Os Campeonatos Estaduais são uma maravilha. Cheio de grandes jogos e ótimos jogadores. Uma revelação atrás da outra. Regulamentos empolgantes que deixam a decisão para a reta final e que não deixa favoritos.

Este fim-de-semana, tivemos os primeiros clássicos da temporada 2011. E os públicos provaram que a fórmula não poderia ser mais desmotivante.
No Engenhão (que cada vez mais prova que não é "Vazião" apenas quando joga o Botafogo), 15.356 torcedores testemunharam o clássico entre Flamengo e Vasco. As duas maiores torcidas do Rio de Janeiro não conseguiram vender mais do que 13 mil ingressos. Apenas como prova do esvaziamento dos clássicos nos estaduais, a estreia de Ronaldinho Gaúcho pelo Flamengo, contra o tradicional Nova Iguaçu, quarta-feira, já vendeu mais de 20 mil ingressos.
Estádios vazios que não são privilégio do Rio de Janeiro. Na Arena Barueri, somente 9.334 pessoas pagaram para ver o clássico San-São.
Falta de público que ultrapassa as fronteiras do país. Grêmio e Internacional tinham tudo para fazer do primeiro Gre-Nal "internacional" um duelo que chamasse a atenção. Ambos utilizaram times reservas e levaram apenas 7 mil torcedores ao Atílio Paiva, no Uruguai.
Exceção feita, como de costume, ao nordeste. Em Pernambuco, a torcida do Náutico lotou os Aflitos (18.112 pagantes) para ver a vitória do time no "Clássico das Emoções".
E assim seguirá a vida pelo menos nos próximos dois meses. Estádios vazios, jogos sem sentido. E há quem diga que os Estaduais valem a pena...
Em que pese o calor descomunal de Sete Lagoas e o fato de estar ainda em início de temporada, a estreia do Cruzeiro no Campeonato Mineiro 2010 foi em ritmo de férias. Pouco esforço, suficiente para golear a fraca Caldense por 3 a 0, com todos os gols na etapa final.

Sem Marquinhos Paraná, vetado em cima da hora (e também sem Fabrício e Leandro Guerreiro), Cuca deu oportunidade para o lateral Pablo no meio-campo do Cruzeiro. Que começou o jogo buscando a movimentação, principalmente com o "novato" que participava muito do jogo dando apoio a Rômulo pelo lado direito. Depois de um início onde envolveu com facilidade o adversário mas não chegou ao gol, porém, o time parece ter sentido o sol e parou no jogo. A movimentação morreu e o time estático tornou-se presa fácil para a Caldense, que congestionava a entrada da área e tentava sair nos contra-ataques.
No segundo tempo, o Cruzeiro seguia insistindo demais no jogo pelo meio. Gilberto e Montillo se confundiam na faixa central e não conseguiam criar jogadas para Thiago Ribeiro e o apagado Wellington Paulista. Cuca acertou quando foi ousado, tirando Rômulo e colocando Wallyson, abrindo o time e dando velocidade pelos lados do campo. Pablo, tornou-se lateral direito e cresceu ainda mais de produção.
Com rapidez e triangulações pelos lados, o Cruzeiro chegou aos gols. Primeiro com Thiago Ribeiro, pelo lado esquerdo, sofrendo penalti bobo, bem batido por Wellington Paulista. Depois com Diego Renan, entrando em diagonal pelo lado esquerdo e marcando o segundo. Por fim, boa jogada de Pablo e Wallyson (que entrou muito bem) do lado direito, para finalização forte de Dudu.
3 a 0 com pouco esforço e pouco brilho. Vale pela estreia. Vale pela goleada. Fica a sensação de que o Cruzeiro é mesmo um time pronto e se falta um diferencial para comandar o ataque, sobra entrosamento e organização tática. Cuca conhece o que tem em mãos e pode ganhar opções interessantes com o crescimento do polivalente Pablo e dos promissores Dudu e Wallyson.
Mais uma vez, o fraco Campeonato Mineiro não deverá oferecer resistência para Cruzeiro e Atlético. Algumas dificuldades podem surgir, mas a tendência é mesmo que as duas equipes polarizem a disputa contra adversários tecnicamente muito inferiores e incapazes de surpreender.
Uma estreia complicada na Libertadores e os medos já rondam o Parque São Jorge. Por isso, a Pré-Temporada do Marcação foi à São Paulo, desvendar os problemas de Tite e do Corinthians para o ano que se segue.
Saída de jogadores importantes, poucos reforços. As dificuldades de um Corinthians que precisa de títulos estão apenas no início.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
Campeonatos Estaduais não servem de parâmetro para indicar as equipes mais fortes do país. Por isso, o 100% de aproveitamento de Botafogo, Flamengo e Fluminense no início do Carioca não é surpreendente e não mostra muito. A medida correta só será conhecida quando chegarem os clássicos, as decisões, as fases mais agudas da Copa do Brasil.

Antes disso, porém, é fácil perceber o que está errado. Anormal não são as três vitórias consecutivas dos três times já citados. E sim, as três derrotas em três jogos do Vasco até aqui. Ontem, o último vexame. 3 a 1 para o Boavista. Antes, derrotas para Resende e Nova Iguaçu. Adversários fracos que fizeram 7 gols em três jogos e não deixaram um ponto sequer em São Januário.
Roberto Dinamite apareceu. Envergonhado, e não podia ser diferente. Mas apático, prometeu apenas conversa e nada de mudanças. PC Gusmão continua. Reforços não virão. Carlos Alberto e Felipe seguem jogando mesmo com a displicência e má vontade demonstrada nos últimos jogos. Esperança de que como em um toque de mágica, as coisas comecem a funcionar.
No domingo, o primeiro grande desafio de 2011. O clássico contra o Flamengo pode ser divisor de águas. E se PC realmente resistir até lá, terá sua última chance de dar uma virada que hoje parece absolutamente improvável.
A apatia que começa na diretoria, passa pelo treinador e continua dentro do campo. O Vasco precisa de mudanças. E o tempo urge. Ou o que parece péssimo hoje, pode ficar ainda pior. E pelo andar da carruagem, não demorará para ficar.
PS: Muitos vascaínos fazem campanha pelo retorno de Eurico Miranda. O fracasso de Roberto Dinamite no comando do clube, tem muito a ver com as mazelas deixadas pelo ex-presidente do clube. Definitivamente, não é ele a solução. Não é hora para retrocesso e sim para mudanças positivas e avanço.
A Pré-Temporada do Marcação vai onde as estrelas foram. Com as contratações de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves, o Flamengo aparece como um dos times que melhor contratou para 2011.
Cabe agora a Luxemburgo, encaixar as estrelas em seu time. Algumas opções táticas para o rubro-negro
estão aqui.
Resta saber se as estrelas do ataque compensarão a falta de reforços para a defesa até aqui.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
Ney Franco fez o que lhe era conveniente. Já classificado para o hexagonal final, colocou os reservas em campo no encerramento da participação da seleção brasileira sub-20 na primeira fase do Sul-Americano. Forma de poupar os jogadores fisicamente e evitar lesões e suspensões para a fase decisiva.

Oportunidade de ouro para quem não vinha atuando mostrar potencial e lutar por um espaço entre os 11 titulares, certo? Errado. Em geral, o time foi sonolento e preguiçoso. A motivação que deveria existir para conquistar vaga na equipe não apareceu. Salvo, claro, raras exceções. Aleksander fez boas defesas, mostrando mais segurança do que Gabriel. Rafael Galhardo voltou a participar bem do jogo e é alternativa válida para o lugar do até aqui apagado Danilo. Fernando provavelmente ganhará o lugar de Zé Eduardo (minha maior decepção até aqui na competição), graças a mais uma ótima partida. E Oscar, que deu passe magistral para o gol, provou o quanto pode ser útil ao time.
Mudaram os jogadores, não mudou a estrutura. Postado novamente no 4-2-3-1, a seleção demorou para encaixar seu jogo. Mas foi se soltando e mostrou desprendimento tático maior do que o time titular. Por várias vezes, Oscar e Diego Maurício deixaram os lados do campo aparecendo pela faixa central e confundindo a marcação. Numa delas, o ex-meia do Inter deu lindo passe de calcanhar para Henrique abrir o placar.
Pouco depois, o juiz exagerou ao expulsar Cazares do Equador (mesmo árbitro que expulsou dois jogadores e Ney Franco na estreia do Brasil). O que abria espaço para uma goleada e uma atuação de gala, transformou o jogo em algo arrastado, chato e moroso. O Equador com 10 jogadores não conseguia ameaçar. E o Brasil parecia satisfeito com a vitória simples e a classificação em primeiro do grupo.
No fim, o Equador assustou e não fosse a pontaria ruim de Montaño, o resultado poderia ter sido novamente decepcionante.
O Brasil se classificou sem muitas dificuldades e sem jogar tudo que era esperado. A fase final reservará jogos certamente muito mais difíceis. O time de Ney Franco precisará de mais concentração, movimentação e poder de definição. Qualidade individual, já provou que tem. Faltam cinco jogos para garantir a permanência do sonho olímpico. E daqui em diante, é proibido vacilar.
A Pré-Temporada do Marcação Cerrada vai hoje a Goiás. É hora de ver como estão os preparativos do Atlético-GO para a temporada 2011.
Com poucos reforços de peso e perdendo seu principal jogador no ano passado a expectativa para o time comandado por Renê Simões não é das melhores.
Para ver as possibilidades táticas e de escalação do Atlético,
clique aqui.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
A idéia de trazer medalhões e craques consagrados como Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho é válida. Fortalecem a equipe, dão experiência, dividem a responsabilidade. Com eles, certamente, o Flamengo fica mais forte. O que não pode fazer, é fechar os olhos para a extraordinária geração que ganhou na manhã de hoje o título da Copa São Paulo, vencendo o Bahia por 2 a 1.

Antes de mais nada, é preciso destacar um ponto sensacional da decisão: a presença das torcidas. Tricolores e flamenguistas encararam sol escaldante, encheram o Pacaembu, surpreenderam a todos e fizeram da final um espetáculo ainda melhor.
Pelo nervosismo da decisão, pela temperatura alta, o jogo teve momentos de ritmo desacelerado. Mas foi bom, no geral. Movimentado, interessante e mostrou porque as duas equipes chegaram à decisão.
Mais solto e com mais qualidade individual, o Flamengo começou melhor. Não demorou para abrir o marcador com o capitão Frauches. Seguia melhor, aproveitando principalmente o corredor enorme que Anderson aproveitava pelo lado esquerdo. Aos poucos, porém, o Bahia se ajeitou em campo. Muito mais organizado taticamente, o time passou a dar trabalho. E depois de pequena pressão, empatou o jogo em penalti bobo, muito bem batido por Rafael.
Veio o segundo tempo e o jogo seguia equilibrado. O Bahia criava as melhores chances, mas parava em atuação magistral do ótimo César. Até que o jogo mudou aos 23, quando Dudu fez penalti, foi expulso e Negueba fez o gol que daria o título ao rubro-negro. Não sem antes ver César fazer pelo menos mais duas ótimas defesas para garantir o 2 a 1.
Apesar da derrota, fica para o Bahia o sentimento de bom trabalho realizado. Alguns jogadores do bom time vice-campeão podem ser aproveitados no time profissional. E em meio a algumas boas promessas, uma jóia no meio-campo: Igor merece ser muito bem trabalhado.
O Flamengo de campanha irretocável, eliminando os bons times do São Paulo e do Cruzeiro (campeão brasileiro sub-20 no fim de 2010) venceu porque tinha o melhor time. Ou os melhores valores individuais. Conhecido pela famosa frase "craque a gente faz em casa", o rubro-negro tem uma ótima geração para se aproveitar. César, Marllon, Anderson, Muralha, Lorran, Adryan e Lucas não serão solução. Mas merecem minutos de jogo e crescimento paulatino entre os profissionais.
Que o Flamengo saiba aproveitar dentro de sua casa os craques que criou. Diferente do que fez com a também ótima geração de 1992.
O discurso de Felipão após a sofrida vitória do Palmeiras (1 a 0 sobre o Oeste) deixa claro a mudança e principalmente, a postura esperada para o time em 2011: "A vitória foi ótima, espetacular, porque também não fizemos muito mais que o Oeste para ganhar o jogo. Tivemos mais sorte, só isso".

De fato, não parece estar na mente do treinador palmeirense desviar o foco das más atuações da equipe como fez em boa parte de 2010. E isto pode ser fundamental para que o Palmeiras se encontre, dentro de suas limitações.
Novamente no 4-3-3 com três volantes e pouca criatividade no meio-campo, o Palmeiras apostou na qualidade de Kléber na frente e na correria, principalmente pelo lado esquerdo com Rivaldo e Luan. Longe de ser um primor técnico (principalmente enquanto segue sem contar com os eternos machucados Lincoln e Valdívia), o Palmeiras reconheceu que a transpiração pode ser o segredo do sucesso.
O jogo truncado no primeiro tempo, melhorou no segundo. Algumas chances de gol, desperdiçadas por ambos os times. O Palmeiras teve as melhores, mas não aproveitou. E já no fim, quando o zero a zero parecia ser o placar final, Patrick aproveitou jogada de raça de Kléber pelo lado esquerdo e bom cruzamento de Luan para marcar o gol da vitória.
Além de conviver com o excesso de lesões, Felipão tem um elenco com algumas boas peças e muitos jogadores que acrescentam pouco ou quase nada. Mas montar um time organizado taticamente e que tem tanta vontade é o caminho indicado para fazer do Palmeiras um time competitivo. Sem ilusão. Com transpiração e consciência.
A Pré-Temporada do Marcação Cerrada volta a Minas Gerais. Com menos pompa nos reforços mas com a manutenção da ótima base que ficou em segundo no último Brasileirão, o Cruzeiro se prepara para disputar a quarta Libertadores consecutiva.
Com praticamente o mesmo time, Cuca deve apostar nos esquemas que funcionaram em 2010 e fizeram do time candidato ao título nacional.
As alternativas e o encaixe de um dos reforços na equipe, você
vê aqui.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
O empate decepcionante, mas que garantiu a classificação da seleção brasileira sub-20 para o hexagonal final no Sul-Americano, veio em boa hora. Basta ver o que os próprios jogadores disseram ao fim dos 90 minutos, para perceber que é bem provável que uma lição importante tenha sido tirada da partida contra a esforçada Bolívia: a de que por melhor que um time seja, ele não ganhará a partida quando quiser.

Mais uma vez, o Brasil apresentou as mesmas falhas. Apesar de muito bem postado taticamente (o 4-2-3-1 de Ney Franco é claro e todos os jogadores mostram saber exatamente sua função em campo), o time voltou a pecar pela pouca mobilidade e troca de posições. Parece faltar liberdade, termo fundamental para o sucesso do "esquema da moda".
Neymar muito preso pelo lado esquerdo tornou-se presa fácil para a marcação forte dos bolivianos (também muito bem armados num 5-4-1 que variava para o 3-6-1). Henrique movimentou-se mais como meia pelo lado direito, mas fez poucas incursões em diagonal. Sobrou para Lucas toda a responsabilidade de armar o time.
Mesmo com tantos defeitos, o Brasil foi superior, porque é muito melhor tecnicamente do que todos os adversários da competição. Na individualidade, algumas jogadas foram criadas. Principalmente depois dos 30 minutos iniciais, quando Henrique e Neymar passaram a jogar mais em diagonal abrindo espaço para os volantes e laterais aproveitarem o corredor lateral. Foi assim que saiu o primeiro gol, de Henrique.
Na etapa final, talvez pelo calor, talvez pela vitória parcial, o time se acomodou. Indolente, se poupava de correr. Mesmo assim, criava, sempre na qualidade individual. A Bolívia parecia morta, e Ney Franco acreditou nisto, tirando Zé Eduardo para colocar Oscar, recuando Lucas. A marcação se foi e o time brasileiro ficou completamente exposto.
E enquanto os brasileiros desperdiçavam gols no ataque, a Bolívia empatou o jogo em escorregão do ótimo Bruno Uvini e gol de Rios. Quase virou em contra-ataque puxado por Torrico. Assustou. E espera-se, tenha deixado lições.
O Brasil tem um baita time. Tem um baita técnico. Teve tempo de sobra para treinar e parece ter organização tática suficiente para brilhar. Precisa se soltar mais. E assim, chegar com a facilidade esperada a uma das vagas para os Jogos Olímpicos.
Depois de tanto insistir e acabar frustrado com a ida de Ronaldinho Gaúcho para o Flamengo, o Grêmio ainda não buscou grandes reforços em 2011.
Inicialmente, a aposta da diretoria é no trabalho que deu certo no ano passado, quando o clube arrancou no Brasileirão até conquistar uma vaga na Libertadores.
Crença na estrela de Renato Gaúcho, nos gols de Jonas e na base que funcionou. Para ver os preparativos do Grêmio para esta temporada,
é só clicar aqui.
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O Internacional anunciou hoje a venda da ótima promessa Giuliano para o pouco conhecido Dnipro, da Ucrânia. A ótima soma de 10 milhões de euros seduziu dirigentes colorados e jogador. De fato, os valores são ótimos. Mas apenas neste aspecto, a negociação vale a pena.

Giuliano chegou ao Inter no fim de 2008. Aos 20 anos, começava a conquistar um lugar definitivo entre os titulares. Foi fundamental e decisivo na campanha vitoriosa na Libertadores do ano passado. Tinha tudo para deslanchar de vez em 2011.
Mas preferiu seguir o caminho de outras promessas do futebol nacional, que interessadas nos euros ucranianos caíram no ostracismo.
O caminho que levou Brandão (do São Caetano) em 2002 para o Shaktar foi repetido por outros 68 jogadores entre 2003 e o fim de 2010, segundo o site da CBF. Entre tantos jogadores, raríssimos são os casos de sucesso no futebol do país. Tanto é que nos últimos 5 anos, nada menos do que 36 tomaram o caminho de volta.
Dínamo de Kiev e Shaktar Donetsk são os destinos mais conhecidos das promessas brasileiras. Guilherme, Fernandinho, Jádson, Willian, Ilsinho, Luiz Adriano, Douglas Costa, André, Elano, Marcelo Moreno, Corrêa. São alguns dos jogadores que saíram do Brasil para se aventurar em um dos dois clubes. Quem não voltou ao Brasil (normalmente emprestado) foi para clubes menores da Europa ou está por lá até hoje. Por mais que joguem bem e sejam ídolos (como Jádson e Willian), dificilmente são lembrados por grandes clubes europeus ou para a seleção brasileira.
Giuliano escolheu ainda um clube médio, como o Dnipro. Caminho parecido com o escolhido por Cleiton Xavier e Taison em 2010, quando foram jogar no modesto Metalist. Ambos vinham muito bem (o primeiro havia sido convocado para a seleção pouco antes da venda e o segundo foi um dos melhores jogadores do país no primeiro semestre). Hoje, mal se ouve falar em algum deles.
Perde Giuliano, craque de futuro e candidatíssimo a um lugar na Seleção. Perde o Inter, que trocará o certo pelo duvidoso se apostar no pouco interessado Zé Roberto, do Vasco.
E também o futebol brasileiro, que pode perder mais uma promessa congelada no frio futebol ucraniano.
Os Campeonatos Estaduais começaram no último fim-de-semana. Com pouco tempo (e paciência) para observar, não tinha aberto espaço ainda no blog para eles. Ontem, iniciou-se também o Campeonato Carioca. Entre os mais importantes, falta apenas o Mineiro.

Vieram os estaduais, vieram os tropeços. Como de costume, os campeonatos não servem de parâmetro. Vencer é obrigação. Derrota, por mais natural que seja em início de temporada (ou no meio da pré-temporada) é sinônimo de vexame.
E não são poucos já nas primeiras rodadas. O Náutico perdeu para o Salgueiro (1x0). O Avaí foi goleado pelo Brusque por 3 a 0 e é lanterna do Catarinense. O Ceará não conseguiu mais do que um empate por 1 a 1 com o Guarani de Juazeiro. Mesmo resultado do Corinthians, contra o Bragantino. Com Carlos Alberto, Felipe e Éder Luís em campo, o Vasco perdeu em casa para o Resende (1 a 0). Mas ninguém fez mais feio que o Goiás, humilhado pelo CRAC por 5 a 1.
Resultados que colocam pressão e iniciam (cedo demais) a caça às bruxas. Já há quem aposte que Tite não vai durar no Corinthians. Quem diga que o time do Vasco é fraco e não tem solução. Que o Goiás vai cair para a Série C.
Natural, assim como a empolgação sem sentido com os times que fazem um pouco mais. Dentre os mais tradicionais, Santos e São Paulo foram os que começaram melhor em 2011.
O Santos conseguiu mais uma goleada. 3 a 0 sobre o Mirassol, nas estréias de Jonathan e Elano. A equipe continua ofensiva, rápida e com faro de gol como nos tempos de Dorival Júnior. Tende a ter mais aproximação e posse de bola com o novo treinador. Ainda há muita gente para entrar no time (Danilo, Léo, Charles, Arouca, Ganso, Neymar...) e o futuro é animador. Mas não pela vitória, com facilidade, contra um adversário muito inferior.
O mesmo serve para o São Paulo, que em 2011 parece querer deixar definitivamente para trás o fardo deixado por Muricy Ramalho. É o time da velocidade, da bola na chão, da movimentação. Mais solto, como deve ser. E que vai ganhar muito com o retorno do ótimo Lucas, capaz de distribuir e pensar melhor o jogo.
Começar vencendo, obviamente, é melhor do que perdendo. Mas em ambos os casos, se tratando dos Campeonatos Estaduais, é bom ter (muito) cuidado com a avaliação.
O Marcação Cerrada vai hoje à Santa Catarina. É hora de observar o que está preparando o Figueirense em seu retorno à Série A.
Poucos reforços importantes e aposta em jogadores sem oportunidade em seus clubes, principalmente jovens.
É com este time que o Figueira tentará lutar contra o rebaixamento em 2011.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
A Pré-Temporada do Marcação Cerrada volta ao Rio de Janeiro. Com os bons reforços anunciados na última semana, o Botafogo de Joel Santana já tem o time quase pronto para 2011.
E alternativas não vão faltar na prancheta do técnico botafoguense.
Para conferir os preparativos, os reforços e as possibilidades do Botafogo, é só
clicar aqui.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
Se alguém fora das fronteiras brasileiras teimava em não conhecer o talento de Neymar, certamente passou a noite/madrugada de ontem admirado com o talento do que há de melhor no futebol do país no momento. O jovem atacante brincou em campo, como sempre fez, e com atuação brilhante definiu a importante vitória do Brasil na estreia do Sul-Americano Sub-20: 4 a 2, com 4 gols de Neymar.

A participação de Neymar foi tão decisiva e interessante que ofuscou até mesmo a também ótima estreia do trio do São Paulo: o muito seguro Bruno Uvini na zaga, o forte e qualificado Casemiro no meio e o veloz e inteligente Lucas no meio-campo.
Mas nem tudo foram flores na estreia da equipe de Ney Franco. Nos 20 minutos iniciais, o Brasil sentiu dificuldades com a marcação adiantada do Paraguai, atenuando o nervosismo habitual do início de uma competição deste porte. Para conseguir algo mais do que as bolas longas dos zagueiros e laterais que raramente encontravam um disperso Henrique no ataque, o time precisava encurtar os espaços e movimentar-se para fugir da marcação e abrir espaço para quem vinha de trás.
Tudo começou a fluir quando Lucas e Oscar variavam entre o centro e o lado direito. Numa destas inversões, o meia do São Paulo confundiu a defesa e abriu o corredor para Casemiro, que carregou muito bem a bola até sofrer penalti. Batido por Neymar com a seriedade e a responsabilidade de quem mostra amadurecimento e está preparado para comandar o time.
Com o gol, o Brasil cresceu e se soltou no jogo. Passou a jogar mais pelo lado esquerdo, com Neymar (quase sempre com a aproximação de Lucas) e confundir a marcação de Cáceres e Pérez no setor. O segundo gol veio, novamente com Neymar, após jogada rápida pelo setor e dribles desconcertantes dentro da área.
Na etapa final, a tendência era de um jogo mais tranquilo. E seria, não fosse a tola expulsão do promissor Zé Eduardo, que cometeu duas faltas desnecessárias em menos de cinco minutos. O gol paraguaio, logo na sequência, dava contornos ainda mais dramáticos ao jogo.
Ney Franco reconstruiu o meio com a entrada de Fernando e fortaleceu o lado direito da defesa (por onde o Paraguai mais chegava) com a entrada de Galhardo - muito bem - no lugar de um Danilo desconcentrado.
Novamente organizado, coube ao time brasileiro observar Neymar resolver a parada. Primeiro em um gol de força, raça, vontade. Entrou com bola e tudo. Depois com um toque leve, sutil, que deixou o goleiro Ovando absolutamente sem reação. As várias facetas de um craque.
No fim, outra expulsão (do destemperado Henrique) e um gol do Paraguai que não tiram o brilho da estreia positiva e da partida de Neymar. Ele está muito acima dos outros da categoria.
É preciso atenção com a parte emocional do time. As expulsões desnecessárias (em que pese a atuação complicada da arbitragem) podem prejudicar o Brasil num momento decisivo. Mas o "simples" fato de ter o marrento, mas cada vez mais maduro Neymar no time, faz do time de Ney Franco o grande favorito no Sul-Americano. E mais do que isto: faz valer cada segundo de uma noite de sono perdida.
A Pré-Temporada do Marcação Cerrada chega à terra do carnaval. Sem o Vitória, 2011 será o ano do retorno do Bahia à elite nacional.
E os baianos não brincaram no período de férias. Foi o time que mais contratou até aqui: 14 novos jogadores chegaram ao elenco.
Com tantas novidades, é difícil prever como Rogério Lourenço (também de chegada) armará a equipe. O time que vem treinando e uma boa alternativa para este que vos escreve, porém, estão disponíveis
aqui. Confiram.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
Fora da Copa Libertadores, o São Paulo é o terceiro time a chegar à Pré-Temporada do Marcação Cerrada.
O tricolor até aqui ainda não fez grandes contratações. Trouxe apenas um reforço para a temporada 2011.
Mas pretende trabalhar com calma no mercado enquanto abre espaço para os garotos do clube no elenco.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
Depois do Atlético-MG, a pré-temporada do Marcação Cerrada chega ao Rio de Janeiro. Hora de acompanhar o que o Vasco anda preparando para 2011.
Até aqui, poucos reforços, a maioria em posições carentes e onde jogadores importantes saíram do clube.
O mais importante, porém, é que PC Gusmão voltará a ter a disposição toda a qualidade no seu meio-campo, com Felipe, Carlos Alberto e Zé Roberto.
Aproveite para ver outros times que já passaram por nossa pré-temporada:
O show foi longo, o circo cansativo, a novela repetitiva. Mas chegou ao fim, com um final feliz para o torcedor rubro-negro: Ronaldinho Gaúcho assinou contrato com o Flamengo até julho de 2014. Tempo suficiente para se esbaldar na tentadora noite carioca, para voltar a brilhar no futebol brasileiro e para, quem sabe, brigar por um espaço hoje pouco provável, na seleção que disputará a Copa do Mundo no Brasil.
Em que pese a péssima condução do negócio, principalmente graças à postura de seu irmão/empresário Assis (que quis aproveitar-se da situação para uma exposição exagerada e completamente desnecessária), é preciso encarar a volta de Ronaldinho Gaúcho ao futebol brasileiro como ela merece. Aos meus olhos, a maior contratação de um clube do país em todos os tempos. Explico:
Ronaldinho Gaúcho esteve entre os cinco melhores jogadores da última década, sem sombra de dúvidas. É um jogador extremamente midiático e ótimo produto de marketing. E ainda que indique estar definitivamente na curva descendente na carreira, tem condições totais de brilhar e ser decisivo no futebol brasileiro. Basta o mínimo de vontade e responsabilidade.
Resta saber o que o meia-atacante deseja com o retorno ao Brasil e com a escolha pelo Flamengo. Se curtir a noite carioca e o fim da carreira ou se voltar a ser um dos principais jogadores brasileiros. Condições (físicas e técnicas) para isto, ele tem.
Quanto ao Flamengo, precisará render em campo para compensar o esforço hercúleo na contratação de Gaúcho. E para isto, precisará de muitos cuidados. Dentro e fora de campo. Ronaldinho é mais uma estrela que chega com salário infinitamente superior a seus companheiros de equipe e certamente terá privilégios no clube o que pode gerar ciúme e problemas internos. E dentro de campo, precisa do posicionamento tático correto para poder render tudo o que sabe, e esta tarefa Luxemburgo tem condições de cumprir se quiser voltar a ser respeitado (alternativas táticas com a presença do meia em breve na Pré-Temporada do Marcação).
O prêmio de melhor jogador do mundo, foi para o melhor jogador do mundo. A eleição realizada agora em conjunto pela Fifa e a France Football, consagrou pela segunda vez consecutiva o argentino Lionel Messi como o melhor jogador do planeta.

O extra-terrestre Messi não se cansa de acumular prêmios históricos. É o primeiro da história que, em ano de Copa do Mundo, vence a Bola de Ouro sem ter sido campeão mundial. E de fato, ele não precisa de títulos para ser o melhor.
Mesmo que os ganhe, e não são poucos. Se em 2010 o Barcelona não ganhou tudo como no ano anterior, certamente não foi por culpa do craque argentino. Foram 60 gols em 64 partidas (58 gols em 54 jogos pelo Barça) ao longo da temporada. Média de quem não é deste planeta. E muitos shows individuais. Como a atuação perfeita e inesquecível diante do Arsenal na Champions League, quando marcou os quatro gols na inapelável goleada por 4 a 1.
Contrariando a tradição e o esperado, a Fifa fez o simples. Deu ao melhor jogador deste e de qualquer outro planeta, o troféu que lhe é "de direito". Sorte do Barcelona, da Argentina e de todos os amantes do futebol. Certamente, os feitos de Lionel Messi não vão parar por aqui.
Nota do blog: Escrevi quando da divulgação dos indicados, que votaria em Sneijder. Apesar de achar Messi infinitamente superior, acho que o holandês foi mais bem-sucedido e mais importante para seu time na temporada. Escrevi ainda que achava que Iniesta ficaria com o prêmio, pelo título mundial e pelo gol decisivo. Errei os dois. Mas fiquei feliz com a escolha e assino embaixo do prêmio.
O Marcação Cerrada dá hoje o pontapé inicial para a temporada 2011. E o primeiro passo deste "novo ano" é a série Pré-Temporada, que vai analisar a montagem e as possibilidades táticas dos times da Série A do Brasileirão.
E o time escolhido para abrir a série não podia ser outro. O Atlético-MG foi quem melhor trabalhou no mercado até aqui. Dorival Júnior já recebeu quase todas as peças que pediu durante as férias. E ganhou um elenco mais qualificado e recheado de opções para 2011.
Para ver o que é possível esperar do Atlético-MG é só
clicar aqui.
E você? Acha que este ano o Galo voltará a brigar por grandes títulos no Brasil?
Chegou ao fim a votação de mais uma Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. O time de 2010, ficou marcado pela renovação total. Nenhum nome entre os melhores de 2009 voltou a estar entre os destaques nesta temporada. Como era de se esperar, os três primeiros colocados dominaram a seleção. Cruzeiro, Fluminense e Corinthians colocaram sete, dos doze nomes escolhidos.

Vejam então, qual foi a Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro de 2010:
1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
10 - Conca (Fluminense)
11 - Montillo (Cruzeiro)
7 - Neymar (Santos)
9 - Jonas (Grêmio)
Técnico: Renato Gaúcho (Grêmio)
Craque: Conca (Fluminense)
Revelação: Lucas (São Paulo)
Destaques: Conca (Fluminense) e Jonas (Grêmio)
Algumas curiosidades sobre os escolhidos deste ano:
- Como já dito acima, a renovação foi total. Pela primeira vez na história, nenhum jogador da seleção do ano anterior esteve entre os votados na temporada.
- Pela segunda vez consecutiva, a revelação não esteve entre os melhores do Campeonato.
- O São Paulo segue disparado como o time mais premiado até hoje (14 prêmios). Graças a Jonas e Renato Gaúcho, o Grêmio se igualou ao Flamengo na segunda posição (7 prêmios para cada). Cruzeiro e Fluminense (5 cada) aparecem na sequência.
- 8 times diferentes aparecem premiados nesta temporada. Igualou-se a 2007 na segunda posição da Seleção com mais equipes. Em 2009 foram 10.
Pela primeira vez na história da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro, o técnico escolhido não foi o comandante do time campeão. Renato Gaúcho, que conseguiu arrancada extraordinária com o Grêmio deixou para trás o bi-campeão do troféu e consolidou a renovação total da seleção nesta temporada.

Esta é a Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro de 2010:
1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
10 - Conca (Fluminense)
11 - Montillo (Cruzeiro)
7 - Neymar (Santos)
9 - Jonas (Grêmio)
Técnico: Renato Gaúcho (Grêmio)
Destaques: Conca (Fluminense) e Jonas (Grêmio)
Agora é hora de fechar a premiação de 2010, escolhendo o craque do campeonato e a revelação. Como de costume, para craque estão na disputa os 11 escolhidos para a seleção. Confira então os cinco candidatos à revelação e votem:
Dedé (Vasco) - O zagueiro foi o melhor jogador do Vasco no Brasileirão. Foi escolhido, inclusive, como um dos zagueiros da seleção.
Júlio César (Corinthians) - Assumiu o gol corinthiano e não decepcionou. Figura importante na campanha do Brasileirão.
Lucas (São Paulo) - Seja como Marcelinho ou como Lucas, o meia assumiu a camisa 10 do São Paulo e não sentiu o peso, com ótimas atuações.
Neto (Atlético-PR) - Goleiro convocado por Mano Menezes para a Seleção. Seu ótimo campeonato já rendeu transferência para a Fiorentina.
Wesley (Grêmio Prudente) - Atacante rápido e que sabe fazer gols. Outro que conquistou uma transferência no Brasileirão: jogará no Atlético-MG em 2011.
O time está fechado, mas precisa de um comandante. Um ataque de peso forma a Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro de 2010. Os artilheiros Neymar e Jonas foram de longe os mais votados e fecharam assim a escalação da nossa seleção:

1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
10 - Conca (Fluminense)
11 - Montillo (Cruzeiro)
7 - Neymar (Santos)
Quem foram os dois melhores atacantes do Brasileirão?
| Éder Luís (Vasco) |
| 12,82% (5 votos) |
| Jonas (Grêmio) |
| 25,64% (10 votos) |
| Juninho (Atlético-GO) |
| 2,56% (1 voto) |
| Kléber (Palmeiras) |
| 5,13% (2 votos) |
| Loco Abreu (Botafogo) |
| 12,82% (5 votos) |
| Neymar (Santos) |
| 20,51% (8 votos) |
| Obina (Atlético-MG) |
| 7,69% (3 votos) |
| Thiago Ribeiro (Cruzeiro) |
| 5,13% (2 votos) |
| Wesley (Grêmio Prudente) |
| 2,56% (1 voto) |
| Zé Eduardo (Santos) |
| 5,13% (2 votos) |
Total: 39 votos
Vamos agora escolher o melhor comandante para este grupo. Confira os candidatos:
Cuca (Cruzeiro) - Assumiu um Cruzeiro em crise após a eliminação na Libertadores e a queda de Adilson Batista. Ficou no "quase" mais uma vez, com um bom segundo lugar.
Joel Santana (Botafogo) - Administrou crises e montou um time ultraofensivo. Fez o torcedor do Botafogo voltar a pensar grande.
Muricy Ramalho (Fluminense) - Campeão mais uma vez, Muricy volta a disputar o troféu de melhor técnico, que venceu em 2007 e 2008.
Paulo César Carpegianni (Atlético-PR/São Paulo) - No Furacão, conseguiu colocar o time na briga pela Libertadores. No São Paulo, começou um trabalho que pode render bons frutos em 2011.
Renato Gaúcho (Grêmio) - Pegou o Grêmio na zona do rebaixamento e conseguiu classificar o time para a Libertadores com uma arrancada sensacional.