Sem exceções

Nenhum time brasileiro que escalar toda a equipe reserva, terá força e efetividade para jogar em alto nível. O Botafogo não é a exceção. Positiva, nem negativa. E ontem, deixou claro contra o pobre Santa Fé, a diferença entre um bom elenco e um bom time reserva.

Contra os colombianos do Santa Fé no primeiro jogo das oitavas de final da Copa Sul-Americana, Caio Júnior mandou a campo apenas dois titulares: o zagueiro Antônio Carlos e o atacante Loco Abreu. Um time totalmente modificado que nivelou por baixo o duelo pouco inspirado no Engenhão.

O Santa Fé usou a experiência para tentar controlar o jogo. Não é um time forte tecnicamente, mas tem algumas boas peças e cancha para disputar o torneio. Destaque para o experiente meia-atacante Galván, de 39 anos, por onde passam todas as jogadas ofensivas. Foi dele o passe para o ofensivo lateral Bernal (que fez o que quis nas costas de Márcio Azevedo na etapa inicial) entrar sozinho na área e deixar o gol vazio para Omar Pérez logo no início do jogo.

O gol aumentou o nervosismo dos reservas do Botafogo e a pequena presente contribuiu com a pressão pegando no pé de alguns jogadores e pedindo ironicamente substituições. O Botafogo encontrava enormes dificuldades, errando demais. Márcio Azevedo foi o pior em campo, Somália fez partida abaixo da crítica e até o bom Felipe Menezes irritou os botafoguenses.

Na etapa final, com a entrada de Elkeson, o time cresceu. Controlou a ansiedade e o jogo. Criou chances e poderia ter virado. Mas conseguiu apenas o empate, com gol do arisco Caio (que tem talento e merece mais tempo de jogo).

O empate não elimina o Botafogo da competição. Mas deixa uma lição. Que é injusto avaliar os reservas jogando com os reservas. O nível, obviamente, cai muito. Até Loco Abreu fez partida muito ruim ontem. Jogando entre os titulares, Márcio Azevedo, Somália, Felipe Menezes, Caio e muitos outros podem ser úteis ao Botafogo. Poupando apenas três ou quatro titulares por vez, Caio Júnior pode manter o Botafogo em alto nível e quem sabe conquistar a vaga na Libertadores pelo caminho mais curto.

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Proposta e vitória

Mano chegou e citou a Espanha como modelo a ser seguido. Marcação no campo ofensivo, posse de bola. Hoje, contra a Argentina, a proposta foi outra. Que lembrou, aliás, o time de Dunga tão criticado.

Não foi um jogo vistoso. O primeiro tempo foi tão sonolento como a primeira partida na Argentina. E na etapa final, a emoção cresceu após o gol de Lucas que desanimou a Argentina e a obrigou a dar mais espaços.

O Brasil, no 4-2-3-1 com Lucas e Neymar pelos lados, jogou quando teve espaços para contra-atacar. No mano-a-mano, pelos lados, é mortal. Tem velocidade, qualidade, poder de definição. Quando precisa trabalhar a bola, faltam alternativas.

Fechada e organizada num 3-5-2 que liberava Montillo para circular atrás dos dois volantes do Brasil, a Argentina tinha dificuldades para trabalhar a bola. Os três volantes no meio-campo não tem bom passe e os laterais além de noite pouco inspirada tinham de se preocupar mais com a marcação. Como Viatri foi mal e não conseguiu dominar uma bola sequer, a bola batia e voltava sem oferecer perigo algum.

Para sair o gol, era preciso um erro ou muito espaço. E a Argentina ofereceu a chance que o Brasil aproveitou no melhor estilo "Dunga". Passes rápidos de Rômulo para Danilo e dele para Lucas que arrancou até estufar as redes. Com mais espaços, o time se soltou e Cortês em boa arrancada achou Diego Souza que achou Neymar. Toques rápidos e outro gol.

O Brasil do segundo tempo não tem a cara que Mano quer. Mas tem a melhor cara para o momento. O problema é que não dá para jogar sempre no contra-ataque, principalmente em uma seleção tão respeitada. Jogar rápido e se impor no drible vertical é um caminho. E uma ótima alternativa para um time que pode ganhar Kaká em evolução, outro meia mais de imposição física que cerebral.

Não era a proposta, mas trouxe a vitória. E pode ser um caminho a ser melhor observado. Assim como os amistosos contra a Argentina serviu para observar o seguro Jéfferson, o interessante Cortês, o eficiente Rômulo e o fundamental Lucas.

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Qual é o país da pizza?

Ontem a noite foi realizado o julgamento do Fortaleza, sobre o polêmico fim do clube na Série C. Depois de atrasar o início do segundo tempo por quase 15 minutos, o clube jogou os últimos minutos da partida contra o CRB conhecendo o resultado que precisava para evitar o rebaixamento para a Série D. O outro interessado, Campinense, já havia terminado seu jogo e deixou com o Fortaleza a missão de vencer por quatro gols de vantagem.

Nos minutos finais, com um jogador a mais e com um jogador de linha no gol do CRB (já que o goleiro foi expulso e o time não tinha mais substituições), o Fortaleza conseguiu o que parecia um milagre. Gols seguidos e um 4 a 0 suficiente para não rebaixar o time. E que não eliminava o CRB da próxima fase.

Após a partida, muita polêmica. Vídeos pipocaram na internet com suspeitas de que havia um acordo entre as duas equipes para que o Fortaleza conseguisse o resultado (veja no fim do post).

Na primeira etapa do julgamento, os vídeos foram analisados e o Fortaleza, absolvido. O Campinense promete recorrer até a última instância.

Longe de mim dizer se houve ou não combinação de resultado. É impossível tirar qualquer conclusão definitiva apenas pelo vídeo. Impossível para mim, impossível para os juízes. Se o Brasil fosse um país sério, antes de absolvido, o Fortaleza seria investigado a fundo. Deveriam ser avaliadas ligações telefônicas, contas bancárias, o que fosse preciso envolvendo jogadores e dirigentes dos clubes. O caso é sério, embora apareça pouco por se tratar de uma divisão inferior e de um clube de pouca expressão ter sido prejudicado.

Hoje, em conversa com o amigo Rafael Neves, ele levantou o que acontece na Itália onde nos últimos anos muitos clubes envolvidos em casos polêmicos tem sido punidos com perda de pontos e até rebaixamento. Confesso que não sabia se o "caso Fortaleza" seria realmente investigado por lá. A impressão de quem acompanha de longe é que só os times da Série A são realmente investigados (o que creio eu, aconteceria aqui no Brasil em caso semelhante).

Mas recorri ao especialista em futebol italiano Braitner Moreira, do ótimo blog Trippleta. Segundo ele, os clubes pequenos são os que mais sofrem por lá. Só nesta temporada, 15 clubes em todas as divisões foram punidos com perda de pontos no início da temporada (grandes, médios, pequenos e minúsculos). Embora algumas punições sejam exageradas ou brandas demais, os casos são sempre investigados como merecem.

O que acontece no caso Fortaleza, é um reflexo do que acontece no Brasil. O país se acostumou a empurrar a sujeira para debaixo do tapete e esquecer. Na política, no cotidiano, no futebol...

Provavelmente, está será apenas mais uma grande pizza fria à moda CBF.

Vejam o vídeo e sirvam-se à vontade:



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Destaque da Rodada

O líder não pára de se destacar. O novo nome na lista é Fernando Prass, melhor do time no empate contra o Atlético-GO na 25ª rodada. É mais um goleiro a aparecer na relação de destaques do Brasileirão. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª e 22ª rodadas
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª e 24ª rodadas
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª e 23ª rodadas
Borges (Santos) - 20ª rodada
André Lima (Grêmio) - 21ª rodada
Fernando Prass (Vasco) - 25ª rodada

Quem foi o destaque da 25ª rodada do Brasileirão?

Fred (Fluminense)

28,57%
Luan (Palmeiras)

14,29%
Fernando Prass (Vasco)

57,14%

Vamos agora eleger o destaque da 26ª rodada. Veja os candidatos e vote:

Júlio César (Figueirense) - Marcou dois gols e foi decisivo na vitória do Figueirense sobre o Santos na Vila: 3 a 2.

Diego Souza (Vasco) - Marcou os três gols da goleada do Vasco sobre o Cruzeiro na Arena do Jacaré. Foi destaque nas rodadas 11 e 24.

Fernando Henrique (Ceará) - Apesar de ter sofrido dois gols, fez muitas defesas difíceis e foi decisivo na vitória do Ceará sobre o Coxa: 3 a 2.


Quem foi o destaque da 26ª rodada do Brasileirão?

Júlio César (Figueirense)

Diego Souza (Vasco)

Fernando Henrique (Ceará)












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Merecido castigo

Apesar da carga emocional intensa, Atlético-PR e Fluminense não fizeram um bom jogo na Arena da Baixada. A partida teve drama, polêmica, penaltis, expulsão, entradas fortes e reviravolta nos minutos finais. Mas ficou devendo, tecnicamente.

O primeiro tempo teve mais faltas e passes errados do que futebol. O Atlético-PR dependia muito de Paulo Baier, afunilava o jogo e produzia nada. O Fluminense errava muitos passes na saída de bola e o imenso espaço entre Marquinho e os dois homens de frente impediam que a equipe chegasse ao ataque. Panorama que podia ter mudado nos minutos finais quando Wágner Diniz sofreu penalti (duvidoso, mas ao meu ver, penalti). Mas Cléber Santana bateu muito mal e perdeu.

Na etapa final, o jogo mantinha-se o mesmo. Com mais opções no banco, Abel poderia ousar para buscar uma possível vitória. Demorou para fazê-lo e viu Paulo Baier trocar bons passes com Cléber Santana e aproveitar um dos raros vacilos da defesa carioca para abrir o placar.

Pouco depois, o lance que deixou a partida mais emocionante. Rafael Santos colocou a mão na bola em disputa com Fred, levou o segundo amarelo e foi expulso. O lance aconteceu na linha da área, e o juiz deu apenas falta. Mas era, de fato, muito difícil.

Com um a menos, Antônio Lopes resolveu mexer na equipe. Trocou Guerrón, que poderia dar velocidade ao contra-ataque para matar o jogo para recompor a zaga com Fabrício. Paulo Baier, único meia do time, foi substituído pelo volante Wendell (proibido aos gritos de passar do meio-campo). Pablo, que entrou no lugar de Morro García, ficou isolado à frente. Sozinho para segurar a bola, sem velocidade para surpreender.

O ataque contra defesa durou 25 minutos. O Atlético-PR entrincheirado, no campo defensivo. E o Fluminense tentando achar espaço (já com Lanzini e Martinuccio no time). Pressão que não rendeu jogadas de grande perigo. Mas que fez Lanzini ser derrubado por Manoel a dois minutos do fim. Fred bateu e empatou.

O Atlético-PR abdicou do jogo e foi justamente castigado. Perdeu ótima chance de ganhar moral na luta contra o rebaixamento. E pode perder o mando de campo graças aos protestos da torcida contra a arbitragem (confusa, mas que acertou na maioria dos lances decisivos).

E o Fluminense, de boa campanha no returno, perdeu boa chance de somar três pontos. Faltou ousadia e coragem ao time que era melhor e tinha mais alternativas. Mas que só se jogou ao ataque quando perdia o jogo.

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Destaque da Rodada

A briga pelo Destaque do Brasileirão vai ficando cada vez mais apertada. Primeiro Montillo disparou com três rodadas. Depois, Liédson e Leandro Damião se aproximaram. E agora é a vez de Diego Souza também se colocar como candidato.

Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª e 22ª rodadas
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª e 24ª rodadas
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª e 23ª rodadas
Borges (Santos) - 20ª rodada
André Lima (Grêmio) - 21ª rodada


Quem foi o destaque da 24ª rodada do Brasileirão?

Diego Souza (Vasco)

63,64%
Casemiro (São Paulo)

27,27%
Felipe (Flamengo)

9,09%

Vamos agora eleger o destaque da 25ª rodada. Nesta rodada voltaremos a ter um vencer "inédito". Confira os candidatos:

Fred (Fluminense) - Marcou dois gols e foi decisivo na vitória do Fluminense sobre o Avaí por 3 a 2.

Luan (Palmeiras) - Mais uma vez venceu as críticas com gol. Foi dele o único da vitória do Palmeiras sobre o Ceará.

Fernando Prass (Vasco) - Garantiu a liderança vascaína com grandes defesas em São Januário contra um perigoso Atlético-GO.


Quem foi o destaque da 25ª rodada do Brasileirão?

Fred (Fluminense)

Luan (Palmeiras)

Fernando Prass (Vasco)













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O que faz a diferença

Não há como negar que o Campeonato Brasileiro é equilibrado. São raras as goleadas. Quando elas acontecem, normalmente são graças à uma série de fatores. Aquele que goleia, pode ser goleado na rodada seguinte. Existem alguns elencos mais fortes, outros mais fracos, mas o equilíbrio é evidente. O que faz então, times como Vasco, Corinthians e Botafogo andarem na frente e outros como Atlético-PR, Avaí e América andarem tão atrás? Aquele jogador que faz a diferença.

Grêmio e Botafogo não fizeram um bom jogo no Olímpico. Equilibrado, disputado, mas com poucas emoções. Durante todos os 90 minutos, os donos da casa tiveram a iniciativa, com posse de bola ofensiva. Mas conseguiram criar pouco. A bola rodava e o jogo não encaixava. Faltava o passe diferente, a jogada inesperada.

O Botafogo também não foi bem. Com a marcação muito recuada, o time tinha dificuldades de saída. Abusou das bolas longas, desperdiçando o que tem de melhor: o meio-campo qualificado. Elkeson e Maicosuel participaram pouco da partida e os atacantes ficaram em constante desvantagem contra a defesa. Tanto é, que a primeira finalização do Botafogo na partida só veio aos 39 minutos do primeiro tempo e Herrera jogou muito longe do gol.

No panorama de equilíbrio e pouca inspiração que parecia encaminhar o jogo para o empate sem gols, veio o lance decisivo. Maicosuel recebeu boa bola, limpou a marcação e acertou passe perfeito. Loco Abreu, bem posicionado, definiu. Uma jogada trabalhada. Um gol. Três pontos.

O Botafogo está na briga pelo título. É terceiro colocado e embora tenha muitas dificuldades quando joga fora de casa, não deixa de somar pontos. E do meio para frente, é cheio de jogadores diferentes. Aqueles, capazes de decidir. A jogada que levará três pontos para General Severiano pode vir de um lance isolado de Elkeson. Ou em uma bola parada de Renato. Em uma arrancada de Maicosuel. Ou no faro de gol de Loco Abreu.

E isto faz toda a diferença...

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Quando não perder é mais importante que ganhar

A maior rivalidade de São Paulo, atualmente, tinha tudo para escrever mais uma grande página hoje. São Paulo e Corinthians fizeram clássico que poderia valer a liderança do Campeonato Brasileiro. Uma vitória, além de alçar o time à ponta e dar moral, afastaria o adversário do título. Bom motivos para buscar a vitória? Não foi o que pensaram Adilson Batista e Tite. Pouco ousados, viram um 0 a 0 chato em boa parte do tempo e que em nada ajudou suas equipes.

Graças à coincidência de horários, não vi os primeiros trinta minutos do clássico paulista. Dali até o fim do primeiro tempo, só o São Paulo jogou. Tentando a bola nas costas da defesa com Dagoberto, o tricolor caiu consantemente na linha de impedimento da defesa do Corinthians. Mas no time de Adilson, todos jogam. Casemiro acertou a trave em cabeçada. Wellington fez jogada de ponta direita e quase deixou Dagoberto com o gol vazio. Em 15 minutos, o empate já me parecia injusto.

Na etapa final, o Corinthians voltou ainda mais fechado. E o jogo caiu de produção. O São Paulo tinha a posse, rodava a bola, mas não conseguia agredir o gol de Júlio César. Enquanto isto, o Corinthians pouco ameaçava, tímido nos contra-ataques e com seus atacantes em desvantagem graças às ótimas atuações de Rodolpho e João Felipe.

Nas mexidas, os técnicos que deveriam buscar a vitória, foram pouco ousados. Adilson demorou para colocar Rivaldo e não quis abrir mão de um volante para colocar Marlos. Tite só colocou Jorge Henrique aos 41 minutos do segundo tempo, preferindo a composição de meio-campo com Danilo na vaga de Liédson.

O empate não deve trazer grandes crises para nenhum dos dois. Mas pontos conquistados hoje, poderiam fazer muita diferença na sequência do Campeonato e também na tabela final.

Bom para o Vasco, cada vez mais líder e cada vez mais favorito.

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Sonho coxa, pesadelo celeste

Quem viu Coritiba e Cruzeiro jogar por volta de março ou abril deste ano, teria dificuldade para acreditar que eram os dois times em campo hoje a noite no Couto Pereira. Na verdade, não são mesmo os mesmos times. O Coritiba perdeu a empolgação e entrou no ritmo "normal" quando passou a enfrentar adversários mais fortes. E o Cruzeiro, irreconhecível, perdeu peças importantes e se perde cada vez mais no Brasileirão.

O Coritiba sabia que precisava vencer para seguir sonhando. Somar pontos em casa é obrigação. Por isto, tomou a iniciativa do jogo, com Tcheco qualificando a saída de bola e com os laterais chegando bem ao ataque. O Cruzeiro, com Élber como titular e 4-3-2-1 isolando Ortigoza, tinha a proposta óbvia de jogar no contra-ataque, mas não conseguiu colocá-la em prática.

No primeiro tempo, só um time jogou. O Cruzeiro jogava com todos os jogadores atrás da linha da bola, mas marcava mal, de longe. O Coritiba empilhava chances, principalmente nas bolas paradas. Os donos da casa ganhavam todas pelo alto e obrigavam Fábio a se virar. E ele se virava, até que um rebote sobrou para Marcos Aurélio acertar o gol, sem goleiro.

Só com a desvantagem no placar, o Cruzeiro entrou no jogo. Adiantou um pouco as linhas e ocupava mais o campo ofensivo. Mas não oferecia riscos. O goleiro Vanderlei assistia ao jogo e sequer sujou o uniforme. Panorama mantido inclusive, após a entrada de Bobô no intervalo.

Mesmo sem jogar bem, o Coxa era mais perigoso nos contra-ataques. Fez o segundo com Bill, passando como quis por Léo, irreconhecível como zagueiro central. Depois de abrir dois gols, o Coritiba parou. E o Cruzeiro ganhou campo pra jogar, ainda sem ser perigoso. Na única finalização na direção do gol, Bobô descontou de cabeça. Pouco, para quem precisava de pontos para sair da zona de desconforto.

Não acho que o Coritiba vá se classificar para a Libertadores. Mas pelo que já fez no ano e pela posição na tabela, o time tem todo o direito de sonhar. Hoje, cochilou cedo e poderia ter perdido pontos para um adversário batido. Não pode deixar que aconteça em outras rodadas.

O Cruzeiro melhora. Muito devagar para quem precisa de pontos com urgência. A crise aumenta e a zona de rebaixamento se aproxima. O próximo jogo, é contra o líder. Trocar o técnico não me parece a saída agora. Dar força aos que lá estão parece o único caminho para que o pesadelo não se torne realidade.

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Destaque da Rodada

O artilheiro do Brasil em 2011 também quer fazer parte da festa. Depois de Liédson encostar em Montillo na disputa pelo Destaque do Brasileirão, agora é a vez de Leandro Damião também ser votado pela segunda vez e esquentar a briga. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª e 22ª rodadas
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª e 23ª rodadas
Borges (Santos) - 20ª rodada
André Lima (Grêmio) - 21ª rodada

Quem foi o destaque da 23ª rodada do Brasileirão?

Edu Dracena (Santos)

5,00%
Leandro Damião (Internacional)

80,00%
Marcos Aurélio (Coritiba)

15,00%

Vamos agora ao destaque da 24ª rodada. Confiram os candidatos e votem:

Diego Souza (Vasco) - Atuação magistral no jogo que colocou o Vasco na liderança, fez um gol e participou de outros dois. Foi destaque na 11ª rodada.

Casemiro (São Paulo) - Um golaço e uma assistência na goleada do São Paulo sobre o Ceará por 4 a 0.

Felipe (Flamengo) - Defesas sensacionais que garantiram ao menos um empate para o Flamengo no clássico contra o Botafogo.


Quem foi o destaque da 24ª rodada do Brasileirão?

Diego Souza (Vasco)

Casemiro (São Paulo)

Felipe (Flamengo)













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Triste retrato

Neste domingo, o Atlético-MG voltou à zona do rebaixamento. Ficou fora dela por apenas uma rodada. Completa agora nove, de 24 rodadas, entre os quatro piores do Brasileirão.

Hoje também, Cruzeiro e América tentavam espantar a crise na Arena do Jacaré. O Cruzeiro, sem vencer há quatro jogos e vendo a zona de rebaixamento cada vez mais perto. O América, lanterna nas últimas 11 rodadas, com apenas uma vitória nos últimos oito jogos. No fim, o modorrento zero a zero foi péssimo para os dois e indicou o que esperar do futebol mineiro neste restante de Campeonato Brasileiro.

O jogo decepcionante em Sete Lagoas teve alternância de domínio, pouca organização tática, raros momentos de brilho individual e poucos de emoção.

Em grande parte do confronto, o Cruzeiro teve o controle. Tinha a bola, mas não conseguia criar. Montillo, mesmo sofrendo marcação individual, era o único a fazer algo diferente. Roger não vive grande momento, Ortigoza esbarrou em suas limitações e Bobô foi Bobô. Keirrison, que entrou no segundo tempo, também produziu quase nada. Ficou apenas a boa impressão nas entradas dos jovens Gil Bahia e Élber, que merecem mais oportunidades assim como Gabriel Araújo. E deixa alguma animação a melhora crescente de Charles.

O América tinha a proposta clara de contra-atacar. Esperava o Cruzeiro, marcando suas principais peças, mas não tinha velocidade com Irênio para surpreender. Viveu seus melhores momentos quando Marcos Rocha assumiu o papel de protagonista e ganhou a maioria dos lances no duelo individual com Éverton. Na etapa final, com as entradas de Rodriguinho e Luciano, o time ganhou em mobilidade e chegou mais perto do gol.

O desânimo é geral em Minas Gerais. O América, embora não envergonhe diante de nenhum adversário, não soma pontos e não sai da lanterna. O Atlético, ainda não consegue convencer e só vence os adversários diretos. E o Cruzeiro, parece muito longe de mudar sua postura e não fossem os fracassos dos adversários, teria ainda mais motivos para se preocupar.

Olhando para a tabela, não é irreal imaginar que nenhum dos três vença nas próximas duas rodadas. Os compromissos são difíceis e as atuações nada empolgantes. A única certeza, é que Minas Gerais merecia muito mais.

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Quadro Negro - Bahia

Joel Santana parece ter encontrado no Bahia um filho capaz de seguir seus passos. Hoje, o primeiro grande passo: 3 a 0 em casa sobre o Fluminense.

Confira como joga o time do papai Joel no Quadro Negro do Marcação Cerrada, clicando aqui.

Será que o Bahia conseguirá a salvação?

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Jovem e eficiente

No ano passado, o Manchester venceu o Campeonato Inglês e fez ótima campanha na Champions League, batido na decisão com sobras por um incontestável Barcelona. Para esta temporada, Ferguson vê seu time passar por processo de renovação, diga-se de passagem necessária, graças ao fim das carreiras de Neville e Scholes além de Giggs e outros jogadores já começarem a pegar o ônibus que desce a ladeira.

Com escolhas precisas, o treinador do Manchester mostrou porque está há tanto tempo no clube. Rejuvenesceu a equipe e ainda assim viu sua equipe crescer. A impressão inicial do Manchester United é que chega para 2011/2012 ainda melhor do que terminou no ano passado.

Contra o Chelsea, o time não fez partida brilhante. Em grande parte do jogo, foi dominado pelo adversário. Mas mostrou eficiência para definir o jogo e garantir mais uma ótima vitória. Em cinco jogos, o United venceu todos na Premier League, marcou 21 gols e sofreu apenas quatro. Já bateu os fortes Chelsea, Tottenham e Arsenal - com goleada por 8 a 2 - além de vencer como visitante Bolton e West Bromwich.

O grande jogo no Old Trafford teve equilíbrio, alternância, grandes lances e jogadas bizarras. Ramires começou perdendo gol fácil e pouco depois viu Smalling (impedido) abrir o placar. Primeiro grande acerto de Ferguson na renovação. Perdendo, o Chelsea apertou a marcação no meio, passou a explorar a qualidade de Mata (grande contratação) e perdia chances. Enquanto isto, o Manchester foi mais uma vez ao ataque. Nani recebeu lançamento longo, driblou dois adversários e acertou a gaveta de Cech. Atordoada, a defesa do Chelsea bateu sequência na cabeça e Rooney ampliou com o gol vazio.

Um primeiro tempo bom do Chelsea. Um primeiro tempo eficiente do Manchester.

No segundo tempo, com Anelka no time, o Chelsea jogou mais à frente. Logo no primeiro lance, passe do francês para gol "improvável" de Fernando Torres. Pouco depois, Rooney (que já fez nove em cinco jogos) teve a chance em penalti de definir o jogo, mas acabou escorregando e isolando. Animado, o Chelsea voltou a acreditar no resultado, até levar uma ducha de água fria: Torres driblou De Gea e desperdiçou um gol tosco, com gol vazio. Infelizmente, este é o lance que tem mais "a ver" com a passagem do espanhol pelo Chelsea.

O Manchester já começa a adquirir gordura para se preocupar com a Champions League. O time deve chegar mais inteiro neste ano. E parece mais forte. Assim como o Chelsea, que apesar da derrota, vê o trabalho do bom Villas Boas começar a surtir efeito e a torcida tem motivos para ter esperança.

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Com cara de líder

Um adversário forte, que vinha crescendo de rendimento e fazia bom início de returno. Uma goleada com tranquilidade por 4 a 0. A liderança, mesmo que provisória. O sábado não podia ser melhor para o Vasco, que mais uma vez mostrou todas as suas credenciais ao vencer o Grêmio com autoridade em São Januário.

Apesar do placar elástico, o jogo teve momentos de equilíbrio. O Grêmio não fez uma partida tão ruim que justificasse o resultado. Mas o Vasco teve uma partida taticamente brilhante aliada a grandes atuações individuais de seus dois principais jogadores, decisivos no confronto.

Para bloquear a principal jogada do Grêmio, Éder Luís e Fágner atacavam pelo lado direito. Júlio César não podia subir e mostrou a já conhecida deficiência na marcação. E era por ali que o Vasco jogava. E chegou cedo ao gol, em jogada de Éder e antecipação de Élton.

Atrás no placar, o Grêmio cresceu. Passou a pressionar e teve (ao meu ver), penalti em Escudero ignorado pela arbitragem. Os gaúchos tinham a bola e atacavam. O Vasco, recuou as linhas e deixava o bote armado para o contra-ataque. Assim, ampliou. Erro na antecipação de Saimon que deixou Edcarlos vendido. Diego Souza driblou o zagueiro como quis e bateu firme.

Com a vantagem, o Vasco tinha o que queria. Espaços para contra-atacar enquanto o Grêmio passou a ter dificuldades de articulação. Rômulo acertou a marcação à Douglas, que fez ótimo primeiro tempo, e o time não conseguia jogar. Jogando rápido, pelos lados, e com Diego Souza inspiradíssimo, o Vasco confirmou a goleada: primeiro com Éder Luís, depois com Fágner.

O Vasco tem elenco e alternativas. Tem muitos jogadores prontos para decidir. Hoje, o time não teve Felipe nem Juninho. Não sentiu falta porque Diego Souza fez ótima partida. É um time que sabe o que quer, que vive bom momento, que quer ganhar por Ricardo Gomes.

O Corinthians pode retomar a liderança amanhã. Mas se há um time com jeito de líder hoje, ele se chama Vasco da Gama.

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A sobra e o talento

O distanciamento no Campeonato Espanhol só interessa a Real Madrid e Barcelona. Que só precisam se preocupar um com o outro e tem tempo para cuidar da Champions League. Pior para os outros participantes, que viram sparrings de baixo nível para os gigantes. Hoje, foi a vez do Osasuña.

Não é só a qualidade do Barcelona que explica o passeio por 8 a 0 sem nenhuma dificuldade. Foram três bolas na trave, mais de 80% de posse de bola e um placar que poderia ter sido ainda maior. O Osasuña tem um time muito pobre tecnicamente, lento na defesa e que cometeu seguidas falhas de posicionamento. Zagueiros muito adiantados, bola nas costas à todo instante. Contra um adversário com tanta qualidade no meio, é fatal.

Guardiola voltou a escalar o Barcelona no inovador 3-4-3 que já havia sido usado outras vezes na temporada. Puyol fazia a sobra ao lado de Mascherano e Abidal na defesa. Busquets era o responsável pela proteção. No meio, com liberdade e qualidade, Thiago fazia o lado direito, Fábregas ficava mais adiantado próximo à Messi e Xavi fazia o lado esquerdo. Na frente, Daniel Alves era ponta pela direita, muito aberto, Messi circulava e Villa entrava em diagonal vindo da esquerda. Ofensivo, técnico e funcional.

Com extrema facilidade, o Barcelona criou. Um lance atrás do outro e os gols foram saindo. Messi e Fábregas fizeram atuação de gala. No segundo tempo, mesmo diminuindo o ritmo e com mudanças táticas (voltando ao 4-3-3 com as entradas de Adriano e Maxwell), o Barça sobrou.

É gostoso de ver. É ótimo para os torcedores. Para quem gosta de futebol.

Péssimo para o futebol espanhol. O processo parece irreversível. Quanto mais os clubes menores demorarem para tomar uma atitude, ficará mais. No Barcelona sobram talentos. E o time sobra, com folga, no Campeonato Espanhol.

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Ganhar e, principalmente, jogar

O retorno da extinta Copa Rocca, agora sob novo nome, poderia ser extremamente útil no trabalho da Seleção. Seria uma oportunidade para testar jogadores diferentes, dar cancha para jovens que começam a buscar espaço na equipe e dar sequência ao trabalho para 2014. Mano disse em entrevista antes do jogo que não era partida para jogar, e sim para ganhar. Não fez nem um, muito menos o outro. E acabou não aproveitando absolutamente nada em mais um amistoso.

Não estou de acordo com os que acham que os amistosos são apenas para testes. Principalmente porque, como não vai disputar as Eliminatórias, o Brasil precisa levar todas as partidas à sério. E vencer adversários fortes é fundamental. Mas, em um jogo apenas com jogadores locais, contra uma Argentina desfigurada, a hora era de aproveitar a oportunidade.

Mano começou mal na escalação. Kléber, aos 31 anos, e com rendimento apenas regular no Inter foi titular. Réver, que só agora começa a recuperar seu futebol no Atlético-MG também. Isto sem falar na inexplicável opção por Renato Abreu no meio-campo.

O jogo começou com o Brasil no 4-3-3 europeu (três volantes e três atacantes). Voltou a sentir falta de articulação. Neymar e Ronaldinho eram obrigados a recuar muito para buscar o jogo. Além de ficarem longe da área de decisão, deixaram Leandro Damião isolado.

A Argentina, no 3-5-2, tinha o objetivo claro de fechar os lados do campo. Aos poucos, percebeu os espaços, ganhou o meio-campo e dominou o jogo. Era um time mais fraco tecnicamente, mas uma equipe muito bem organizada pelo ótimo Alejandro Sabella. E mostrou alguns bons nomes como Martinez, Fernandez e principalmente Canteros. Boseli, no pouco tempo que esteve em campo, também foi bem, levando constante vantagem sobre a dupla de zaga do Brasil que batia cabeça.

O Brasil não jogou. Jovens como Mário Fernandes, Cortês, Casemiro, Lucas e Oscar que poderiam ser testados não entraram em campo ou jogaram pouco tempo. A noite só não foi absolutamente perdida porque em lance isolado, Leandro Damião fez jogada individual: chaleira no lado do campo, em direção ao gol, e finalização por cobertura que bateu na trave.

Mano segue colocando o emprego à frente do desenvolvimento. O trabalho não ganha força e a pressão cresce. A impressão que fica é que o processo é irreversível: a cada partida Mano fica mais pressionado, pensa mais nos resultados e o time piora.

A hora de ganhar já chegou. Mas a hora de jogar não deveria ter passado em momento algum.

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Os cães ladram, mas a caravana não pára

Nas duas últimas rodadas não postei nada sobre o Cartola. Um misto de falta de tempo com revolta. Quem me segue no Twitter, sabe o que aconteceu na penúltima rodada. Escalei um bom time (que faria 79 pontos) e tentei salvá-lo quando faltava um minuto para o fim do fechamento do mercado, mas o jogo não aceitou. Resultado: apenas 9 pontos e queda na tabela.

Mas o M. Cerrada FC não se deixa abalar. E nesta rodada voltou ao normal, com ótimo desempenho. 72,35 pontos que renderam uma posição na tabela e o retorno ao 14º lugar.

Boas apostas do meio para frente, com Wellington Nem (11,1) e um trio de ataque sensacional: Borges (9,5), André Dias (15) e Osvaldo (10,9). Pena que Felipe não foi bem contra o Atlético-PR e acabou com 4 pontos negativos.

O destaque da rodada foi o TaRolandoUnited, do Felipe Scheid. Ótimos 89,5 pontos. Apostas certeiras em Muriel (12), Welton Felipe (12,9), Tcheco (11,3), Marcos Aurélio (21,1) e o sensacional Leandro Damião (24,9). Porém, o time vai mal na tabela e sequer aparece entre os 20 primeiros colocados.

A liderança da liga segue com o SLMB do Randrade. Nesta rodada manteve a boa média, com 69,83 pontos. Acerto preciso em Vanderlei (14) e no ataque com Osvaldo e Borges. No momento, o time tem confortáveis 39 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, TássioSpuriFC.

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Quadro Negro - Milan

A Champions League começou e claro, que o Marcação Cerrada não ia ficar fora.

Já na primeira partida, um clássico entre Barcelona e Milan. Que terminou com um empate improvável para um Milan que apenas se defendeu durante os 90 minutos.

A análise tática do time italiano está no Quadro Negro do Marcação Cerrada.

Clique aqui e confira.

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Destaque da Rodada

O artilheiro do Brasileirão quer entrar na festa. Liédson voltou a brilhar com a camisa do Corinthians e encostou em Montillo na disputa de Destaque do Brasileirão. Foi ele o destaque da 22ª rodada. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª e 22ª rodadas
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada
Borges (Santos) - 20ª rodada
André Lima (Grêmio) - 21ª rodada

Quem foi o destaque da 22ª rodada do Brasileirão?

Herrera (Botafogo)

28,57%
Rômulo (Vasco)

14,29%
Liédson (Corinthians)

57,14%

Vamos agora eleger o melhor da 23ª rodada. Veja os candidatos:

Edu Dracena (Santos) - Teve um gol mal anulado e fez partida impecável na vitória do Santos sobre o Cruzeiro por 1 a 0.

Leandro Damião (Internacional) - Marcou mais três gols no Brasileirão. Os três da goleada do Inter sobre o Palmeiras por 3 a 0. Foi destaque na 18ª rodada.

Marcos Aurélio (Coritiba) - Marcou um gol e deu duas assistências na goleada do Coritiba sobre o Botafogo por 5 a 0.


Quem foi o destaque da 23ª rodada do Brasileirão?

Edu Dracena (Santos)

Leandro Damião (Internacional)

Marcos Aurélio (Coritiba)













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Brasileirão Tele-Sena

De folga e sem plantão este fim de semana, dei uma desligada do Campeonato Brasileiro. Impossível ficar sem ver futebol, mas não acompanhei nenhum jogo o suficiente para blogar a respeito.

Vi boa parte da vitória do Santos, em crescimento esperado e pronto para brigar na parte de cima, contra um Cruzeiro que continua se preocupando pouco, vencendo pouco e se aproximando muito da zona perigosa do Campeonato Brasileiro.

Assisti boa parte da vitória do Fluminense, em ascensão, contra um Corinthians que segue vacilante mas sem perder a ponta. Os cariocas chegam à zona da Libertadores com quatro vitórias consecutivas e dão sinais de que podem brigar.

O primeiro tempo de Grêmio e São Paulo agradou. O time gaúcho já tem uma cara de Celso Roth e ela é agradável. Marca forte, tem boa posse de bola e consegue chegar com qualidade à frente. O São Paulo também tem um bom time, embora ainda seja vacilante demais e perca ótimas chances de chegar à ponta.

No segundo tempo, fui para o bar sem óculos e muito pouco posso falar da vitória do Atlético-MG (que continua ganhando pontos importantes, mas que continua vencendo apenas quem está abaixo dele na tabela) sobre um Bahia em queda livre e sem a referência técnica de Jóbson para salvar pontos importantes.

De toda forma, o Brasileirão 2011 fica com cara de Tele-Sena. Será possível ganhar com "menos pontos". Os times de cima vacilam, mas não perdem postos. O Corinthians venceu só um dos últimos três jogos, mas segue líder. O São Paulo nunca vence quando pode ir para o primeiro lugar. O Botafogo dava sinais de regularidade e foi goleado pelo Coritiba por 5 a 0. O Fluminense só chegou agora na festa. O Flamengo não vence há oito partidas e vai dando adeus à disputa.

O Campeonato que já foi do São Paulo arrasador, do Corinthians impressionante, do Flamengo invicto, do Vasco querendo mais títulos, do Atlético-GO com fantástica recuperação, hoje é do Fluminense, que tem quatro vitórias consecutivas. O próximo candidato a "sensação" me parece o Internacional, que tem Damião cada dia melhor e que começa a sentir o efeito do trabalho de Dorival Júnior.

O Corinthians ainda tem 62% de aproveitamento. Mesmo desempenho do Fluminense, campeão do ano passado. Acima apenas do Flamengo, campeão em 2009 com 59% de aproveitamento. A tendência, no entanto, me parece apontar queda. A média de pontos vai cair e os 67 pontos que o Fla fez com Andrade e Adriano me parecem suficientes para ser campeão este ano.

No Brasileirão Tele-Sena, dá para ganhar com menos pontos. Quem vai ficar com a taça?

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Destaque da rodada

Os três gols diante do Atlético-PR renderam a André Lima um lugar na lista de destaques do Brasileirão. Que segue liderada, à distância, por Montillo do Cruzeiro.

Confira:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada
Borges (Santos) - 20ª rodada
André Lima (Grêmio) - 21ª rodada

Quem foi o destaque da 21ª rodada do Brasileirão?

Rafael Sóbis (Fluminense)

15,38%
André Lima (Grêmio)

46,15%
André Dias (América)

38,46%

Vamos agora escolher o destaque da 22ª rodada. Confira os candidatos e vote:

Herrera (Botafogo) - Marcou dois gols e abriu caminho na goleada do Botafogo sobre o Ceará por 4 a 0.

Rômulo (Vasco) - Convocado para a seleção, fez ótima partida na vitória do Vasco sobre o Coritiba por 2 a 0. De quebra, marcou um gol.

Liédson (Corinthians) - Decisivo, marcou os dois gols da vitória sobre o Flamengo que manteve o Corinthians na liderança. Foi destaque na 6ª rodada.

Quem foi o destaque da 22ª rodada do Brasileirão?

Herrera (Botafogo)

Rômulo (Vasco)

Liédson (Corinthians)













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O líder é cascudo

Um início arrebatador, uma queda esperada e o líder já está na mesma posição há 16 rodadas. O Corinthians tropeça, sofre pressão da torcida, mas quando precisa vence. E não é ultrapassado, porque o Campeonato é equilibrado e o perde-ganha é normal.

Corinthians e Flamengo fizeram um jogo emocionante, brigado e com todos os ingredientes de uma decisão: estádio cheio, jogo equilibrado, alternância no placar, discussão, polêmicas. No fim, melhor para os donos da casa, que venceram de forma justa e voltaram à ponta.

Desde o início do jogo, o Corinthians imprimiu ritmo forte e tentou sufocar o adversário. No 4-2-3-1 de sempre, o time incomodava a saída de bola e não permitia ao Flamengo ter a bola. Acuado e com mutias dificuldades na saída de bola, os cariocas abusavam da bola longa sem velocidade para achar um contra-ataque capaz de surpreender o Corinthians.

Mas enquanto o time de Tite empilhava chances perdidas e Felipe começava a se destacar no jogo, Ronaldinho Gaúcho bateu escanteio com a maestria de sempre, Renato desviou na primeira trave e Deivid sozinho abriu o placar. Gol que fez o Corinthians se assustar e que permitiu ao visitante respirar e controlar o jogo até o fim do primeiro tempo.

Na etapa final, Tite mexeu no time para reoxigenar o setor ofensivo e mostrou que seu elenco está anos-luz à frente da equipe de Luxemburgo. Enquanto ele pode apostar no bom jovem Weldinho, no rodado Danilo e no ótimo William; Luxemburgo colocou em campo o promissor Muralha e os insossos Fierro e Botinelli (o segundo, que alterna ótimas partidas com jogos absolutamente apagados).

O Corinthians ganhou força e espremia um Flamengo que foi se recuando cada vez mais. Até não suportar a pressão em campo, tentar partir para a agressão (com Gustavo em lance tosco pra cima de Liédson) e sofrer a virada, com dois gols do agredido.

O resultado foi justo. E o Corinthians dá mais uma demonstração de força quando lhe é pedido. É candidato fortíssimo ao título porque tem um bom time, um elenco muito qualificado e um técnico sóbrio e que sabe o que fazer.

Quanto ao Flamengo, que sai do G-4 e chega há sete jogos sem vencer, é hora de repensar. Brigar por uma vaga na Libertadores parece mais palpável no momento. O time é bom e tem Ronaldinho, acima da média. Mas o elenco (pobre em relação aos adversários) impede que o time consiga manter o nível por muitas rodadas. Números que o excesso de empates que mantiveram longa invencibilidade quase conseguiram encobrir.

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Quadro Negro - Coritiba

O Coritiba fez ótimo primeiro semestre, mas não consegue ser protagonista no Campeonato Brasileiro.

A análise tática do time de Marcelo Oliveira você confere no Quadro Negro do Marcação Cerrada clicando aqui.

Veja!

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Destaque da Rodada

O artilheiro do Brasileirão também é destaque. Apesar de muitos gols, Borges entra pela primeira vez na lista apenas na primeira rodada do returno. O santista agora faz parte dos Destaques do Brasileiro, liderados por Montillo. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada
Borges (Santos) - 20ª rodada

Quem foi o destaque da 20ª rodada do Brasileirão?

Éder Luis (Vasco)

30,00%
Wellington Nem (Figueirense)

20,00%
Borges (Santos)

50,00%

Vamos agora eleger o destaque da 21ª rodada. Conheça, escolha e vote:

Rafael Sóbis (Fluminense) - Entrou no segundo tempo, fez dois gols, e foi fundamental na incrível virada do Flu sobre o Atlético-GO.

André Lima (Grêmio) - Fez três gols e ainda participou do quarto na goleada do Grêmio sobre o Atlético-PR, por 4 a 0.

André Dias (América) - Fez dois gols e deu o passe para outro na goleada do América sobre o Vasco, por 4 a 1.


Quem foi o destaque da 21ª rodada do Brasileirão?

Rafael Sóbis (Fluminense)

André Lima (Grêmio)

André Dias (América)













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Jogo pobre, empate justo

O Palmeiras não teve Valdívia e Kléber. O Cruzeiro, mais uma vez, teve apenas Montillo. No panorama, dava para esperar um jogo ruim no Pacaembu. O que aconteceu. Nos 90 minutos de pouquíssimo futebol, foram mais de 150 passes errados e apenas 10 chutes certos ao gol. No fim, o empate pode ser considerado justo, embora os donos da casa tenham ficado tão perto da vitória.

Independente dos desfalques, Felipão manteve o 4-2-3-1 que vem trabalhando desde o início do ano no Palmeiras. Estreando no Cruzeiro, Emerson Ávila espelhou sua equipe no adversário, com um trio de meias de alta capacidade técnica: Montillo, Roger e Gilberto. Esquema que aliás, eu defendi aqui neste espaço para melhor utilização do plantel celeste.

No entanto, a primeira etapa foi sonolenta e cansativa. O Palmeiras tinha mais a bola, jogava mais no campo ofensivo, mas se ressentia da ausência de um armador típico. Faltava criatividade. Se com Valdívia as coisas já não fluem bem nesta área, sem ele fica ainda pior.

Já o Cruzeiro, voltou a demonstrar dificuldades na saída de bola. Como os laterais subiam pouco ao ataque (principalmente Paraná, improvisado na direita), o time dependia de um lance individual de seus meias, que faziam partidas apagadas. Faltava a eles abrir o corredor para os laterais, entrando em diagonal e ficando mais perto da área de definição, onde podiam fazer a diferença.

Na etapa final, o Palmeiras tentou adiantar suas linhas. O time de Felipão passou a incomodar mais. Sentiu a insegurança do goleiro cruzeirense Rafael e passou também a finalizar mais. De longe, de perto. E água mole em pedra dura, Rafael soltou bola no meio da área e o criticado e eficiente Luan abriu o placar.

Com a vantagem, o Palmeiras passou a tocar a bola desinteressado. Com três atacantes após as entradas de Keirrison e Sebá, o Cruzeiro tentava atacar sem sucesso. E como de costume, bastou a bola chegar até Montillo para que ele resolvesse. Jogada individual e gol de empate. O argentino é o melhor do Campeonato jogando em um time que não se encontra.

No fim, o Palmeiras ainda teve um penalti bem marcado e desperdiçado por Marcos Assunção, que bateu mal no meio do gol. Antes, Vuaden ignorou penalti claro de Marquinhos Paraná, quando o jogo ainda estava 0 a 0.

O Palmeiras desperdiça mais uma chance de vencer e vai se afastando do pelotão de cima. Só não vive situação pior, porque os primeiros colocados também não cansam de tropeçar. Me parece incapaz de lutar pelo título. Mas Felipão tem méritos em tirar tanto de um time tecnicamente tão pobre. Quanto ao Cruzeiro, segue dependente de Montillo. Resta saber até quando o argentino salvará pontos sozinho.

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Vencer, vencer, vencer

O trecho mais famoso do hino do Atlético-MG indica exatamente o que o time precisa nesta fase do Brasileirão. Mais do que um futebol vistoso, o Galo precisa somar pontos. Só assim, vai recuperar a confiança que poderá permitir que a equipe alcance um nível aceitável e condizente com os investimentos realizados durante a temporada.

Contra o Avaí, o Atlético-MG fez a sua primeira mini-decisão. Serão várias no returno. E o time precisará lutar para sair da situação em que se colocou. Situação aliás, parecida com os catarinenses, que vinham de três jogos sem perder e de duas vitórias para dar muita confiança, no clássico contra o Figueirense e sobre o Flamengo.

Cuca conseguiu repetir pela primeira vez o time da partida anterior. Mudou um pouco o posicionamento. Com Bernard bem aberto pela esquerda e Berola pelo lado oposto, o 4-2-3-1 do Atlético tinha a intenção de abrir o adversário, fechado com três volantes e enormes dificuldades na saída de bola.

Desde o apito inicial, o jogo se fez no campo ofensivo do Atlético. Que controlava a partida, jogava em velocidade, embora ainda sentisse falta de um pouco mais de poder de definição. A bola estava sempre rondando o gol de Felipe, mas o goleiro do Avaí trabalhava pouco. Até que Berola (o melhor da primeira etapa) escapou bem da marcação, fez cruzamento consciente para André e Bernard que fechavam, mas Arlan foi quem colocou contra o patrimônio.

Depois do gol, o Atlético sentiu o ritmo. Respirava e dava mais campo para o Avaí, que adiantou os volantes (principalmente Pedro Ken pelo lado esquerdo) e passou a incomodar. Panorama que seguiu no segundo tempo, quando Bernard e Berola cansados não conseguiam fazer a recomposição e os catarinenses tinham sempre vantagem numérica nos ataques pelos lados do campo.

Quando o jogo dava pinta de se complicar, com o Atlético errando o último passe nos contra-ataques que poderiam definir o jogo e o Avaí tentando atacar mais, Daniel Carvalho brigou por uma bola no setor ofensivo e fez o que dele se espera desde o ano passado quando foi contratado: ser decisivo.

Ainda é cedo para falar em recuperação. Vale lembrar que no início do Campeonato o Atlético também venceu as duas primeiras partidas, contra Atlético-PR e Avaí. Bater adversários diretos é fundamental. Mas o time vai precisar de mais do que isto para se livrar do rebaixamento.

O momento é de vencer, vencer e vencer. Se ainda é cedo para alívio, fica o alento pelo controle da partida e pelo fato de o time ter encontrado hoje uma proposta na qual se apoiar.

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Só o começo

O segundo turno começou bem. Com o M. Cerrada FC crescendo na tabela e mantendo o bom desempenho das últimas rodadas. Foram 65,81 pontos. Suficientes para mais uma posição na tabela. Chegamos ao 11º lugar, ainda tendo o 1º Campeão Brasileiro à frente.

A atuação ofensiva desta vez chamou a atenção. Maicosuel conseguiu ótimos 11,1 pontos. Anselmo também foi bem, com 10,8. Mas bom mesmo foi ter Éder Luis, que fez 21,2 pontos. Pena que Wágner Diniz ganhou a oportunidade e não correspondeu, com 1,1 pontos negativos.

O destaque da rodada foi o SLMB do Randrade. Ótimos 90,91 pontos. Apostas certeiras em Willians (12,3), Oscar (13,9), Ronaldinho Gaúcho (14,7) e Anselmo. Só três jogadores ficaram abaixo dos 5 pontos: Rhodolfo, Elkeson e Dagoberto. A rodada acima da média serviu para o time retornar à liderança no "troca-troca" (no bom sentido) com o TássioSpuriFC. Ainda abriu vantagem considerável de quase 20 pontos.

Confiram agora a escalação do M.Cerrada FC, ainda sonhando com o título. 4-3-3 e investimento de 162,35 cartoletas:

Victor (Grêmio), Cicinho (Palmeiras), Mário Fernandes (Grêmio), Leonardo Silva (Atlético-MG) e Júnior César (Flamengo); Marcos Assunção (Palmeiras), Diego Souza (Vasco) e Douglas (Grêmio); Júlio César (Figueirense), Osvaldo (Ceará) e Rafael Moura (Fluminense). Cristóvão Borges (Vasco).

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Destaque da Rodada

O Cruzeiro não vai bem no Campeonato Brasileiro. Mas Montillo sobra. Decisivo em mais uma partida, o argentino disparou na disputa do troféu de Destaque do Brasileirão. Já era líder, com o destaque em duas rodadas. E abriu o returno com goleada. Veja:

Bernardo (Vasco) - 1ª rodada
Leonardo Silva (Atlético-MG) - 2ª rodada
Anderson Aquino (Coritiba) - 3ª rodada
William (Corinthians) - 4ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 5ª rodada
Liédson (Corinthians) - 6ª rodada
Oscar (Internacional) - 7ª rodada
Montillo (Cruzeiro) - 8ª, 16ª e 19ª rodadas
Marcelo Grohe (Grêmio) - 9ª rodada
Paulinho (Corinthians) - 10ª rodada
Diego Souza (Vasco) - 11ª rodada
Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) - 12ª rodada
Dedé (Vasco) - 13ª rodada
Dagoberto (São Paulo) - 14ª rodada
Cícero (São Paulo) - 15ª rodada
Émerson (Corinthians) - 17ª rodada
Leandro Damião (Internacional) - 18ª rodada

Quem foi o destaque da 19ª rodada do Brasileirão?

Diego (Ceará)

18,67% (14 votos)
Montillo (Cruzeiro)

72,00% (54 votos)
Luan (Palmeiras)

9,33% (7 votos)
Total: 75 votos

Vamos agora aos destaques da 20ª rodada. Veja os candidatos e vote:

Éder Luis (Vasco) - Um gol e uma assistência. Decisivo mais uma vez na vitória do Vasco por 3 a 1 sobre o Ceará.

Wellington Nem (Figueirense) - Outro com um gol e uma assistência. Wellington Nem foi um dos ótimos nomes do Figueira na goleada por 4 a 2 sobre o Cruzeiro.

Borges (Santos) - Dois gols e uma assistência em curto espaço de tempo. O artilheiro do Brasileiro decidiu o 3 a 3 entre Internacional e Santos.


Quem foi o destaque da 20ª rodada do Brasileirão?

Éder Luis (Vasco)

Wellington Nem (Figueirense)

Borges (Santos)













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Enquete

Qual clube brasileiro tem mais chances de vencer a Libertadores?
Flamengo
Internacional
Santos
Fluminense
Vasco
Corinthians
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Quadro Negro

Quadro Negro
O Palmeiras manteve a base mas não conseguiu os camarões que Felipão pediu. Deve manter o 4-2-3-1 em 2012.

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