Conca sobrou no meio-campo. Com mais de 32% dos votos, em nenhum momento correu risco de ficar fora da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Já a segunda vaga foi brigada. Montillo e Bruno César lutaram palmo a palmo pelo último lugar no meio. Douglas correu por fora. No fim, melhor para o argentino, que conquistou um lugar neste time:

1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
10 - Conca (Fluminense)
11 - Montillo (Cruzeiro)
Vamos agora escolher a dupla de ataque, para fechar o time de 2010. Confira os indicados:
Éder Luís (Vasco) - Para muitos, foi o melhor jogador do Vasco no Brasileirão. Na falta de um bom centroavante, assumiu o posto de artilheiro do time.
Jonas (Grêmio) - Artilheiro isolado do Brasileirão. Seus gols decisivos fazem de Jonas um dos principais concorrentes da posição.
Juninho (Atlético-GO) - Seus gols ajudaram o time a se safar do rebaixamento. Foi o melhor jogador dos goianos na competição.
Kléber (Palmeiras) - Manteve o bom desempenho dos últimos anos. Foi o destaque do Palmeiras no Brasileirão.
Loco Abreu (Botafogo) - Gols importantes em momentos decisivos. O simpático uruguaio conquistou de vez um espaço no coração dos botafoguenses.
Neymar (Santos) - Foi o grande personagem da competição. Quando não estava envolvido em polêmicas, brilhou dentro de campo.
Obina (Atlético-MG) - Sua estrela voltou a brilhar em momentos decisivos, como no clássico contra o Cruzeiro. Marcou gols fundamentais para a salvação do Galo.
Thiago Ribeiro (Cruzeiro) - Assim como Éder Luís, sentiu falta de um companheiro de ataque. Depois de ser artilheiro da Libertadores, foi o jogador da equipe que mais marcou gols no Brasileiro.
Wesley (Grêmio Prudente) - Um dos poucos nomes que se salvou na equipe, rebaixada. Marcou gols, mostrou qualidade e terá oportunidade no Atlético-MG em 2011.
Zé Eduardo (Santos) - Começou o Campeonato na reserva. Mas desbancou a estrela Keirrison com gols e boas atuações, conquistando a confiança do treinador.
Os meninos de Arsène Wenger deram mais uma prova ontem de que não são mais os garotos sem experiência de outros anos. Depois de 11 jogos sem vencer seus maiores rivais (Chelsea e Manchester United), o Arsenal bateu os blues ontem, assumiram a vice-liderança do inglês e provaram que podem brigar pelo título.

O jogo começou com o Chelsea melhor, aproveitando a força de Drogba no comando do ataque. Mas Kalou jogava centralizado demais e deixava toda a obrigação de armar nos pés de Malouda, que não conseguia deixar os homens de frente em boas condições. Não demorou para o Arsenal acertar o posicionamento do meio-campo e passar a jogar mais com a bola.
Dominando a partida, o Arsenal insistia nas jogadas pelos lados, com Nasri e Walcott, mas não conseguia furar o ferrolho montado pela defesa do Chelsea. Faltava um movimento diferente, capaz de surpreender. E ele surgiu com o imprevisível Song, que tabelou com Wilshere pelo meio e apareceu sozinho na área para abrir o placar no fim da primeira etapa.
Veio o segundo tempo e o Arsenal resolveu logo o jogo, no talento de seus principais jogadores na temporada. Em menos de 10 minutos, tabelas de Walcott e Fábregas resultaram em dois gols, um de cada. 3 a 0 e jogo definido, com cara de massacre.
Que só não foi maior pois os donos da casa pisaram no freio e deram espaço para um Chelsea desorganizado. Mas que conseguiu diminuir logo depois, na cabeçada de Ivanovic e seguir tentando sem muita eficiência o segundo gol que poderia mudar os rumos do jogo.
Enquanto a Chelsea amarga uma das maiores crises dos últimos anos, na quarta posição e sem nenhuma vitória em dezembro (muito em parte pela demissão de Ray Wilkins da comissão técnica), o Arsenal dá sinais de maturidade. Jovens como Walcott e Wilshere vivem grande momento e Fabregas parece finalmente preparado para comandar a equipe. O trabalho de Arsene Wenger sempre foi a longo prazo. E a hora de comemorar, me parece mais perto para o Arsenal nesta temporada.
Segundo e terceiro colocados do Brasileirão formam a dupla de volantes da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro 2010. O mais votado foi Elias, do Corinthians, convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira. Em segundo lugar, seguido de perto por Fabrício e Jucilei, ficou Henrique, do Cruzeiro. Assim começamos a montar o meio campo do nosso time que fica escalado assim:

1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
5 - Elias (Corinthians)
8 - Henrique (Cruzeiro)
Quem foram os dois melhores volantes do Brasileirão?
| Arouca (Santos) |
| 6,25% (3 votos) |
| Diguinho (Fluminense) |
| 6,25% (3 votos) |
| Elias (Corinthians) |
| 18,75% (9 votos) |
| Fábio Rochemback (Grêmio) |
| 8,33% (4 votos) |
| Fabrício (Cruzeiro) |
| 12,50% (6 votos) |
| Guiñazu (Internacional) |
| 4,17% (2 votos) |
| Henrique (Cruzeiro) |
| 14,58% (7 votos) |
| Jucilei (Corinthians) |
| 12,50% (6 votos) |
| Marcos Assunção (Palmeiras) |
| 8,33% (4 votos) |
| Willians (Flamengo) |
| 8,33% (4 votos) |
Total: 48 votos
Hora de escolher os dois meias para completar o meio-campo. Confira os candidatos:
Bruno César (Corinthians) - Por algum tempo esteve entre os artilheiros do campeonato. Foi um dos melhores jogadores do Corinthians na competição.
Caio (Avaí) - Mostrou qualidade, marcou gols importantes e conseguiu manter o Avaí na Série A do Brasileirão.
Conca (Fluminense) - Para muitos, o craque do campeonato. Conca entrou em campo nas 38 rodadas e foi fundamental no título do Flu.
D'Alessandro (Internacional) - Mesmo com pouca preocupação do Inter quanto ao Brasileirão, o argentino voltou a mostrar sua qualidade no meio colorado.
Douglas (Grêmio) - Não por acaso, chegou a ser convocado por Mano Menezes para a seleção. Um dos responsáveis pelo crescimento do Grêmio.
Elias (Atlético-GO) - Teve momentos de artilheiro. Foi o melhor jogador do Atlético na competição e salvou a equipe da degola.
Geraldo (Ceará) - Como meia ou como atacante, o experiente jogador foi uma das figuras de maior destaque no Ceará, principalmente na primeira parte do Campeonato.
Lucas (São Paulo) - Uma das grandes revelações da competição. Mostrou que o meia que o São Paulo tanto procurou estava na base.
Montillo (Cruzeiro) - Chegou a Minas e não demorou para se adaptar. Comandou a arrancada do Cruzeiro que brigou pelo título até a última rodada.
Paulo Baier (Atlético-PR) - Voltou a mostrar que qualidade e idade podem andar lado a lado. Foi um dos principais jogadores do Furacão no segundo semestre.
Até bem pouco tempo, era raro ver jogadores sul-americanos atuando nos principais times do Brasil. Só se contratavam jogadores já experimentados nas grandes equipes do continente (e até mesmo na Europa) e mesmo, as contratações eram cercadas de desconfiança.

Hoje, o mercado brasileiro percebeu definitivamente que os nossos vizinhos podem ter peças de alto nível com concorrência menor e preço mais baixo do que aqui. Efeito das recentes contratações muito bem sucedidas, alavancadas definitivamente pelo desempenho acima da média da dupla Conca e Montillo no último Brasileirão.
Aliás, já na última competição nacional, é possível contar nos dedos os times que não tinham um estrangeiro em seu elenco.
Mesmo assim, ainda restam resquícios do preconceito de velhos tempos. Gente ultrapassada, que ainda não percebeu que ali, como aqui, também se fabricam grandes talentos. Neste caso, o ditado que diz que "a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa" não funciona.
Aconteceu mais uma vez hoje, pouco após o Flamengo anunciar o acerto com o meia Darío Bottinelli, do Atlas, que estava emprestado ao Universidad Católica. O meia esquerda, de passe refinado, ótimo nos chutes de longa distância e nas bolas paradas e que pode jogar mais recuado ajudando também na marcação, foi criticado provavelmente por quem nunca o viu entrar em campo.
Longe de mim pregar por aqui que o Flamengo acaba de colocar um novo craque em seu time. Mas Bottinelli pode ser extremamente útil e encontrar no Brasil, sucesso parecido ao de seus compatriotas Conca e Montillo, apesar de ter características diferentes. Como já disse, "El Pollo", é um meia mais recuado, que joga longe do gol, organizando mais a equipe e participando muito do jogo.
Como ele, há outras boas opções na Argentina, Chile e Uruguai. Basta força de vontade para procurar e disposição para investir. Os clubes brasileiros só tem a crescer com o fim de um preconceito que não leva a nada.
Independente da idade, ele provou que ainda sobra na posição. Roberto Carlos ganhou com sobras seu lugar na lateral esquerda da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Em sua primeira participação na competição desde a criação do "prêmio", não teve para ninguém.

Assim, a defesa do time de 2010 está fechada com estes nomes:
1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
6 - Roberto Carlos (Corinthians)
Quem foi o melhor lateral esquerdo do Brasileirão 2010?
| Carlinhos (Fluminense) |
| 11,11% |
| Diego Renan (Cruzeiro) |
| 16,67% |
| Fábio Santos (Grêmio) |
| 5,56% |
| Kléber (Internacional) |
| 5,56% |
| Roberto Carlos (Corinthians) |
| 61,11%
|
Vamos agora escolher os melhores volantes da competição. 10 indicados para duas posições. Confiram:
Arouca (Santos) - Manteve o alto nível das atuações do primeiro semestre. Foi um dos principais jogadores do Santos na temporada.
Diguinho (Fluminense) - O pior momento do Flu na competição coincidiu com sua saída. Um cão de guarda na marcação.
Elias (Corinthians) - Convocado para a seleção e vendido ao Atlético de Madrid. O volante (que foi meia) foi um dos melhores jogadores do ano no país.
Fábio Rochemback (Grêmio) - Renato Gaúcho encontrou em Rochemback a segurança de sua defesa. Protegeu o sistema defensivo como no início da carreira.
Fabrício (Cruzeiro) - Apesar de muitos problemas com lesões e cartões, voltou a se destacar no Cruzeiro com muita garra.
Guiñazu (Internacional) - Não foi sua melhor temporada no Inter. Mas pela entrega, Guiñazu segue como um dos melhores da posição. Foi eleito em 2009.
Henrique (Cruzeiro) - O mais regular do meio-campo celeste. É provavelmente o melhor ladrão de bolas do país no momento.
Jucilei (Corinthians) - Bom na marcação, elegante com a bola nos pés. Jucilei foi outro dos volantes corinthianos convocado por Mano Menezes para a seleção.
Marcos Assunção (Palmeiras) - Brilhou com a bola rolando. Mas foi perfeito nas bolas paradas. Seus gols e passes no fundamento foram fundamentais para o Palmeiras.
Willians (Flamengo) - O "motorzinho" do Flamengo não manteve o nível da última temporada mas fez um bom campeonato. Foi eleito para a SMCCB em 2009.
Sempre preguei aqui e na "vida real" que categorias de base não existem para conquistar títulos. O objetivo é preparar e principalmente, revelar bons jogadores para serem usados no time profissional.

O caminho natural, é que os melhores times, com os melhores jogadores vençam. Não acontece sempre. Mas ser campeão, é um bom sinal de que há uma boa equipe com atletas de futuro. É o que acontece com o Cruzeiro, que conquistou ontem o bi-campeonato do Campeonato Brasileiro sub-20, no Rio Grande do Sul.
A título de comparação, do time campeão pela primeira vez, em 2007, saíram nomes como Rafael (goleiro das seleções de base, atual reserva de Fábio), Diego Renan (uma das revelações do último Brasileirão e atual titular do time) e Guilherme (atacante que brilhou no Cruzeiro e hoje está na Europa).
No jogo de ontem, contra o Palmeiras, o Cruzeiro foi superior e mereceu a vitória que só veio nos penaltis. O zero a zero permaneceu no placar durante os 90 minutos, apesar da insistência ofensiva dos mineiros contra um Palmeiras que se defendia e fazia muitas faltas. Não por acaso, terminou o jogo com dois jogadores expulsos e vários outros advertidos com cartão amarelo.
De toda forma, os donos do melhor ataque e da melhor campanha não conseguiam levar muito perigo ao gol de Pegorari. O Cruzeiro tinha a bola, jogava apenas no campo ofensivo, mas não criava. Faltou ao time a velocidade e imprevisibilidade do trio da frente, formado por Élber, Thiaguinho e Sebá; marca da equipe durante a campanha.
Nos penaltis, foi premiado o time que buscou mais o jogo, que se mostrou mais qualificado e como já dito acima: que teve melhor campanha e melhor ataque.
Do Palmeiras, ficam boas impressões do zagueiro Wellington, do volante José Igor e do atacante Tindurim (que saiu machucado ainda no início da decisão e fez falta).
Quanto ao time do Cruzeiro, já disse no início do texto: de nada adiantará o título se os jogadores não conseguirem ser úteis ao time profissional. E dos campeões de ontem, alguns pedem passagem no elenco de cima: o bom lateral esquerdo Gabriel Araújo, o já experiente volante Anderson Uchoa e claro, os três destaques ofensivos já citados no texto (principalmente Thiaguinho, artilheiro e melhor jogador da competição).
Os Campeonatos Estaduais vem aí. Ótima oportunidade para dar experiência, rodagem e principalmente, testar esta garotada entre os profissionais.
Nota do blog: Deixei para citar apenas no fim do texto o decisivo Douglas Pires, goleiro que defendeu duas cobranças na decisão por penaltis. É impressionante a safra de bons goleiros criados no Cruzeiro nos últimos anos. No time profissional ano passado estavam Rafael (já citado) e Flávio (criado nas categorias de base e que já foi titular do Botafogo). No fim do ano, subiu o jovem Gabriel (atualmente com a seleção olímpica, já foi convocado inclusive por Mano Menezes). Pelo jeito, vem outra jóia por aí. Olho em Douglas Pires.
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Falta apenas um jogador para fechar a defesa da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro de 2010. A revelação Dedé, do Vasco e o jovem mas experiente Alex Silva, do São Paulo foram escolhidos como os melhores zagueiros, com votação expressiva. Ambos mostram a renovação e o excesso de bons jogadores que o Brasil tem para a posição. Deixaram para trás os selecionáveis Miranda e Réver além de outros ótimos valores.

Assim ficou a SMCCB até o momento:
1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
3 - Dedé (Vasco)
4 - Alex Silva (São Paulo)
Quem foram os dois melhores zagueiros do Brasileirão 2010?
| Alex Silva (São Paulo) |
| 15,94% (11 votos) |
| Antônio Carlos (Botafogo) | | 4,35% (3 votos) |
| Chicão (Corinthians) |
| 5,80% (4 votos) |
| Dedé (Vasco) |
| 18,84% (13 votos) |
| Gum (Fluminense) |
| 2,90% (2 votos) |
| Leandro Euzébio (Fluminense) |
| 8,70% (6 votos) |
| Manoel (Atlético-PR) |
| 13,04% (9 votos) |
| Miranda (São Paulo) |
| 10,14% (7 votos) |
| Réver (Atlético-MG) |
| 10,14% (7 votos) |
| Rhodolfo (Atlético-PR) |
| 10,14% (7 votos) |
Total: 69 votos
Vamos agora eleger o melhor lateral esquerdo. Confira os candidatos:
Carlinhos (Fluminense) - Ganhou definitivamente a posição e a confiança no Fluminense. Tornou-se importante no apoio pela esquerda, dando passe para o gol do título.
Diego Renan (Cruzeiro) - Não repetiu as atuações da última temporada, o que não o impediu de ser um dos destaques da posição.
Fábio Santos (Grêmio) - Cresceu com todo o time gremista na reta final. Com o apoio de Lúcio, fez do lado esquerdo um dos pontos fortes do Grêmio.
Kléber (Internacional) - Manteve a regularidade dos últimos anos. Foi eleito o melhor da posição em 2007.
Roberto Carlos (Corinthians) - Voltou ao futebol brasileiro e manteve o alto nível dos tempos de Europa. Foi um dos mais regulares do time corinthiano.
Fim de ano no futebol é assim: muita especulação, pouca solução. Nomes pipocam na imprensa à todo instante. Menos de 5% vira realidade. Assim, o mercado deve terminar 2010 pouco movimentado, com quase nenhuma contratação. Não fosse por uma exceção.

Na primeira semana de mercado, o Atlético-MG foi às compras e já solucionou algum de seus problemas. Depois de bombardear o mercado ano passado com as contratações de Luxemburgo, Diego Souza, Réver e cia, a expectativa era que o time do presidente Alexandre Kalil trabalhasse com mais cautela nesta temporada. Não é o que parece...
Quatro nomes já foram anunciados pelo clube mineiro.
Para a lateral direita, chegou Patric, um dos destaques do Avaí no último Brasileirão. É melhor do que os laterais do atual elenco atleticano, mas ainda precisa provar que tem condições de atuar em um grande clube. O rodado jovem, quando teve oportunidade não correspondeu, inclusive no rival Cruzeiro.
Para o meio-campo, o Galo acertou com Toró por três anos. É uma boa opção de banco, que fortalece o elenco. Volante de pegada, com alguma técnica, Toró pode ser útil para encorpar o time apesar de não ser solução.
No ataque, o experiente Magno Alves chega aos 36 anos para voltar a um grande clube. Apesar do bom campeonato com o Ceará, é impossível apostar no sucesso de um jogador com idade elevada. A tendência é que Magno seja opção para um ataque já bem servido com Tardelli e Obina. Vai ajudar com a experiência, mas não será solução.
A principal contratação, no entanto, foi a de Richarlyson. Mais uma vez Kalil foi perfeito na negociação. Deixou que a situação esfriasse e quando todos davam o jogador no Fluminense, o Galo surpreendeu. Apesar da temporada ruim em 2010 e de todo o preconceito que o cerca, Richarlyson é um grande jogador. Tem técnica, raça (as vezes exagerada) e disciplina tática. É um dos melhores da posição no Brasil e provavelmente seria mais valorizado não fosse o machismo do esporte.
E as contratações não devem parar por aí. Kalil prometeu ainda para esta semana mais dois ou três jogadores. Um deles, deve ser um grande presente de natal para os atleticanos. Mancini, formado no clube, é um dos nomes especulados. Wágner, ex-Cruzeiro, é outro comentado.
Resta aguardar o imprevisível furacão Kalil, que tem previsão de abalos fortes nos próximos dias. Certo é que ele não parece se cansar de surpreender.
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O segundo nome da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro de 2010 já está a postos. Mariano, lateral direito do campeão Fluminense foi escolhido o melhor da posição na competição. É o primeiro nome do Flu na lista até aqui, deixando para trás com sobras seus concorrentes.

Agora a SMCCB 2010 tem:
1 - Fábio (Cruzeiro)
2 - Mariano (Fluminense)
Quem foi o melhor lateral direito do Brasileirão 2010?
| Gabriel (Grêmio) | | 17,86% (5 votos) |
| Jonathan (Cruzeiro) |
| 17,86% (5 votos) |
| Leonardo Moura (Flamengo) |
| 3,57% (1 voto) |
| Mariano (Fluminense) |
| 53,57% (15 votos) |
| Wágner Diniz (Atlético-PR) |
| 7,14% (2 votos) |
Total: 28 votos
Agora vamos aos zagueiros. 10 indicados para duas vagas. Lembrando que é possível selecionar os dois zagueiros escolhidos ao mesmo tempo. Confiram os indicados:
Alex Silva (São Paulo) - Voltou ao Brasil em grande estilo. Manteve o alto nível das últimas temporadas.
Antônio Carlos (Botafogo) - Começou o Campeonato marcando muitos gols e jogando muito. Depois caiu de rendimento, mas mesmo assim foi um dos melhores na posição.
Chicão (Corinthians) - Sua ausência foi determinante para a queda de rendimento da defesa corinthiana. Quando esteve em campo, mostrou segurança.
Dedé (Vasco) - Uma das gratas revelações do Brasileirão. Para muitos, o melhor jogador do Vasco na competição.
Gum (Fluminense) - Revelação no ano passado, se firmou de vez nesta temporada. Mais uma série de boas partidas pelo Fluminense.
Leandro Euzébio (Fluminense) - Boas atuações e gols decisivos. Leandro Euzébio foi peça importante no time de Muricy Ramalho.
Manoel (Atlético-PR) - Outra boa revelação do Brasileirão. Aos 20 anos, se firmou como um dos principais pilares do time paranaense.
Miranda (São Paulo) - Definitivamente um dos melhores zagueiros do país. Esteve na Seleção em 2007 e 2009.
Réver (Atlético-MG) - Chegou com o Campeonato em andamento e melhorou muito o nível da defesa do Galo. Esteve na seleção de 2008 e 2009, ambas jogando pelo Grêmio.
Rhodolfo (Atlético-PR) - Firmeza e segurança. Rhodolfo reencontrou o bom futebol do início da carreira no Furacão.
Antes de analisar a derrota e eliminação precoce do Internacional, o primeiro clube sul-americano que não disputará uma final de Mundial após ganhar a Libertadores, é preciso cuidado ao tratar o modesto Mazembe, do Congo.

Ao contrário do que muitos imaginam, os africanos não são mais os ultraofensivos do futebol moleque de 10 ou 15 anos atrás. Hoje, os principais jogadores do continent
e jogam na Europa, tem espírito tático e outras qualidades. E por consequência, seus times e jogadores que permanecem no país, também evoluíram.
Nada disto, no entanto, tira o amplo favoritismo que o Inter tinha antes do jogo. E que, para este que vos escreve, continua tendo mesmo após a derrota constrangedora. Se o Inter enfrentar o Mazembe dez vezes, com estes mesmos jogadores, normalmente ganhará seis, sete ou mais vezes. O que não quer dizer que ganhará sempre. E é isto que faz do futebol algo tão fascinante.
O início do jogo dava a impressão de que os gaúchos teriam facilidade. No 4-2-3-1 que encantou na reta final da Libertadores, o Colorado começou em cima e criando oportunidades. A marcação do time africano demorou a encaixar, mas o Inter não soube aproveitar, perdendo pelo menos três boas chances de gol.
Quando os africanos recuaram sua segunda linha de quatro homens e congestionaram o meio-campo, porém, o jogo se equilibrou. E o Inter, que começou bem, passou ao nervosismo rapidamente, exagerando nos erros. D'Alessandro sumiu. Sóbis mais uma vez provou ser incapaz de substituir Taison na função de homem de velocidade pelos lados. Alecsandro apareceu pouco.

A situação pioraria no segundo tempo, quando o Mazembe se soltou no jogo e passou a incomodar mais. Incomodar até abrir o placar, com o rápido Kabangu (que dominou a bola com tranquilidade na área enquanto os dois zagueiros do Inter assistiam) tornou o jogo num verdadeiro pesadelo para os brasileiros. O Inter martelava, tinha a bola, mas não tinha velocidade para surpreender e quando conseguia concluir bem esbarrava em tarde inspirada de Kidiaba.
Celso Roth mexeu no time mas com pouca ousadia, manteve a estrutura tática. Entraram os nomes certos, no lugar dos jogadores errados. O Inter podia ousar mais, num jogo tão decisivo, em desvantagem, contra um adversário tecnicamente mais fraco.
No fim, o castigo ainda veio com o segundo gol, marcado por Kaluyituka, que enterrou de vez o sonho do bi-mundial para o Internacional. E fez história para o simpático Mazembe, primeiro clube fora da Europa e América do Sul que disputará um título mundial. Aliás, como faz bem ao futebol a alegria dos africanos...
Para o Inter, fica um pesadelo que certamente vai demorar a passar. Velhos fantasmas devem aparecer no Beira-Rio e será preciso cabeça fria para espantá-los. Necessário, para que o time se mantenha no caminho de glórias e crescimento das últimas temporadas. Derrotas, por mais doídas que sejam, fazem partes de qualquer percurso. E precisam ser utilizadas para crescimento próprio.
O mesmo fica para Celso Roth, que certamente será crucificado novamente. Se o (ótimo) técnico foi fundamental na virada que permitiu ao Inter levantar o caneco da Libertadores, hoje foi um dos responsáveis (não o único) pelo fracasso, quando mexeu mal na equipe.
A história foi escrita hoje em Abu Dhabi. Um recado para quem acha que futebol se ganha antes de entrar em campo. Um recado para quem achava que a semifinal no Mundial de Clubes era mera formalidade...
Após a lesão de Paulo Henrique Ganso e a demissão (errada e injusta de Dorival Júnior) o Santos deixou claro que estava abrindo mão do Brasileirão e do restante da temporada 2010. Um passo atrás, para talvez dar dois à frente na sequência. Hoje, é possível perceber que o Peixe não parou no tempo. Resolver investir em 2011, e nos desafios (complicadíssimos) que o time terá pela frente.

O primeiro passo foi ter tranquilidade para buscar o novo treinador. Depois de tentar Abel Braga, que acabou não podendo deixar de lado seu trabalho nos Emirados Árabes, o Santos deu um tiro certeiro. Contratou Adilson Batista, recém-demitido do Corinthians, mas fez com que ele não assumisse a equipe de pronto. Adilson pôde, de fora, observar o elenco, identificar carências e trabalhar na montagem do time para o ano que vem.
E as primeiras contratações, indicam que o novo técnico enxergou bem o que o time precisava. E mais do que isto: que o Santos chegará a 2011 pensando em conquistas.
Elano foi o primeiro a chegar. Depois de disputar a Copa do Mundo, o jogador perdeu espaço no Galatasaray e acaba voltando para o time que o revelou. Grande reforço! Elano é experiente, tem ainda vigor físico e pode ajudar em várias funções (além de ser ótimo tecnicamente).
Ontem, o time ficou perto de anunciar a segunda contratação. Charles, atualmente no Lokomotiv. Baita volante, que Adilson conhece de sua primeira temporada no Cruzeiro. Além de ter boa qualidade técnica, Charles tem muita pegada e é um leão no meio-campo. Ouso dizer que se não tivesse se escondido no futebol russo, seria um dos principais jogadores da posição no país. Tem a cara da Libertadores e no autor deste blog um fã.
Com Charles, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso, Adilson caminha para fazer no Santos o mesmo que fez em sua passagem no Cruzeiro (que Cuca aproveita - muito bem - até hoje). Fazer do seu time o melhor meio-campo do país. E do seu meio-campo, a base para o sucesso do time.
Com Neymar, Keirrison e Zé Eduardo, o ataque me parece bem servido. E com mais um ou dois reforços para a defesa (que devem chegar ainda este ano), o Santos me parece entrar em 2011 como o grande candidato brasileiro para brilhar no Paulistão, no Brasileirão e principalmente, na Copa Libertadores.
Todo grande time começa por um bom goleiro. Na Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro não é diferente. E Fábio, do Cruzeiro, é o primeiro nome na seleção de 2010, desbancando inclusive os selecionáveis Victor (titular das seleções de 2008 e 2009) e Jéfferson.

Começa assim a SMCCB 2010:
1 - Fábio (Cruzeiro)
Quem foi o melhor goleiro do Brasileirão 2010?
| Fábio (Cruzeiro) |
| 65,00% |
| Jéfferson (Botafogo) | | 10,00% |
| Júlio César (Corinthians) |
| 5,00% |
| Neto (Atlético-PR) |
| 5,00% |
| Victor (Grêmio) | | 15,00%
|
Vamos agora escolher o melhor lateral direito. Confira os concorrentes:
Gabriel (Grêmio) - Apesar da desconfiança quando foi contratado reencontrou o bom futebol dos melhores momentos da sua carreira.
Jonathan (Cruzeiro) - Prejudicado pelas lesões, não teve o mesmo desempenho do ano passado. Mas quando esteve em campo foi sempre um jogador importante no Cruzeiro. Eleito em 2009.
Leonardo Moura (Flamengo) - Capitão durante boa parte do ano, foi fundamental no time do Flamengo mais uma vez. Foi eleito em 2007.
Mariano (Fluminense) - Principal alternativa de velocidade do campeão, Mariano chegou inclusive a ser convocado por Mano Menezes.
Wágner Diniz (Atlético-PR) - Sofrendo penaltis, dando assistência e marcando gols importantes. Wágner Diniz foi outro que se reencontrou neste Brasileirão.
Saiu hoje o adversário do Internacional nas semifinais do Mundial de Clubes da FIFA. O Mazembe, do Congo, sofreu pressão no final mas surpreendeu e bateu o Pachuca do México nas quartas-de-final. Aliás, é impressionante como os mexicanos sempre chegam ao Mundial como possível surpresa e acabam não passando da primeira partida.

O resultado foi ótimo para o Colorado. Apesar de ter se mostrado mais organizado taticamente, veloz e forte do que o Pachuca, o Mazembe é um time com pouca experiência internacional e que não tem mais pretensão alguma na competição. Para eles, disputar a semifinal certamente já é um prêmio inesquecível.
O Inter, que já entraria como favorito absoluto contra o Pachuca, é ainda mais candidato agora. Roth deve variar do entre o 4-4-2 em losango (com Tinga e Guiñazu nos vértices e Sóbis adiantado) e o 4-2-3-1 (com Guiñazu recuando e Sóbis abrindo pela esquerda). O mesmo esquema deverá ser utilizado numa possível final, provavelmente contra a Inter de Milão.
Aliás, observando o atual momento do time italiano, não dá para descartar o Inter como favorito. O que parecia improvável há alguns anos, parece definitivo este ano. O time sul-americano chega ao Mundial num momento muito superior. Apesar de ter perdido Taison, peça fundamental no primeiro semestre, Roth tem um bom elenco em mãos e que está se preparando para o Mundial há pelo menos três meses.
Do outro lado, a Inter de Milão vive momento delicado no Campeonato Italiano. O trabalho de Benítez vem sendo muito questionado. Sneijder ainda não rendeu próximo do que jogou na última temporada. Os problemas de lesão são constantes. E a defesa, ponto forte do time de Mourinho, se mostra cada vez mais frágil.
A "nova ordem mundial" não significa muita coisa. Assim como os sul-americanos chegaram à decisão em momento inferior e venceram, o Inter precisa se cuidar durante o Mundial. Mas o fato é que faz tempo que o vencedor da Libertadores não chega no fim do ano com tanta chance de conquistar o mundo.
Já virou tradição. O Campeonato Brasileiro chega ao fim e os leitores do Marcação Cerrada escolhem a Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro. Este ano não será diferente. Posição por posição, conto com a ajuda dos leitores para eleger os melhores da competição.
A votação aliás, já aconteceu durante todo o Campeonato. E elegeu os dois primeiros premiados de 2010: Conca e Jonas foram eleitos os Destaques do Campeonato, por se destacarem em mais rodadas ao longo do ano (três rodadas cada um).
Antes de começar a votação de 2010, vale relembrar a seleção escolhida em 2009:
1 - Victor (Grêmio)
2 - Jonathan (Cruzeiro)
3 - Réver (Grêmio)
4 - Miranda (São Paulo)
6 - Júlio César (Goiás)
5 - Guiñazu (Internacional)
8 - Willians (Flamengo)
10 - Petkovic (Flamengo)
11 - Diego Souza (Palmeiras)
7 - Diego Tardelli (Atlético-MG)
9 - Adriano (Flamengo)
Técnico: Andrade (Flamengo)
Craque: Adriano (Flamengo)
Revelação: Fernandinho (Barueri)
Destaque: Ronaldo (Corinthians)
Como já é tradição, começamos a votação pelos goleiros. Em cada posição, haverá cinco concorrentes, escolhidos pelo autor do blog. O vencedor, porém, é decidido pelos leitores.
Vamos aos escolhidos:
Fábio (Cruzeiro) - Regularidade e raríssimas falhas. Fábio voltou a fazer um Brasileirão memorável na meta do Cruzeiro.
Jéfferson (Botafogo) - Fantásticas atuações principalmente no primeiro turno garantiram a ele um lugar na Seleção Brasileira. Manteve boa média na reta final.
Júlio César (Corinthians) - Apareceu com desconfiança, mas rapidamente mostrou segurança no gol do Corinthians. Decisivo em alguns jogos, foi fundamental na campanha dos paulistas.
Neto (Atlético-PR) - Uma das revelações da competição, foi outro convocado por Mano Menezes. Partidas fantásticas fizeram o Furacão brigar por uma vaga na Libertadores.
Victor (Grêmio) - Outro goleiro marcado pela regularidade. Titular da Seleção Brasileira com Mano Menezes. Foi goleiro da Seleção Marcação Cerrada em 2008 e 2009.
O Goiás deveria ter entrado em campo para salvar o ano na final da Sul-Americana. Uma vaga na Libertadores de 2011, garantiria investimentos que deixariam o time já favoritíssimo na Série B do ano que vem. O que se viu nos primeiros minutos porém, foi um time assustado, acuado, aceitando a pressão de um Independiente tradicional mas pouco qualificado que também surpreendeu por chegar à decisão.

Os brasileiros só acordaram após o gol marcado por Velázques, aos 16 minutos. E empataram logo na sequência com o incrível Rafael Moura, que assumiu a responsabilidade e carregou o time nas costas para se consagrar artilheiro da competição.
Daí em diante, o Goiás foi quase sempre superior na partida. Mas errou em lances capitais, na indecisa marcação sobre Parra, que marcou dois gols estranhos que deixaram o confronto igual.
Assim como na partida do Serra Dourada, mais do que tecnicamente, o Goiás superou o adversário fisicamente. Com 15 minutos da etapa final, os argentinos estavam pregados. E novamente, os goianos não conseguiram retratar em gols a superioridade. Rafael Moura perdeu algumas boas oportunidades. Já na prorrogação, Rafael Tolói acertou a trave. Azar? Talvez.
E o jogo acabou decidido nos penaltis. Os argentinos, frios e copeiros, acertaram as cinco cobranças. Felipe, símbolo dos piores momentos do Goiás na temporada, acertou a trave.
Independiente novamente no topo da América. O maior campeão da Libertadores estará de volta ano que vem. Assim como o Grêmio, outro tradicional sul-americano que garantiu ontem definitivamente sua vaga no principal torneio do continente.
Ao Goiás, cabe colocar a cabeça no lugar. E voltar ao trilho natural. O lugar do esmeraldino é na elite do futebol nacional.
O final do Campeonato Brasileiro de 2010 veio com uma sensação estranha. Pela primeira vez desde que me entendo por gente (ou que me entendo como amante do futebol) não acompanhei nada. Estava dentro do avião, curtindo meus últimos momentos de férias (que inclusive fizeram este blog ficar sem texto algum por 15 dias) quando os clubes decidiam título, Libertadores e rebaixamento.

Por isso, a análise sobre o título do Flu veio tarde (dois dias depois) e virá com menos análise do que o comum.
Mas claro que o Marcação Cerrada não deixaria um fato tão importante passar em branco. Ou melhor, vai passar em branco. Mas branco, verde e grená.
Demorou 26 anos a agonia tricolor. Que tantas vezes bateu na trave. O grito "campeão" que ficou preso após a sofrida final da Libertadores contra a LDU só pôde ser liberado no último domingo. O sofrimento dos "99%" de chances do rebaixamento em 2009, ficou para trás com o alívio do título em 2010.
O Fluminense é mais um justo campeão brasileiro nos pontos corridos. Afinal, não dá para declarar injusto que o campeão seja o time que teve a melhor defesa, o maior saldo de gols, o terceiro melhor ataque e o maior número de vitórias após 38 rodadas.
Flu que sofreu com a difícil adaptação de contratações que vieram para resolver como Belletti e Conca. Que sofreu com o excesso de lesões e as longas ausências de Diguinho, Fred e Émerson. Mas que soube se reinventar, reencontrar as vestimentas de guerreiros usadas nas rodadas finais do último Brasileirão e buscar o título.
Mais um tricolor campeão nas mãos de Muricy Ramalho. Tetra-campeão brasileiro. Quatro primeiros lugares e um segundo nos últimos seis campeonatos. Um vencedor, que independente dos métodos (que não agradam a este que vos escreve) combate com títulos qualquer possível crítica quanto ao seu trabalho.
Demorou, mas o Fluminense reencontrou o lugar cimeiro do pódium. E dali, não parece disposto a sair tão cedo.