
Uma vitória não servia para tirar Atlético-MG ou Grêmio Prudente da zona do rebaixamento. Mas tornou-se essencial a partir do momento em que os times começavam a ficar afastado demais do restante dos adversários, inclusive fazendo com que as vitórias não representassem subida na tabela.

Com o dever da vitória e jogando em casa, com o apoio da torcida, o Galo tomou a rédea dos jogos desde o início. Com Ricardinho, Diego Souza, Daniel Carvalho e Obina, a expectativa era de mais fluência ofensiva, capaz de finalmente jogar como um time. Não foi o que aconteceu. Contra um adversário fraco tecnicamente e postado de maneira extremamente defensiva, o Atlético tinha a bola mas não conseguia ameaçar. Faltava capricho no último passe.
Quando finalmente acertou, faltou sorte e competência nas finalizações. A bola de Obina parou na trave e Daniel Carvalho, com o gol escancarado, jogou longe. Fora isto, um festival de cruzamentos errados, principalmente com Diego Macedo pelo lado direito.
Na etapa final, o Atlético-MG demonstrava nervosismo pelo fato de não conseguir marcar. E aos poucos, os paulistas se soltaram. Em determinados momentos da etapa final, eram mais perigosos, tinham mais a bola e pareciam mais perto do gol. O nervosismo é natural, e fará parte daqui em diante, do cotidiano dos jogos de ambas as equipes, principalmente dos mineiros onde a pressão é infinitamente maior.
Mas assim como aconteceu contra o Vasco, o atleticano estava destinado a sofrer até o fim. Só aos 42 minutos, em uma das poucas boas chegadas do Galo no segundo tempo, Obina matou no peito após boa jogada de Carvalho e Ricardinho e bateu de bate-pronto no canto direito. Um gol de craque de um atacante que parece cada vez mais destinado a ser o Messias atleticano.
Os 4 pontos em dois jogos servem como alento para um time que pode vislumbrar a saída da zona na próxima rodada. Mas vieram na base de sorte, força e raça e não de futebol. Para vencer adversários mais qualificados, o Galo precisará de muito mais do que isto. O Atlético-PR, na quarta-feira, já será certamente um desafio bem maior. Apenas vencer adversários candidatíssimos ao rebaixamento como Goiás e Prudente como fez nas últimas rodadas, certamente será insuficiente para deixar o time longe do desconforto. Mesmo com toda a luz que parece teimar em aparecer para Obina.

Rogério Ceni já apareceu diversas vezes na Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Entra ano, sai ano e ele está sempre na briga por uma posição. Em 2010, além de disputar uma posição no gol ele está disposto a ser o Destaque do Campeonato. E na última rodada, com um gol e muitas defesas, se igualou a Bruno César do Corinthians nesta disputa:
Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª e 17ª rodadas
Jonas (Grêmio) - 4ª rodada
Bruno César (Corinthians) - 5ª e 11ª rodadas
Hugo (Grêmio) - 6ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 7ª rodada
Fábio (Cruzeiro) - 8ª rodada
Caio (Avaí) - 9ª rodada
Alecsandro (Internacional) - 10ª rodada
Conca (Fluminense) - 12ª rodada
Elias (Corinthians) - 13ª rodada
William Magrão (Grêmio) - 14ª rodada
Jorge Henrique (Corinthians) - 15ª rodada
Elias (Atlético-GO) - 16ª rodada
Quem foi o destaque da 17ª rodada do Brasileirão?
| Rogério Ceni (São Paulo) | | 64,29% |
| Elias (Atlético-GO) | | 14,29% |
| Vandinho (Avaí) | | 21,43% |
Vamos agora escolher o destaque da 18ª rodada. Veja os concorrentes e vote:
Jéfferson (Botafogo) - Justificou a convocação recente para a Seleção com uma partida impecável contra o Grêmio Prudente. Garantiu o 1 a 0 para o Botafogo com ótimas defesas.
Obina (Atlético-MG) - Voltou ao Galo em grande estilo. Marcou duas vezes (ambas de penalti) e garantiu três importantes pontos para o time na luta contra o rebaixamento.
Montillo (Cruzeiro) - Mais uma vez comandou o time celeste na rodada. Foi dele a jogada que acabou com o gol de Robert que garantiu a vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo.
Goiás e Atlético-MG fizeram o verdadeiro duelo dos desesperados ontem em Goiânia. Um era lanterna, acabara de trocar de técnico e teve o presidente afastado pelo Conselho Deliberativo horas antes do jogo (sem falar nos salários atrasados). O outro, era o time que mais havia perdido no Brasileirão, com um elenco milionário e um técnico caro que não se explicava.

Por isso, não dava para esperar nada além de emoção no jogo do Serra Dourada. Que começou com o Goiás achando muitos espaços e abrindo o placar logo aos 5 minutos com Bernardo, cobrando penalti que ele mesmo sofreu.
O gol foi um baque para os mineiros. Que tomavam um sufoco incrível. O Goiás chegava com facilidade à meta de Fábio Costa. Teve pelo menos três boas chances e podia ter matado o adversário. Numa delas, o chute de Otacílio Neto bateu no travessão, nas costas de Fábio Costa e não entrou.
Sinal que a sorte havia virado? Talvez. Pouco depois Obina sofreu penalti, bateu e empatou o jogo. Ali, o Atlético-MG ainda não havia feito absolutamente nada no jogo, mas jogou toda a pressão de volta para os donos da casa.
No segundo tempo, os mineiros eram melhores mas não conseguiam criar muita coisa. Bastou colocar qualidade (apostando em Ricardinho e Diego Souza que começaram no banco) para matar o jogo. Primeiro com lançamento perfeito de Ricardinho e gol de Diego Souza. Logo depois com ótimo passe de Ricardinho e penalti em Obina (que bateu e fez mais um).
O resultado é ótimo para aliviar a pressão para o Atlético-MG. Mas ainda não tira o time da zona de rebaixamento e não dá indicações de evolução. Ao meu ver, tirar do time os melhores jogadores não é o caminho para uma equipe que precisa jogar mais. De toda forma, a primeira vitória fora de casa vem em hora importante.
Quanto ao Goiás: o buraco parece bem maior do que era possível. O time não se encaixa, a pressão é enorme e diferente do Atlético, os problemas não estão apenas dentro de campo. Jorginho terá um desafio enorme pela frente.
Uma semana inesquecível, para entrar na história. Dois jogos, oito gols. É fato que são questionáveis os níveis dos dois adversários que teve pela frente. Mas é inegável que a expressiva marca é inconteste e chama a atenção.

Foram duas partidas fáceis. Primeiro, contra o fraquíssimo Juventus, do Acre, pela Copa do Brasil. Obina foi às redes cinco vezes. Ontem, mais um show particular. Fez o hat-trick diante do também modesto Uberlândia, pelo Campeonato Mineiro, na goleada por 5 a 2.
O jogo foi desigual. O Atlético-MG com três atacantes se aproveitou da fragilidade do adversário, que não conseguia tocar a bola no meio-campo para pressionar e definir o jogo. No primeiro tempo, já vencia por 3 a 0. E poderia ter feito pelo menos mais dois gols. Só nos avanços do rápido Paulo Roberto, que ganhou todas do lento Cáceres, o Uberlândia conseguia levar perigo.
No início da etapa final, Obina marcou o quarto gol (terceiro dele - Muriqui havia marcado também) e o jogo caminhava para outra goleada histórica do Galo. Mas a defesa, ponto fraco do time na temporada, voltou a vacilar e por pouco os donos da casa não complicaram o jogo. Aliás, o 4 a 2 poderia tornar-se um placar perigoso se o árbitro tivesse expulsado Obina, substituído logo na sequência por Luxemburgo. Pouco depois, veio o quinto gol e a definição de mais uma vitória por goleada na semana.
Voltando ao feito de Obina, como disse acima a marca é incontestável. Números que o colocam na história. Agora no Atlético-MG, o folclórico atacante baiano repete o que sempre fez na carreira: vive sua lua-de-mel com a torcida. O problema é que elas não costumam ser muito duradouras. Falta a ele a regularidade que o elevaria ao status de bom jogador.
Aliás, já expressei aqui várias vezes minha opinião sobre Obina: está longe de ser o craque que alguns pensam que ele é. Mas está longe de ser o perna-de-pau que tantos outros imaginam. É um jogador útil e um bom definidor. Que buscará no Galo a regularidade que nunca encontrou. Quem sabe assim, dará ao Atlético uma regularidade que o time também vem buscando há alguns anos?
Não falta mais ninguém para estrear na Copa do Brasil. A competição está apenas no começo e já tem muita gente ficando pelo caminho. Entre os grandes favoritos ao título, poucos tiveram facilidades na primeira rodada. Tanto é que apenas cinco conseguiram se classificar sem a necessidade do jogo de volta.
A situação mais complicada é do Botafogo. Entre os grandes clubes, foi o único que perdeu a primeira partida. 1 a 0 para o São Raimundo. Não é de se esperar, porém, que o time consiga se classificar decidindo a vaga em casa. O Fluminense também não começou bem. Apenas empatou com o Confiança, por 1 a 1, com direito a penalti perdido por Fred.
Palmeiras, Vasco, Goiás e Santos começaram vencendo. Mas não conseguiram evitar a segunda partida. Desgaste desnecessário.
Entre os que conseguiram a classificação direto está o Grêmio, que fez 3 a 1 no Araguaia e evitou o segundo jogo. Importante prazo de descanso.

Mas ninguém fez a tarefa parecer tão fácil quanto o Atlético-MG. Em noite iluminada de Obina, autor de (acreditem) cinco gols, o Galo fez 7 a 0 no Juventus, do Acre e já se firmou na próxima fase. Para quem andava incomodado com o jejum de vitórias no Campeonato Mineiro, segue um bom estímulo para o restante da temporada.
Pouca análise de um verdadeiro duelo de Davi contra Golias. Deste resultado, fica apenas a certeza de que Obina aprontou mais uma das suas. Fosse no domingo, pediria um DVD completo de sua banda preferida no Fantástico. Uma pena que a sua regularidade não deixe que o torcedor do Atlético sonhe com outro show parecido nas próximas partidas.
Outra vez pelo Twitter, o presidente do Atlético-MG anunciou a contratação do novo reforço do time para 2010. Obina, deixa o Flamengo, desta vez em definitivo, e assinará contrato de três anos com o Galo.

A contratação de Obina é controversa, principalmente pelo universo que ronda o jogador.
Obina é um atacante comum. Mas gera um incrível folclore ao seu redor por onde passa. Foi assim no Flamengo, onde rapidamente tornou-se ídolo antes de despertar a ira da torcida chegando a passar meses sem marcar gols. E depois no Palmeiras, onde, não foi um artilheiro letal, mas marcou gols importantes.
De fato, o estigma de "ser melhor que o Eto'o" prejudicou Obina. Todos passaram a ver o atacante como uma piada. Afinal, ele não foi e nunca será 10% do que é o atacante camaronês.
Porém, Obina certamente, não é tão fraco como pintam alguns torcedores. Não é nenhum craque, mas motivado e em forma pode ser muito útil para o elenco atleticano ou para qualquer outro do país.
Ano passado, Luxemburgo teve pouco tempo para conviver com Obina, pois acabou demitido. Mas, elogiou muito a postura do jogador. Agora, dá mais um voto de confiança para o atacante.
Que não precisa e nem vai provar que é melhor que o Eto'o. Mas que pode colocar na própria cabeça e na cabeça dos torcedores, que pode ser útil, dentro de suas características.
Em tempo: acho caro o valor de R$1,75 milhões que pagaram pelo passe de Obina. Segundo o Atlético-MG, foram investidores, como sempre, não revelados. E temeroso um contrato de três anos para um jogador que pode não dar certo.
O Brasileirão já acabou. As gracinhas do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, não.

Na reta final do Brasileirão, foi muito debatida a punição aos jogadores do São Paulo. Jean, Borges e Dagoberto, expulsos na partida contra o Grêmio foram julgados e cada um levou três jogos de suspensão.
Como sempre, o tricolor recorreu. As penas diminuiram. Um jogo para Jean (que já tinha cumprido dois - incrível!), dois para Dagoberto e três para Borges.
Ficaram mais perto de algum senso de justiça.
Ontem, porém, o STJD mostrou toda sua falta de critério. Julgou Maurício e Obina, os brigões do Palmeiras. Os dois saíram no tapa, no intervalo da partida contra o Grêmio, dentro de campo.
A punição? Dois jogos para Maurício. Três para Obina.
Foi a cena mais bizarra do Brasileirão. E a punição mais comum do STJD.
E ainda querem que eu trate este tribunal como sério.
36 rounds. Foi a duração da luta para o Palmeiras. Ontem, no 36º assalto, contra o Grêmio o time beijou a lona. Perdeu por 2 a 0, e deu adeus à qualquer chance de ser campeão em 2009. Ainda que pareça improvável, o time pode buscar um último suspiro para ficar com a vaga na Libertadores do ano que vem. Mas vai precisar de muita força.

Não a força que mostraram Maurício e Obina, na saída para o vestiário, no intervalo da partida de ontem. O primeiro tempo acabou com o lance do primeiro gol do Grêmio, marcado por Rafael Marques. Os dois jogadores do Palmeiras discutiram e chegaram às vias de fato, ainda no gramado. Lamentável. Na volta para o segundo tempo, ambos foram expulsos do jogo, corretamente. Na volta para os vestiário, ambos foram expulsos do Palmeiras, corretamente.
Sobre o jogo: primeiro tempo equilibrado, muito disputado no meio-campo. As duas equipes não tinham qualidade para rodar a bola e deixar seus atacantes em boas condições. Com dois postes na frente, o Palmeiras nada criava, mais uma vez. Faltava mobilidade. O Grêmio tinha mobilidade com Douglas Costa, pelo lado esquerdo, mas pecava muito no último passe, que deixaria Máxi López em condições de finalizar. Quando tudo caminhava para um zero a zero, veio o primeiro golpe do Grêmio. Gol legal de Rafael Marques.
Na etapa final, com dois jogadores a menos, coube ao Palmeiras tentar lutar de alguma forma. Faltava força. Faltava gente. E ao Grêmio, faltava vontade para impor uma goleada. Só fez mais um gol, com Máxi López. E decretou o nocaute palmeirense no Olímpico.
Antes de falar do Palmeiras, vamos ao Grêmio: é uma pena este time não ter emplacado. Recheado de ótimos jogadores como Victor, Réver, Adílson, Douglas Costa e Máxi López, o tricolor gaúcho merecia mais neste Brasileirão. Mas vai ser apenas coadjuvante nesta reta final.
Quanto ao Palmeiras, a situação é muito delicada. Muricy definitivamente não consegue encontrar a forma de jogar da equipe. Não percebe erros na escalação. Não percebe que não dá para jogar com dois atacantes pesados na frente. Não percebe que Diego Souza precisa de mais liberdade. E não percebeu que a vaca estava indo para o brejo.
A decisão de afastar os dois brigões e correta e mostra que o time ainda quer manter a ordem. Mas erros de planejamento, lá atrás, deixam o Palmeiras em situação delicada. Hoje, é impossível acreditar que o time tenha força para conseguir uma vaga na Libertadores. Vale lembrar que na próxima rodada, o time tem pela frente um adversário direto, e muitos desfalques. Como disse no início do texto: será preciso muita força para se reerguer.

Pela segunda vez na competição, Obina marcou três gols em uma partida. E pela segunda vez, é eleito o destaque da rodada. Agora, o atacante do Palmeiras entra na briga para ser o destaque do Brasileirão.
Confira a lista:
Fábio (Cruzeiro) - 1ª rodada
Carlinhos Bala (Náutico) - 2ª e 18ª rodadas
Marcos (Palmeiras) - 3ª e 26ª rodadas
Paulo Henrique (Santos) - 4ª rodada
Wéldon (Sport) - 5ª rodada
Felipe (Corinthians) - 6ª rodada
Adriano (Flamengo) - 7ª rodada
Bolaños (Internacional) - 8ª rodada
Ronaldo (Corinthians) - 9ª, 11ª e 29ª rodadas
Roger (Vitória) - 10ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 11ª e 27ª rodadas
Val Baiano (Barueri) - 12ª rodada
Aranha (Atlético-MG) - 13ª rodada
Obina (Palmeiras) - 14ª e 32ª rodadas
Andrezinho (Internacional) - 15ª rodada
André Lima (Botafogo) - 16ª rodada
Roni (Fluminense) - 17ª rodada
Gléguer (Vitória) - 18ª rodada
Sandro (Internacional) - 18ª rodada
Victor (Grêmio) - 19ª rodada
Richarlyson (São Paulo) - 20ª rodada
Wellington Paulista (Cruzeiro) - 21ª rodada
Elias (Corinthians) - 22ª rodada
Éder Luís (Atlético-MG) - 23ª rodada
Gilberto (Cruzeiro) - 24ª rodada
Iarley (Goiás) - 25ª rodada
Petkovic (Flamengo) - 25ª e 30ª rodadas
Corrêa (Atlético-MG) - 27ª rodada
Felipe (Santos) - 28ª rodada
Márcio Careca (Barueri) - 29ª rodada
Nunes (Santo André) - 31ª rodada
Quem foi o destaque da 32ª rodada do Brasileirão?
| Gilberto (Cruzeiro) | | 18,75% |
| Bruno (Flamengo) | | 25,00% |
| Obina (Palmeiras) | | 56,25% |
Hora de escolher o destaque da 33ª rodada. Confira:
Bruno (Flamengo) - Pegou tudo. Até penalti. Dois. Pela segunda rodada consecutiva, busca o destaque. Garantiu a vitória sobre o Santos, por 1 a 0.
Ronaldo (Corinthians) - O destaque do Brasileirão até agora brilhou mais uma vez. Foi decisivo, marcando os dois gols do Timão sobre o líder Palmeiras, no empate por 2 a 2.
Fred (Fluminense) - Artilheiro decisivo, marcou duas vezes contra o ex-clube e garantiu ao Fluminense o direito de sonhar com a permanência na Série A.

Da zona de rebaixamento para a lista de Destaques do Brasileirão. Foi o que fez Nunes, ao marcar os dois gols da vitória do Santo André sobre o Palmeiras, na 31ª rodada.
Agora, ele faz parte desta lista:
Fábio (Cruzeiro) - 1ª rodada
Carlinhos Bala (Náutico) - 2ª e 18ª rodadas
Marcos (Palmeiras) - 3ª e 26ª rodadas
Paulo Henrique (Santos) - 4ª rodada
Wéldon (Sport) - 5ª rodada
Felipe (Corinthians) - 6ª rodada
Adriano (Flamengo) - 7ª rodada
Bolaños (Internacional) - 8ª rodada
Ronaldo (Corinthians) - 9ª, 11ª e 29ª rodadas
Roger (Vitória) - 10ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 11ª e 27ª rodadas
Val Baiano (Barueri) - 12ª rodada
Aranha (Atlético-MG) - 13ª rodada
Obina (Palmeiras) - 14ª rodada
Andrezinho (Internacional) - 15ª rodada
André Lima (Botafogo) - 16ª rodada
Roni (Fluminense) - 17ª rodada
Gléguer (Vitória) - 18ª rodada
Sandro (Internacional) - 18ª rodada
Victor (Grêmio) - 19ª rodada
Richarlyson (São Paulo) - 20ª rodada
Wellington Paulista (Cruzeiro) - 21ª rodada
Elias (Corinthians) - 22ª rodada
Éder Luís (Atlético-MG) - 23ª rodada
Gilberto (Cruzeiro) - 24ª rodada
Iarley (Goiás) - 25ª rodada
Petkovic (Flamengo) - 25ª e 30ª rodadas
Corrêa (Atlético-MG) - 27ª rodada
Felipe (Santos) - 28ª rodada
Márcio Careca (Barueri) - 29ª rodada
Petkovic (Flamengo) - 30ª rodada
Nunes (Santo André) - 31ª rodada
Quem foi o destaque da 31ª rodada do Brasileirão?
| Nunes (Santo André) | | 62,50% |
| Marcos Aurélio (Coritiba) | | 18,75% |
| Petkovic (Flamengo) | | 18,75% |
Hora de escolher quem foi o destaque da rodada 32. Confira os candidatos:
Gilberto (Cruzeiro) - Passes incríveis, três bolas na trave e uma assistência para o segundo gol do Cruzeiro na vitória por 3 a 2 sobre o Santo André.
Bruno (Flamengo) - Não conseguiu impedir a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Barueri. Mas evitou que o rubro-negro sofresse uma goleada histórica.
Obina (Palmeiras) - Fez três gols, está na lista. Obina, de quebra, ainda deu um passe de calcanhar para o quarto gol do Palmeiras sobre o Goiás.

Três gols no clássico contra Ronaldo, tornaram Obina imbatível na 14ª rodada. Com este desempenho e 70% dos votos, o artilheiro entra na seleta lista de destaques do Brasileirão. Confira:
Fábio (Cruzeiro) - 1ª rodada
Carlinhos Bala (Náutico) - 2ª rodada
Marcos (Palmeiras) - 3ª rodada
Paulo Henrique (Santos) - 4ª rodada
Wéldon (Sport) - 5ª rodada
Felipe (Corinthians) - 6ª rodada
Adriano (Flamengo) - 7ª rodada
Bolaños (Internacional) - 8ª rodada
Ronaldo (Corinthians) - 9ª e 11ª rodadasRoger (Vitória) - 10ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 11ª rodada
Val Baiano (Barueri) - 12ª rodada
Aranha (Atlético-MG) - 13ª rodada
Obina (Palmeiras) - 14ª rodada
Quem foi o destaque da 14ª rodada do Brasileirão? | Souza (Grêmio) | | 23,33% (7 votos) |
| Obina (Palmeiras) | | 70,00% (21 votos) |
| Carlinhos Bala (Náutico) | | 6,67% (2 votos) |
Total: 30 votosVamos agora escolher o destaque da 15ª rodada. Confira os concorrentes:
Andrezinho (Internacional) - Ganhou a condição de titular e não decepcionou. Fez um gol e em duas cobranças de falta quase perfeitas, gerou mais dois gols para o Colorado.
Muriqui (Avaí) - Cansado de colocar seus colegas na cara do gol e vê-los desperdiçar as oportunidades, sofreu um penalti e resolveu ele mesmo, marcando um dos quatro gols do Avaí sobre o Vitória.
Dagoberto (São Paulo) - Fez os dois gols do tricolor paulista sobre o tricolor gaúcho e deixou o time mais perto do G-4.

Os goleiros seguem mostrando força no futebol brasileiro. Aranha, que fechou o gol do Atlético-MG na vitória sobre o Fluminense, teve mais da metade dos votos, e é o terceiro da profissão nesta seleta lista:
Fábio (Cruzeiro) - 1ª rodada
Carlinhos Bala (Náutico) - 2ª rodada
Marcos (Palmeiras) - 3ª rodada
Paulo Henrique (Santos) - 4ª rodada
Wéldon (Sport) - 5ª rodada
Felipe (Corinthians) - 6ª rodada
Adriano (Flamengo) - 7ª rodada
Bolaños (Internacional) - 8ª rodada
Ronaldo (Corinthians) - 9ª e 11ª rodadas
Roger (Vitória) - 10ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 11ª rodada
Val Baiano (Barueri) - 12ª rodada
Aranha (Atlético-MG) - 13ª rodada
Quem foi o destaque da 13ª rodada do Brasileirão?
| Alecsandro (Internacional) | | 15,00% |
| Juninho (Botafogo) | | 30,00% |
| Aranha (Atlético-MG) | | 55,00% |
Vamos agora escolhar o grande destaque da 14ª rodada. Confira os concorrentes:
Souza (Grêmio) - Marcou um belíssimo gol. E ainda cobrou as duas bolas paradas que geraram os outros gols do Grêmio. Comandou o time na vitória por 3 a 2 sobre o Santo André.
Obina (Palmeiras) - Ofuscou Ronaldo e marcou três vezes no clássico contra o Corinthians. O Palmeiras goleou por 3 a 0. Obina ainda teve furada e gol anulado na partida.
Carlinhos Bala (Náutico) - Marcou duas vezes e ainda sofreu o penalti do terceiro gol do Náutico, no empate por 3 a 3 com o Sport, em mais um clássico centenário.
Definitivamente, o Brasileirão 2009 ainda não permite prognósticos. Depois de mais uma rodada confusa, cheia de resultados inesperados, a tabela sofreu grandes mudanças e a classificação ficou ainda mais embolada.

O grande destaque da rodada foi o Palmeiras. Com três gols do artilheiro Obina, o time venceu o clássico contra o Corinthians, já sob os olhares de Muricy, por 3 a 0. Aproveitou-se do vacilo caseiro do Atlético-MG e encostou na ponta da tabela. Com o novo técnico assumindo o time a partir desta semana, o Palmeiras é cada vez mais candidato ao título.
No Mineirão, o Goiás surpreendeu o líder, que aos poucos vai caindo de rendimento. Depois de contar com atuação brilhante de Aranha para garantir a vitória sobre o Flu, foi derrotado pelo esmeraldino goiano mais uma vez com casa cheia. Iarley marcou o único gol do fraquíssimo jogo, de poucas emoções.
Outro grande destaque da rodada foi o Avaí. O time conquistou a quarta vitória seguida, desta vez sobre o Atlético-PR em plena Arena da Baixada. A subida incrível de desempenho, coloca o Avaí na décima posição, à cinco pontos do G-4. Não dá para sonhar alto com este time. Mas a equipe já dá mostras que o rebaixamento pode não passar perto de Santa Catarina.
Aliás, Atlético-PR, Sport e Náutico brigam cada vez mais forte para jogar a Série B em 2010. O Fluminense, ainda na zona, dá sinais de melhoras com Renato Gaúcho. Mas precisa jogar muito mais se quiser se safar definitivamente da situação ruim.
Terminada a nona rodada, hora de escolher o Destaque. Pelo jeito, valeu a pena esperar pelo jogo final.
Confira os candidatos:
Leandro Donizete (Coritiba) - Causou a expulsão de André Dias, levou perigo em chutes de fora da área e ainda comandou o meio-campo do Coxa na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo.
Obina (Palmeiras) - Independente de ser melhor do que o Eto'o, Obina marcou duas vezes na goleada do Palmeiras sobre o Avaí por 3 a 0.
Ronaldo (Corinthians) - Fazer três gols já é motivo para concorrer. Ainda mais quando é Ronaldo. Deu show na vitória do Corinthians por 4 a 2 sobre o Fluminense.
A torcida do Palmeiras vaia Keirrison. E faz festa para Obina tropeçar na bola.

Wanderley Luxemburgo entra com três zagueiros e dois volantes, temendo o "poderoso" Nacional. Vê que estava errado ainda no primeiro tempo e abre o time. Mas depois, saca Keirrison para colocar o limitadíssimo Jumar.
Estes foram os pontos altos de um jogo fraco. O Palmeiras foi muito mal. E acabou com um ingrato empate frente o Nacional, do Uruguai, pelo jogo de ida das quartas-de-final da Libertadores. 1 a 1.
Nada esteve certo no Palestra Itália. Não dá para entender, um time com a força e a tradição do Palmeiras ter tanto medo do Nacional jogando dentro de casa. Alguém precisa avisar ao Luxemburgo, que ganhar por 7 a 4, é melhor do que empatar em 0 a 0. Aquela tradicional frase do treinador: "o medo de perder tira a vontade de ganhar", anda fazendo falta em seu vocabulário.
Luxemburgo errou feio. Uma noite triste. Escalou mal. Não deveria ter colocado Obina, fora de forma e desentrosado. Valeria mais tentar Ortigoza, que pelo menos anda arrumando alguma coisa. E faltou humildade, para reconhecer o erro. Seria muito mais inteligente do que jogar a culpa na torcida ou nos comentaristas corinthianos.
E assim, o Palmeiras pouquíssimo ameaçou o Nacional. Abriu o placar num lance de sorte. Chute despretencioso de Diego Souza e falha do goleiro. Mas se fechou demais, chamou o adversário, não conseguia ficar com a bola e sofreu o empate no fim. Poderia ter perdido. Vale lembrar as boas defesas de Marcos no primeiro tempo.
Agora, fora de casa, terá que buscar um resultado que lhe interesse. Lá sim, vai ser muito mais difícil. Mas é possível. O Nacional tem um time fraquinho demais...
Em tempo: já tem gente brincando que Obina é um ótimo atacante. Por onde passa, mantém a média de gols.
Até Obina deve ter sido pego de surpresa quando soube do interesse do Palmeiras em sua contratação. O atacante que não marcou gols em 2009 (e já perdeu dois penaltis), sai de um momento conturbado no Flamengo, e chega ao Palmeiras para disputar a Libertadores.

Oportunidade de ouro para o atacante. Afinal, o Barcelona está na final da Champions League. E o Palmeiras tem boas chances na Libertadores. Quem sabe, a vida reservou para o fim do ano um duelo entre Obina e Eto´o? Quem anda criticando o jogador, já pensou se ele faz o gol do título?
Bom...chega de brincadeira. Obina não passa de um jogador fraco que tem muito carisma. Uma aposta estranha de Wanderley Luxemburgo e do Palmeiras. Pode dar certo, como toda contratação. Mas as chances são mínimas.
Há algum tempo atrás, ficaria a certeza que com o técnico palmeirense, Obina se recuperaria. Que ele foi contratado porque tinha potencial. Mas eram tempos passados. Hoje, Wanderley não tem conseguido sucesso na recuperação de jogadores. E olha que andou apostando em gente com muito mais potencial que Obina.
O atacante, que apesar de tudo, era ídolo na Gávea, viverá uma situação muito diferente no Palmeiras. A pressão será gigante. E ele não terá os privilégios de ser o atacante que fez o gol do título certa vez e que é melhor do que o Eto´o. No Palmeiras, terá que jogar muito para provar que é melhor que o coalhada Ortigoza. Já estaria de bom tamanho.
Acreditem: o São Paulo é o atual campeão brasileiro. E já é vice-líder da competição. Mas só na 30ª rodada, apareceu um destaque tricolor. Rogério Ceni, o ótimo goleiro que ainda é artilheiro. Merecido. E de goleada.
A lista completa de destaques agora tem:
Michael (Coritiba) - 1ª rodada
Kléber Pereira (Santos) - 2ª e 24ª rodadas
Guilherme (Cruzeiro) - 3ª e 16ª rodadas
Fernando Henrique (Fluminense) - 4ª rodada
Marcinho (Flamengo) - 5ª rodada
Marcel (Grêmio) - 6ª rodada
Wéldon (Cruzeiro) - 7ª rodada
Obina (Flamengo) - 8ª rodada
Alex (Internacional) - 9ª e 21ª rodadas
Bruno (Flamengo) - 10ª rodada
Juan (Flamengo) - 11ª rodada
Durval (Sport) - 12ª rodada
Alex Terra (Goiás) - 13ª rodada
Nilmar (Internacional) e Perea (Grêmio) - 14ª rodada
Maikon (Santos) - 15ª rodada
Keirrison (Coritiba) - 17ª, 19ª, 26ª e 28ª rodadas
Iarley (Goiás) - 18ª rodada
Pedro Oldoni (Atlético-PR) - 20ª rodada
Alex Mineiro (Palmeiras) - 22ª rodada
Diego Souza (Palmeiras) - 23ª rodada
Guiñazu (Internacional) - 25ª rodada
D´Alessandro (Internacional) - 27ª rodada
Washington (Fluminense) - 29ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 30ª rodada
O resultado final da enquete foi:
Quem foi o destaque da 30ª rodada do Campeonato Brasileiro?
| Nilmar (Internacional) | | 16,67% (4 votos) |
| Rogério Ceni (São Paulo) | | 75,00% (18 votos) |
| Willian (Náutico) | | 8,33% (2 votos) |
Total: 24 votos
E agora vamos conhecer os candidatos à destaque da 31ª rodada. A rodada dos cariocas. Foi difícil escolher só três. Menção honrosa para Éverton Santos (Flu) e Diguinho (Botafogo).
Edmundo (Vasco): decisivo e experiente. Essencial para o Vasco, que conseguiu bater o Goiás, fora de casa, por 4 a 2. Fez dois gols.
Obina (Flamengo): entrou disfarçado de Eto´o. E só não fez chover. Deu passe. Deu drible. Fez gol. E comandou o Flamengo na goleada sobre o Coritiba por 5 a 0.
Thiago Silva (Fluminense): Uma atuação impecável de um zagueiro gigante. Impediu que o Palmeiras pudesse levar perigo ao gol do Flu, na goleada por 3 a 0 sobre os paulistas.