Demitido!

Rolou a primeira cabeça no M.Cerrada FC. E olha que as coisas não estão ruins por lá e os objetivos vêm sendo atendidos. Mas a falta de atenção e de profissionalismo, custam caro em um clube sério e acostumado aos títulos.

O desempenho na 5ª rodada não foi ruim. 57,35 pontos. Poderia ser muito melhor! Poderia, se o assistente técnico não tivesse entrado ação e feito substituições de última hora na equipe.

Substituiu Kléber e Wálter que somaram juntos 13,1 pontos por Fernandinho e William, que fizeram juntos 3,2 pontos negativos. Ou seja, prejuízo de 15 pontos ao time.

Com isto, o time foi apenas o 13º melhor da rodada. Manteve, no entanto, a décima colocação. E segue mirando o G-8, objetivo até a Copa do Mundo.

O melhor da rodada foi o Caldeira's S/A, do Haroldo Caldeira. O time fez 92,35 pontos. Destaque para a defesa do Avaí, com Zé Carlos e Patric; o meio-campo com Bernardo; e o ataque com André, todos acima dos 10 pontos. Na Liga, no entanto, a equipe não vai bem e sequer aparece entre os 20 primeiros colocados.

A liderança mudou de mãos. Com 83,45 pontos, o Lucigol E. C., do Luciano Dias, ultrapassou o Leandrus e assumiu a ponta. Destaque para a dupla colorada Guiñazu e Alecsandro. Além de assumir a frente, o time abriu mais de 18 pontos para o segundo colocado. Diferença considerável.

Destaque da Rodada

Seguimos com a ordem das coisas. Na primeira rodada um goleiro. Na segunda, um atacante. Na terceira, outro goleiro. E agora, mais um atacante. Jonas, do Grêmio, foi o destaque da 4ª rodada do Brasileirão para os leitores do Marcação Cerrada.

E garantiu o segundo nome gremista nesta seleta lista:

Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª rodada
Jonas (Grêmio) - 4ª rodada

Confira o resultado da enquete:

Quem foi o destaque da 4ª rodada do Brasileirão?

Jonas (Grêmio)

52,38% (11 votos)
Schwenk (Vitória)

23,81% (5 votos)
Rogério Ceni (São Paulo)

23,81% (5 votos)
Total: 21 votos

Vamos escolher agora o melhor da 5ª rodada. Veja os candidatos:

Bruno César (Corinthians) - Mais uma grande partida do meia corinthiano. Marcou um belo gol e comandou o meio-campo na vitória sobre o Santos por 4 a 2.

Romerito (Goiás) - Marcou duas vezes e foi o grande jogador do Goiás na vitória por 3 a 1 diante do rival Atlético-GO.

Alecsandro (Internacional) - Outro que marcou dois gols no Atlético na rodada. Este, porém, fez na goleada por 4 a 1 contra o Atlético-PR.

Quem foi o destaque da 5ª rodada do Brasileirão?

Bruno César (Corinthians)

Romerito (Goiás)

Alecsandro (Internacional)












Três pontos que valem muita coisa

Na rodada dos empates, quem ganhou se deu bem demais na tabela do Brasileirão. Metade dos jogos da rodada terminaram empatados. E os cinco vencendores subiram na tabela.

Subiram, ou pelo menos se manteram. Foi o caso do Corinthians, líder isolado e absoluto da competição. Venceu com autoridade e muita qualidade o Santos, por 4 a 2 e chegou aos 13 pontos. Com 86% de aproveitamento, é o grande time deste início de Campeonato.

Ao lado do Ceará. Na base do grãozinho, com vitórias por 1 a 0, o time que voltou agora à Série A chegou a vice-liderança. Marcou apenas 4 gols em cinco jogos. Mas levou apenas 1. E vai mostrando inteligência para somar pontos sem correr riscos. Muita gente colocava os cearences como candidatos ao rebaixamento, e eles vão provando o contrário.

O Inter também venceu. A demissão de Fossati parece ter feito bem ao time, que goleou o Atlético-PR por 4 a 1. Ganhou pela primeira vez em casa e ganhou muitas posições na tabela, chegando ao décimo lugar e deixando a zona de rebaixamento.

O Fluminense é outro que ganhou corpou. Chegou à segunda vitória consecutiva, desta vez fora de casa, contra o Atlético-MG. 3 a 1 de virada, depois de levar o gol logo aos 2 minutos de jogo. Destaque para a volta aos gols de Allan e Fred após a curiosa apendicite.

Por fim, mas não menos importante, o Goiás venceu o clássico diante do Atlético-GO. Chegou à primeira vitória. Mas se não deixou a zona de rebaixamento, pelo menos ganhou muita moral para seguir em frente na competição.

Rumo às oito primeiras posições

O objetivo financeiro de atingir 150 cartoletas antes da Copa do Mundo já está praticamente alcançado. O banco já permite montar um time forte e competitivo e ainda deixar algumas economias por lá. É hora de subir definitivamente na tabela e atingir o grupo dos oito primeiros.

Para isto, o maior investimento realizado até aqui. 137,6 cartoletas, para uma rodada cheia de clássicos e muito complicada.

Mais uma vez, a aposta é no 4-3-3, que vem funcionando bem. Sete times aparecem na formação do elenco. Mescla importante.

Confira a escalação do M. Cerrada FC para a quinta rodada:

Zé Carlos (Avaí), Vítor (Palmeiras), Sorondo (Internacional), Émerson Nunes (Avaí) e Kléber (Internacional); Lincoln (Palmeiras), Paulo Henrique Ganso (Santos) e Petkovic (Flamengo); Ewérthon (Palmeiras), Walter (Internacional) e Vágner Love (Flamengo). Técnico: Joel Santana (Botafogo).

Quando os números mentem

Todo time sonha estar numa semifinal de Libertadores. O Internacional está lá. E no caminho, eliminou o atual campeão da competição. Mais do que isto, este ano o time perdeu "apenas" 9 vezes em 33 partidas. Três destas, só no Brasileirão, que ainda está na 4ª rodada. E é aí que os números não são tão claros assim.

Apesar de estar bem na Libertadores, chegando aos trancos e barrancos, o Inter é um dos piores do Brasileirão e perdeu o Estadual para o Grêmio. Motivos de sobra para desqualificar o trabalho de Jorge Fossati, que não suportou a pressão e caiu ontem, depois da virada para o Vasco.

O Inter tem um baita time. Mais do que isto, o elenco é espetacular e tem opções de sobra. Opções que Fossati não conseguiu aproveitar. Com tantos bons nomes na armação e no ataque, resolveu apostar sempre em uma postura pragmática e defensiva. Não deu liga. Não funcionou.

Se os números não são tão ruins assim, é claro para todos que o Inter podia muito mais. Poderia ter sido campeão gaúcho. Poderia estar entre os primeiros no Brasileirão. E poderia não ter passado tantos sustos na Libertadores.

A demissão foi justificável e feita na hora certa. Não dava para esperar mais. O novo treinador terá o período da Copa do Mundo para conhecer o elenco, preparar a equipe e encarar os desafios que vem pela frente na temporada.

Apesar da ausência de bons nomes no mercado, o tempo também poderá fazer a diretoria escolher o substituto com paciência e inteligência. Eu, sinceramente, não saberia indicar um bom nome para o Inter agora. No início do ano, elogiei a coragem da diretoria por ousar na escolha do técnico. Agora, terá que encontrar de novo uma solução criativa. Mas desta vez não dá para errar.

Objetivos atingidos. Estamos chegando!

Mais uma rodada com desempenho para lá de satisfatório do M. Cerrada FC. Apesar da atuação pífea da dupla Dagoberto e Kléber no ataque, os gols marcados por jogadores do meio-campo e um sistema defensivo muito bem formado, garantiram ao time 85,65 pontos. E o mais importante: valorização de 16 cartoletas no plantel, chegando à quase 142. Daqui em diante, teremos sempre times fortes.

Como já disse, do meio-campo e da defesa saíram os principais destaques do time na rodada. Phillipe Coutinho e Paulo Baier fizeram um ótimo papel. Mas na defesa...Neto, Jonathan e Rafael Tolói ultrapassaram os 10 pontos e somaram bastante na pontuação final.

Com este resultado, fomos o sexto melhor time da rodada na Liga. E seguimos subindo. Ganhamos mais três posições e chegamos ao 10º lugar. O objetivo de estar entre os 8 até a Copa está próximo.

O destaque da rodada foi o G-Unit CF, do Otacílio. O 3-4-3 mostrou-se uma aposta ousada e interessante. Destaque para Neto, Rafael Tolói, Andrezinho e Neymar. Com os 100 pontos desta rodada, a equipe ganhou cinco posições na tabela e chegou ao quarto lugar.

A liderança segue com o Leandrus, com 3 pontos a mais do que o segundo. Foram ótimos 81,64 pontos nesta rodada. Destaque para a ótima escolha por Fábio, do Cruzeiro, que fez 21 pontos. O segundo jogador que mais fez pontos nesta rodada.

Destaque da Rodada

Ele é um dos grandes goleiros do Brasil. Rogério Ceni comandou o São Paulo na vitória por 2 a 0 sobre o Internacional em pleno Beira-Rio. Se repetir atuações como a do último domingo na Libertadores, a situação ficará muito difícil para o Colorado. E por isto, Rogério Ceni foi o Destaque da 3ª rodada do Brasileirão.

Na disputa pelo título de Destaque do Campeonato, ele entra nesta lista:

Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada
Rogério Ceni (São Paulo) - 3ª rodada

Confira o resultado da enquete:

Quem foi o destaque da 3ª rodada do Brasileirão?

Ewerthon (Palmeiras)

26,92% (7 votos)
Rogério Ceni (São Paulo)

50,00% (13 votos)
Juan (Flamengo)

23,08% (6 votos)
Total: 26 votos

Hora de escolher agora os destaques da 4ª rodada. Confira os candidatos:

Jonas (Grêmio) - Marcou duas vezes e mais uma vez foi fundamental na vitória do Grêmio sobre o Avaí por 3 a 0.

Schwenk (Vitória) - Fez três gols, está na briga. Esta é a tradição do Marcação. E por isto, Schwenk, autor de três tentos diante do Atlético-MG, disputa na rodada.

Rogério Ceni (São Paulo) - Outra vez brilhou. Boas defesas, inclusive um penalti, que garantiu a vitória tricolor no clássico contra o Palmeiras. Foi destaque da 3ª rodada.

Quem foi o destaque da 4ª rodada do Brasileirão?

Jonas (Grêmio)

Schwenk (Vitória)

Rogério Ceni (São Paulo)












Virada vascaína e crise goiana

O complemento da 4ª rodada do Brasileirão trouxe jogos mornos e fracos. Valeu a pena somente a partida do Rio. Não pela qualidade técnica. Mas pela emocionante virada do Vasco para cima do Internacional. A primeira vitória dos cariocas no Brasileirão.

Quem assistiu o primeiro tempo em São Januário e desligou a TV, certamente não via outro resultado possível que não fosse uma goleada do Inter. O Vasco entrou desligado e com um meio-campo de dar dó. Quatro volantes e nenhuma criatividade. Resultado: excesso de passes errados e espaços para o time gaúcho jogar. Wálter fazia grande partida ofensivamente. Mas coube a Andrezinho aproveitar as oportunidades e marcar duas vezes para os gaúchos.

Depois da invasão de torcedores no início da semana, o clima ficou pesado demais. A pressão era grande e o Vasco parecia não ter a menor força para reagir. Parecia. A entrada de Jéfferson mudou o jogo. Mais do que isso, a bronca de Celso Roth no vestiário deve ter sido enorme. O Vasco entrou ligado, e entrou no jogo. Élton empatou. Fabiano Eller foi expulso. Fossati mexeu mais demais ao sacar Wálter. E o time carioca cresceu. Empatou o jogo em penalti bizarro marcado pelo sempre fraco Héber Roberto Lopes. A virada veio pouco depois, com Nílton.

Com Celso Roth, repito, o Vasco pode fazer um Campeonato digno. Bastam alguns reforços e reconhecer suas limitações. Quanto ao Inter, é absurdo ter apenas três pontos até aqui na competição. Três derrotas em quatro jogos. A boa campanha na Libertadores não pode fazer a equipe se esquecer do Brasileirão. Pode custar caro e causar grande arrependimento.

Nos outros dois jogos da quinta-feira, resultados ruins para os goianos. O Goiás empatou por 0 a 0 em casa contra o Ceará. Poderia ter perdido, não fosse a grande atuação de Rodrigo Calaça e o gol feito perdido por Washington. É lanterna da competição. E o grande candidato ao rebaixamento. Se não mudarem muita coisa por lá, a campanha pode beirar o vexame.

O Atlético-GO foi derrotado pelo Atlético-PR. Terá que brigar seriamente na competição para não cair. A boa campanha na Copa do Brasil pode ter iludido um time que precisa de reforços. Mas o trabalho bem realizado, com paciência e com menos cobranças, pode dar um resultado satisfatório no fim. Apesar da vitória, é bom o Atlético-PR também seguir com os olhos abertos. E procurar logo um treinador.

Fator casa

Aos poucos, os times brasileiros estão pegando o jeito dos pontos corridos. E se conscientizando de coisas importantes como: o valor de todas as partidas e a importância de fazer o resultado dentro de casa. O resultado disto é simples. Mandantes mais competentes e poucos visitantes aprontando.

No Brasileirão 2010, já tivemos 37 jogos. Em apenas seis deles, quem jogava fora de casa venceu (16%). Não é por acaso que Corinthians, Santos, Cruzeiro, Botafogo e São Paulo figuram entre os seis primeiros. O outro integrante do grupo, deveria ser o Internacional. Porém, os gaúchos foram derrotados duas vezes dentro de casa.

Ontem a quarta rodada começou com 7 partidas. Em seis delas, os mandantes fizeram seu dever de casa. Só o líder, Corinthians, conseguiu somar pontos longe de seus domínios. Empatou com o Prudente por 2 a 2. Perdeu os primeiros pontos no Brasileirão. Mas manteve a liderança. É um time forte e encorpado o suficiente para vacilar pouco na competição. E se manter sempre na parte de cima.

A noite foi também de clássicos. No Morumbi, o São Paulo contou com mais uma boa noite de Rogério Ceni para vencer o Palmeiras e garantir três importantes pontos. Após a chegada de Fernandão, são 4 jogos e 4 vitórias. Não é coincidência. O time cresceu na hora certa.

E enquanto o São Paulo cresce, o Flamengo cai. Mais uma vez esteve muito mal. Foi derrotado pelo Fluminense (segunda vitória de Muricy, em cinco jogos). Aliás, segunda boa partida consecutiva do tricolor carioca, que dá sinais de crescimento.

Santos e Cruzeiro não brilharam. Mas venceram e fizeram sua parte. Encostam na liderança e provam que também estão dispostos a brigar pelo título. Precisam de alguns reforços e de tranquilidade para trabalhar.

O Brasileirão está apenas começando. Fazer o dever de casa é obrigação. Vencer fora, será o diferencial.

MCerrada FC

Vem aí a quarta rodada do Brasileirão. E aos poucos o MCerrada FC fica forte o suficiente para brigar pelo título. O objetivo da rodada ainda é financeiro, mas desde a primeira rodada, vale notar que a equipe só subiu na tabela.

O investimento desta rodada é o mais alto até aqui: 124 cartoletas. Mas seguimos apostando em jogadores que saíram desvalorizados da última rodada. Exceção feita apenas para dois jogadores em todo o elenco.

A mescla para esta rodada é grande. Oito times diferentes estão representados no Marcação. Entre os mandantes da rodada, apenas o Vitória e o Fluminense, ficam de fora.

A tática novamente é o 4-3-3. Aliás, o ataque é de peso para a rodada.

Confira os selecionados:

Neto (Atlético-PR), Jonathan (Cruzeiro), Rodrigo (Grêmio), Rafael Tolói (Goiás) e Márcio Azevedo (Atlético-PR); Paulo Baier (Atlético-PR), Maylson (Grêmio) e Phillipe Coutinho (Vasco); Dagoberto (São Paulo), Kléber (Cruzeiro) e André (Santos). Técnico: Silas (Grêmio).

A dança dos 9

Washington vai deixar o São Paulo. Fluminense, Palmeiras e Atlético-PR se interessaram. O destino, porém, deve ser o Flamengo.

Que perdeu Adriano, de saída para a Roma. E pode perder ainda Vágner Love, já que a negociação com o CSKA é sempre complicada.

O Palmeiras demitiu o artilheiro Robert, que brigou com Antônio Carlos. O atacante deve acabar no Cruzeiro. Abrindo espaço para a saída de Wellington Paulista, que interessa ao alvi-verde.

O Fluminense segue tentando outros atacantes. Queria também Kléber Pereira, encostado no Inter. Que deve acabar mesmo no Goiás.

A temporada de mudanças na camisa 9 está aberta. E olha que a Copa do Mundo nem começou. E a janela ainda não se abriu...

Até quando?

A cena é recorrente. Basta um time perder alguns jogos e pronto: lá estão as Torcidas Organizadas pressionando e cobrando. De uma maneira indevida e inaceitável.

Hoje foi a vez do Vasco. Depois de três rodadas e apenas um ponto conquistado, cerca de 30 torcedores se sentiram no direito de invadir o ambiente de trabalho dos jogadores com o dedo em riste e fazer ameaças aos atletas.

Não cabia aos jogadores vascaínos outra atitude senão fingir dar ouvidos aos boçais. Foram ao centro do campo e conversaram com eles por cerca de 30 minutos.

Sempre repeti aqui no blog (quando aconteceu com o Flamengo e com o Fluminense): é inaceitável alguém invadir o seu trabalho para te fazer qualquer tipo de cobrança em tom ameaçador. Independente do que tenha se passado com a equipe é preciso distanciamento e respeito. E não é na base das ameaças que os torcedores conseguirão uma reviravolta.

Quanto ao Vasco: de fato a fase do time é ruim. Mas Celso Roth está apenas começando seu trabalho. Precisará de mais três ou quatro rodadas para conhecer o elenco. O Vasco não vai brigar pelo título. Mas acredito que com mais alguns reforços pontuais e a sequência do trabalho, não envergonhará seu torcedor. Que até merecia...

PS: O pior da história ainda estava por vir. Segundo Dinamite, a reação dos torcedores é "normal". Caso perdido. Próximo!

Começou!

Finalmente um desempenho aceitável. Pontuação digna e valorização considerável do elenco. O Brasileirão começou para o M. Cerrada FC, na terceira rodada. Apesar do inesperado veto de Adriano na última hora, o time conseguiu 77,55 pontos e teve valorização perto de 20 cartoletas. Ótimo desempenho, que fez o time ganhar duas posições na classificação e chegar ao 13º lugar.

Agora é possível vislumbrar em breve uma vaga entre os oito primeiros colocados. E os adversários sabem que com time de chegada, é bom não dar brecha.

Nesta rodada, pela primeira vez a equipe atuou no 4-3-3. O esquema funcionou. E olha que Jorge Henrique não foi bem. E Adriano sequer entrou em campo. Diego Tardelli, porém, segurou a onda sozinho, marcando mais de 20 pontos. Destaque também para a defesa com Juan (14,10 pontos) e Anderson (9,30).

O melhor da rodada e novo líder da Liga (subindo 4 posições) foi o Leandrus que fez extraordinários 113,99 pontos. Destaque para o trio ofensivo, com Ewerthon, Vágner Love e Diego Tardelli. 5 gols marcados e mais de 53 pontos garantidos. O cartola ainda fez ótima aposta em Jéfferson, do Botafogo.

Vale destacar nesta rodada também o Lucigol EC, outro que superou a barreira dos 100 pontos. Fez 103,65. Ganhou seis posições na tabela e é o novo vice-líder da liga. O antigo líder, Zannoteraégol, ficou em terceiro.

Destaque da Rodada

Mais uma rodada do Brasileirão se passou. E duas votações colocadas para o público, dois jogadores do Rio Grande do Sul venceram. Grêmio e Inter são os primeiros a colocar jogadores na disputa pelo Destaque do Brasileirão.

O vencedor da segunda rodada foi Wálter, do Inter. Ele fez dois gols e sofreu um penalti na partida contrao Goiás.

Confira a lista de destaques até aqui:

Victor (Grêmio) - 1ª rodada
Wálter (Internacional) - 2ª rodada

Confira a votação:

Quem foi o destaque da 2ª rodada do Brasileirão?

Diego Giaretta (Grêmio Prudente)

34,48% (10 votos)
Antônio Carlos (Botafogo)

13,79% (4 votos)
Wálter (Internacional)

51,72% (15 votos)
Total: 29 votos

Agora é hora de escolher o Destaque da 3ª rodada. Confira os candidatos:

Ewerthon (Palmeiras) - Com a saída de Diego Souza e Robert, passou a ser o principal responsável por dois. Contra o Grêmio, foi às redes duas vezes.

Rogério Ceni (São Paulo) - Um segundo tempo quase impecável, garantiu ao goleiro tricolor um lugar entre os concorrentes.

Juan (Flamengo) - O gol foi lindo. Mas sem querer. A boa atuação de Juan, porém, valeu ao lateral esquerdo uma vaga na disputa.

Quem foi o destaque da 3ª rodada do Brasileirão?

Ewerthon (Palmeiras)

Rogério Ceni (São Paulo)

Juan (Flamengo)










Cartões, gols e poucas mudanças

A parada na Copa do Brasil e na Libertadores começou a esquentar o Brasileirão. Apesar de ainda não dar para dizer que todos os times estão 100% focados na competição, aos poucos todos começam a olhar para ela com mais carinho. Neste fim-de-semana, ninguém poupou titulares. Quem ficou fora, foi por lesão, suspensão ou indisciplina.

Apesar disso, a proximidade da Copa do Mundo deixa a competição com um pouco de "ressaca". Clima de pré-Copa. Alguns jogos deram a impressão de que as equipes estão doidas para cumprir logo a tabela e parar para o Mundial.

Nesta rodada no entanto, tivemos mais gols. 30 gols, ou três por jogo. A maior média até aqui na competição. Nenhum zero a zero. Se aumentou o número de gols, aumentou também o número de cartões. Ao todo foram 9 expulsões (sete delas apenas nos três jogos de sábado) e 57 cartões amarelos. Marca negativa e também recorde até agora no Brasileirão.

Na tabela, poucas mudanças. O Corinthians voltou a vencer. Novamente não encantou, chegou a tomar sufoco, mas é o único time com 100% de aproveitamento. Com o elenco que tem em mãos, Mano Menezes sabe que de grão em grão pode encher o papo no fim da competição.

A grande surpresa deste início de campeonato, ao meu ver, é o Ceará. Quinto colocado com 7 pontos, o time de PC Gusmão arma seu sucesso também na defesa. Sofreu apenas um gol até aqui no Brasileirão. Fez três gols, um por jogo. E garante pontos importantes na tabela.

Na parte de baixo, poucas mudanças. Goiás, Atlético-PR e Vasco voltaram a perder. São os piores times do início da competição. E candidatíssimos a entrar rapidamente para o hall de favoritos ao rebaixamento se não mudarem logo muitas coisas.

Já na quarta-feira, o Brasileirão está de volta. A sequência de jogos deve esquentar ainda mais a competição. E servir como um bom aperitivo para o que vem pela frente.

Apostando alto

Terceira rodada. Hora de começar a apostar em fichas mais caras no Cartola. E para esta rodada, o MCerrada FC vem forte. Tanto é que gastou quase todas as 108 cartoletas disponíveis no banco. De toda forma, segue apostando em jogadores desvalorizados, para ganhar dinheiro.

Com o fim dos jogos de Libertadores e Copa do Brasil (pelo menos até a Copa do Mundo) a tendência é que as equipes escalem sempre força máxima. Atenção apenas aos suspensos, machucados e aos que estão nas Seleções.

Para esta rodada, aposta em seis times diferentes. Entre os mandantes da rodada, apenas Internacional, Guarani, Atlético-GO e Palmeiras não mandam representantes ao Marcação.

Pela primeira vez na temporada também, a equipe sai do 4-4-2 para o ofensivo e mais rentável 4-3-3. Bons atacantes estão sobrando nesta rodada pela primeira vez. Aliás, olho aberto no nosso trio ofensivo, que promete.

Confira a escalação:

Bruno (Flamengo), Patric (Avaí), Jairo Campos (Atlético-MG), Anderson (Ceará) e Juan (Flamengo); Leandro Guerreiro (Botafogo), Fabiano (Atlético-MG) e Elias (Corinthians); Jorge Henrique (Corinthians), Diego Tardelli (Atlético-MG) e Adriano (Flamengo). Técnico: PC Gusmão (Ceará).

Que sejam punidos. E que a vida siga

A notícia pegou todos de surpresa. Neymar, André, Ganso e Mádson foram punidos no Santos por chegarem atrasados na concentração para o jogo deste fim-de-semana. O clube informa que foram cerca de 4 horas de atraso. Os jogadores, afirmam que chegaram com pouco mais de uma hora de atraso.

Não importa. Todos eles foram punidos, ficarão fora da próxima partida e serão multados no fim do mês. Justo. E que com o erro eles aprendam. É importante a atitude de Dorival, mostrando para os garotos que eles são iguais a todos os outros e também precisam seguir regras.

Agora, não é necessário e nem prudente dizer que os jogadores são irresponsáveis, que o sucesso subiu a cabeça e que eles se perderam. Todo mundo erra e isto é normal. Não pode é tornar-se recorrente.

Outra coisa: muita gente questionou que eles foram punidos apenas porque era um jogo do Campeonato Brasileiro. Que se fizessem isto antes da final da Copa do Brasil não seriam impedidos de entrar em campo pelo treinador. Óbvio. Caso fizesse isto, Dorival puniria ao clube e não aos jogadores.

Pedra no assunto. E vamos jogar futebol!

Apenas um aperitivo

Para relaxar nesta sexta-feira, vou postar algo incomum por aqui. Vídeo!

Mas a nova propaganda da Nike não poderia passar em branco. Exalta a Copa do Mundo. E até hoje, nunca vi um vídeo tão capaz de mostrar o que pode representar um Mundial na vida de um jogador de futebol.

Se Adriano, Ronaldinho Gaúcho e outros tivessem visto este vídeo antes, poderiam mudar seu comportamento...

Então, aí vai:


Uma pena que no Brasil, as propagandas sobre o Mundial prefiram tentar fazer chacota com os argentinos...

A vitória veio tarde demais

O Flamengo enfrentou a Universidad do Chile quatro vezes nesta Libertadores. Venceu apenas uma. O último jogo, ontem, em Santiago. Vitória que seria motivo de orgulho se não tivesse vindo tarde demais. As outras derrotas, principalmente a última, custaram a classificação ao rubro-negro carioca.

Não achei o Flamengo tão bom como vi muita gente falando. O que não quer dizer que não tenha sido uma das melhores atuações da equipe no ano. Longe de ser brilhante. Mas os cariocas foram corretos e tiveram muita garra. Queriam provar para todos que eram capazes. E por pouco não conseguiram.

No primeiro tempo, apesar do domínio aparente, faltava ao Flamengo qualidade para se aproximar do gol. Kléberson (e ele vai para a Copa) e Michael erravam passes em profusão. Adriano era obrigado a buscar o jogo para tentar fazer a bola chegar e também não conseguia. O gol de Vágner Love, nos acréscimos, veio para fazer a equipe acreditar de vez que era possível reverter o quadro negativo.

Com Petkovic, o passe melhorou e o Flamengo também. Leonardo Moura e Juan entraram definitivamente no jogo e mostraram qualidade. A "La U" também se soltou e o jogo ficou ótimo. Empolgante. Até que o ótimo Montillo (candidatíssimo a craque da Libertadores) marcou um belo gol, contando com pequena contribuição de Bruno. O sonho teria acabado se pouco depois o "Império do Colesterol" não tivesse funcionado, com gol de Adriano (que voltou a jogar muito bem).

2 a 1 no placar e fim de jogo emocionante. O Flamengo pressionava, se dedicava demais. A expulsão de Willians prejudicou, mas não impediu que o time sufocasse. O gol, no entanto, não saiu.

A Universidad do Chile não merecia ficar fora. E está classificado para as semifinais. É um bom time que só agora perdeu a primeira na competição. Que os brasileiros saibam respeitar este forte adversário. Não será surpresa se os chilenos ficarem com o título.

Quanto ao futuro do Flamengo, é impossível prever. Certamente, a Copa do Mundo trará profundas mudanças na equipe. Maldonado, Petkovic, Vágner Love e Adriano podem sair. Alguns jogadores devem chegar. Não se sabe se Rogério Lourenço vai permanecer. Só depois disso, dá para avaliar onde o time poderá chegar em 2010.

O Campeão caiu

Era o meu grande favorito para conquistar a Libertadores. O Estudiantes, atual campeão, reforçou o elenco em relação ao ano passado e tinha um time para lá de respeitável. Inexplicavelmente, porém, apostou em uma estratégia extremamente defensiva, beirando o medo, diante do Internacional. Foi castigado com um gol no fim e acabou com o sonho argentino na Libertadores 2010.

Na primeira partida, o Estudiantes tinha 5 jogadores na defesa e só um atacante. Pouco ameaçou a meta de Abondanzieri. O castigo veio aos 46 minutos, quando Sorondo deu a vitória ao Internacional. E eu avisei aqui no blog: 1 a 0 era goleada.

Tanto é que o Internacional se deu ao luxo de ser derrotado ontem e seguir em frente na competição. O primeiro tempo estava equilibrado. Mas com o meio-campo do Estudiantes, cinco minutos de cochilo são fatais (o Cruzeiro que o diga). Quando o Inter despertou, os argentinos já venciam por 2 a 0, com Leandro Gonzáles e Pérez.

No segundo tempo, porém, novamente o Estudiantes desistiu de jogar. Achou que seria suficiente ficar apenas se defendendo. O pragmático time de Jorge Fossati não conseguia criar muita coisa, mas dominava as ações. E água mole em pedra dura, tanto bate até que Giuliano ficou sozinho na área e fez o gol da classificação. Outro castigo no fim do jogo. Desta vez aos 43 do segundo tempo.

Aos argentinos sobrou apenas partir para briga. Lamentavelmente, os sul-americanos ainda não aprenderam a perder para os times brasileiros. E como a frouxa Conmebol nunca faz nada, a balbúrdia segue ano após ano.

O Internacional está na semifinal. E pode ganhar força. Precisa se soltar mais, já que o São Paulo será um adversário disposto a jogar também. Tem time e tem elenco para jogar muito mais do que tem jogado. E que o mala Fossati tenha mais educação e se preocupe mais com seu time do que dar más respostas após as partidas. O Inter merece. E a torcida agradece.

Eles não precisavam disto

A tarefa do Cruzeiro já era das mais complicadas no Morumbi. Lá, o São Paulo ainda não havia levado gols pela Libertadores. Os mineiros precisavam marcar no mínimo duas vezes. E para isto, contavam com força máxima. Contavam, apenas no primeiro minuto. Quando Kléber usou o braço, como de costume, para conferir a distância de Richarlysson e acabou acertando o rosto do adversário de maneira acidental, a história do jogo seria definida. Larrionda exagerou ao aplicar o cartão vermelho. O atacante do Cruzeiro, acabou pagando por seu passado.

Não dá e tãopouco é justo, no entanto, creditar a classificação do São Paulo ao grotesco erro da arbitragem no início do jogo no Morumbi. O tricolor paulista já havia provado no Mineirão, que não precisa de juiz algum para chegar às semifinais da Libertadores. E não precisava mesmo.

Com um jogador a mais a situação ficou cômoda. Ricardo Gomes pôde adiantar Richarlysson e tomar conta definitivamente do meio-campo. A expulsão de seu principal jogador tão cedo foi um balde de água fria nas pretensões celestes. Em campo, notava-se um time abatido.

Com propriedade, o São Paulo tocava a bola e levava perigo. Fábio já havia feito pelo menos duas ótimas defesas quando Júnior César fez jogada espetacular e Hernanes abriu o placar. 1 a 0, São Paulo classificado. O Cruzeiro não teria forças para reverter.

Soberano em campo, o tricolor jogava mais uma bela partida tática e tecnicamente. A movimentação de Fernandão (o melhor em campo) abria espaços tanto para Marlos e Dagoberto quanto para Cicinho chegarem com perigo à grande área cruzeirense. Cabia aos mineiros evitar uma goleada, que poderia ter vindo se os ataque paulista (leia-se Dagoberto) não fosse tão fominha. Ainda no primeiro tempo, veio o segundo gol, apenas para fechar o caixão e definir de vez o semifinalista.

Apesar da expulsão tão cedo, não há como negar que o São Paulo foi soberano nos 180 minutos. Soube superar problemas internos e jogou demais. E deve muito disto a Fernandão. O atacante encaixou como uma luva no time e mostrou o quanto motivação e vontade de jogar fazem diferença no futebol. Assim, Fernandão contagiou todo o time tornando-se rapidamente peça fundamental.

No Cruzeiro, cabe lamentar mais uma vez uma expulsão tão rápida. É impossível saber o que seria do jogo com 11 para cada lado. Mas a eliminação não pode ser nenhuma tragédia. O São Paulo é grande, forte e tradicional. Os mineiros não perderam para qualquer um. Com alguns poucos reforços e a manutenção do ótimo Adilson Batista é candidatíssimo no Brasileirão. Precisa, porém, colocar a cabeça no lugar.

Quando o craque faz a diferença

A estratégia traçada pelo Grêmio era clara e perfeita para vencer o jogo na Vila Belmiro. Marcação incansável desde a saída de bola, deixando poucos espaços. Ofensividade e qualidade com a bola nos pés. Assim, a bola não chegaria em boas condições ao perigoso quarteto ofensivo do Santos. Tinha tudo para dar certo. Deu certo por 55 minutos. Provavelmente, daria certo pelos 90, se os paulistas não tivessem um jogador tão espetacular.

Paulo Henrique Ganso acha espaço onde os outros não enxergam. Pensa com antecedência uma jogada que até hoje vários atletas não pensaram. Faz a diferença. E com um drible rápido e um chute perfeito, mudou completamente a história de um jogo que tinha tudo para terminar com final feliz para os gaúchos.

Antes disso, porém, Santos e Grêmio voltavam a fazer um grande jogo. Com menos espaços do que a primeira partida, vencida pelos gaúchos por 4 a 3. O time de Silas marcava individualmente os principais jogadores do Santos. E pressionava o adversário ainda no seu campo de defesa. Com a bola, tinha espaços e conseguia aproveitar. Esteve mais perto de chegar ao gol no primeiro tempo.

Depois do lance de Ganso, no entanto, o jogo mudou. Ao Grêmio, era preciso atacar mais. Deixar espaços. E contra um adversário tão poderoso, deixar espaços pode ser fatal. Como foi, no lance genial de Robinho e André. Gol de placa, de cinema. 2 a 0 que deixava o Santos perto demais da decisão.

Mas o Grêmio não tem o apelido "Imortal" atoa. Achou um gol em falha grotesca do inseguro Felipe. Parecia buscar forças para a igualdade. Mas viu o coadjuvante cada vez mais espetacular Wesley arrancar em velocidade e marcar mais um dos infindáveis gols decisivos pelo Santos. 3 a 1 e vaga garantida.

O Santos segue encantando. Os momentos mágicos diminuiram à medida que cresceu o nível dos adversários. Mas eles ainda estão lá. E assim como o Santos, chegam empolgados à final da Copa do Brasil. É favorito e grande merecedor do título. Mas terá que conquistá-lo dentro de campo contra um adversário difícil.

Melhor ainda será se conquistá-lo com mais um show. Os deuses do futebol agradecem.

PS: O Grêmio de Silas também se mostrou forte demais. Fazia um jogo taticamente perfeito até o lance genial. É um baita time! E candidatíssimo ao título brasileiro. Favorito, ao meu ver, ao lado de Corinthians e Cruzeiro.

Para fazer história

A vantagem era mínima. Os desfalques do adversário eram importantes. Motivo mais do que suficientes para encher o torcedor do Vitória de esperança. Resultado: Barradão lotado e festa incrível da torcida. No fim, o resultado (que foi justo, apesar de não mostrar o que foi o jogo) classificou o baiano pela primeira vez às finais da Copa do Brasil. Chance de fazer história em uma decisão onde muita gente já trata o adversário como campeão.

Sem suas três principais peças ofensivas, não havia outra alternativa para Geninho senão tentar fechar seu time. Róbston, Elias e Rodrigo Tiui foram responsáveis por quase 50% dos gols do Atlético-GO em 2010. Nenhum deles estava em campo. Com 4 volantes, os goianos esperavam fechar o meio e utilizar o nervosismo do adversário para contragolpear e matar o jogo.

Não podiam, porém, vacilar nas bolas paradas. Aos 29, ninguém subiu e Uélliton sem tirar os pés do chão colocou o Vitória na frente. A festa nas arquibancadas aumentou a pressão. O time da Bahia ganhou fôlego e disparou em busca do segundo gol. Que veio em outra cobrança de falta, com Júnior, colocando fim no jejum de oito partidas sem marcar. 2 a 0 e classificação encaminhada.

Na etapa final, mais ofensivo, o Atlético cresceu. Equilibrou o jogo e esteve perto de fazer o gol que lhe daria a classificação. Chegou em alguns momentos a pressionar o adversário. Mas quando não era a trave, Viáfara se mostrava bem posicionado o suficiente para impedir que a bola estufasse as redes. E quando só restava o desespero aos goianos, o Vitória deu dois golpes fatais em contra-ataques. O quarto gol, com penalti cobrado pelo goleiro colombiano, com paradinha e desprezível cartão amarelo dado por Héber Roberto Lopes, que o tirou da primeira partida da decisão.

O Vitória jogou 5 vezes no Barradão pela Copa do Brasil. Ganhou todas. Marcou 19 gols, não levou nenhum. O Santos é favorito ao título, claro. Mas os baianos não podem ser desconsiderados na decisão. Principalmente devido ao fator Barradão.

Precisava demorar tanto?

É oficial. Celso Roth é o novo técnico do Vasco. Para um time que definitivamente não pensa no título brasileiro este ano, é ótima contratação. Roth é sério, trabalhador e não é de ficar chorando reforços. Sempre trabalhou e fez o melhor com o que tinha em mãos. Tudo que o Vasco precisava.

O problema é...

Todo mundo, menos o Vasco, já sabia disso logo que Vágner Mancini foi demitido. Não era momento para apostas ou riscos. Se Celso Roth tivesse sido contratado antes, já conheceria o elenco o suficiente para saber com quem poderá contar. E não pegaria um time no meio do Campeonato Brasileiro.

A parada para a Copa do Mundo pode ser a salvação. Daqui há cinco rodadas, Roth poderá trabalhar o grupo e deixar o Vasco com sua cara. Pode e deve dar certo. Eu acho uma boa aposta. Ou pelo menos, é uma aposta que eu faria, se fosse Roberto Dinamite.

Celso Roth não é brilhante, assim como o elenco do Vasco. Mas sabe das suas limitações assim como sabe reconhecer as do elenco. Com muito trabalho, poderá colocar o cruzmaltino nos trilhos. E quem sabe, lutar para fazer um bom papel ainda nesta competição.

PS: Importante e inteligente, também, a permanência de Gaúcho, como auxiliar técnico. Será fundamental para Roth poder contar com alguém que conhece os jogadores e a atual situação vascaína bem de perto.

1 ano é muito tempo?

Volte 365 dias no tempo. Talvez um pouco mais. Lembre-se do Palmeiras. De Keirrison, Marquinhos, Luxemburgo. Empolgante, classificado na Libertadores, nos penaltis e na raça em plena Ilha do Retiro. Time promissor e projeto atraente.

Agora veja o que é o Palmeiras hoje. Um time sem comando, sem investimento e sem jogadores. Perdeu a Libertadores. Perdeu o título Brasileiro e a vaga na competição continental. Os melhores jogadores do elenco brigaram para deixar o clube. 11º colocado no Campeonato Paulista. Eliminado pelo Atlético-GO na Copa do Brasil. Candidatíssimo ao rebaixamento no Brasileirão.

Nada disso aconteceu por acaso. O Palmeiras se perdeu porque não soube controlar a crise, que poderia ser menor. Fez seguidas apostas erradas. Continua sofrendo com os conflitos internos e com os problemas políticos. E chegou onde está.

Ontem, para piorar a situação, surgiu a notícia de que Robert e o técnico Antônio Carlos teriam trocado socos no ônibus que levava a delegação ao aeroporto. O treinador desmentiu e disse que houve "apenas" uma áspera discussão. Ninguém sabe o que de fato aconteceu.

O que todos sabem é que de maneira injustificável os jogadores foram liberados até 4h da manhã. E que mesmo assim, quatro deles (inclusive Robert) chegaram atrasados. Perda total de comando.

Antônio Carlos deverá ser demitido. Não há como sustentar o trabalho depois de tantos problemas.

Robert não deve jogar mais pelo clube. Depois de perder Vágner Love e Diego Souza, é apenas mais um útil jogador que vai embora. Não é craque, mas é importante, principalmente pois faltam opções para o ataque alvi-verde.

O clube precisa de reforços e de um bom treinador. Mas mais do que isto, precisa de paz.

O pior é que as maiores crises do Palmeiras, são criadas pelo próprio Palmeiras. E é isto que precisa ser repensado. Antes que seja tarde demais...

Um coração valente. E decepcionado

Ninguém duvida do faro de gol de Washington. Tanto é que mesmo fazendo uma temporada muito ruim, é artilheiro do São Paulo em 2010, com 12 gols. Depois de seguidas crises com Ricardo Gomes via imprensa, o atacante parecia ter dado trégua. A chegada de Fernandão, porém, piorou a situação. Que tornou-se insustentável no último fim de semana, quando Washington declarou que gostaria de se sentir útil e que deseja procurar outro time.

É preciso ver os dois lados da situação. Todo mundo tem seu lado certo e seu lado errado.

Washington foi várias vezes injustiçado no tricolor. O Coração Valente acabou tornando-se bode expiatório muitas vezes, quando na verdade, a equipe não funcionava e a bola não chegava para ele. Por mais que perca muitos gols, sempre foi artilheiro no São Paulo, de todas as competições. Na área, sabe se posicionar como poucos no país. E o apelido de Valente não veio atoa.

Mas o atacante nunca soube aceitar a reserva. E em um time com tantas opções, é natural nem sempre ser a primeira escolha do treinador. Faltou paciência e tranquilidade para recuperar sua posição e seu status dentro de campo.

A chegada de Fernandão, porém, deixou Washington ainda mais irritado. O jogador não apenas chegou assumindo a condição de titular como foi decisivo na vitória sobre o Cruzeiro. A posição do atacante, que já não era boa, ficou péssima. E ele decidiu romper de vez com o clube.

Perde o São Paulo. Washington respeita a camisa que veste, é experiente e bom jogador.

Ganha o mercado. Atlético-PR, Palmeiras e Fluminense já sonham com o artilheiro. Cairia como uma luva nos três. Em qualquer um deles, Washington pode ser mais do que o Coração Valente. Pode ser um Coração Feliz.

Mil vezes não, Rafael Moura

A idéia da rodada era apostar em jogadores que foram mal na primeira rodada. Expectativa de volta por cima. Nada feito. E se há um culpado para o desempenho abaixo do esperado nesta rodada, o nome dele é Rafael Moura.

Contratado após desvalorizar mais de 4 cartoletas na primeira rodada, o atacante teve desempenho pífeo. Fez 5 pontos negativos contra o Internacional. E passou a valer míseras 0,76 cartoletas. Uma vergonha!

Dois jogadores, no entanto, salvaram o desempenho do M. Cerrada FC na rodada. Mariano foi bem no Flu. Deu uma assistência e viu seu time não sofrer gols. Acabou com 13,70 pontos. Wellington Paulista do Cruzeiro marcou duas vezes. Ainda acertou uma bola na trave. 18,60 pontos e valorização de mais de 6 cartoletas.

No fim, 48,55 pontos, nenhuma valorização do plantel e a 11ª colocação na rodada. Subimos três posições na classificação geral, agora em 15º. A torcida do atual campeão espera mais. Mas ainda há paciência com o trabalho a longo prazo.

O melhor desta rodada e agora também da Liga foi o estreante Zanotteraégol que fez 87,02 pontos. Chegou a 173,78 na competição abrindo mais de 30 pontos para o segundo colocado (TheBlues FC). Destaque para as boas apostas em Rodolpho, Neymar e Wellington Paulista. O time de Pedro Zanotti já se aproxima do patrimônio de 150 cartoletas.

Vale destacar também o ex-líder Net Esportes, que fez apenas 36,74 pontos nesta rodada e caiu para a quarta posição geral.

Destaque da Rodada

No Marcação Cerrada é assim. Rodada após rodada, o melhor jogador é escolhido. E pela regularidade, será escolhido o Destaque do Campeonato da Seleção Marcação Cerrada do Campeonato Brasileiro.

E na corrida pelo troféu em 2010, quem saiu na frente foi o goleiro Victor, do Grêmio. Justamente na semana em que ele deixou de ser convocado para a Copa do Mundo, recebe um "prêmio de consolação". Com quase 60% dos votos, foi eleito o destaque da 1ª rodada, por fechar o gol contra o Atlético-GO.

Confira a votação:

Quem foi o destaque da 1ª rodada do Brasileirão?

Victor (Grêmio)58,82% (30 votos)
Emerson (Avaí)
35,29% (18 votos)
Caio (Avaí)

5,88% (3 votos)
Total: 51 votos

Hora de escolher o destaque da segunda rodada. Confira os concorrentes:

Diego Giaretta (Grêmio Prudente) - O zagueiro foi perfeito nos desarmes. Marcou um gol. E ainda obrigou Aranha a fazer uma grande defesa na goleada do Prudente sobre o Galo.

Antônio Carlos (Botafogo) - Outro zagueiro que se destacou. Marcou mais um gol, desta vez contra o São Paulo. É o artilheiro do Botafogo no Brasileirão.

Wálter (Internacional) - Marcou dois gols. E sofreu o penalti que gerou o terceiro. Responsável direto pela virada do Inter sobre o Goiás.

Quem foi o destaque da 2ª rodada do Brasileirão?
Diego Giaretta (Grêmio Prudente)
Antônio Carlos (Botafogo)
Wálter (Internacional)


Improvável rodada

Depois de uma abertura absolutamente dentro da normalidade, com apenas uma vitória visitante (do Cruzeiro sobre o Internacional), o Brasileirão viveu uma rodada no mínimo estranha. Apenas dois times fizeram valer o mando de campo (ambos no sábado) e tivemos cinco empates. Bom para o Corinthians, que leva o Campeonato a sério e larga na frente rumo ao título.

Aproveitando-se de um time quase reserva do Grêmio, o Corinthians fez um papel importante. Vencer os gaúchos no Estádio Olímpico não é para qualquer um. E não acontece todo dia. Enquanto as principais equipes ainda estão concentradas em outras competições, o Timão deixa de lado a ressaca da Libertadores e cai de cabeça no Brasileirão. Se ainda não é brilhante, soma pontos importantes e que podem fazer a diferença.

A rodada teve de tudo. Expulsão tosca de Leonardo Silva no Mineirão. Pelada sonolenta entre Vasco e Palmeiras em São Januário. Virada empolgante dos reservas do Inter em pleno Serra Dourada. E a abitragem...muitos erros de arbitragem.

Na Vila Belmiro, Ricardo Marques Ribeiro comprovou a péssima fase. Depois de uma vergonhosa atuação nas semifinais do Campeonato Mineiro, resolveu aprontar novamente. Anulou gol legítimo do Ceará. E marcou penalti completamente inexistente em Neymar. Logo ele, que deixou de marcar dois penais tão claros para o Ipatinga...

No Mineirão, Leonardo Gaciba também errou feio. Anulou gol legítimo de Henrique. E deixou de marcar penalti de Emerson, que achou que era o goleiro do Avaí dentro da área.

Acontece. Mas é bom que a Comissão de Arbitragem abra logo o olho.

Por falar em abrir o olho: Furacão, Vasco e Goiás. É bom procurar técnico enquanto é tempo. O Brasileirão urge. E a Segunda Divisão é logo ali.

Não havia destino melhor

O Campeonato Espanhol é a competição onde há maior discrepância entre os times. Barcelona e Real Madrid estão anos-luz a frente de todos seus concorrentes. A distância de 25 pontos que separou o segundo do terceiro colocado não é simples coincidência.

O que parece sintoma de um campeonato ruim, acaba tornando-se completamente o contrário. Assistir os jogos de Barcelona e Real Madrid no Campeonato Espanhol é bom demais. Por que? Os dois sabem da diferença que há entre ambos e os outros times. Sabem que perder pontos pode ser fatal. E por isso fazem cada jogo virar uma verdadeira decisão.

Hoje, Barcelona e Real Madrid chegaram praticamente empatados na última rodada. O Real Madrid não fez sua parte e apenas empatou com o Málaga por 1 a 1. O Barcelona goleou. Fez 4 a 0 fora o baile no Valladolid e confirmou mais um título.

Justo, diga-se de passagem. O Barcelona só perdeu uma vez na temporada. Terminou o ano invicto em casa. Venceu os dois clássicos diante do Real Madrid. Fez 99 pontos (um recorde) e 98 gols. Não havia um campeão mais justo que o Barça na competição, sem desmerecer o Real Madrid.

O show de hoje foi fechado com chave de ouro. Messi marcou os dois últimos gols da goleada. O primeiro, com o gol vazio. Um segundo, com o jeito Messi de jogar, driblando em velocidade e fuzilando com precisão. 34 gols em 38 jogos no Campeonato Espanhol. Outro recorde de um time que não se cansa de quebrar barreiras.

Assim como faz craques em casa, o Barcelona ainda produziu um baita vencedor para comandar este elenco. Guardiola é sensacional! Ao lado de Mourinho, o grande técnico do planeta. Enquanto o português é mais tático, mais motivação; Guardiola é coração, é técnica, é extrair individualmente o melhor de cada jogador em nome do grupo.

E por isto o Barcelona encanta. E por isto o Barcelona vence. Campeão Espanhol pela 20ª vez. Um exemplo!

Fez-se a justiça

Foi mais difícil do que se imaginava. A tarefa parecia simples: bater o Siena e comemorar o pentacampeonato italiano. Não foi, por uma série de fatores. Mas no fim, a Inter de Milão fez justiça e comemorou mais um Scudetto em sua galeria (voltando a deixar o Milan para trás no número de conquistas) e ganha ainda mais moral para a final da Champions League, na próxima semana.

A Inter começou o jogo nervosa. Era melhor na partida, mas não conseguia pressionar. Nervosismo que parecia crescer à medida que saíam os gols da Roma em Verona. Ao fim de 45 minutos, os resultados davam o título aos romanistas.

Veio o segundo tempo e a partida começou parecida. A Inter tinha mais a posse de bola, tentava atacar mas nas boas chances que criava esbarrava em atuação incrível de Curci. Mas aos 12 minutos, Milito fez o que mais havia feito até aqui na temporada: decidiu. Marcou o único gol do jogo e garantiu o título pela quinta vez consecutiva. Ali, o Siena já havia provado não ter forças para reagir e causar surpresas.

A Inter, que chegou a abrir 18 pontos na frente e relaxou quando não deveria, fez por merecer o título. Liderou quase de ponta a ponta. Foi a melhor equipe. Conquista o Campeonato Italiano e a Copa da Itália. Vai, na semana que vem, buscar igualar o Barcelona da última temporada, conquistando a Tríplice Coroa. É favorita diante do Bayern, mas terá um duelo difícilimo pela frente.

Não há como não destacar José Mourinho. 47 anos. Seis títulos nacionais. Vai em busca da segunda Champions da recente e promissora carreira. É um vencedor. É o grande técnico do planeta. E provavelmente, tentará seguir sua rotina vencedora no Real Madrid na próxima temporada. O primeiro grande título no Santiago Bernabeu pode vir ainda com a camisa da Inter. Mas se o negócio se concretizar, fica a percepção de que poderá ser o primeiro de muitos.

O início desanimador dos cariocas

O Flu conquistou ontem a primeira vitória dos cariocas no Brasileirão 2010. Motivo de festa? Não. O time saiu vaiado de campo depois de sofrer para vencer o mistão do Atlético-GO, por 1 a 0 no Maracanã.

Foi a primeira vitória de Muricy no comando do Flu. Ele segue pedindo reforços. Mas a diretoria deve achar mesmo que a culpa era de Cuca. Com este elenco, é difícil fazer muito mais. E foi difícil construir a vitória ontem. Quem esperava jogo fácil e goleada se enganou. Foi duro. E a vitória veio no verdadeiro estilo do comandante tricolor. 1 a 0. Futebol de resultado e nada mais. Valeram os três pontos.

O desanimador início dos cariocas seguiu com o Flamengo. Está certo que houveram apenas 15 minutos de futebol no Barradão. A chuva não deixou que a partida transcorresse normalmente. O Flamengo até que começou bem. Marcando sob pressão, jogando em velocidade, buscando os lados do campo. Adriano fazia partida empolgante, caindo pela esquerda e voltando ao meio-campo para buscar a bola. O gol saiu logo, com Vágner Love.

Aos poucos, porém, o gramado foi ficando pior e o Flamengo também. Até chegar ao segundo tempo, sem a mínima vontade de agredir o adversário. O Vitória, cheio de reservas, começou a gostar do jogo. Mas não tinha qualidade para fazer a bola chegar a Junior, isolado na frente. No fim, falta boba e gol de Elkesson.

Empate bom para um Vitória preocupado com a Copa do Brasil. E ruim para um Flamengo que jogou inteiro e não conseguiu levar os três pontos. O alento é apenas um. Se conseguir jogar 90 minutos no Chile como jogou os 15 primeiros ontem, a classificação na Libertadores é possível. Eu? Não acredito.

45 minutos bastaram

Provavelmente, a recuperação de uma goleada mais rápida da história do Brasileirão. Depois de um mentiroso 6 a 1 na primeira rodada (mentiroso pelo fato de ter dois jogadores a menos), o Grêmio-Barueri-Prudente fez 4 a 0 no Atlético-MG. Impiedosos quatro gols, todos marcados no primeiro tempo.

Com o esquema diferente, apostando mais uma vez em três zagueiro, o time de Luxemburgo não funcionou. Não só pelo esquema em si. Foi bem marcado pelo jovem time paulista e jogou de maneira preguiçosa imperdoável. Quando tentou acordar para a partida, a humilhação já estava garantida.

Em um campeonato longo, há tempo para a recuperação. Mas é inaceitável achar que os pontos desta partida valem mais ou menos do que os da próxima. O Galo anda pensando grande, mas precisa jogar como tal se quiser chegar ao título do Brasileirão.

Quanto ao Prudente, fez uma bela partida. Como já disse, o resultado da primeira rodada não mostra o que é de fato o time que fez boa campanha no Paulista. Não será saco de pancadas. Toninho Cecílio segue me impressionando como técnico. E certamente, surpreendeu também o Atlético-MG e o poderoso Luxemburgo.

Contratações pontuais

Depois de vencer o Campeonato Mineiro após três anos de jejum e fazer frente ao ótimo Santos na Copa do Brasil, o Atlético-MG ganhou o respeito da imprensa. E não é atoa: o time de Vanderley Luxemburgo foi derrotado apenas duas vezes na temporada até aqui (uma pelo Cruzeiro, outra pelo Santos).

Como se não bastasse, o time segue se reforçando para o Campeonato Brasileiro. Na última semana, contratou dois destaques do Campeonato Paulista.

O primeiro foi Ricardo Bueno, de 22 anos. Os números explicam a contratação do atacante. Deixou Neymar, Robinho, André, Ronaldo, Washington e cia para trás no Paulista. Fez 16 gols pelo modesto Oeste. Chega para compor e se tornar opção para um ataque carente de reservas desde a lesão de Obina, que só volta após a Copa do Mundo.

O segundo foi Diego Macedo, revelação do Bragantino. O lateral direito que mostrou ótimo apetite ofensivo chega para fazer frente ao muitas vezes preguiçoso Coelho. Diego chamou a atenção, entre outros, de Palmeiras, Santos e Grêmio. Mas acabou contratado pelo BMG e colocado no Galo para o Brasileirão.

Nenhum dos dois deve chegar e assumir a condição de titular. Mas fortalecer o elenco é preciso para Campeonatos longos. E o time titular do Galo já provou ser forte. O que faltam, são opções para Luxemburgo surpreender.

Quem conhece Kalil, no entanto, sabe que os reforços não devem parar por aí. Neto Berola, bom atacante do Vitória deve ser anunciado nos próximos dias. O bom meia Édison Mendez chega após a Copa do Mundo. Além deles, fala-se em nomes como Belleti, Maldonado e Diego Souza.

O Atlético-MG pensa grande para chegar longe. E não pode, de forma alguma, ser ignorado na lista de prováveis campeões do Brasileirão.

Quadro Negro

Quadro Negro
O 4-2-3-1 do Fluminense. Pouca mobilidade do setor ofensivo é compensada com "tesão".

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