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Colônia "italiana" faz PSG forte

Provavelmente influenciado pelas contratações do técnico italiano Carlo Ancelotti e de Leonardo como principal responsável pelo futebol, o Paris Saint-Germain aproveitou o dinheiro árabe para encher o carrinho de compras na Itália. Completou a fatura com Ibrahimovic, que chega para alçar o time à condição de candidato ao título até mesmo da Champions League na próxima temporada.

A limpa começou ainda no ano passado, e com reforços mais modestos. Desembarcaram na França: Thiago Motta (Inter de Milão), Javier Pastore e Sirigu (Palermo), Ménez (Roma) e Sissoko (Juventus).

Nesta temporada, os investimentos foram mais ambiciosos. Além de Marco Veratti (Pescara) vão jogar em Paris: Ezequiel Lavezzi (Napoli), Thiago Silva e Ibrahimovic (Milan). Alto nível nas contratações que elevam o PSG ao status de candidato à temporada tranquila na França além de poderem surpreender em níveis mais altos.

O provável time? Sirigu, Bisevac, Alex, Thiago Silva e Maxwell; Sissoko e Thiago Motta; Ménez, Pastore e Lavezzi; Ibrahimovic. Forte. Mas que entrará pressionado pelos gastos e precisará ser bem administrado pelo experiente Ancelotti.

Forte o PSG, fracos os italianos. Milan e Inter de Milão vão se enfraquecendo a cada temporada sem conseguir a desejada (e necessária) renovação em seus elencos. Sorte da Juventus, que não parece disposta a deixar de lado a reta de crescimento que tomou desde o início da última temporada. Com um bom atacante, pode fazer no país da bota o que o time de Leonardo promete fazer na França.

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E a bola puniu

A possibilidade era empolgante: bastava à Juventus vencer o Lecce, que briga contra o rebaixamento, em casa, e torcer por um tropeço do Milan diante de uma Atalanta sem muitas pretensões para comemorar o título italiano de maneira antecipada. Não deu certo. E o campeonato ficou em aberto, embora ainda siga com a Velha Senhora como favorita.

Desde o início do jogo, a Juventus aproveitou o fator casa para mostrar sua superioridade. Com sobras, criou chances, controlou o jogo e não correu riscos. O Lecce, absolutamente inferior, não deu um chute a gol sequer nos primeiros 45 minutos.

Para facilitar a missão, Marchisio abriu o placar logo no início após (mais um) bom passe de Pirlo. Mesmo aos 32 anos, o meia mantém a qualidade acima da média. É por ele que a Juventus consegue controlar o jogo. Qualidade na saída de bola, capacidade de armar à frente.

O gol que deu tranquilidade, deu tamém à Juventus a sensação de missão cumprida. O time jogou de maneira indolente, principalmente após a expulsão de Cuadrado no início do segundo tempo, deixando o Lecce ainda mais inferiorizado.

Mas como já dizia Muricy Ramalho, a bola pune. Quando a parada já parecia resolvida (embora o Milan vencesse o Atalanta e adiasse a comemoração), Buffon falhou grotescamente e Bertolacci empatou aos 40 do segundo tempo. Castigo justo para um time que teve todas as possibilidades de matar o jogo mas não se importou em fazê-lo.

Faltando duas rodadas, a Juventus ainda lidera e segue favorita. Enfrenta o Cagliari fora e a Atalanta em casa, dois times com poucas pretensões na competição (embora o Cagliari ainda corre risco mínimo de rebaixamento). O Milan, que terá pela frente a Inter na próxima rodada, ainda respira. E espera que a bola continue punindo a Juventus. Só assim para terminar à frente.

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Sem brilho na Itália

O clássico italiano não pode ser considerado decepcionante. Teve disputa, equilíbrio, alternância de domínio e boas chances de gol. Mas na vitória que colocou a Inter finalmente na disputa pelo título italiano, ficou claro o quanto os principais clubes do país estão abaixo dos principais rivais na Europa no momento.

A Inter de Milão entrou em campo com postura defensiva. Marcava em seu campo e só saía nos contra-ataques. O 4-4-2 em duas linhas é uma novidade interessante e que pode ser melhor trabalhada. A melhor notícia, porém, é o retorno do faro de artilheiro de Diego Milito, que marcou o único gol do jogo. Com um time que ainda não consegue controlar as partidas, ter lampejos decisivos individuais pode fazer toda a diferença. E é isto que faz com que a Inter se aproxime dos primeiros colocados (já está apenas seis pontos atrás da Juventus, líder do Calcio).

O Milan foi o time da iniciativa. E da dificuldade. Com Boateng recuado como volante no 4-3-1-2 e Emmanuelson como trequartista, o Milan sofreu como na grande maioria de seus jogos. Posse de bola pouco qualificada, pouca movimentação e pobreza de ideias. O Milan jogou no campo de ataque mas criou apenas na base do abafa. Com Ibrahimovic bem marcado e com partida impecável de Lúcio e boa parte do sistema defensivo adversário, o Milan não conseguiu chegar ao gol.

Impressiona a falta de alternativas do Milan. Que sofre com as laterais há anos, que tem um meio-campo carente de qualidade técnica e que continua apostando em lampejos de Ibrahimovic e, em menor frequência, de Pato e Robinho. A Inter tem mais opções e oportunidades de crescimento. Sneijder e Forlán hoje estavam no banco e podem deixar o time ainda mais forte.

Porém, observando o clássico de hoje em comparativo com os melhores times da Espanha e Inglaterra, principalmente, fica óbvia a falta de brilho dos grandes times de Milão neste início de 2012.

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A nova cara do Barcelona e o desafio do Santos

Contra o Milan, o Barcelona jogava para garantir a primeira posição no grupo já que os dois já haviam confirmado a classificação para a próxima fase da Champions. E no duelo contra um adversário forte e experiente, Guardiola voltou a mostrar a nova faceta de um time que se reinventa mas não cansa de encantar.

Sem Piqué, Daniel Alves e Pedro, o técnico do time espanhol voltou a apostar no 3-4-3 que vem aparecendo com frequência nesta temporada. Puyol, Mascherano e Abidal formaram o trio defensivo. Busquets era o volante com Xavi à direita, Keita à esquerda e Thiago na ligação. A principal novidade foi na frente. Fábregas jogou como o "falso nove" para Messi dar velocidade do lado direito e aproveitar as limitações de Zambrotta.

Muda a tática, muda o posicionamento dos jogadores, mantém o estilo. O Barcelona continua sendo o time da marcação adiantada, da posse de bola "irritante", da movimentação extrema. Começou bem, dominou o jogo e abriu o placar em gol contra de Van Bommel após erro de Zambrotta, passe genial de Messi e "assistência" de Abidal (que mesmo como zagueiro, saía com inteligência pela esquerda).

Para tentar uma alternativa ofensiva, o Milan mudou. Boateng adiantou pela direita formando um 4-3-3 e deixando a defesa adversária sem sobra. Resultado: pressão de 10 minutos, gol perdido por Robinho e empate com Ibrahimovic.

Após o gol, o Barcelona também se reorganizou. Com Busquets recuando para a zaga e Messi mais centralizado, formou um inusitado 4-1-3-2 mantendo o padrão. No equilíbrio do jogo, marcou o segundo em penalti inexistente sobre Xavi e manteve a pressão no início do segundo tempo para definir o jogo, quando acabou levando o empate em ótima jogada individual de Boateng (o melhor do Milan). Mas novamente na individualidade de Messi, o Barcelona se colocou à frente: passe genial e gol de Xavi, cada vez com mais liberdade ofensiva e jogando mais perto do gol. Com o 3 a 2, o Barcelona controlou o jogo e tentou colocar velocidade com Pedro e Sánchez, mas acabou garantindo o resultado.

O impressionante é o quanto o Barcelona tem facilidade para mudar taticamente, mantendo os jogadores e o nível. Todos os atletas parecem aptos para fazer qualquer função com a mesma qualidade. Se reinventa para manter a qualidade e impedir o encaixe dos adversários.

O jogo mostrou algo importante para o Santos, que observa o adversário de olho no Mundial. Quando jogou no 4-3-3 contra o 3-4-3 de Guardiola, o Milan deixou o adversário em dificuldade. Pode ser um caminho (já testado por Muricy no Brasileiro) caso o adversário mantenha a tática na competição.

O grande problema será marcar o adversário e principalmente seu principal craque. Sem Adriano, óbvio "cão de guarda" na marcação de Messi, o Santos penará defensivamente. A zaga lenta e um meio-campo que joga e deixa jogar não é o caminho para enfrentar um adversário de tão alto nível. E este é o grande desafio para time e treinador santista.

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Quadro Negro - Milan

A Champions League começou e claro, que o Marcação Cerrada não ia ficar fora.

Já na primeira partida, um clássico entre Barcelona e Milan. Que terminou com um empate improvável para um Milan que apenas se defendeu durante os 90 minutos.

A análise tática do time italiano está no Quadro Negro do Marcação Cerrada.

Clique aqui e confira.

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Muito pouco para o continente

O Milan, que lidera a Série A na Itália com três pontos de vantagem para o segundo colocado (Napoli) é uma prova da decadência do futebol no país da bota. Por lá, mesmo que aos trancos e barrancos em grande parte da temporada, o time vai vencendo, somando pontos e é o principal candidato ao título (apesar da crescente da Inter desde que Leonardo assumiu o comando técnico).

Ontem, o time deu mais uma prova de que sonhar com mais do que conquistar a Itália é utópico com o que tem à disposição. Foi derrotado, em casa, pelo Tottenham por 1 a 0 e ficou distante da classificação para as quartas-de-final da Champions League. O retrospecto recente mostra não só a fraqueza do futebol italiano em relação à hoje principal liga européia como também o quão difícil será a missão do Milan em White Hart Lane: nas últimas cinco partidas contra equipes inglesas, foram quatro derrotas e um empate.

Em Milão, as duas equipes entraram em campo com desfalques importantes. Allegri mais uma vez teve que apostar em Thiago Silva como volante, por falta de opção. O meio-campo também era o principal problema do Tottenham, que não tinha Bale, o principal jogador da equipe na temporada.

No primeiro tempo, os ingleses foram melhores. Seedorf, apagado, foi engolido por Sandro que conseguia desarmar e ainda participar das ações ofensivas dos ingleses. Lennon e Pienaar levavam vantagem sobre os limitados e lentos laterais do Milan. E Thiago Silva encontrou dificuldades no posicionamento graças à boa movimentação de Van der Vaart, aparecendo ora como atacante, ora como meia.

No intervalo, com a entrada de Pato na vaga de Seedorf, o Milan reencontrou fôlego para atacar. Melhorou a movimentação ofensiva e obrigou os ingleses a recuarem. Esboçou pressão, principalmente nas bolas paradas com aproveitamento de Yepes, que parou em duas incríveis defesas de Gomes.

Depois de 15 minutos de pressão, o Milan seguiu tendo a bola mas não tinha qualidade para criar algo diferente. Com o Tottenham fechado, a equipe rossonera tocava na intermediária ofensiva sem alguém capaz de fazer algo diferente e colocar alguém na cara do gol. O nervosismo aumentava e o time se perdia na arbitragem passiva e péssima de Sthépane Lannoy (o mesmo de Brasil e Costa do Marfim na Copa), que deixou de expulsar Flamini por entrada criminosa em Corluka e ainda assistiu Gattuso distribuir pontapés e tapas se tomar atitude alguma.

A pressão pela necessidade da vitória crescia e o Milan se abria. Até que Ibrahimovic errou passe no ataque e Lennon puxou contra-ataque rápido e mortal, como no manual, passando por Yepes com facilidade e deixando o gol praticamente vazio para o gigante Crouch sacramentar a justa vitória do Tottenham.

Os ingleses, perto da vaga, fizeram partida corretíssima tática e tecnicamente. Não foi brilhante, mas soube vencer suas limitações e aproveitar os espaços que o jogo permitiu. Foi ofensivo quando tinha que ser, defensivo quando foi necessário e rápido para matar o jogo.

Já o Milan, escancara mais uma vez seus problemas: falta renovação no sistema defensivo, principalmente nas laterais. E principalmente, mais qualidade ao meio-campo, que tem bons volantes mas não tem nenhum meia capaz de ditar o ritmo e fazer a equipe jogar. Um bom trio ofensivo pode ser suficiente para a Itália. Mas é muito pouco para o continente.

Quase justo no fim

Um jogo tradicional, esperado e que esteve dentro das expectativas apenas nos 20 minutos finais. Assim foi o 2 a 2 entre Milan e Real Madrid, na Itália. Resultado que sacramentou a classificação do ótimo time de José Mourinho para a próxima fase. E que deixa os italianos dependentes de um difícil confronto direto para se classificar.

Até a entrada do mito Fillipo Inzaghi, o jogo foi de um time só. Sem esforço, o Real Madrid dominou o adversário e criava quando queria, principalmente pelo lado esquerdo, onde Cristiano Ronaldo e Marcelo se entendem cada vez melhor.

De volta ao 4-3-3, o Milan optou pela saída de Seedorf, tirando completamente a qualidade do meio-campo. O time não conseguia criar nada. E ainda sofria com as investidas do rápido ataque do Real pelos lados, contra seus laterais que nada conseguem produzir (seja ofensiva, seja defensivamente).

O primeiro gol saiu ainda no primeiro tempo, com Higuaín após belíssimo passe de Dí Maria. Outros poderiam ter saído com um pouco mais de capricho. Mas no segundo tempo, o Real resolveu descansar. Dominava o jogo sem sustos, tinha facilidade, mas acelerava pouco.

Até que Inzaghi entrou. No momento da substituição, parecia uma mexida desesperada que dificilmente renderia alguma coisa. E de fato, não renderia. Não fossem as falhas grotescas de Pepe e Casillas, que geraram a virada do Milan com dois gols do símbolo.

O impensável tomou conta e o Real Madrid se lançou para o ataque de qualquer forma, com a entrada de Pedro León no lugar de Pepe. E a pressão surtiu efeito, mostrando a estrela de José Mourinho, com o gol de empate, marcado por León nos acréscimos.

Fez-se um pouco de justiça. Na verdade, o Real merecia a vitória pelo controle absoluto do jogo. Mas nem sempre futebol é feito de justiças. Principalmente quando do lado oposto há um artilheiro com tanta estrela como Inzaghi. Pena que o Milan não ande valorizando tanto o peso de sua camisa com um time envelhecido e incapaz de bater de frente contra um Real em alta velocidade.

OBS: Repararam que não citei o nome de Ronaldinho nenhuma vez no post? Pois é. Ele teve mais uma atuação abaixo da crítica. E ainda há quem defenda seu retorno à seleção...

Um baile em Madrid

As fraquezas de um Milan que vinha impressionando no início da temporada ficaram expostas na tarde de ontem, em Madrid. Vencido com sobras e com facilidade pelo Real Madrid, sem esboçar a mínima reação, ficou claro que o time que joga bem no Italiano terá dificuldades quando enfrentar adversários mais qualificados na temporada.

Para resolver o jogo, o time de José Mourinho precisou de apenas 13 minutos. Marcou duas vezes seguidas, com Cristiano Ronaldo (de falta) e depois com Ozil em falha do inseguro Bonera (fraco como lateral e ainda pior como zagueiro). 2 a 0 e o jogo parecia fácil. E era mesmo. O Milan que pouco ameaçou o gol de Casillas escapou de uma goleada histórica graças aos gols perdidos por Cristiano Ronaldo, Di María e Higuaín.

O Milan melhorou da última temporada para esta. Ofensivamente falando. As chegadas de Robinho e Ibrahimovic deram um peso ofensivo impressionante. Peças que encaixadas vão dar show. E que mesmo fora de sintonia, ao lado de Ronaldinho e Pato podem decidir em um lance. Mas ainda falta deixar o elenco mais equilibrado. Falta um goleiro do nível que o Milan merece. Falta um zagueiro para substituir os titulares em uma eventualidade (e para assumir o posto de Nesta num futuro próximo). Faltam laterais que tenham fôlego para chegar ao ataque com qualidade, para que o 4-3-1-2 possa funcionar sem centralizar demais as jogadas.

O Real Madrid de José Mourinho parece finalmente pronto para ser galático. É eficiente defensivamente e pode ser brilhante no ataque. O 4-2-3-1 deu o encaixe necessário para isto. A defesa mostra segurança, graças ao ótimo Ricardo Carvalho e à boa presença dos volantes. Marcelo cresce de produção a cada jogo e vai comprovando que é o melhor lateral esquerdo brasileiro no momento. Cristiano Ronaldo e Ozil estão se entendendo cada vez melhor. E como eu previa no início da temporada no Quadro Negro, será difícil achar espaço para Kaká no time.

Entra tantos craques, porém, gostaria de destacar um jogador. Com muito menos marketing, Khedira é impressionante. Para mim, foi o melhor em campo em Madrid. Marca bem e consegue chegar rapidamente ao ataque, como surpresa. Um volante moderno e de encher os olhos.

Assim como o time de Mourinho. Que este ano, parece que finalmente vai.

Última chance

Quando deixou o Santos, Robinho não sabia o que seria de sua carreira. Aliás, ninguém sabia. Nem o Manchester City, dono do passe do jogador. Certo era que o clube inglês só ficaria com o atacante em último caso, até pelo excesso de jogadores na posição.

Por semanas seguidas, Robinho não tinha para onde ir. Algumas sondagens e nada oficial. Falava-se de um interesse do Barcelona que nunca saiu do papel e que foi desmentido por Guardiola. A situação do atacante ficou chata e desconfortável.

Veio uma proposta do Fenerbahçe, que Robinho rejeitou de pronto. Aqui mesmo no blog, através de um texto do amigo Filipe Araújo, criticamos. Afinal, Robinho ainda não jogou na Europa o que se espera dele, tanto pelo Manchester quanto pelo Real Madrid.

O Milan caiu do céu para ele. Já dava para imaginar Robinho passando mais uma temporada na reserva, tendo poucas oportunidades na Inglaterra. Na Itália, chega com status de titular, apesar do preço baixo. Deve formar um ataque bem interessante com Ronaldinho, Pato e Ibrahimovic (não necessariamente todos serão titulares juntos).

A ida para a Itália fará bem inclusive à seleção. Robinho e Pato juntos já é ótimo. Ainda podem impulsionar Ronaldinho a voltar a jogar bem. Se o Milan ainda precisa de reforços defensivos para ter condições de brigar por grandes títulos como antes, é certo que o time vai ter um ataque de assustar os adversários.

A chance está aí. Robinho precisa fazer valer ou estará definidamente fracassado no futebol europeu. Por essa, creio que nem ele esperava. É hora de amadurecer de verdade e jogar no país da bota tudo o que já mostrou que sabe.

Quem sabe, sabe

Os europeus deram ontem mais um exemplo de como se tratar ídolos. O "amistoso" entre Barcelona e Milan, que valia o troféu Joan Gamper foi mais um sucesso. Não por acaso, foi transmitido mundo afora e assistido no Nou Camp por mais de 97 mil pessoas.

Melhor do que o 1 a 1 e a vitória dos donos da casa nos penaltis, foram as homenagens à Ronaldinho Gaúcho. Pela primeira vez contra o ex-clube (onde jogou de 2003 a 2008), o meia foi ovacionado pela torcida antes do jogo. O telão exibiu lances dele com a camisa do Barça. E ainda foi convidado para sair na foto junto com seus ex-companheiros.

Já estava de bom tamanho. Mas o Barcelona fez mais. Após vencer e receber a taça, através de seu capital Puyol, o time catalão ofereceu o troféu ao ídolo. Uma cena inédita, bonita e muito interessante.

Agora, precisamos ser justos. Teve coisa mais bela do que as homenagens ao brasileiro. E por isso, vou voltar a postar um vídeo no Marcação. O gol do eterno Inzaghi, foi uma pintura! Quem sabe, não esquece. Vale a pena conferir:

Finalmente

Foram 7 jogos sem vencer no Campeonato Italiano. Uma eternidade, que certamente não acontecia há anos com a Inter de Milão. O pentacampeonato que pareciam favas contadas na metade da competição, passou a correr risco justamente quando o time começou a acreditar que poderia sonhar com mais: a Europa.

Ontem, pressionada pela chegada do Milan, a Inter fez sua parte. Bateu o Livorno por 3 a 0, com tranquilidade e o principal, voltou a jogar bem. Eto'o, mais uma vez mostrou-se decisivo na carreira. É um jogador que resolve, quando o calo aperta. Às vezes, com louvor, como ontem. Autor de dois gols, o segundo de bicicleta.

Além de comemorar o ótimo resultado, a Inter viu o Milan vacilar de novo no momento errado. Jogou mal outra vez e acabou derrotado pelo Parma, por 1 a 0. A distância de 4 pontos para a líder, com estes resultados, torna difícil o sonho de Leonardo e cia. Aliás, o Milan já chegou longe demais para o elenco que tem, ao meu ver.

Tudo indica que o título mais uma vez deve ficar com a Inter. Parece previsível. E é. Mas o crescimento de Milan e Roma na segunda metade da competição dão um alento para a próxima temporada, onde o título deve voltar a se equilibrar.

Quanto ao time de José Mourinho, é hora de garantir o quanto antes o Italiano, para se concentrar no maior desafio. Provar que o time pode ser mesmo, Internacional.

Abissal diferença

Mais um dia incrível na Champions League. Pela primeira vez nas oitavas-de-final, a zebra passeou em campo. Esteve em Madrid, justamente no palco da decisão. Por motivos óbvios, acabou vendo de perto o Real Madrid ficar apenas entre os 16 melhores pelo sexto ano consecutivo. Já na Inglaterra, um esperado passeio do Manchester sobre um pobre Milan.

No Old Trafford é covardia fazer qualquer comparação. Assim como é covardia criticar Leonardo, obrigado a escalar Bonera e Huntelaar como titulares nos lugares de Nesta e Pato. Além disso, no banco a prova de um envelhecido elenco: o mais jovem era Gattuso, de 32 anos.

Assim, com o pragmatismo que estagnou há anos um dos maiores times do planeta, ficou fácil para o Manchester e para o empolgante estilo inglês de se jogar futebol. Força, técnica, velocidade. O United atropelou, pois tem um time milhões de vezes superior. E como se não bastasse, tem Wayne Rooney, autor de dois gols hoje de trinta na temporada. É o melhor jogador do mundo no momento. Decisivo e soberano.

Os 4 a 0 refletem exatamente esta diferença, como disse no título, abissal entre os times. Ronaldinho bem que tentou, mas sem companhia, acabou tornando-se presa fácil. Com velocidade, principalmente no segundo tempo, o Manchester esperou o momento certo para matar o jogo. E mostrar porque é um dos grandes favoritos ao título.

Já na Espanha, o Real bem que começou bem. Abriu o placar logo aos 9 minutos com Cristiano Ronaldo, até aqui, artilheiro da competição. Mas, outra vez, o plano galático sucumbiu. Na etapa final, ousado, o Lyon partiu para o jogo. Conseguiu um empate que deixou no chão os donos da casa. Sentiam o peso da responsabilidade galática. E acabaram sucumbindo diante de um Lyon que certamente não irá longe na competição.

Não é a primeira vez que Florentino Pérez prefere investir em marketing do que num time. Não é a primeira vez que as estrelas que ele contratou não conseguem formar uma equipe. E é a sexta vez seguida, que o Real Madrid fica nas oitavas-de-final da Champions League. Pouco. Muito pouco.

Principalmente porque este ano a final será justamente ali, no Santiago Bernabeu. E o Real corre o risco de ver seu grande rival, fazer uma grande festa em seu palco. Mesmo com investimentos menores.

Quanto à Kaká, foi um absurdo o que Pellegrini fez. Jogou para a torcida e tentou jogar sob os ombros do jogador a responsabilidade da eliminação. Merece e deve ser demitido. Foi inseguro, assim como sua defesa. E acabou tirando de campo um jogador que se não fazia uma partida brilhante, pelo menos era dos poucos que tentava alguma coisa.

Real Madrid e Milan seguem apostando em velhas formas. E a diferença, principalmente para os grandes ingleses, torna-se maior a cada temporada. Não é atoa.

Histórias repetidas

O futebol europeu é anos-luz mais interessante que o futebol brasileiro em termos técnicos. Fato e não há o que discutir. Mas por lá, as histórias andam bem repetitivas...

Na Espanha, ninguém segura o Barcelona. É líder com sobras de mais um Campeonato Espanhol, joga o futebol mais envolvente do planeta e encanta o mundo. O Real Madrid segue na cola. Mas como sempre, há pequenas crises envolvendo os merengues. Fora a boataria dos reforços. Sandro, Mata e Ribery foram os últimos nomes.

Na Itália, a Inter caminha para mais um título nacional. Não encanta, mas vence. E assim vai somando pontos no Campeonato Italiano com seu futebol correto. Pena que não funciona em termos continentais. O Milan também segue na cola. Segue jogando bem o time de Leonardo. Entra jogo e sai jogo, a história é a mesma: Ronaldinho brilha, Pato marca. Assim, os dois cavam seus lugares na lista de pedidos da torcida para o Mundial de 2010.

Na Inglaterra, o Chelsea lidera e segue jogando bem (apesar do tropeço neste fim-de-semana no duelo Terry x Bridge). Mas a história repetida por lá é "O show de Rooney". Para quem pensou que o Manchester tinha acabado após a saída de Cristiano Ronaldo, o atacante de 24 anos segue mostrando-se craque e decisivo. Este fim-de-semana, foi dele o gol que deu o tetracampeonato da Copa da Liga Inglesa aos Red Devils.

Ele está de volta. Mas ainda tem lugar para ele?

É o nome mais falado do momento: Ronaldinho Gaúcho. Depois de três anos de completo ostracismo no futebol, ele parece ter reencontrado a alegria de jogar futebol. Dois são os motivos. O primeiro, porque certamente percebeu que esta era a última grande chance de sua carreira. Ronaldinho não é mais nenhum garoto para brincar de jogar bola. A segunda, se deve à Leonardo. O treinador do Milan montou a equipe com a cara do Barcelona, quando Ronaldinho viveu seu auge. Deu a mesma liberdade de outrora para o jogador. E está vendo, contente, os resultados.

A pergunta que fica na cabeça do torcedor é: há espaço para Ronaldinho Gaúcho na seleção de Dunga que vai à África em 2010?

A minha resposta, sem precisar pensar muito, é sim. Eu que defendia fervorosamente o afastamento do jogador da seleção canarinho quando a fase era ruim, tenho que voltar atrás e dizer que é urgente o acolhimento ao craque neste momento.

Ronaldinho acrescentaria muito à seleção. Mesmo que não seja titular, e é isso que Dunga precisa trabalhar na cabeça do jogador. Ele pode ser muito útil. Pode estar entre os melhores da Copa. Pode ser o 12º titular. E com paciência, conquistar seu lugar no time.

A grande vantagem de Ronaldinho sobre seus concorrentes é a possibilidade de jogar em duas posições fundamentais no esquema de Dunga. O Gaúcho pode ser um reserva de peso para Kaká (já que Júlio Baptista, em fase ruim, definitivamente não incomoda ninguém, apesar de sempre jogar bem pela seleção) ou pode também assumir o papel de Robinho, jogando como atacante pelo lado esquerdo.

Fato é que um monstro com a qualidade e a experiência que tem Ronaldinho Gaúcho não pode ficar fora da Copa quando está jogando como está. Dunga sabe disso. E já deve estar quebrando a cabeça para descobrir quem ficará fora do Mundial.

Comemorar ou não, eis a questão

Você namora aquela menina por um bom tempo. Faz planos, e curte bastante. Mas, depois de um período, percebem que não é o momento e resolvem se separar. Tudo numa boa. Coisas da vida.

Depois de um tempo, você já está com outra namorada. E encontra a ex, pela qual você ainda tem no mínimo um carinho. Não há porque tripudiar, ficar se mostrando, ou nada do tipo. Você vai querer respeitar a bela história que teve no passado.

Quando falamos de casos assim, parece normal, não?

Mas quando um jogador resolve não comemorar o gol, por respeito a um ex-clube, para muita gente surge uma polêmica.

Foi o que fez Kléber Pereira, ao marcar contra o Atlético-PR, onde foi campeão brasileiro, na Arena da Baixada.

Foi o que fez Fred, ao marcar contra o Cruzeiro, clube que o revelou para o mundo, no Mineirão.

E é o que faria Kaká, se marcasse um gol contra o Milan, seu ex-clube, agora pelo Real Madrid.

O gol não aconteceu, mas a comemoração velada faria sentido e seria justa. É uma questão de respeito. Não significa que o jogador não queria fazer o gol. Tanto que fez. Mas simplesmente ele prefere não tripudiar.

Sobre o jogo de ontem, Milan e Real Madrid fizeram um ótimo jogo. Corrido e disputado. Uma pena que não teve arbitragem à altura (não é só no Brasil que os juízes atrapalham o jogo).

Confuso, o árbitro alemão atrapalhou o que poderia ter sido um jogo melhor. Mas que, apesar do empate, teve muitas emoções.

O Real Madrid foi melhor porque é melhor. Mas continua péssimo, taticamente falando. Pellegrini ainda não encontrou uma forma de encaixar seus ótimos jogadores para transformá-los de fato, num time. Destaque para Marcelo, muito bem no primeiro tempo quando atuou como meia pela esquerda.

O Milan foi bem nos contra-ataques. A dupla Pato/Ronaldinho se entende cada vez melhor e começam a entrar em boa fase. Dunga agradece as opções. E Leonardo agradece seu emprego, que segue mantido. Aliás, hoje, Leo está mais seguro no Milan do que Pellegrini no Real. E é justo, pois ele, de fato, apresenta evolução na equipe.

Ambos, porém, precisam ficar atentos. O Olympique de Marselha parece disposto a roubar a vaga de um deles na próxima fase da Champions. Seria imperdoável.

Não falei?

"E depois do que vi ontem, não duvido mais que o Milan de Leonardo apronte em cima do Real Madrid, de Kaká, logo mais." Este foi o trecho que começou meu post de ontem, sobre a Liga dos Campeões Europeus. Teve até gente nos comentários dizendo que nem a maior zebra do mundo seria capaz de fazer o Milan vencer. Não foi bem assim. Muito pelo contrário.

O jogo foi fraco. Muito fraco. Dois times sem organização tática alguma, um verdadeiro amontoado de jogadores. Que impedia que os talentos individuais fizessem a diferença. No primeiro tempo, o Milan tinha Ronaldinho voltando demais para buscar a bola e Seedorf desperdiçado apenas como marcador. A bola não chegava aos atacantes e o time assistia o Real Madrid jogar. Mal. Kaká não apareceu no jogo. E o gol, só saiu num falha grotesca de Dida, que entregou a bola de bandeja para Raúl. Antes disso, o juiz havia sonegado um penalti claríssimo para os donos da casa.

Na etapa final, o jogo seguiu muito fraco tatica e tecnicamente. Mas ganhou muito em emoção. O Milan voltou mais organizado, com os volantes mais soltos e com Ronaldinho mais próximo dos atacantes. Pirlo empatou em um golaço, de fora da área. Dida tentou entregar outro gol para Raúl, mas o atacante estava impedido. Pouco depois Drenthe marcou o segundo do Real após cobrança de escanteio. O jogo parecia decidido mas ia ganhar ainda mais emoção. Pato voltou a colocar tudo empatado.

No fim da partida, o juiz resolveu compensar o Real Madrid pelo penalti não marcado e quase se complicou no jogo. Anulou um gol legal do Milan e a confusão se armou no gramado com empurra-empurra e tudo mais. O momento top foi a "cotovelada" de Ronaldinho em Raúl. Eu gostei! Aliás, foi a melhor jogada de Ronaldinho na partida. No fim, porém, o Milan chegou ao terceiro gol, novamente com Pato e comemorou como um título, uma vitória que faz o time voltar a respirar.

As duas equipes ainda tem um longo caminho pela frente até tornarem-se time. Falta muito. O Real só está mais perto, pois tem talentos individuais muito superiores. Se os dois não se ajeitarem rápido, ficarão distantes demais de seus objetivos. É o mais provável, no momento.

Tirando de letra

O Real Madrid cresce à cada rodada e segue passeando na temporada 2009. Ontem, mais uma boa vitória. 3 a 0, em cima do bom time do Olympique de Marselha. Dispara na liderança do grupo e segue com 100% de aproveitamento na temporada.

O início não deixa dúvidas. O time do Real tem tudo para vingar. Não é um time tão pronto e tão leve quanto o rival Barcelona. Mas tem qualidade de sobra, principalmente ofensiva, para resolver os jogos.

Ontem, os franceses apertaram a marcação e dificultaram. Kaká, muito bem marcado, não jogava bem. Mas um time que tem tantos craques e tantas opções, muda o jogo em um lance. Foi assim com Cristiano Ronaldo, que marcou o primeiro gol, após linda troca de passes no ataque. O adversário se abriu e em poucos minutos o Real Madrid resolveu o jogo. Kaká marcou mais um de penalti. Cristiano Ronaldo fechou a conta. Hora de respirar e de descansar os craques com as entradas de Raúl e Higuaín.

O início de temporada é animador. A cada jogo, o time parece mais preparado. E tem muitas opções interessantes para formar a equipe. Cristiano Ronaldo começou incrível. Kaká ainda precisa jogar mais. Mas os Galáticos ainda vão dar muito o que falar.

Enquanto isto, o Milan perdeu para o "ótimo" Zurich, por 1 a 0, em casa. Leonardo precisa pedir o boné urgente. Ele não merece estragar a história que tem no time com este elenco que continua velho e fraco. Van Basten pode ser o próximo a colocar fogo em sua história.

O Milan deveria parar de investir em ídolos do passado e passar a buscar caras novas. Antes que seja tarde demais.

Encontros do acaso

Saiu ontem o sorteio para a primeira fase do torneio mais esperado da temporada no futebol. A UEFA continua dando show na organização da Champions League, com mais um evento que valoriza ainda mais a competição.

E os Deuses da Bola estavam lá, presentes. E fizeram com que confrontos pra lá de interessantes fossem definidos ainda na primeira fase.

São eles: Real Madrid e Milan (ou Kaká x Milan); e Barcelona e Inter de Milão (ou Ibrahimovic x Eto'o). Ainda haverão outros confrontos de primeiro nível, com ótimos classicos. Mas, sem dúvidas, estes dois serão os mais esperados e interessantes.

Imagine Kaká, com a camisa do Real, sendo ovacionado pela torcida do Milan, no San Siro. Imagine Eto'o, descarregando toda sua raiva por ser tratado como um jogador qualquer pelo Barcelona. Promete...

Ainda sobre o sorteio, vale destacar o excesso de times do escalão mais baixo da Europa. Aconteceu graças à postura inteligente da organização, que mapeou a fase preliminar para dar chances à times de países menos tradicionais. Diminui o nível, mas aumenta o alcance. A oportunidade é válida. E deve gerar goleadas e passeios inesquecíveis na primeira fase.

Confira todos os grupos. Em negrito, meus palpites para a próxima fase:

Grupo A: Bayern, Juventus, Bordeuax, Maccabi Haifa
Grupo B: Manchester United, CSKA, Besiktas, Wolfsburg
Grupo C: Milan, Real Madrid, Olympique de Marselha e Zürich
Grupo D: Chelsea, Porto, Atlético de Madrid, APOEL
Grupo E: Liverpool, Lyon, Fiorentina, Debreceni
Grupo F: Barcelona, Inter de Milão, Dynamo de Kiev, Rubin Kazan
Grupo G: Sevilla, Rangers, Stuttgart, Unirea Urziceni
Grupo H: Arsenal, AZ, Olympiacos, Standard Liége

Quadro Negro - Milan

Como disse na semana passada, vamos aos poucos tentar dar uma prévia do que podemos esperar da temporada 2009/2010 na Europa. Começamos com o Real Madrid. Agora, é a vez do Milan, de Leonardo.

O novo técnico brasileiro, com certeza, terá muito trabalho na Itália.

Para ver como vêm o Milan para o Campeonato Italiano e para a Champions League, é só clicar aqui.

E você? Acha que o Milan pode fazer bonito nesta temporada?

No aquecimento

É bom poder assistir aos diversos torneios de pré-temporada para os clubes europeus. É uma pena que o "ótimo" calendário brasileiro, não permita que as equipes daqui também participem. Mas, enquanto a bola não rola pra valer no Velho Continente, aí vão minhas primeiras impressões:

- Leonardo terá muito trabalho. E tem tudo para sair queimado de seu primeiro trabalho como treinador. O elenco do Milan, que já não era estas coisas, perdeu gente importante e não conseguiu repor. Resultado: time limitado, com poucas opções e tendo que apostar na garotada. Num banco, um Leonardo até com idéias interessantes e postura ofensiva. Mas que não me parece a pessoa ideal para comandar um time nesta situação. À esta altura, já deve ter se arrependido da troca que fez.

- O Chelsea será o Milan desta temporada. Futebol feio, vitórias magras, derrotas inesperadas. Este é Carlo Ancelotti. Ele muda de time, mas não muda de estilo.

- A Juventus tem tudo para fazer uma ótima temporada. O time é muito interessante. E ganhou muito com Felipe Melo e Diego no meio-campo. Aliás, Dunga vai ficar de olho no time. E Diego, em breve, deve estar de volta à seleção. Bola para isto já provou que tem.

- O Real Madrid precisará de muito trabalho para se acertar. O time é ótimo, mas vai demorar a "dar liga". Cristiano Ronaldo ainda não se encontrou em campo. Estou curioso para ver onde Kaká vai entrar na equipe. E a defesa segue exposta em excesso. Mas, à primeira vista, o time tem tudo para dar certo.

Aos poucos, volto com mais...

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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